!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Chega ao fim a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Nova Friburgo by ImprensaBR on 18/11/2013

É isso aí, Brasil… mais uma Mostra Cinema Popular Brasileiro se foi. A décima. Que muitas outras venham adiante! Agradeço a TODOS que ajudaram a realizar este projeto… aos realizadores, produtores e distribuidores que inscreveram seus filmes, e, sobretudo, ao público, que mais uma vez fez sua parte lindamente.

Salve o cinema brasileiro! Que venha 2014! Curta! Mostra Cpb.

Leonor Bianchi, idealizadora da mostra.

ate 1024

Anúncios

Comentários desativados em Chega ao fim a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Segue até domingo a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Comentários desativados em Segue até domingo a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins (Seth) em sessão especial de encerramento, nesta 5a feira, 29, no CIEMH2

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 28/08/2013

luz anima acao cartaz

O Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins, Seth. Caricaturista macaense renomado atuante na primeira metade do século XX. Seth foi nada menos que o primeiro animador de cinema do Brasil.

A sessão que encerra o Anima Cine Macaé é uma homenagem a este que é considerado o Pai da Animação Brasileira e a primeira animação feita no Brasil, Kaiser.

Na sessão serão exibidos três curtas premiados este ano no recém findado Anima Mundi e em outros festivais de animação e o estreante ‘Luz, Anima, Ação’, um longa ainda inédito do grande público, que depois de passar pelas telas apenas do Anima Mundi, agira no começo de agosto, será exibido para o público do Anima Cine Macaé. Imperdível!!!

A sessão do Anima Cine Macaé nesta quinta feira, 29 de agosto, começa às 19 h no CIEMH2, em Macaé, no Sol Y Mar. Entrada é franca e a classificação indicativa livre. Rua Eleosina Pereira de Queiroz Mattoso, 105.

O Anima Cine Macaé 2013 – Festival Internacional de Animação de Macaé é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes. www.animacinemacae.wordpress.com

Comentários desativados em Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins (Seth) em sessão especial de encerramento, nesta 5a feira, 29, no CIEMH2

Começa hoje o Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Internacional, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 24/08/2013

divulgação_final_virtual

Programação com 34 filmes de diversas nacionalidades segue até 29 de agosto na cidade do Pai da Animação Brasileira

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, começa hoje, às 18h, no distrito do Sana, em Macaé. Ao todo serão exibidos 34 filmes entre curtas, super curtas e longas. O festival continua amanhã no Sana, quarta-feira, dia 28, em Bicuda e quinta-feira, dia 29 de agosto, o Anima Cine encerra seu circuito no CIEHMH² no Sol Y Mar, em Macaé.

Toda a programação do festival é gratuita e pode ser baixada pelo site www.animacinemacae.wordpress.com

Filmes premiados em grandes festivais de animação serão exibidos em Macaé, durante o Anima Cine

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

Macaé: cidade onde nasceu Seth, o pai da animação brasileira

Muita gente ainda desconhece o fato, mas foi em Macaé, litoral norte do estado o Rio de Janeiro, que nasceu o primeiro animador de cinema do Brasil. Seu nome era Alvaro Marins, mais conhecido como Seth, apelido que criou para assinar seus trabalhos como caricaturista para a imprensa carioca da primeira metade do século XX. O ilustrador, desenhista, chargistas e caricaturista macaense foi o responsável pela animação de uma tirinha desenhada por ele mesmo e levada à tela do Cine Pathè em janeiro de 1917, no Rio de Janeiro. O filme animado era ‘Kaiser’, hoje considerado o primeiro filme de animação feito no Brasil por um brasileiro. Seth trabalhou em muitos Jornais cariocas Como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil e tem sua marca registrada na História da Animação Brasileira. Por ter nascido em Macaé e por considerarmos que ele merece ganhar um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade e da animação brasileira.

Comentários desativados em Começa hoje o Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé

Sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro foi um sucesso! Clementina de Jesus, Rainha Quelé, de Weriton Kermes emocionou o público

sessao de abertura do circuito cinema  popular brasileiro leonor bianchiAconteceu, na sexta-feira, 16 de agosto de 2013, a sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro. O projeto integra as ações de fomento ao cinema brasileiro, formação de público e educação do olhar propostas pela produção da 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontecerá entre 14 e 17 de novembro, em Lumiar, quinto distrito de Nova Friburgo (RJ/ BR).

O filme escolhido pela Curadoria de Cinema para a sessão de abertura do Circuito foi Clementina de Jesus, Rainha Quelé, um documentário de 75 minutos de Weriton Kermes, com muitas imagens de arquivo, bons depoimentos de grandes nomes da música brasileira, entre eles Paulinho da Viola, Cristina Buarque de Holanda, João Bosco, Paula Lima, e de Heron Coelho, autor do livro que deu origem ao argumento do filme.

A receptividade do público foi maravilhosa, tendo a fita emocionado a todos os presentes, que saíram da sessão reflexivos diante da memória da imagem, da vida e da obra da pessoa que foi Clementina de Jesus, personalidade de suma importância para a cultura e a música brasileiras.

As sessões do Circuito acontecerão até o dia 8 de novembro, sempre às sextas-feiras, às 19h30, com entrada franca.

No dia 14 de novembro começará a 10a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro. De 14 a 17 de novembro em Lumiar. As inscrições para a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro já estão abertas pelo site www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com 

A Mostra Cinema Popular Brasileiro e o Circuito Cinema Popular Brasileiro têm
Realização – Curadoria de CinemaEscola Livre de Comunicação e Artes,
Casa Cultural Mata AtlânticaVideoteca Cinema Popular Brasileiro
Assessoria de Comunicação – ImprensaBR Assessoria de Comunicação
Divulgação e Promoção – Jornal O Polifônico
Parceiros – Cineclube Lumiar e Tribuna Livre Cultural

Comentários desativados em Sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro foi um sucesso! Clementina de Jesus, Rainha Quelé, de Weriton Kermes emocionou o público

CIEMH2 em Macaé sediará Oficina de Capacitação para o edital Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais

Posted in Brasil, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 17/08/2013

946358_515395371876271_1818104891_n
A Fundação Nacional de Artes – Funarte prorrogou, até o dia 30 de agosto, as inscrições para o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013.

Dando continuidade à série de oficinas de qualificação realizadas em todo país, a Fundação Nacional de Artes – Funarte vai promover essa ação com o intuito de ampliar o número de inscrições e auxiliar na formatação de projetos culturais para o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais. A oficina acontecerá no CIEMH² Núcleo Cultural, na próxima terça-feira, dia 20/08 às 19h.

O objetivo do edital é selecionar projetos de proponentes do sexo feminino, em âmbito nacional, que visem à prática de linguagens artísticas, à reflexão crítica e à profissionalização dos processos de gestão cultural. Realizado pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Secretaria de Políticas para as Mulheres, o edital pretende contribuir para o fomento e a difusão da expressão artística considerando o reconhecimento das mulheres nas artes visuais. Serão contemplados dez projetos com premiações de R$ 70 mil para cada um.

O CIEMH² fica na rua Eleosina Pereira de Queiroz Matoso, Nº 105, Sol Y Mar – Macaé – RJ.

Mais informações: CIEMH² no Facebook ou Tel: (22) 3084-2541 (a partir das 16h).

Fonte: Facebook CIEMH2

Comentários desativados em CIEMH2 em Macaé sediará Oficina de Capacitação para o edital Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais

Circuito Cinema Popular Brasileiro começa hoje. Temporada terá 13 sessões até a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, em novembro

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Nova Friburgo by ImprensaBR on 16/08/2013

A partir de hoje, a produção da 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, através da Curadoria de Cinema, Escola Livre de Comunicação e Artes e Casa Cultural Mata Atlântica, realizará 13 sessões de cinema Brasileiro na Tribuna Livre Cultural, em Lumiar (Nova Friburgo/ RJ/ BR). O Circuito Cinema Popular Brasileiro tem como objetivo fomentar a exibição de filmes nacionais para a comunidade e turistas, exercitando, desta maneira, o contato destes com o cinema brasileiro em diferentes gêneros.

O Circuito Cinema Popular Brasileiro faz parte das ações educativas e de fomento ao cinema brasileiro propostas pela Mostra Cinema Popular Brasileiro, que este ano, em sua décima edição, acontecerá de 14 a 17 (feriado de Proclamação da República), em Lumiar, na Tribuna Livre Cultural.

Cartaz Clementina de Jesus Rainha QueléNa sessão de abertura do Circuito será exibido o documentário de Werinton Kermes ‘Clementina de Jesus, Rainha Quelé’. O filme foi enviado para a 8a Mostra Cinema Popular Brasileiro em 2011 e exibido em Rio das Ostras. A obra foi cedida para uso em projetos vinculados à Videoteca Cinema Popular Brasileiro naquele ano. Sua inserção no circuito pela Curadoria de Cinema – produtora que seleciona os filmes que comporão a programação do Circuito Cinema Popular Brasileiro -, faz parte das ações de difusão de seu acervo. 

As sessões do Circuito acontecerão às sextas-feiras, sempre às 19h30, com entrada franca.

Leia o release .

Curta a página do Circuito Cinema Popular Brasileiro e acesse o site do projeto para saber mais.

Comentários desativados em Circuito Cinema Popular Brasileiro começa hoje. Temporada terá 13 sessões até a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, em novembro

10a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre inscrições de filmes

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Videofonia by ImprensaBR on 12/08/2013

10a mostra cpb

Com o tema ‘Memória, Identidade e Pertencimento’, a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre, hoje, o período de inscrições de filmes para sua décima edição.

A mostra acontecerá entre 14 e 17 de novembro (feriado de Proclamação da República) em Lumiar, quinto distrito de Nova Friburgo.

Para inscrever seu filme gratuitamente, acesse o Regulamento e a Ficha de Inscrição no site da mostra http://mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com/ As inscrições vão até o dia 28 de setembro pelo site da mostra.

A única exigência para o filme participar da mostra é ser uma produção brasileira.

A mostra não é competitiva e toda sua programação terá entrada franca.

Comentários desativados em 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre inscrições de filmes

Anima Cine Macaé divulga filmes selecionados para sua primeira edição

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 07/08/2013

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé acontecerá de 24 a 30 de agosto

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé divulga hoje a seleção dos filmes que serão exibidos na primeira edição do festival.

angel

Animação polonesa ‘Angel’, de Agnieszka Skolik.

 

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

Foram selecionados 32 filmes, dentre estes, três longas-metragens. A relação dos selecionados e os programas do Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé já está online no site www.animacinemacae.wordpress.com

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

Comentários desativados em Anima Cine Macaé divulga filmes selecionados para sua primeira edição

O Anima Cine invadiu a redação d’O Polifônico!!!! É tempo para uma reflexão social inteligente e provocadora, característica deste gênero cinematográfico, e o curta animado ‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ nos remete bem a esse estado de reflexão crítica sem perder o bom humor…

imagine

‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ A animação do ilustrador e animador Alexandre Bersot será exibida no Programa de abertura do Anima Cine Macaé, dia 25 de agosto, no CriaSana. Para ver toda a programação de filmes, acesse o site do festival aqui. O Anima Cine tem programação gratuita.

Realização: Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes
Comunicação: ImprensaBR

Comentários desativados em O Anima Cine invadiu a redação d’O Polifônico!!!! É tempo para uma reflexão social inteligente e provocadora, característica deste gênero cinematográfico, e o curta animado ‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ nos remete bem a esse estado de reflexão crítica sem perder o bom humor…

Rio das Ostras tem o terceiro melhor IDH do estado do Rio

Posted in Brasil, Infraesturutura, Internacional, Rio das Ostras by ImprensaBR on 31/07/2013

Cabo Frio e Arraial do Cabo estão entre os municípios com bom índice. Estado do Rio tem 63 cidades com índice abaixo da média do país.

O programa das Nações Unidas para desenvolvimento divulgou um retrato do Brasil nas últimas duas décadas. Na média, o índice de desenvolvimento humano dos municípios brasileiros melhorou. Houve aumento da renda e da expectativa de vida. A edução também avançou, mas ficou bem longe do ideal e foi o indicador que menos contribuiu para o resultado positivo. Rio das Ostras, baixada litorânea, aparece em terceiro lugar no ranking de municípios com o melhor IDH do estado do Rio de Janeiro. Cabo Frio e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, estão entre as cidades com bom índice.

Os pesquisadores se basearem nos dados dos último três censos do IBGE. O estado do Rio de Janeiro tem 63 cidades com índice abaixo da média do país, que é de 0,727.

O município de Sumidouro, da Região Serrana, aparece com o pior desempenho, tendo IDH de 0,611, seguido por São Francisco de Itabapoana, do Norte Fluminense, que teve crescimento de 85% no IDH, mas, mesmo assim, continua em posição ruim no ranking.

Confira o ranking com os 10 primeiros melhores índices do estado:

1- Niterói
2- Rio de Janeiro
3- Rio das Ostras
4- Volta Redonda
5- Resende
6- Maricá
7- Macaé
8- Iguaba Grande
9- Mangaratiba
10- Nilópolis

Nota da editora

É claro que precisamos aprofundar a nota em um editorial onde vamos analisar a evolução desses dados. Lembro-me de uma matéria que fiz em 2006 sobre a favelização em Rio das Ostras, quando a cidade teve manchetes em praticamente todos os jornais da grande imprensa… os PIG da vida… na primeira página do mais elitizado e do mais popular do Rio, a cidade apareceu com um dos piores índices de desenvolvimento humano do estado. Em contraste com o dado Rio das Ostras tinha à época um dos PIBs mais altos do Rio de Janeiro. O país dos contrastes e suas cidades-contrastes. Rio das Ostras é apenas mais uma dentre tantas.

