!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Rede estadual de ensino para hoje no Rio de Janeiro

Posted in Coluna do Servidor, Educação, Estado, Rio das Ostras by ImprensaBR on 21/03/2013

Sepe realizará assembleia na ABI para decidir se categoria entrará em estado de greve. Sepe Rio das Ostras e Casimiro de Abreu estará presente 

Os professores e funcionários das escolas da rede pública estadual farão uma nova paralisação de 24 horas nesta quinta-feira. Neste dia, a partir das 11h, a categoria fará uma assembleia na ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 – 9º andar – Centro) para discutir se a rede estadual entrará ou não em estado de greve (prontidão para realização de uma paralisação por tempo indeterminado) a partir de quinta-feira. Caso o governo não abra as negociações, a rede estadual poderá parar por tempo indeterminado.

Depois da assembleia, a partir das 14h, os profissionais participarão de uma marcha em defesa da educação, organizada por estudantes e por integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP) com início na Candelária e término nas escadarias da Alerj. Na escadaria da Alerj será realizada aula pública, com a participação de professores e alunos da rede estadual; um dos temas será: o governo Cabral utiliza os royalties do petróleo na educação do estado? Também na aula, será lembrada a morte do estudante Edson Luís, morto pela ditadura militar em 28 de março de 1968, em uma manifestação de estudantes no Rio.

Sepe vai solicitar intermediação do TJ para que governo estadual abra negociações:

A diretoria do Sepe vai pedir uma audiência com a presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargadora Leila Mariano, para informar que desde o ano passado o sindicato pede a criação de uma mesa de negociação com o governo do estado para discutir as reivindicações da categoria, cuja campanha salarial de 2013 foi iniciada no mês de fevereiro. No entanto, até agora o governo não respondeu aos pedidos do Sepe.

Na audiência, o Sepe também vai mostrar à desembargadora a situação dos funcionários administrativos das escolas, que estão sendo removidos arbitrariamente de seus locais de trabalho e substituídos por funcionários terceirizados.

O Sepe oficiou a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) e o Palácio Guanabara, pedindo a abertura das negociações, tendo como base as seguintes reivindicações:

1) Cinco salários mínimos de piso (R$ 3 mil) para o magistério e 3,5 salários (R$ 2 mil) para os funcionários administrativos;

2) Combate ao Plano de Metas da SEEDUC e, também, ao Projeto “Certificação” dos professores;

3) 30 horas para funcionários administrativos já;

4) 1/3 de carga horária para planejamento de aulas para o professor;

5) Uma escola, uma matrícula para o professor.

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