!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Gilberto Gil em Macaé

Posted in Estereofonia, Região by ImprensaBR on 14/02/2011

Gilberto Gil fez uma apresentação para ficar na memória do macaense

Por Rúben Pereira*

O show que prometia ser o mais empolgante do verão 2011 mostrou que as expectativas estavam certas, apesar da pouca estrutura para atender o público.

Gilberto Gil, mesmo rouco, deu uma aula de profissionalismo. Cantou, tocou, dançou, conversou com o público, contou estórias e ainda deu seu apoio à luta pela preservação da Praia do Pecado, parabenizando o movimento de cidadãos pela criação do Parque Natural da Restinga do Pecado, que completou 30 anos em janeiro deste ano.

Na foto de Sandro Martins, Gil aparece abraçando a causa SOS Praia do Pecado, mostrando a blusa com o símbolo do movimento. Na platéia, o prefeito de Macaé, Riverton Mussi, que não esteve no abraço à restinga, no último SOS Pecado, paradoxalmente, aplaudiu o cantor

Gil subiu ao palco com pouco mais de meia hora de atraso e, acompanhado de uma banda de peso, discorreu por quase duas horas sua tese sobre a importância do Forró, do Baião, do Xote, do Xaxado e de todas as vertentes que ele e sua banda trouxeram rearranjadas no repertório do novo Cd do cantor, Fé na Festa. Arthur Maia e Sérgio Schiavazoli, contrabaixo e guitarra, banjo e guitarra baiana respectivamente se uniram a Nicolas Krassik, violino e rabeca, e Toninho Ferraguti, no acordeão, mais Jorginho Gomes e Gustavo de Dalva, percussionistas da banda de Gil de longa data.

O ponto negativo da noite foi a falta de ambulantes credenciados para atender o público com água mineral, cerveja, refrigerantes e tal. Este, tinha que se dirigir a um dos quiosques da Lagoa, que estavam a cerca de 300 metros do palco, para tentar matar a sede na bela noite verão.  

Outro ponto negativo que logo pareceu ter sido sanado, foi a questão do estacionamento. Ao chegar à entrada da Lagoa de Imboassica, local do show, éramos direcionados para o aterro que ali existe. Assim que chegamos, fomos interpelados por um cidadão, que pedia pagamento de R$ 5 ao menos pela guarda do carro durante o show. Ora, estávamos sendo direcionados pela própria Guarda Municipal a nos direcionarmos para ‘lá’! E o cidadão ainda queria cobrar? Pois bem, não pagamos e, ao fim do show, a Guarda parecia ter contornado a situação inusitada.

Enfim, com fé na festa de Gil, fomos convidados a lembrar para sempre desta noite de luz e música em São João de Macaé. Axé! Salve Mestre Gil!

*Violonista e pesquisador de memória regional.

Fotos e CurtaGilÁudioEstourado: Leonor Bianchi

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