Fonte: G1

Comentários desativados em Rio das Ostras tem o terceiro melhor IDH do estado do Rio

Todos os políticos são iguais?

Por Celso Vicenzi*

Virou clichê dizer que “todos os políticos e partidos são iguais”. É essa também a impressão de uma grande parcela de cidadãos que aderiu às manifestações em todo o país. Para chegar a essa quase-certeza (ou certeza, para os mais convictos), houve a colaboração intensiva da mídia no dia a dia da cobertura política. É verdade que boa parte dos políticos tem contribuído para que essa percepção prevaleça. Mas esse sentimento quase unânime foi também habilmente construído pelos meios de comunicação. Pura e simplesmente por omissão, por sonegar informação ao leitor, ao radiouvinte, ao telespectador, ao internauta.

Manaus-Amazonas-Amazonia-Royalties-votacao_dos_vetos-Dilma_Rousseff-Camara-Senado_ACRIMA20121212_0072_15-1

Análise de uma única votação, na Câmara dos Deputados, revela diferenças sobre as quais mídia raramente informa

Não interessa aos donos da mídia dizer “quem é quem” no cenário político nacional, estadual e municipal. Por isso, com raríssimas exceções, a cobertura de votações importantes costuma trazer apenas o resultado, sem mencionar claramente como votaram os partidos, os vereadores, os deputados e os senadores. Pode-se alegar que, nos veículos impressos ou na TV, não há espaço e tempo para tanto detalhamento. Dependendo da importância do que está em votação, por que não? Em que manual está escrito que não pode? Depende de que tipo de jornalismo se queira fazer. Na mídia impressa, certamente há espaço – que não ocupa mais do que um parágrafo – para indicar pelo menos o voto dos partidos. Idem nas TVs e rádios. São informações que não deveriam ser omitidas, sob pena de a população nunca saber como votam os seus representantes nas questões mais essenciais. Quem tem feito esse papel, com as limitações evidentes de alcance, tem sido as redes sociais.

A diferença de posições ideológicas entre os partidos, apesar dos pesares, fica evidente, por exemplo, no caso recente da votação de uma Moção de Repúdio à espionagem norte-americana que acessou bilhões de emails, telefonemas e dados de empresas e cidadãos brasileiros, além do governo. A Moção foi apresentada pelo deputado José Guimarães (PT) e aprovada por 292 votos. No entanto, 86 deputados votaram contra e 12 se abstiveram de aprovar um documento que se posiciona em favor da soberania brasileira e pede uma solução internacional para a violação do direito à privacidade e do sigilo que envolve as relações entre empresas e países. Quem votou “sim” expressou também “concordância com as iniciativas destinadas a criar uma agência multilateral, no âmbito do sistema das Nações Unidas, para gerir e regulamentar a rede mundial de computadores, poderoso instrumento de uso compartilhado da humanidade”. E externou, ainda, “apreensão com a segurança do cidadão norte-americano Edward Snowden, que está refugiado, há dias, no aeroporto de Moscou”.

Certamente há razões para tantos parlamentares manifestarem-se contrários ou absterem-se de apoiar uma moção contrária à violação das leis internacionais, que o governo brasileiro – e outras nações – classificaram como muito grave. O que importa, no caso, não é discutir o mérito. Mas observar que os partidos identificados mais à esquerda votaram unânimes pela aprovação. Quando se identificam os votos, o eleitor tem a chance de saber quem de fato o representa.

Neste caso, dos partidos maiores, votaram unânimes pela Moção o PCdoB (11 votos), PDT (24 votos), PT (70 votos), PPS (9 votos), PRB (9 votos) e PV (8 votos). Foram acompanhados pelo voto uniforme de partidos menores como PEN (2 votos), PHS (1), PSL (1), Psol (2), PTdoB (2) e o voto do catarinense Jorge Boeira (sem partido). Votaram contra: DEM (16 dos 20 votos), PMDB (11 contra e uma abstenção, de um total de 64 votos), PMN (2 contra em 3 votos), PP (17 contra em 24 votos), PR (4 contra e uma abstenção, em 24 votos), PRP (um contra e um a favor), PSB (2 contra e uma abstenção, em 21 votos), PSC (8 contra em 10 votos), PSD (20 contra em 32 votos), PSDB (3 contra e 10 abstenções) e PTB (2 contra em 13 votos).

Se houvesse uma prestação de contas rotineira, certamente seria possível que uma parcela cada vez mais significativa da população compreendesse que, mesmo numa época em que as cores partidárias perderam muito da sua autenticidade programática, é possível, sim, perceber diferenças muito claras entre os partidos e os parlamentares.

Os brasileiros e brasileiras têm o direito de saber como votam os parlamentares. E a mídia do país tem o dever de mostrar. Se não o faz, é porque tem interesse em desinformar. E impedir que o cidadão identifique, com mais clareza, quem de fato o representa.

Fonte: Outras Palavras

*Celso Vicenzi é jornalista, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas/SC, Prêmio Esso de Ciência e Tecnologia (1985). Atuou em rádio, TV, jornal, revista e assessoria de imprensa. Autor de “Gol é Orgasmo”, editora Unisul – ilustrações de Paulo Caruso. Escreve humor no tuíter: @celso_vicenzi. Para contato: vicenzi@newsite.com.br

Comentários desativados em Todos os políticos são iguais?

Como ludibriar o leitor

Por Luciano Martins Costa*, no Observatório de Imprensa

Uma das vantagens que os jornais supostamente oferecem em relação aos outros meios de informação é o sistema de organização das notícias: elas são distribuídas por seções temáticas, quase sempre agrupadas em cadernos específicos, facilitando a busca do leitor por seus assuntos preferidos.

O fato de esse pacote de informações se renovar diariamente reforça a percepção de uma ordem e uma correlação entre os acontecimentos, o que também funciona para passar ao leitor a confiança de que a cada dia ele está recebendo o que há de mais atual, e que com isso estaria adquirindo um conhecimento objetivo sobre a realidade que lhe interessa.

Por isso, quando a imprensa quebra esse elo, a consequência pode ser desastrosa.

Por exemplo, no domingo passado, o Globo publicou como sendo recente o resultado de uma pesquisa sobre credibilidade da imprensa que havia sido divulgada pela agência de Relações Públicas Edelman quatro meses antes. O estudo, feito anualmente há uma década, dizia que a mídia é a entidade mais confiável para os brasileiros, com 66% de aprovação, contra 64% das empresas, 59% das ONGs e 33% do governo.

O resultado, divulgado no primeiro trimestre deste ano, se refere a levantamento feito no ano anterior, ou seja, é um retrato desatualizado da realidade. Portanto, se apresentado como atual, é uma mentira. E por que razão o jornal carioca venderia aos seus leitores, como se fosse fresco, esse peixe congelado?

Os leitores atentos haverão de perceber que essa publicação, que foi imediatamente reproduzida por outros veículos noticiosos, passa a impressão de que a credibilidade da imprensa aumentou justamente quando caía a reputação de outras instituições, todas atingidas pela onda de protestos que ocorreram a partir de maio, ou seja, dois meses depois de distribuída pela Edelman a pesquisa referente a 2012.

Mas existe outro aspecto a ser considerado nessa questão. A publicação da pesquisa defasada sobre a credibilidade da imprensa foi feita em meio a uma série de outros levantamentos que mostram a queda da popularidade do atual governo.

Produzidos no calor dos protestos que paralisaram as grandes cidades brasileiras, esses estudos foram sendo levados ao público numa cronologia regular, a partir do início de junho, como se fossem resultados de consultas sequenciais, o que pode produzir em muitas pessoas a impressão de que o governo está rolando ribanceira abaixo.

Jogo perigoso

Essa técnica de manipulação é muito conhecida entre os marqueteiros e jornalistas, e costuma ser praticada em períodos eleitorais. Se serve para registrar as mudanças de humor de eleitores em meio às emoções produzidas pela propaganda dos candidatos, esse tipo de cobertura produz distorções fundamentais na percepção de outros contextos que devem ser vistos no longo prazo, como a avaliação da eficiência de um governo.

Funciona assim: o Datafolha produz uma pesquisa, constatando que a presidente Dilma Rousseff sofreu a primeira queda em sua alta taxa de popularidade, perdendo 8 pontos na aprovação popular, mas ainda venceria uma eleição em primeiro turno. Em seguida, os jornais reproduzem a pesquisa destacando declarações de líderes da oposição vinculando o governo às manifestações de rua e prevendo novas quedas de popularidade. Na sequência, nova pesquisa, desta vez com uma queda de 27 pontos porcentuais.

A notícia original, dada pela Folha de S. Paulo, usa o verbo “despencar”, que é repetido por todos os outros veículos, como num túnel de ecos. Novamente, repetem-se as “análises” com base em declarações de políticos da oposição, que vinculam os indicadores aos protestos que se multiplicam nas ruas.

Interessante observar que a mesma sequência de constatações é feita por outra série de pesquisas, estas produzidas para a Confederação Nacional do Transporte, mostrando tendência semelhante. No entanto, os jornais publicam esses resultados, com diferenças de poucos dias em relação aos levantamentos do Datafolha, como se fossem novas prospecções, quando são, na verdade, novas tomadas do mesmo contexto.

Dessa forma, passa-se para o leitor a impressão de que a aprovação do governo está “despencando”, para usar a palavra preferida dos jornais. No entanto, o que está “despencando” é a confiança dos brasileiros no processo democrático.

O fato mais relevante dessas pesquisas, que está sendo omitido pela imprensa, é a declaração de intenção no voto nulo ou em branco. Na última pesquisa do CNT/DMA, a presidente Dilma aparece com mais intenções de voto espontâneo do que o ex-presidente Lula da Silva e o dobro das intenções dirigidas aos possíveis candidatos Marina Silva e Aécio Neves. Na pesquisa estimulada, ela ainda venceria as eleições em dois turnos.

Além disso, a imprensa está escamoteando um dado fundamental nessa pesquisa, a mais recente: na pergunta sobre que partido o entrevistado quer ver na Presidência da República a partir de 2015, a resposta espontânea mostra que 22,1% apontam o PT, apenas 5,6% preferem o PSDB e 2,1% citam o PMDB.

No conjunto dos levantamentos, vistos desde o início de junho, o retrato mostra que o que caiu foi a confiança no processo político: mais de 50% dos brasileiros estariam dispostos a se abster em 2014. Com a redução do total dos votos válidos, ficaria mais fácil influenciar o resultado das urnas – e essa possibilidade parece estar no horizonte estratégico da mídia tradicional.

Mas esse é um jogo muito perigoso.

*Professor licenciado da UFBa

Comentários desativados em Como ludibriar o leitor

Pelo direito dos jornalistas Dia Nacional de Lutas

Posted in Brasil, Cidadania, Comunicações, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 11/07/2013

Respeito pelo trabalho da imprensa, fortalecimento da comunicação pública e democratização da informação. Estas são algumas das reivindicações que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro leva às ruas nesta quinta-feira (11 de julho), Dia Nacional de Luta.

Jornalistas cariocas vão se concentrar, a partir do meio-dia, nas escadarias da Câmara de Vereadores do Rio, na Cinelândia, com faixas de reivindicações da categoria. Os profissionais também levantam as bandeiras da pauta unificada das centrais sindicais e dos movimentos sociais, como 10% do PIB para a educação, reforma agrária e transporte público de qualidade.

O Sindicato dos Jornalistas estará em seguida, às 13 horas, em frente à TV Brasil, na Avenida Gomes Freire 474, junto com o Sindicato dos Radialistas e com a Comissão de Empregados da EBC-RJ. Os trabalhadores reivindicam plano de carreira, cumprimento de acordo coletivo, fortalecimento da comunicação pública e a democratização da comunicação.

No Rio de Janeiro, este 11 de julho, Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações, vai culminar em ato, a partir das 15 horas, próximo à igreja da Candelária.

Fonte: SJPMRJ

Comentários desativados em Pelo direito dos jornalistas Dia Nacional de Lutas

Anima Cine Macaé exibirá lançamento feito em coprodução com o Canal Brasil

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Internacional, Macaé by ImprensaBR on 03/07/2013

O longa-metragem ‘Luz, Anima Ação’, dirigido por Eduardo Calvet e produzido por Felipe Haurelhuk será exibido no Anima Cine Macaé. O filme acaba de ser finalizado e, antes de ser exibido em Macaé, será exibido apenas uma única vez, uma semana antes, no maior festival de cinema de animação do Brasil, o Anima Mundi. Será um privilegio estar neste circuito de lançamento do filme! Não percam! Em agosto, no Sana (região serrana de Macaé) e em outros pontos da cidade.

www.animacinemacae.wordpress.com

Comentários desativados em Anima Cine Macaé exibirá lançamento feito em coprodução com o Canal Brasil

Festival de Animação de Macaé encerra inscrições de filmes

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Região by ImprensaBR on 28/06/2013

Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Seguem até amanhã, 29 de junho, as inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ). O Festival acontecerá de 24 a 30 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil das redes públicas de ensino. Na programação do festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de animação. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé é a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé se orgulha deste marco ainda pouco conhecido, mas ainda não sabe a dimensão deste feito. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.  

Seth trabalhou em muitos jornais e revistas cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, no início do século XIX e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

Por ter nascido em Macaé e por consideramos que ele merece um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade.

“O Anima Cine Macaé pretende preencher a lacuna tão expressiva de ser Macaé a cidade de origem do primeiro animador brasileiro. Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência em todo o Brasil e no mundo e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão. Em outra cena, o Presidente Nilo Peçanha, em traço caricatural também aparecia explodindo numa gargalhada de progressão crescente.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no festival.

Comentários desativados em Festival de Animação de Macaé encerra inscrições de filmes

Começa hoje ciclo de webconferências sobre o programa Mais Cultura nas Escolas

Posted in Brasil, Educação by ImprensaBR on 27/06/2013

O Ministério da Cultura realizará, por meio da Secretaria de Políticas Culturais, a partir do dia 27 de junho, uma série de webconferências sobre o Programa Mais Cultura nas Escolas. O Programa, desenvolvido em parceria pelo ministérios da Cultura e da Educação, está recebendo inscrições de todo o país de projetos de atividades culturais que serão desenvolvidas em parcerias com escolas públicas que integram os Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador do Ministério da Educação.

O Programa, que terá investimento de R$ 100 milhões em 2013 para financiar 5 mil projetos, prevê o desenvolvimento das atividades – que poderão acontecer dentro ou fora da escola – durante o ano letivo, por no mínimo 6 meses. Cada projeto terá entre R$ 20 mil e R$ 22 mil de recursos, calculados conforme o número de alunos matriculados na escola. O recurso deverá ser investido na  contratação de serviços culturais relacionados às atividades artísticas e pedagógicas.

O Mais Cultura pretende potencializar processos de ensino e aprendizado por meio da democratização do acesso à cultura e da integração de práticas criativas e da diversidade cultural brasileira à educação integral.

Inscrições

Todas as escolas públicas do Mais Educação e Ensino Médio Inovador, contempladas em 2012, além de artistas e iniciativas culturais, poderão inscrever e enviar projetos do Mais Cultura nas Escolas via SIMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação) –http://simec.mec.gov.br/ <http://emkt.entrelinhasnaweb.net/emkt/tracer/?2,1412029,77a22bf8,a5e1,1>  . O processo de avaliação será conduzido pelo MinC e pelo MEC.

Webconferências

As webconferências têm como objetivo discutir o processo de inscrição de escolas e artistas interessados em apresentar seus projetos, além de esclarecer dúvidas sobre os nove eixos temáticos do Programa no qual os projetos poderão ser integrados. No dia 27, a primeira webconferência, que começará às 11hs, terá como público alvo os cerca de 3 mil Pontos de Cultura de todo o país. Já a partir das 14h30, os 3 mil museus poderão dirimir suas dúvidas sobre como participar do processo de participação no Programa Mais Cultura nas Escolas. Tanto os Pontos de Cultura, quanto os museus se enquadram nos projetos que poderão ser desenvolvidos fora da escola.

No caso dos museus, que podem participar do eixo de Educação Museal, poderão participar atividades de identificação, pesquisa, seleção, coleta, preservação, registro, exposição e divulgação de objetos, expressões culturais materiais e imateriais e de valorização do meio-ambiente e dos saberes da comunidade, bem como a utilização de ferramentas educacionais para a interpretação e difusão do patrimônio cultural.

Também poderão concorrer práticas museais que possibilitam à comunidade escolar e territórios educativos experimentarem situações de ensino/aprendizagem relacionadas à fruição da memória e a construção da cidadania cultural. E, ainda, museus escolares que trabalham como espaços dialógicos interdisciplinares articulados com seu entorno.

Secretários e sociedade civil

A partir de julho, a equipe do Programa fará mais duas webconferências, sendo a primeira, no dia 8, a partir das 11hs, com os secretários de Cultura e Educação dos governos estaduais e municipais. A expectativa é que cerca de 200 secretários participem do evento.

E finalmente, no dia 11, a partir das 14h30, o Ministério da Cultura fará uma webconferência com a participação de toda a sociedade civil, incluindo artistas das várias áreas da cultura, mestres e mestras da cultura popular, brincantes, gestores de espaços culturais, pontos de memória, pontos de cultura, entidades e fóruns representantivos de segmentos da cultura.

Serviço:

Webconferências sobre o Programa Mais Cultura nas Escolas

Data: 27/06/2013
Hor.: 11hs
Público: Pontos de Cultura

Data: 27/06/2013
Hor.: 14h30m
Público: Museus

Data: 08/07/2013
Hor.: 11hs
Público: secretários de educação e cultura dos estados e municípios

Data: 11/07/2013
Hor.: 14h30
Público: sociedade civil em geral

Mais Informações: www.cultura.gov.br/maisculturanasescolas.

Dúvidas:maisculturanasescolas@cultura.gov.br.

 (Texto: Heli Espíndola, Comunicação/SPC)

(Fotos: Arquivo Interações Estéticas/Funarte)

Leia mais sobre o Mais Cultura nas Escolas

Comentários desativados em Começa hoje ciclo de webconferências sobre o programa Mais Cultura nas Escolas

Macaé realiza III Conferência de Cultura no próximo final de semana

Posted in Brasil, Cidadania, Cultura, Macaé, Região by ImprensaBR on 26/06/2013

601678_529677650412935_1863177342_n

Comentários desativados em Macaé realiza III Conferência de Cultura no próximo final de semana

Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito no bilhete único

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Estado, Infraesturutura, Política, Região, Trabalho e Renda, Transporte by ImprensaBR on 25/06/2013

Os municípios de Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito estão perto serem incluídos no Bilhete Único Intermunicipal. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta terça-feira (25/06), em discussão única, a indicação legislativa 285/13, dos deputados André Corrêa (PSD) e Paulo Melo (PMDB), que propõe a inclusão das cidades na Lei 5.628/09, que instituiu o programa de tarifa integrada de transporte. A indicação solicita ao governador Sérgio Cabral o envio de projeto tratando do assunto, o que foi dado como certo por Corrêa, líder do Governo na Casa. “Esta questão já está equacionada. Vai acontecer”, garantiu ele, reforçando que o programa, único em seu caráter intermunicipal no país, já beneficia 800 mil pessoas nas vinte cidades já abrangidas.

A aprovação foi muito comemorada por moradores e representantes da Cachoeiras de Macacu presentes em plenário. O prefeito da cidade, Cica Machado, explicou que os moradores se deslocam muito na região, que abriga o Comperj, e, com isso, gastam muito com as passagens. “Esta situação prejudica a cidade de diferentes formas, mas, sobretudo economicamente. Essa alteração na lei será muito benéfica e comemorada pela população”, salientou. A indicação será publicada.

Fonte: Alerj

 

Comentários desativados em Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito no bilhete único

Cinema no Sana: Distrito serrano de Macaé receberá sessão de abertura do Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 25/06/2013

Iniciativa partiu da produção do festival após receber inscrições de filmes realizados por alunos da Escola Municipal do Sana

peito_pombo

Peito do Pombo. Símbolo do Sana e de sua maior riqueza: a natureza.

Após receber inscrições de filmes realizados no Sana durante uma oficina de fotografia ministrada pelo multi artista Moisés Bruno Heguedusch Santos, a produção do Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé, decidiu levar a abertura do projeto para o distrito serrano de Macaé. O objetivo é incentivar a produção local e prestigiar a comunidade, que ainda não conta com um cinema alternativo ou com um circuito cineclubista de exibição.

“Buscamos dialogar e conhecer a pessoa que tinha inscrito esses filmes no festival a fim de aproximar a produção da comunidade e saber se havia interesse desta em receber sessões do Anima Cine, e a resposta foi positiva”, conta a produtora executiva do Anima Cine, Leonor Bianchi.

super-8

Planet of the apes, versão original, 1968, em Super 8, foi um dos filme exibidos no Sana, em 2001.

“O Sana tem tradição em produção cultural e artística desde os anos 60, mas ainda não aconteceu por lá um festival de cinema, o que, aliás, tem tudo a ver com a vocação turística do lugar. Conhecemos a Festa do Sana, a famosa banda Raiz do Sana, que tornou o lugarejo conhecido em todo o Brasil e até fora do país e motivou o aparecimento de muitos músicos e alguns festivais de música no arraial, sabemos da existência de diversos grupos e coletivos culturais que atuam na comunidade fazendo apresentações circenses, musicais, folclóricas, mas cinema ainda não vi chegar ao Sana. Em 2001, levei meu Super 8 para lá e exibi muita fita animada e uns curtas adultos no bar do Madeira, o Telektonon. Depois disso, com minha atuação em Lumiar e São Pedro da Serra com a Mostra Cinema Popular Brasileiro, acabei não retornando ao Sana para fazer mais exibições. Agora, com a presença do Anima Cine na comunidade, tenho expectativas de que consigamos criar um circuito exibidor alternativo no Sana. Estou em diálogo com pessoas da comunidade para começarmos a criar uma mobilização em torno do assunto e futuramente realizarmos uma oficina de cineclubismo, para que mais adiante possamos pensar em criar um cineclube no Sana. Um cineclube com programação permanente e gratuita. Minha intenção não é apenas levar o Anima Cine para o Sana e depois descer a serra sem deixar algo de concreto para a comunidade com a ida do projeto para lá. A ideia é que o festival tenha sim o seu papel enquanto formador de plateia, fomentador do turismo e do contato da comunidade local com a produção cultural macaense, brasileira e mundial de animação, mas que funcione também como um convite para a aproximação da comunidade com o cinema e a linguagem audiovisual, para que esta possa desfrutar do espetáculo cinematográfico permanentemente e não só no momento do festival”, observa a produtora executiva, que também assina a concepção do Anima Cine Macaé.

Abertura do festival será dia 24 de agosto

O Sana foi o local escolhido para abrir o Anima Cine Macaé. A comunidade do charmoso vilarejo incrustado na Mata Atlântica do norte-fluminense e os turistas que subirem a serra poderão participar das sessões de cinema e da Oficina de Sonoplastia durante o final de semana de 24 e 25 de agosto. Haverá exibições de filmes para todas as idades, com entrada franca.

Anima Cine exibirá produção local vencedora do Prêmio Menino Caranguejo

iza ajuda a natureza

Alunos da Escola Municipal do Sana durante a oficina de fotografia que originou o curta animado ‘Iza ajuda a natureza’, selecionado para o Anima Cine Macaé.

A programação de filmes do Anima Cine ainda não está fechada porque as inscrições ainda estão abertas através do site do festival, até 29 de junho. Ainda não há confirmação da Curadoria a respeito dos filmes que serão exibidos, mas, considerando a relevância e especificidade de uma animação produzida no Sana, distrito macaense, inscrita no festival, a Curadoria Nacional do Anima Cine considerou que a obra audiovisual já estaria classificada. “Um dos objetivos do Anima Cine é incentivar as produções locais e regionais. Quando vi que o distrito do Sana tinha duas produções inscritas no festival, procurei assistir os filmes e considerei pertinente selecionar um das obras. Trata-se de um filme cujo tema levantado é a preservação ambiental. Tenho dito sempre, que o Sana pode ser o lugar ideal para o Anima Cine abrir uma janela de exibição voltada para a temática socioambiental. E como existem produções do gênero voltadas para essa temática! Daria para fazer um festival só de animações sobre o assunto. A inscrição espontânea do curta-metragem ‘Iza ajuda a natureza’ (2’24’’/ 2011) no Anima Cine é a prova disso. O filme foi feito por sete alunos do primeiro grau da Escola Municipal do Sana durante uma oficina de fotografia ministrada por Moisés Bruno Heguedusch Santos. A animação ganhou o 6º lugar no Prêmio Menino Caranguejo, do Instituto Caranguejo de Educação Ambiental, de Joinvile (SC) e será exibida junto com outros curtas na sessão de abertura do Anima Cine Macaé, dia 24 de agosto.

A animação é feita com técnica stop motion e bonecos de massinha. A direção de arte do filme trabalhou com cenários produzidos a partir de materiais reutilizáveis, como papelão e recortes de tecidos. O professor da oficina, Moisés Bruno Heguedusch, assina a edição do curta, mas as crianças da escola criaram o argumento e o roteiro do filme, nomearam a personagem e construíram toda a evolução da estória.

Sambando dará uma Oficina de Sonoplastia

Durante o Anima Cine haverá uma Oficina de Sonoplastia oferecida pelo Sambando – Núcleo Social de Cultura e Arte – um dos principais fomentadores ativos da cultura no Sana e entidade parceira do Anima Cine. O Sambando será a sede do Anima Cine no Sana.

A oficina será ministrada por Rodrigo Bucair, percussionista, fundador, presidente e professor do Sambando.

Poderão participar jovens com mais de 13 anos. As inscrições serão gratuitas e começarão uma hora antes do início da oficina, na base da produção do Anina Cine no Sana, no sábado, 24 de agosto. A Oficina de Sonoplastia terá duração de três horas diárias dividas entre os dias 24 e 25 de agosto.

Participe do Anima Cine Macaé! De 24 e 25 (Sana), de 26 a 30 de agosto de 2013 no Sana e no Solar dos Mellos, em Macaé, Rio de Janeiro (BR).

Curta a Fan Page do projeto.

Comentários desativados em Cinema no Sana: Distrito serrano de Macaé receberá sessão de abertura do Anima Cine Macaé

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de sonoplastia. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé orgulha-se de ser a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé tem orgulho deste marco ainda pouco conhecido no mundo. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser
Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

Tagged with:

Comentários desativados em Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Juventude vai às ruas também em Rio das Ostras

Rio das Ostras 2013. A cidade mudou. São 21 anos desde que o distrito de Casimiro de Abreu emancipou-se. A ‘cidade mãe de quem nasce ou de quem vem pra ela’ como diz seu hino, deixou tanta gente mamar em seu seio e comer do seu pão, que, hoje, o número de habitantes da cidade dormitório, da cidade universitária, da cidade esperança, ultrapassa 130 mil e só tende a crescer.

Desde segunda-feira (18) a juventude está saindo às ruas, unindo-se ao movimento das manifestações em todo o Brasil e convidando a população a acompanhar.

Ontem, cerca de 200 jovens, estudantes, trabalhadores, servidores públicos, moradores de Rio das Ostras, organizaram-se em uma manifestação pacífica em frente à Praça José Pereira Câmara, no centro da cidade.

Hoje à tarde, os organizadores do movimento em Rio das Ostras farão uma Oficina de Cartazes e, às  17h, o grupo se reunirá na Praça José Pereira Câmara e seguirá em marcha até a Câmara Municipal, em Terra Firme.

Segundo um dos responsáveis pela comissão de organização das manifestação em Rio das Ostras, cujo nome prefiro preservar no anonimato, o “Movimento é, ao mesmo tempo autônomo e local, tendo como pautas: a Saúde, o Planejamento e o Transporte, a Educação e a Segurança Pública; mas também é a fração do movimento nacional, que a partir do mote dos transporte, se propõe a rediscutir a nossa sociedade como é concebida hoje numa perspectiva de revolução dos paradigmas culturas, econômicos e sociais estabelecidos hoje pelo sistema capitalista.”

Aderindo ao cenário nacional das manifestações que reivindicam a não aprovação da PC 37, que tira o poder investigativo do Ministério Público, o aumento do curto de vida e, principalmente o respeito aos usuários dos transportes coletivos com melhorias das frotas e redução das tarifas de ônibus em todo o Brasil. Rio das Ostras entra na lista das cidades que estão mostrando a força do povo contra os desmandos dos governos e isso, além de ser histórico, representa o amadurecimento da juventude local, que ao longo dos últimos oito anos vem aprendendo a ir pras ruas lutar por dias melhores e condições mais dignas para trabalhar e viver na cidade.

Com relação à relação da PM para com os manifestantes, pelo que vemos no vídeo, aparentemente, contrariamente ao posicionamento da Guarda Municipal em outras manifestações que já vi em Rio das Ostras, onde a mesma recebe comando de formar barreiras e impedir os manifestantes de seguirem em marcha, os policiais militares que aparecem dialogando com um dos manifestantes no vídeo, agiram de maneira pacífica.

Ainda não foi confirmado, mas parece que a Fan Page criada pelos manifestantes na maior rede social do mundo foi bloqueada e denunciada e acabou caindo do ar. O que parece não ter influenciado em nada o movimento, já que horas depois, outra Fan Page já estava online e hoje conta com mais de 4 mil pessoas confirmadas para a manifestação de hoje e de amanhã na cidade.

Rio das Ostras, vem pra RUA!!! Acesse a Fan Page aqui!

Participe do Evento!

Comentários desativados em Juventude vai às ruas também em Rio das Ostras

Faculdade de Educação da UFF promove debate com Maria Prestes, viúva de Luiz Carlos Prestes, nesta quarta-feira

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Cultura, Educação, Estado, Videofonia by ImprensaBR on 17/06/2013

A Faculdade de Educação da UFF promove no dia 19 de junho um debate sobre a vida de ambos e a restituição do cargo de Prestes como senador. O evento ocorrerá às 14h, no Auditório Florestan Fernandes da Faculdade de Educação, Bloco D, Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói. Haverá projeção dos filmes “O Capitão e o Poeta” e “Maria Prestes: Filme sobre a Vida da Viúva do Líder Luiz Carlos Prestes”, momento de autógrafos do livro “Meu companheiro: 40 anos ao lado de Luiz Carlos Prestes”. Toda a programação é aberta ao público.

Fonte: Agência UFF de Notícias

Comentários desativados em Faculdade de Educação da UFF promove debate com Maria Prestes, viúva de Luiz Carlos Prestes, nesta quarta-feira

Anima Cine Macaé terá lançamento de longa-metragem sobre a animação no Brasil

O filme Luz, anima, ação será exibido durante o festival e após a sessão haverá debate com a equipe de realização. Em breve mais detalhes…

Documentário longa-metragem coproduzido pelo Canal Brasil, que resgata a fabulosa trajetória da animação brasileira desde o pioneiro “O Kaiser” ao boom produtivo que expande fronteiras!

O filme tem direção de Eduardo Calvet, produção de Felipe Haurelhuk. Veja no link do teaser a equipe completa.

Comentários desativados em Anima Cine Macaé terá lançamento de longa-metragem sobre a animação no Brasil

De Seth aos Malditos Caricaturistas: Vem aí o Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Macaé, Notas, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 10/06/2013

Seth, o macaense caricaturista que fez a primeira animação brasileira e que inspira o Anima Cine Macaé  -Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, inspirou também uma enorme geração de caricaturistas brasileiros. O longa-metragem Malditos Cartunistas é um documentário imperdível para quem curte o assunto. No filme, as últimas três, quatro gerações de ilustradores e caricaturistas de nosso país contam como começaram a trabalhar como desenhistas… No link, assista uma entrevista com Daniel Paiva, Diretor do Documentário.

Plano Geral 796 – 22/12/12 from Cine Magazine on Vimeo.

Inscreva seu filme até 20 de julho pelo www.animacinemacae.wordpress.com

Comentários desativados em De Seth aos Malditos Caricaturistas: Vem aí o Anima Cine Macaé

Macaé sediará ‘Encontro de Gestores de Cultura do estado do Rio’

Posted in Brasil, Cultura, Estado, Macaé, Região by ImprensaBR on 04/06/2013

Leonor Bianchi

A cidade de Macaé será cenário de um encontro estratégico para a Cultura do estado do Rio de Janeiro. {Todos} os gestores da pasta da Cultura foram convidados para uma grande reunião com o Ministério da Cultura e esse encontro acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de junho próximo.

Em sentido lato, o encontro pretende debater o Sistema Nacional de Cultura e como ele está sendo   ‘aplicado’ dentro dos modelos de gestão de cultura existentes nos municípios e no estado.

A ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura’, está sendo organizado por Marcelo Veloso, produtor cultural com formação pela UFF (IACS), ex-professor do Polo Universitário de Rio das Ostras (PURO), atual representante do MinC no estado do Rio de Janeiro.

Serão três dias de conversas, debates, apresentações de diagnósticos, dados, índices, e de proposições de caminhos para a integração dessa politica nacional de forma que a ela abarque as diferenças e especificidades de cada região do país. Quem coordena e dirige o encontro é a Secretaria de Articulação Institucional/ SAI/ do MinC do governo federal.

A meta número 1 do Plano Nacional de Cultura para 2020 é a de que o Sistema Nacional de Cultura esteja institucionalizado e implementado, com 100% das unidades da federação e 60% nos municípios.

Veja aqui mais informações sobre as ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura

Comentários desativados em Macaé sediará ‘Encontro de Gestores de Cultura do estado do Rio’

Olhar de Cinema 2013: Festival Internacional de Curitiba começa nesta quinta (06/06), trazendo mais de 100 filmes de 26 países

Posted in Brasil, Cinema, Cultura by ImprensaBR on 04/06/2013

olhardecinemaComeça nesta quinta-feira, 6 de junho, o Olhar de Cinema 2013 – Festival Internacional de Curitiba. Sempre com o objetivo de promover reflexões sobre o cinema e formar novos olhares, o evento exibirá até o próximo dia 14 nada menos que 104 filmes de 26 países, entre curtas e longas, vindos dos quatro cantos do mundo. E mais: debates, seminários, bate-papos, encontros e oficinas.

A duração do Olhar de Cinema 2013 – Festival Internacional de Curitiba passa agora a ser de 9 dias. E os valores de suas premiações também aumentaram:

  • Melhor Filme Competitiva Internacional Longa – R$ 12.000
  • Melhor Filme Competitiva Brasil Longa – R$ 10.000
  • Melhor Filme Competitiva Internacional Curta – R$ 4.000
  • Melhor Filme Competitiva Brasil Curta – R$ 3.000

Este ano, foram recebidos 1.959 filmes de 93 países, o que representa 410 inscrições a mais que no ano passado.

Além dos filmes em competição, o Olhar de Cinema 2013 – Festival Internacional de Curitiba traz também:

Mostra Olhar Retrospectivo com uma seleção de oito longas metragens dirigidos por Carlos Reichenbach, cujo primeiro aniversário de morte será relembrado no próximo dia 14 de junho.

Foco Alemanha com uma seleção de nove filmes que traçam um panorama da cidade de Berlim e das suas transformações desde os anos 20 até o século XXI.

II Seminário de Cinema de Curitiba com mesas e debates diários com os temas cinema e educação, curadoria e programação, linguagem, crítica, realização e vários outros. Participantes nacionais e internacionais.

Mostra Multiolhares com obras especiais representativas da produção audiovisual experimental.

Sessão Diálogos promovendo bate-papos diários entre o público e personalidades do cenário cinematográfico.

 Oficinas de Produção Executiva, Crítica Cinematográfica e Assistência de Direção e Produção Colaborativa.

Olhar Itinerante, onde as sessões se estendem para além de Curitiba, chegando também às cidades de Cascavel, Londrina, Maringá, Pato Branco e São José dos Pinhais.

Sobre o Festival

O objetivo do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba é promover reflexões sobre o cinema e formar novos olhares, por meio de um destaque dado a curtas e longas metragens pouco comuns nas salas de cinema brasileiras.

Abrangendo várias expressões culturais, o festival busca uma seleção de filmes que se comuniquem entre si. A intenção é que a combinação de novos talentos, diretores veteranos, convidados prestigiados e o público presentes num mesmo lugar seja a alma do festival.

Saiba + e veja a programação completa em WWW.olhardecinema.com.br

Fonte: Planeta Tela Comunicações

Comentários desativados em Olhar de Cinema 2013: Festival Internacional de Curitiba começa nesta quinta (06/06), trazendo mais de 100 filmes de 26 países

Lei cria o Observa Mulher, sistema de informações de violência contra a mulher

Posted in Brasil, Cidadania, Educação, Esporte, Rio das Ostras, Saúde, Segurança Pública, Turismo by ImprensaBR on 04/06/2013

Agora é lei: o Estado do Rio terá um sistema integrado de informações de violência contra a mulher. É o que determina a lei 6.457/13, publicada no Diário Oficial do Executivo desta terça-feira (04/06) e que institui a política estadual que dará origem ao sistema, denominado Observa Mulher-RJ. Com o objetivo de organizar e analisar dados sobre atos de violência contra a mulher no estado e de integrar os órgãos que fazem esse tipo de atendimento, a política incluirá a criação de um cadastro eletrônico.

A norma é de autoria da deputada Inês Pandeló (PT), que explicou que os números documentados hoje saem apenas dos atendimentos nas delegacias. “Mas sabemos que há quem não denuncie à polícia, por isso é fundamental que tenhamos como reunir também os dados que podem ser levantados nos atendimentos médicos, nos Cras…”, enumerou a parlamentar, citando os Centros de Referência da Assistência Social.

Para ela, obter o número mais próximo à realidade garantirá a criação de políticas públicas eficazes para a erradicação desse tipo de crime. “Só há políticas públicas quando há registro, informações que deem embasamento às ações. Há muitas instituições recebendo denúncias, mas não há compilação de dados. É isso que este projeto propõe”, afirmou a parlamentar. O cadastro terá dados sobre a violência praticada, como data, horário local e tipo de delito; informações sobre a vítima, o agressor e histórico de atos de violência entre os envolvidos. O cadastro também reunirá número de ocorrências registradas pelas polícias civil e militar, número de medidas protetivas emitidas Ministério Público e de inquéritos instaurados.

Fonte: Alerj
Leia também – Grupo ‘Chega de Estupros em Rio das Ostras’ leva para a Câmara Municipal, hoje, às 10h, Audiência Pública com a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj, Inês Pandelô.

Comentários desativados em Lei cria o Observa Mulher, sistema de informações de violência contra a mulher

Franklin Martins assina a Lei da Mídia Democrática

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção by ImprensaBR on 29/05/2013

Ex-ministro da Secom do Governo Federal assina o projeto de Lei da Mídia Democrática e fala que o avanço sobre a regulamentação do setor das Comunicações é inevitável e deve ser realizado de forma aberta e transparente.

O jornalista e ex-ministro da Comunicação Social dos governos Lula, Franklin Martins, assinou no último sábado (25/5) o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, durante o evento Conexões Globais, realizado em Porto Alegre. O jornalista participou do debate “Comunicação e poder na era da internet”, onde destacou que o avanço sobre a regulamentação do setor das comunicações é inevitável e que deve ser realizado de forma aberta e transparente.

O processo de transformação econômica e tecnológica coloca a discussão da regulamentação das Comunicações na agenda do país, disse, ao mesmo tempo em que questionou como será feita a condução do debate – que, para ele, não pode ser feito em “salas fechadas”.

“Eu proponho que seja através de um debate aberto público, transparente, que culmine com a votação no Congresso Nacional, que é onde se resolvem os problemas do país. Sinceramente, hoje estamos avançando, e essa discussão está na agenda do país, não sairá mais. Agora, o que vai sair vai depender da disputa, da mobilização, do debate”, disse, destacando o projeto de Lei da Mídia Democrática, que, em sua opinião, conseguirá reunir as assinaturas necessárias para ingressar como um projeto popular no Congresso Nacional. “Ninguém segurará este debate”, disse.

Martins destacou que o uso de bens públicos na forma de concessão obriga o governo a estabelecer marcos regulatórios, e que, no Brasil, somente o setor das Comunicações não possui a regulamentação. “Estamos vivendo um processo de convergência de mídia, e, se não tiver uma pactuação para resolver os problemas pendentes, não conseguiremos avançar”, afirmou, lembrando também da necessidade da aprovação do Marco Civil da Internet. Ao final do mandato de Lula, o então ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, preparou um projeto de marco regulatório que não foi encaminhado pelo governo da presidente Dilma Rousseff.

“Nada que diga respeito à Comunicação Social na Constituição foi regulamentado, salvo um artigo, aquele que permitiu que 30% do capital das empresas fossem de propriedade de capital estrangeiro para atender a um pleito da Rede Globo e da Abril que, em 2002, estavam com a corda no pescoço. Para se atender a isso, foi regulamentado, o resto não foi”, disse, destacando alguns artigos que não têm regulação, como os que tratam da garantia da produção regional e independente nos meios de comunicação.

Em entrevista coletiva realizada antes do debate, o ex-ministro elogiou o Projeto de Iniciativa Popular: “É um bom projeto, maduro, centrado na regulamentação do que está na constituição, olha para o futuro, coloca os temas principais e é uma ótima base para discussão”, defendeu. Ele destacou ainda a importância que o texto dá para a pluralidade e a luta contra a concentração da propriedade.

Assinaturas

O projeto de Lei da Mídia Democrática foi divulgado no Conexões Globais entre os dias de 23 e 25 de maio, quando também foram coletadas assinaturas da Secretária de Comunicação e Inclusão Digital do Rio Grande do Sul, Vera Spolidoro, do Secretário Adjunto de Cultura também do Rio Grande do Sul, Jéferson Assumção, e dos ativistas digitais Ju Pagul, Marcelo Branco, Beá Tibiriçá e Uirá Porã, entre outras.

Clique aqui, conheça o projeto de Lei da Mídia Democrática e participe!

Fonte: Redação Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação

Comentários desativados em Franklin Martins assina a Lei da Mídia Democrática

Rio de Janeiro sedia encontro nacional de assessores de imprensa

Posted in Brasil, Comunicações by ImprensaBR on 28/05/2013

Os caminhos e o papel da assessoria de imprensa estarão em pauta no Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 25 de agosto. Trata-se do XIX Encontro Nacional de Assessores de Imprensa (Enjai), que vai acontecer no Rio’s Presidente Hotel, com organização da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio e apoio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio.

O tema desta edição do encontro é A assessoria de imprensa nos grandes eventos e o interesse público do jornalismo. Profissionais de empresas de assessoria e da comunicação de competições esportivas vão debater o assunto em quatro painéis, distribuídos ao longo dos quatro dias do Enjai.

Entre os debatedores confirmados estão o gerente de imprensa da Petrobras, Lúcio Pimentel, e o gerente de esportes do UOL, Murillo Garavello. A programação completa será divulgada no início de junho, junto com a abertura das inscrições.

O XIX vai contar também com o painel sobre o perfil do jornalista brasileiro. Os professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Jaques Mick e Samuel Lima vão apresentar pesquisa sobre os profissionais da imprensa.

O Rio’s Presidente Hotel fica na Rua Pedro I 19, no Centro do Rio. Para mais informações sobre o XIX Enjai envie email para imprensa@jornalistas.org.br ou ligue para 21 3906-2450.

Fonte: SJPMRJ

Comentários desativados em Rio de Janeiro sedia encontro nacional de assessores de imprensa

Valor Econômico sem valor social na hora do passaralho

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção by ImprensaBR on 28/05/2013

Com a batida alegação de corte de custos – que tem como fundo a administração em busca de lucros vultosos para os donos e acionistas de veículos de comunicação – o jornal Valor Econômico dispensou cerca de 50 profissionais nesta quinta-feira (23 de maio). A maioria das demissões atingiu a sede em São Paulo. No Rio de Janeiro, de acordo com informações de profissionais, quatro jornalistas foram cortados.

A empresa agiu com o mínimo de transparência possível ao efetuar essas demissões. Apenas nesta sexta-feira representantes do Valor aceitaram conversar com o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Além disso, o Departamento de RH, que fica na capital paulista, se negou a fornecer informações sobre as dispensas referentes à sucursal carioca ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio – mesmo após várias tentativas por telefone.

Ao responder a email do Sindicato do Rio, o Valor se limitou apenas a informar, de forma enigmática, que “não há procedimentos extraordinários, como vem sendo inadvertidamente noticiado por outras mídias”. A empresa chega ao absurdo de classificar as dispensas como “turn over normal”. E, apesar do grande corte de trabalhadores (28 só na redação em São Paulo), afirma que “não há qualquer programação de demissão em massa”.

Na reunião de sexta-feira (24/5) com o Sindicato de São Paulo a empresa apresentou proposta de estender por seis meses o plano de saúde dos profissionais demitidos. Os representantes dos trabalhadores pediram prazo maior. O jornal vai responder sobre a contraproposta na semana seguinte.

O Valor Econômico é um periódico que pertence às Organizações Globo e à Folha de S. Paulo e também surfou na onda bilionária dos jornais impressos brasileiros no ano passado, apesar dos registros de queda na circulação dos grandes periódicos nacionais. O setor faturou, em 2012, mais de R$ 3 bilhões em publicidade, apontam dados do Projeto Inter-Meios.

Fonte: SJPMRJ

Comentários desativados em Valor Econômico sem valor social na hora do passaralho

Rio das Ostras recebe abertura da temporada 2013 do Brasileiro de Bodyboard

Posted in Brasil, Cidade, Esporte, Rio das Ostras, Trabalho e Renda, Turismo by ImprensaBR on 26/05/2013

O Circuito Brasileiro de Bodyboard 2013 teve sua primeira etapa definida nessa semana. Entre os dias 16 e 18 de agosto, a cidade de Rio das Ostras, Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, abre o calendário nacional de eventos, oferecendo R$ 35.000,00 em premiação.

Após cinco anos de ausência no calendário, a cidade rioostrense volta a sediar uma competição de grande nível, sendo que a última havia sido em 2008, quando o circuito mundial de bodyboard passou pela praia de Costa Azul.

“Estamos muito felizes com o retorno de Rio das Ostras ao calendário nacional de competições. Foi muito bom ter viabilizado este evento para uma da cidades que mais fizeram e fazem pelo esporte no país. Esperamos de braços abertos todos os atletas do Brasil”, comemora o presidente da CBRASB, Edmar Rezende.

Rio das Ostras tornou-se uma referência nacional na formação de ótimos atletas a partir da criação da escolinha de bodyboard, coordenada pelo próprio presidente da entidade, Edmar Rezende. Do projeto, surgiram nomes como Israel Eduardo, Adriano Minguta, Miguel Medina, Bruno Araujo, entre tantos outros destaques do bodyboard no Brasil.

Rio das Ostras fez história no Circuito Mundial:

Durante muitos anos, Rio das Ostras foi responsável por sediar etapas do Circuito Brasileiro, Latino e Mundial. Durante a etapa do Latino-Americano, disputada em 2005, foi realizada a primeira transmissão ao vivo de uma etapa através da internet. Além disso, em 2008, o Circuito Mundial desembarcou na cidade, com vitórias dos consagrados Uri Valadão e Isabela Sousa.

Na ocasião, Uri Valadão venceu o carioca Francirley Ferreira, e despontou para o seu primeiro título mundial, conquistado naquele mesmo ano. Já Isabela Sousa, obteve um grande resultado sobre a basca Eunate Aguirre na final e começou a mostrar ao mundo todo seu talento, culminando nos dias de hoje em dois títulos mundiais.

Fonte: 360

Comentários desativados em Rio das Ostras recebe abertura da temporada 2013 do Brasileiro de Bodyboard

Rio das Ostras, no litoral do Rio de Janeiro, entra em ranking de preferência turística nacional

Posted in Brasil, Estado, Região, Rio das Ostras, Turismo by ImprensaBR on 22/05/2013

O município de Rio das Ostras, no interior do Rio de Janeiro, acaba de entrar para um ranking sobre os destinos litorâneos mais buscados pelos brasileiros. Elaborada por uma revista focada em negócios e turismo, a lista revela que a cidade da Região dos Lagos ocupa a 17ª posição na preferência dos turistas nacionais que desejam passar alguns dias relaxando em um lugar cheio de belas paisagens.

O resultado representa um aumento de 194% no interesse turístico nacional por Rio das Ostras, e revela que a cidade disputa espaço de igual para igual com destinos badalados de todo o mundo, como praias de Los Angeles, nos EUA, e do Taiti, na Polinésia Francesa.

Como não poderia deixar de ser, a novidade animou autoridades e empresários do setor de serviços do município, que já pensam em estratégias para ampliar o leque de atrações oferecidas, que hoje já conta, por exemplo, com o Festival de Frutos do Mar e o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival.

Além desses e outros eventos, Rio das Ostras vem caindo nas graças dos brasileiros por conta de suas belezas naturais. São ao todo 15 praias bem preservadas e capazes de atrair tanto os amantes dos esportes radicais quanto quem prefere um banho mais calminho. Sem falar na deliciosa Lagoa do Iriri e no sol que brilha por lá pelo menos 300 dias por ano. Quem visita Rio das Ostras conta ainda com uma grande variedade de bares e restaurantes especializados na culinária regional.

Fonte: Vírgula

Comentários desativados em Rio das Ostras, no litoral do Rio de Janeiro, entra em ranking de preferência turística nacional

“É preciso revolucionar as cidades”

Posted in Brasil, Cidade, Economia, Entrevista, Infraesturutura by ImprensaBR on 16/05/2013

E não tem problema se as revoluções forem pequenas. O geógrafo David Harvey, principal teórico do direito à cidade, mostra que estudar Marx ainda faz sentido e provoca as “vizinhanças” a se transformarem no centro dos movimentos políticos, que devem evitar o “fetiche da horizontalidade”

 por André Deak, Lucas Pretti

Desde A urbanização do capital, de 1985, até o brilhante Rebel cities (Penguin, 2012, sem tradução no Brasil), passando por dezenas de livros sobre marxismo, David Harvey encara as grandes cidades como o amálgama social que produz e produzirá o novo. Não há nada mais fervilhante, diz ele, do que as “zonas de aculturação”, bairros em que o abandono do Estado se mistura a populações imigrantes, artistas e jovens profissionais liberais. Alguma semelhança com o movimento cultural que ocupou as ruas do Baixo Centro de São Paulo em abril com atividades culturais gratuitas e autogestionadas?

Geógrafo de 77 anos, professor emérito da City University of New York (Cuny), ele esteve no Brasil para o debate de lançamento de seu novo livro, Para entender O capital(Boitempo, 2013), em que disseca a obra-prima de Marx e se propõe a criar um “guia de leitura” para quem pretende mergulhar pela primeira vez naquele oceano. Na verdade, ele é mais apaixonado do que isso. “Todas as pessoas precisam ler um livro chamado O capital.”

DIPLOMATIQUE– O Brasil vem se preparando para realizar a Copa e a Olimpíada. E a preparação para esses eventos tem provocado remoções de pessoas e injustiças econômicas, entre vários outros absurdos. O que devemos fazer?

DAVID HARVEY – As pessoas deveriam estar atentas desde o primeiro momento quando alguém diz: “Teremos Jogos Olímpicos aqui”. Em geral, interesses comerciais e financeiros do Estado o farão remover pessoas e trabalhar na “revitalização” de locais. Eu acho que, antes mesmo de um anúncio como esse ocorrer, as pessoas deveriam estar preparadas para dizer: “Não quero que isso aconteça no meu país”. Um exemplo interessante foi a tentativa de levar os Jogos Olímpicos a Nova York. A população não concordou. Quando toda a propaganda em torno do grande evento começou, os nova-iorquinos já estavam preparados para dizer: “Não queremos”.

DIPLOMATIQUE– Não sei se isso é possível entre os brasileiros hoje. A maioria está empolgada. A propaganda oficial é muito grande, todos amam futebol e as pessoas sentem que querem a Copa, querem a Olimpíada.

HARVEY – Sim, isso é difícil. A vantagem de Nova York é que há o encontro das Nações Unidas. Todos os anos, por uma semana em outubro, todo o lado leste da cidade é completamente fechado. Você não pode se movimentar, e todos ficam de saco cheio. Aí, quando alguém fala em Jogos Olímpicos, as pessoas já rechaçam.

Quando a cidade-sede da Copa ou da Olimpíada já está escolhida, deve-se trabalhar muito para minimizar as consequências ruins. Mas é quase impossível, não dá para pensar em algo revolucionário.

A maioria das cidades que já receberam Copa ou Olimpíada perdeu muito dinheiro. Se você analisar as condições financeiras da Grécia hoje, boa parte dos problemas remonta aos Jogos Olímpicos, quando gastaram uma quantia enorme de dinheiro para construir coisas completamente inúteis. Houve apenas um projeto muito útil, a construção de um novo sistema de metrô, cujos benefícios são permanentes. O que se vê normalmente é violência de Estado, sem qualquer compensação. Vocês devem lutar por benefícios definitivos, mas sabendo que é impossível parar os Jogos.

DIPLOMATIQUE– O Brasil agora está sob holofotes em todo o mundo. E você já esteve na maioria dos países da América Latina. Há novos modelos de organização ocorrendo nesta parte do mundo?

HARVEY – Uma coisa consistente que já existe por toda a América do Sul é um tipo de rejeição às políticas neoliberais em suas formas puras. Isso não quer dizer que todos sejam anticapitalistas, mas há um antagonismo contra as estruturas da globalização: Banco Mundial, FMI e as políticas austeras que estão dominando a Europa.

Há também uma série de experimentações políticas ocorrendo, mas que tipo de políticas econômicas vai funcionar? Há diferenças entre o que Chávez fez na Venezuela, Morales na Bolívia, Correa no Equador, mas em geral a América Latina é hoje um lugar onde os movimentos sociais são ativos e muitas pessoas da esquerda sabem que esta é uma parte muito interessante do mundo hoje. Estou certo de que, já que não há como romper com o capitalismo, há um novo tipo de capitalismo que vem sendo construído.

Em O capital, Marx mostra isso claramente. Quando qualquer pessoa chega e diz: “A solução para a pobreza é mais desenvolvimento capitalista”, você deve dizer imediatamente: “Não! O capitalismo criaessa pobreza”. Acontece o mesmo com o meio ambiente. Quando alguém diz que o capitalismo pode ser sustentável para o planeta, Marx faz um bom trabalho ao mostrar a tendência eterna de o capitalismo destruir a principal fonte de recursos: a terra. Marx admirava de diversas formas as consequências positivas do desenvolvimento capitalista, mas dizia que precisamos ter controle e criar uma alternativa ao “lado negro”.

DIPLOMATIQUE− Vê-se cada vez mais no mundo, e em São Paulo também, a proliferação de hubsque pretendem ser lugares de liberdade e criatividade em vez do controle de horas. Isso é uma alternativa ao capitalismo tradicional?

HARVEY – A mudança tecnológica está criando um sentimento de redundância. O que devemos fazer em um mundo em que os trabalhadores são redundantes? Temos taxas de desemprego em crescimento em todo o mundo, e o tipo de emprego que ainda existe não está satisfazendo o trabalhador criativo. Portanto, vemos pessoas por toda parte tentando ter um estilo de vida diferente, criando sistemas alternativos de produção, economias solidárias e outras coisas do tipo. Porque, afinal, é a vida deles que está em jogo.

DIPLOMATIQUE– Cooperação em vez de competição…

HARVEY – Sim. Há diversos grupos espalhados pelo mundo tentando fazer algo, de formas bem diferentes, mas usualmente em escalas pequenas. Essas pequenas iniciativas devem ser reprodutíveis para se transformar em um movimento de massa ou precisam permanecer pequenas? É uma das grandes questões sem resposta.

DIPLOMATIQUE– Essa reorganização do espaço de trabalho pode ser considerada anticapitalista de alguma forma?

HARVEY – Pode ser parte de uma tentativa anticapitalista. Mas veja o que acontece, por exemplo, nas fábricas recuperadas na Argentina. Elas existem como ilhas dentro de um oceano capitalista, mas no fim se transformam em um centro de autoexploração por causa das pressões comerciais, financeiras etc.

Por um lado se diz que a passagem para o socialismo necessita de autogestão e trabalhadores associados no controle da produção, mas isso não sobrevive sem uma reconfiguração radical dos papéis do dinheiro, do sistema financeiro, dos mercados. Se esses elementos não mudarem, você ainda estará na prisão do capitalismo. Por outro lado, tomar a fábrica é um primeiro passo – e isso é bom. Então vem a questão: quais são o segundo, o terceiro, o quarto passos desse movimento?

DIPLOMATIQUE– Para além dos trabalhadores criativos, existe uma massa imensa de trabalhadores tradicionais, e ainda há os sindicatos, que não conseguem dialogar com os trabalhadores e não têm a importância que já tiveram. Como os trabalhadores devem se organizar nestes novos tempos?

HARVEY – Não acho que os sindicatos de trabalhadores estejam completamente mortos. Há partes do mundo em que eles ainda são significantes e muito fortes. A dificuldade dos sindicatos sempre foi conseguir benefícios para seus membros e, em sua maioria, nunca se viram como movimentos trabalhistas de vanguarda. Alguns partidos políticos fetichizaram o trabalhador da fábrica como a pessoa que iria liderar a revolução – e sempre achei que havia algo errado nessa formulação. É por isso que, no Rebel cities, eu digo que é preciso redefinir o proletariado de hoje para incluir todas as pessoas que produzem e reproduzem a vida urbana – e que, portanto, revolucionar a cidade é tão importante quanto revolucionar o local de trabalho.

Quando você analisa a Comuna de Paris e os movimentos revolucionários de 1848, há evidências históricas de que eles tinham como propósito recapturar a vida urbana para a massa da população. Esses movimentos urbanos não foram levados a sério por muitos setores da esquerda, mas deveriam. Há 34 anos eu tento, sem muito sucesso, persuadir meus colegas marxistas a levar a urbanização a sério. As pessoas nas ruas, como vimos nas revoltas do Cairo, tomando conta de regiões simbólicas das cidades, são uma força política muito significante, mesmo quando as revoluções não são exatamente anticapitalistas. Precisamos encarar as cidades como centros de legitimação política e potenciais para revoluções e transformações. Daí a necessidade de redefinir teoricamente o que são movimentos de massa ou revolucionários.

DIPLOMATIQUE– Unindo suas ideias, podemos dizer que esses trabalhadores devem então fazer coisas em pequena escala?

HARVEY – Sim. Gramsci tem uma formulação interessante sobre isso, quando escreveu sobre a organização dos trabalhadores. Ele disse que, claro, é preciso se organizar em torno das fábricas (não exatamente em sindicatos, mas em conselhos fabris), mas é preciso também organizar as vizinhanças. Porque nos bairros estão as condições como um todo da vida da classe trabalhadora. Neles estão os garis, os taxistas, os garotos de recado e tantos outros que precisam ser integrados nos movimentos políticos – e essa ideia de organizar a vizinhança está passando a ser central nos processos políticos de hoje. Gramsci via muitas vantagens na união da organização das fábricas e das vizinhanças, principalmente porque, naquela época, isso significava dar poder às mulheres, já que nas fábricas a imensa maioria dos trabalhadores era formada por homens. Isso é muito interessante. Se você analisar a estrutura dos sindicatos tradicionais, a liderança é toda masculina. Ao contrário, boa parte das lideranças comunitárias é ocupada por mulheres. Essa discrepância de gêneros tem sido uma barreira muito grande para a organização anticapitalista.

DIPLOMATIQUE– James Carville e Stan Greenberg, no livro It’s the middle class, stupid!, sustentam que, hoje, um tema só adquire potencial revolucionário quando ganha a paixão e a revolta da classe média. Qual é sua opinião sobre isso?

HARVEY – Nos Estados Unidos há uma tendência em dizer que a grande maioria do país é de classe média – mas na verdade é classe trabalhadora. Acho que existe de fato uma classe média significativa – formada por advogados, juízes, diretores de corporações e outros profissionais desse tipo –, mas muito menor do que se imagina. Em pesquisas de autoidentificação, cerca de 60% a 70% dos norte-americanos se colocam como parte da classe média. No entanto, se você faz a pergunta de outra forma, com enunciados mais sofisticados, a mesma proporção se considera classe trabalhadora. Eles trabalham, têm determinadas condições no emprego, um chefe que decide coisas, gastam xhoras por dia trabalhando etc.

DIPLOMATIQUE– O Le Monde Diplomatique Brasil, em janeiro, comparou os movimentos Tea Party e Ocupar Wall Street. O primeiro conseguiu eleger representantes no Congresso, enquanto o Ocupar não tinha esse propósito. Você acha que movimentos como esses deveriam tentar a via política tradicional?

HARVEY – Em primeiro lugar, é muito importante ressaltar que o Tea Party recebeu financiamento alto de bancos, grandes corporações etc. Já o Ocupar não teve nenhum apoio parecido. É verdade que o objetivo do Ocupar não era lutar pelo poder político – nem mesmo influenciá-lo. Mas aí é que está: influenciou. Eles ocuparam um papel muito importante na reeleição de Obama porque mudaram a pauta. Antes dos movimentos Ocupar, ninguém nos Estados Unidos estava falando sobre igualdade social. Quando eles vieram com o argumento do 1% versus99%, trouxeram a discussão sobre desigualdade – e também a necessidade de um presidente que falasse sobre isso.

DIPLOMATIQUE– Mas eles deveriam tentar espaço no Congresso?

HARVEY – Acho que não, na verdade.

DIPLOMATIQUE– Deveriam reivindicar algo específico?

HARVEY – Eles fazem pedidos: queremos democracia real, igualdade social, diminuir ogap entre os 99% e o 1%… É interessante observar que o poder político não reagiu com violência da polícia ou do Exército contra o Tea Party, mas sim contra o Ocupar. Todos em Wall Street sabem que fazem coisas ilegais todos os dias e que deveriam estar na cadeia. Eles sabem disso! Por isso ficaram aterrorizados, principalmente se Obama se elegesse e houvesse um movimento popular como na Islândia, em que os banqueiros foram todos presos. Então veio o Furacão Sandy, e a maioria das pessoas no Ocupar se organizou num processo de comunicação muito eficiente, levando comida, produtos de primeira necessidade etc. Aí o Ocupar começou a ganhar atenção positiva da imprensa, elogios doNew York Times e, como dizem muitos amigos meus que estavam envolvidos, a política desapareceu. Tudo virou um caso humanitário, mas que tinha por trás um novo processo de organização de extrema importância política.

DIPLOMATIQUE– Em 2001, na Argentina, ocorreu algo similar, com o “corralito”. Todos foram para as ruas, ocuparam a Praça de Maio, se organizaram de forma diferente. Mas logo tudo passou e os partidos políticos seguem iguais. Por quê? Vai ser sempre assim?

HARVEY – Nos últimos quinze anos, os movimentos sociais têm sofrido de muita volatilidade. Os movimentos de massa, que envolvem milhões de pessoas, emergem com rapidez impressionante. Um grande exemplo é o de fevereiro de 2003, o protesto global contra a possibilidade de guerra no Iraque. Maravilhoso! Milhões de pessoas no mundo todo! E então desapareceu. Se esses milhões de pessoas de repente decidissem ficar nas ruas, o que aconteceria? Vemos muito esse tipo de política hoje, que é muito volátil.

DIPLOMATIQUE– Também vemos muito hoje o conceito da horizontalidade: milhares ou milhões de pessoas sem líder. Em Rebel cities, você levanta o problema da “fetichização da horizontalidade”.

HARVEY– Esse é um problema real. Muitas pessoas envolvidas são simpatizantes da ideia de que mais democracia significa menos lideranças. Mas o próprio exemplo do Ocupar-Sandy mostra que a centralização foi necessária para fazer as coisas que precisavam ser feitas. Organizações políticas precisam da combinação entre horizontalidade e algum conceito de verticalidade. Se você fetichiza a horizontalidade e a autonomia, acaba colocando a si mesmo em uma caixa fechada, sem poder nenhum. Um exemplo ao contrário são os zapatistas, uma organização militar que obviamente não era horizontal, tinha uma estrutura de controle. Parece mais simples usar o modelo de assembleias para tudo, mas não é. Algum senso de controle é necessário.

Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil

André Deak

Pós-Jornalista, professor, mestre em Teoria da Comunicação pela Universidade de São Paulo e cofundador da Casa da Cultura Digital

Lucas Pretti

Pós-jornalista, ator, produtor cultural e idealizador do Festival BaixoCentro.

Ilustração: Manohead

01 de Maio de 2013

Comentários desativados em “É preciso revolucionar as cidades”

Seth, o macaense que virou notícia no universo da Animação

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 13/05/2013
Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V - edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V – edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V - edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V – edição 222).

Para inscrever seu filme no primeiro festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé, acesse

www.animacinemacae.wordpress.com

Comentários desativados em Seth, o macaense que virou notícia no universo da Animação

Quissamã tem cinema, mas o cinema não está em Quissamã

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Cultura, Denúncia, Editorial, Educação, Região, Videofonia by ImprensaBR on 12/05/2013
cinema quissamã

Quissamã tem cinema. Este foi construído há menos de 10 anos e funciona no Sobradinho, onde acontece uma cena cultural. Quero assistir cinema brasileiro no cinema de Quissamã e não home vídeo estadunidense, e infantis que só deseducam meus filhos… @Videoteca Cinema popular Brasileiro

Comentários desativados em Quissamã tem cinema, mas o cinema não está em Quissamã

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 10/05/2013

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de animação. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé é a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé se orgulha deste marco ainda pouco conhecido, mas ainda não sabe a dimensão do que isso significa. Seth foi um ícone na ilustração brasileira, e a cidade, agora, com este Festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

Por ter nascido em Macaé e por consideramos que ele merece um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência em todo o Brasil e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser

Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

Comentários desativados em Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

PURO e SEMUSA promovem II Semana Integrada de Enfermagem, em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidadania, Educação, Rio das Ostras, Saúde by ImprensaBR on 10/05/2013

LB

A Prefeitura de Rio das ostras, por meio da Secretaria de Saúde, e o Polo Universitário de Rio das Ostras (PURO), promoverão, entre 13 e 17 de maio, a II Semana Integrada de Enfermagem do município, dentro da  Semana Brasileira de Enfermagem.

A abertura da Semana será na Câmara Municipal de Rio das Ostras, no dia 13 de maio, às 10h. Estarão presentes na ocasião, o prefeito Sabino, a secretária de Saúde, Ana Cristina Guerrieri, o coordenador de Enfermagem de Rio das Ostras, Rones Veloso, a coordenadora do curso de Enfermagem do PURO, Sandra Maria do Amaral Chaves, e a deputada estadual Rejane Almeida, que ministrará palestra sobre o tema da Semana.

A agenda da II Semana Integrada de Enfermagem de Rio das Ostras começa no dia 14, às 8h, no auditório da Escola Municipal Maria Teixeira de Paula, quando será realizado um breve curso de Prevenção e Tratamento de Úlceras. À tarde, neste dia, será realizado no PURO, das 13h às 18h, um breve curso sobre Consulta em Enfermagem. 

Para saber mais sobre a programação da II Semana Integrada de Enfermagem de Rio das Ostras, entre em contato com o PURO ou com a Secretaria de Saúde de Rio das Ostras.

E-mail do curso de Enfermagem: enfepuro@gmail.com

SEMUSA: (22) 2764 5670

Comentários desativados em PURO e SEMUSA promovem II Semana Integrada de Enfermagem, em Rio das Ostras

Especialistas defendem financiamento para pequenas empresas de comunicação

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção by ImprensaBR on 08/05/2013

Durante audiência pública na Comissão de Cultura, participantes solicitaram apoio do BNDES para emissoras públicas e comunitárias.

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados debateu nesta terça-feira (7) formas de financiamento para pequenas empresas de comunicação, emissoras públicas e comunitárias.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), autora do requerimento para a audiência pública, sugeriu que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ofereça linhas de financiamento a fundo perdido para desenvolver a comunicação pública e alternativa no País.

Mídia e Cultura
A comissão também discutiu a possibilidade de criação de linhas de financiamento especiais para o setor, com juros menores. “As mídias alternativas e livres são fundamentais sob a ótica da cultura, porque essa diversidade cultural brasileira precisa ter meios de difusão para a liberdade de pensamento, do conhecimento, de expressão”, disse a deputada.

A chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, Luciene Fernandes Gorgulho, explicou que os recursos não reembolsáveis do banco são pequenos e já são usados em grande parte com ações que já vem sendo feitas há muitos anos, como apoio a ações de preservação do patrimônio histórico brasileiro, o apoio ao desenvolvimento de pesquisa e inovação, ações de combate à fome e à pobreza. “A proposta é meritória, mas esses recursos são utilizados em focos difíceis de descontinuar”.

A representante do BNDES apresentou as formas de financiamento que já estão disponíveis para o setor cultural e audiovisual. Segundo ela, além das linhas de crédito ao setor empresarial, o banco oferece fundos de investimento e recursos para o setor cinematográfico. Ela lembrou o apoio do BNDES ao desenvolvimento de séries de animação nacionais como Peixonauta e Meu Amigaozão.

Fomento à radiodifusão pública 
O diretor-presidente da Empresas Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve, destacou a necessidade de liberação da contribuição para o fomento à radiodifusão pública, que está sendo questionado na Justiça e atualmente já tem cerca de R$ 1,5 bilhão depositado em juízo. “Se não resolvermos o problema do financiamento, vamos sempre ter dificuldade de competir com as emissoras comerciais e disputar audiência. Nossa lei diz que não podemos só fazer um tipo de comunicação que não chegue às pessoas, precisamos disputar audiência e para isso precisamos de investimentos em tecnologia, em conteúdo e isso requer recursos”, explicou.

Em março deste ano, a Justiça Federal considerou legal a contribuição das empresas de telecomunicações para o fomento à radiodifusão pública, mas o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) recorreu em segunda instância contra a decisão. Do total dos recursos arrecadados, 75% serão destinados à EBC; 2,5% à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); e 22,5% ainda deverão ser regulamentados.

Digitalização de TVs educativas
Breve também lembrou que as emissoras de televisão educativas e comunitárias vão precisar de recursos para promover a sua digitalização. “Se tivermos um apagão analógico nos próximos três anos, se não houver uma política para fomentar a modernização e digitalizar todo o processo de produção dessas emissoras, vamos ter algumas que vão acabar simplesmente, porque não haverá acesso ao público”.

Dados divulgados pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) mostram que 46% das pessoas leem jornais, mas que somente 11% são leitores da grande mídia, que ganha o financiamento público, geralmente integrantes dos grupos Globo, Record ou SBT. Os demais consomem informações cotidianas por meio de blogs, sites, ou jornais online.

A deputada Jandira Feghali disse que a comissão vai pedir uma audiência com um representante da diretoria do BNDES para discutir as formas de financiamento para o setor e promover reuniões com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para debater a destinação de verbas publicitárias do governo.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Com informações da Agência Brasil

Comentários desativados em Especialistas defendem financiamento para pequenas empresas de comunicação

Um passo à frente

Posted in Brasil, Comunicações by ImprensaBR on 16/04/2013

Chegou a hora de dar um passo à frente na questão da regulamentação das comunicações no Brasil. Certamente atingimos um ponto de esgotamento no que se refere ao diagnóstico básico da situação e à identificação de atores e de suas posições. As preliminares estão postas. É necessário avançar.

Os fatos conhecidos

Que a legislação do setor está defasada e que normas e princípios constitucionais aguardam regulamentação há quase 25 anos, é fato.

Que as TICs, sobretudo a internet, nunca foram reguladas, é fato.

Que, ao longo dos anos, consolidou-se no Brasil a hegemonia de um sistema privado oligopolizado de comunicações consequência da ausência de qualquer limite legal à propriedade cruzada, é fato.

Que esse sistema é, direta ou indiretamente, vinculado a políticos no exercício de mandatos eletivos (deputados estaduais e federais, senadores, governadores, prefeitos e vereadores), é fato.

Que boa parte dos recursos que sustentam e reproduzem esse sistema oligopolizado se origina de verbas oficiais de publicidade, é fato.

Que a política de distribuição de recursos oficiais e publicidade tem dificultado o surgimento e/ou a consolidação de sistemas alternativos de comunicações, é fato.

Que o poder econômico e político que o sistema privado oligopolizado conquistou e preserva (mesmo após o surgimento das mídias digitais), pela própria natureza da atividade de comunicações, impede qualquer alteração real na sua estrutura, é fato.

Que uma das consequências dessa realidade é a perpetuação da exclusão histórica das vozes da maioria da população brasileira do debate público e a corrupção da opinião pública, é fato.

Que o governo da presidenta Dilma Rousseff anunciou publicamente que não enfrentará essa questão, é fato.

Que os empresários do setor – concessionários do serviço público de radiodifusão e/ou proprietários de jornais e revistas e/ou donos de agências de publicidade – interditam, sem mais, qualquer tentativa de se debater publicamente essas questões como se elas constituíssem uma proposta de censura e ameaçassem a liberdade de expressão, é fato.

Conceito em disputa

Diante desses fatos, simultaneamente à campanha liderada pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) – “Para expressar a liberdade – uma nova lei para um novo tempo”– e ao esforço para a elaboração de uma proposta que possa se transformar em Projeto de Lei de Iniciativa Popular, devemos qualificar e verticalizar o debate público sobre a liberdade de expressão.

É necessário trazer para o contexto histórico do liberalismo brasileiro o debate sobre as ideias de liberdade de expressão e de opinião pública. Essa questão está praticamente ausente da longa tradição de estudos sobre o liberalismo e sobre algumas de suas aparentes contradições – como, por exemplo, a convivência com a escravidão e/ou com regimes autoritários – consolidada dentro da filosofia política e da história das ideias no Brasil.

A hegemonia do conceito liberal de liberdade tem sido a principal responsável não só pela paradoxal interdição do debate público sobre a liberdade de expressão, como também pela ausência da mídia nas teorias democráticas e ainda pela permanente desqualificação da opinião pública.

A liberdade liberal tem sua matriz no liberalismo que se constrói a partir do século 17 na Inglaterra, depois como reação conservadora à Revolução Francesa e se consolida no século 19 em complemento à ideia de mercado livre, isto é, à liberdade privada de produzir, distribuir e vender mercadorias. Prevalece o caráter pré-político da liberdade, como um direito exclusivo da esfera privada. A versão mais conhecida dessa perspectiva é a que reduz a liberdade à ausência de interferência externa na ação do indivíduo, a chamada liberdade negativa.

A liberdade republicana, ao contrário, se associa historicamente à democracia clássica grega, à república romana e ao humanismo cívico do início da Idade Moderna. Nela prevalece a ideia de liberdade associada à vida ativa, ao livre-arbítrio, ao autogoverno e à participação na vida pública.

São tradições distintas: a republicana se origina em Atenas, passa por Roma e se filia modernamente a pensadores como Maquiavel, John Milton e Thomas Paine. A liberal, em Hobbes, Locke, Benjamin Constant e, mais recentemente, em Isaiah Berlin.

Chegou a hora de estudar a construção histórica da hegemonia do conceito liberal de liberdade em busca de suas peculiaridades no Brasil.

Liberdade de expressão é um conceito em disputa. Apesar disso, uma de suas versões – a liberal – tem sido empunhada como bandeira de luta exatamente pelos representantes do sistema privado oligopolizado de comunicações. Paradoxalmente, em nome da liberdade de expressão, interdita-se o debate democrático sobre ela própria.

Talvez compreendendo melhor as peculiaridades do liberalismo brasileiro e suas consequências possamos avançar no debate e na formulação de propostas que possibilitem, afinal, que mais vozes sejam ouvidas e participem da consolidação de um republicanismo verdadeiramente democrático entre nós.

A ver.

Por Venício A. de Lima
Observatório da Imprensa

Venício A. de Lima é jornalista e sociólogo, professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado), pesquisador do Centro de Estudos Republicanos Brasileiros (Cerbras) da UFMG e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012, entre outros livros.

Comentários desativados em Um passo à frente

Primeiro caderno da coleção Cadernos de Comunicação foi lançado na última sexta-feira, durante festa de 21 anos de Rio das Ostras

Amigos da autora do projeto, Leonor Bianchi, e moradores de Rio das Ostras, prestigiam a iniciativa e levaram o livro para casa. O primeiro livro da coleção, ‘A imprensa na cidade que mais cresceu no Brasil. A história recente de Rio das Ostras revisitada em matérias jornalísticas produzidas entre 2005 e 2007, da jornalista Leonor Bianchi marca um importante momento para a literatura sobre a imprensa na cidade. O livro sai pela editora #ruap, do grupo de comunicação do jornal O Polifônico (www.opolifonico.wordpress.com).

Os exemplares estão à venda pelo site do projeto em formato digital (www.cadernosdecomunicacao.wordpress.com) e por demanda através do Clube do Autor. Em breve, será distribuído também em e-book.

No site dos Cadernos de Comunicação, os interessados poderão ler trechos de algumas reportagens que compõem o livro, com 120 matérias produzidas pela jornalista para o jornal Primeira Hora, de Armação dos Búzios.

Adquira seu exemplar através do site.

Comentários desativados em Primeiro caderno da coleção Cadernos de Comunicação foi lançado na última sexta-feira, durante festa de 21 anos de Rio das Ostras

Quem sãos os jornalistas brasileiros

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 03/04/2013
  • 64% dos jornalistas no mercado de trabalho é mulher
  • 98% têm formação superior
  • 40,4% têm pós-graduação
  • 59,9% dos jornalistas recebem até cinco salários mínimos
  • 55% atuam em veículos de comunicação, produtoras de conteúdo, etc…
  • 40% atuam fora da mídia, em atividades de assessoria de imprensa ou afins.

logo_pesquisa_perfil_jornalista

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lança nesta quinta-feira, 4 de abril, em entrevista coletiva à Imprensa, o relatório final da pesquisa “Perfil profissional do jornalista brasileiro”. A atividade será às 14h30, no Hotel Aracoara, em Brasília. O lançamento do relatório da pesquisa marca as atividades do Dia do Jornalista – 7 de abril.

A pesquisa é um projeto do Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho da Universidade Federal de Santa Catarina (TMT/UFSC) em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e com apoio do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e da Associação Brasileira de Pesquisadores do Jornalismo (SBPJor). Foi a primeira vez que se realizou uma pesquisa com jornalistas baseada num estudo prévio das dimensões da categoria – aproximadamente 145 mil profissionais – e com amostragem de todas as regiões do país.

Os resultados se baseiam em respostas de 2.731 jornalistas, de todas as unidades da federação e também dos exterior, a um questionário online. Com margem de erro inferior a 2%, foi desenvolvida com a participação voluntária dos profissionais.

Entre as características demográficas da categoria, o relatório aponta significativa expansão na presença feminina no fazer jornalístico. Segundo os dados da pesquisa, hoje há mais mulheres (64%) do que homens atuando no mercado de trabalho. Apesar disso, os homens ocupam predominante os cargos de chefia.

Quase a íntegra dos jornalistas que atuam no Brasil têm formação superior (98%), segundo os dados. Desses 91,7% têm graduação em Jornalismo. Dos graduados, 61,2% são formados no ensino privado e 40,4% deles têm curso de pós-graduação. Foram identificados 317 cursos de Jornalismo no país.

De acordo com o levantamento, 59,9% dos jornalistas recebem até cinco salários mínimos. O índice de desemprego observado na categoria coincide com a taxa no país, que fechou o ano de 2012 com 5,5%. A cada 4 jornalistas, 1 está filiado a sindicato, ou seja 24,2% são associados a entidades sindicais. Dos jornalistas, 55% atuam em mídia (veículos de comunicação, produtoras de conteúdo etc.), 40% atuam fora da mídia, em atividades de assessoria de imprensa ou comunicação ou outras ações que utilizam conhecimento jornalístico, e 5% trabalham predominantemente como professores.

Estes e muitos outros dados serão apresentados aos participantes da Entrevista Coletiva, que contará com a presença de diretores da FENAJ, do FNPJ, da SBPJOR e de um dos coordenadores da pesquisa, o professor Samuel Pantoja Lima (da Universidade de Brasília, cedido ao Departamento de Jornalismo da UFSC). O relatório será publicado no livro “Perfil do jornalista brasileiro – Características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012″, em impressão pela Insular (Florianópolis).

O QUE:
 Entrevista Coletiva de lançamento nacional do relatório da pesquisa “Perfil do jornalista brasileiro”.
ONDE: Hotel Aracoara (Salão Fernando Costa) – Setor Hoteleiro Norte, Quadra 5, Bloco C Brasília – DF, Fone (61) 3252-5252.
QUANDO: 4 de abril, quinta-feira, às 14h30.

Fonte: FENAJ.

Comentários desativados em Quem sãos os jornalistas brasileiros

Projeto de iniciativa popular será aprovado em plenária nacional

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção by ImprensaBR on 01/04/2013

O documento que proporá uma nova regulamentação para a comunicação do país está em fase de elaboração e ainda terá os apontamentos das entidades participantes da campanha. Após sua aprovação em plenária nacional, o documento seguirá para ampla divulgação e coleta de assinaturas.

A campanha “Para Expressar a Liberdade” realizará sua plenária nacional no próximo dia 19 de abril, em São Paulo, para apresentar e aprovar o projeto de iniciativa popular de um novo marco regulatório das comunicações e organizar a pauta nacional de divulgação do documento. O projeto é uma iniciativa da sociedade civil frente à paralisação do governo federal em dar início à criação de um novo marco legal para regulamentar o setor das comunicações no Brasil.

O documento, que está em fase de elaboração, receberá os apontamentos das entidades participantes da campanha entre os dias dois e 16 de abril, e, durante a plenária nacional, será avaliado e aprovado. Após isso, será divulgado amplamente no país para a coleta de assinaturas.

Estão previstas também as datas de 26 de abril, aniversário da TV Globo, e primeiro de maio, dia do trabalhador, para a realização das ações de promoção nacional do tema da democratização da comunicação e do início de coleta de assinaturas do projeto de lei. Para isso, estão envolvidos na campanha diversos setores da sociedade, de movimentos sociais, partidos, sindicatos e outros.

O projeto de inciativa popular é o principal instrumento político de ação e de pressão para o avanço e conscientização da sociedade quanto à renovação da legislação. Foi definido como ação prioritária na última plenária nacional do movimento, realizada em dezembro de 2009. O Código Brasileiro de Telecomunicações, que regulamenta o setor atualmente, é datado de 1962. Não atende nem as novas demandas tecnológicas, nem as mudanças que ocorreram desde então na sociedade brasileira.

O objetivo é envolver e conscientizar todos os cidadãos e cidadãs e todos setores da sociedade brasileira sobre a busca por uma liberdade de expressão como direto de todos, como dita a Constituição Federal Brasileira, e explicar a necessidade da renovação do marco que regulamenta a Comunicação no país.

A plenária será aberta ao público. Acontecerá das 9 às 17 horas, em local a ser definido.

Redação do Fórum Nacional pela Democratização da ComunicaçãoCampanha Para Expressar a Liberdade.

Comentários desativados em Projeto de iniciativa popular será aprovado em plenária nacional

O ministro dos meios de comunicação

Posted in Brasil, Comunicações, Jornalismo de Intervenção by ImprensaBR on 01/04/2013

Apoiado em falso argumento, Paulo Bernardo enterra o debate sobre uma nova lei de comunicação de massas. E estuda um presente para as empresas de telefonia

Quem alimentava esperanças de assistir no Brasil a uma discussão séria e fundamentada sobre a atualização das leis de comunicação pode desistir. O último projeto elaborado pelo governo, obra do ex-secretário Franklin Martins ainda no governo Lula, foi enterrado oficial mente pelo atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Em entrevista recente a O Estado de S. Paulo, Bernardo não deixou dúvidas: o governo Dilma não está disposto a bancar a regulamentação da mídia nem a considera necessária. “Temos de discutir menos apaixonadamente essa questão da mídia. Entendo que a democracia brasileira pressupõe mídia livre e liberdade de expressão. Não queremos mudar isso”, afirmou o ministro, numa platitude bem ao gosto dos donos dos meios de comunicação, embora desprovida de qualquer conteúdo. O ministro não é bobo e deveria saber: quem normalmente alerta para os efeitos deletérios do oligopólio midiático existente no País deseja mais e não menos liberdade. E não somente liberdade concentrada nas mãos de uns poucos.

0 sistema de regulação no Brasil, cuja principal regra, a lei de radiodifusão, foi criada nos anos 1960, estimula a lei da selva, em que prevalece a vontade dos mais fortes. Contém vícios do passado e não resolve impasses do presente. Não há impedimento à propriedade cruzada, o que estimula os monopólios, licenças são negociadas ao arrepio da Constituição, o que explica o aumento do proselitismo religioso eletrônico, e políticos permanecem livres para ser donos ou sócios de emissoras de rádio e tevê, uma afronta ao jogo democrático. Fora isso, as mudanças tecnológicas em curso, com o crescimento da internet e a convergência (hoje se pode ler um texto jornalístico ou assistir à tevê no celular e no computador) exigem por si só uma rediscussão dos marcos regulatórios do setor. Nada disso tem a ver com censura, ao contrário do discurso conservador e conveniente a quem opera sem nenhum freio.

Essas constatações tão simples parecem insuficientes para comover Bernardo. E dá-se assim, por meio de suas mãos, uma morte semelhante, por asfixia, do debate igualmente enterrado no governo Fernando Henrique Cardoso, que chegou a preparar em vão três marcos regulatórios do setor.

Entende-se o empenho de Bernardo. O ministro é o símbolo de uma nova burocracia petista emergente nos últimos anos. De posições melífluas e discrição conveniente, eleitoralmente pragmática e paroquial, a nova turma abrigada no governo atua nos bastidores e joga para expandir seus poderes pessoais na Esplanada. Antes de assumir a pasta da Comunicação no governo Dilma, Bernardo, cuja base política fica no Paraná, «ocupou o Planejamento na administração Lula, quando o ministério tinha um papel secundário (todas as principais decisões estavam concentradas na Casa Civil, ocupada pela futura presidenta, e na Fazenda de Cuido Mantega). Por ser discreto, ou melhor, por não ter causado maiores problemas, ganhou espaço em Brasília, assim como sua mulher, Gleisi Hoffmann, atual titular da Casa Civil. Não se conhece nenhuma boa ideia de Bernardo no ministério. A praticamente um ano e meio da Copa de 2014, teme–se por um apagão na telefonia durante os jogos. Os serviços telefônicos, aliás, nunca estiveram tão ruins.

Quanto aos meios de comunicação, sua posição é clara faz bastante tempo. Desde a posse, em 2011, o ministro tem demonstrado grande disposição para enterrar o assunto. Seu primeiro ato foi barrar a tramitação do projeto de Franklin Martins, que estava pronto para seguir ao Congresso após longas e tensas conferências realizadas Brasil afora. A maioria dos grupos de comunicação recusou-se a debater o tema, mas as audiências públicas seguiram em frente e produziram resultados. Porém, Bernardo considerou o projeto incipiente.

Segundo consta, Bernardo não agiria por conta própria. Diante dos desafios na economia, Dilma Rousseff não pretenderia desenterrar o assunto, ao menos não agora, informam fontes do Palácio do Planalto. A principal razão seria a de desaprovar a regulação elaborada por Martins. Dilma consideraria o projeto “antiquado”. Além disso, ecoaria no governo a crítica midiática ao suposto viés autoritário da proposta. O Planalto não aprovaria, por exemplo, a criação de uma “agência nacional de comunicação” para regulamentar o conteúdo, embora o Reino Unido, berço do conceito moderno de liberdade de expressão, esteja prestes a criar um conselho semelhante (texto de Gianni Carta à pág. 30).

Na entrevista ao Estadão, o ministro das Comunicações anunciou ainda a intenção de desonerar em 6 bilhões de reais as operadoras de telefonia, uma nova fonte de conflito. Circula também a informação de que o ministério, com o apoio da Agência Nacional de Telecomunicações, estaria disposto a repassar às empresas a infraestrutura da telefonia fixa pertencente à União. A intenção seria ceder a infraestrutura, avaliada em 17 bilhões de reais, em troca de investimentos na expansão da rede de banda larga. Os críticos dizem que Brasília entregará um patrimônio nacional à toa, pois existem outras formas de estimular a ampliação da internet rápida. A respeito, leia artigo de Samuel Possebon, editor da revista especializada Teletime, à pág. 29.

O que mais causou furor no PT foi, no entanto, o desdém do ministro ao debate sobre a mídia. “Há um medo, uma covardia de debater o tema no País. Há a interdição completa desse assunto, nem debater se pode”, diz o deputado Fernando Ferro (PT-PE), que vê o governo Dilma refém das críticas da mídia. “Os proprietários dos veículos de comunicação criaram uma cultura de que qualquer questionamento significa atacar a liberdade de expressão. Esse clima contaminou jornalistas e também o Congresso e o governo. Ninguém pode contrariar esses arautos da liberdade de expressão, mesmo que essa concentração seja o oposto do que o capitalismo que eles defendem propõe, ou seja, a livre competição.”

Para Ferro, o debate é tão interditado que as questões relacionadas à mídia nem chegam ao plenário do Congresso, são barradas nas próprias comissões pelo intenso lobby dos proprietários de veículos de comunicação, muitos deles, por sinal, políticos de profissão. O projeto para coibir a prática dos “jabás” nas rádios, por exemplo, está parado há oito anos nas comissões. Pouco vai adiantar se o projeto nascer no Parlamento, como propõe o PT. “Por parte do Executivo não virá”, acredita Ferro. “E um misto de medo com conivência e cumplicidade. Além de sado-masoquismo, pois o governo paga para ser espancado pelos jornais.”

Muitos se perguntam o que poderia ser 5 feito de fato para democratizar os meios S de comunicação no País ou ao menos desconcentrá-los. Duas iniciativas parecem fundamentais. A primeira é limitar a propriedade cruzada, ou seja, impedir a um mesmo grupo de mídia de controlar ao mesmo tempo rádios, tevês, jornais e internet, a partir de um critério regional. Foi o que Cristina Kirchner fez de maneira radical na Argentina, contrariando os interesses do gigantesco Grupo Clarín, que terá de se desfazer de boa parte de suas concessões.

Essa não é, porém, uma iniciativa exclusiva de governos “bolivarianos” e autoritários, como a mídia brasileira gosta de pintar. Países democráticos e desenvolvidos, os Estados Unidos e toda a Europa Ocidental em particular, limitam a propriedade cruzada por acreditar que a concentração do poder midiático enfraquece a democracia.

Outra iniciativa importante seria o fim do monopólio constitucional da mídia a cidadãos nacionais, vedando a estrangeiros a participação no negócio. É uma situação estranha a brasileira. Desde o fim da ditadura, vários setores econômicos nacionais foram submetidos à concorrência externa, inclusive os bancos. Em geral, a abertura dos mercados sempre foi e continua a ser aplaudida pelas empresas de comunicação. Desde que não alcance seu quintal. Não há setor mais nacionalista com influência no Congresso, pronto a defender a qualquer tempo e hora a necessidade de proteção ao seu conteúdo, ainda que eles deem pouca atenção a dois pilares essenciais ao sistema: a regionalização e a diversidade da programação.

Junte-se à inapetência para mudar as leis de comunicação a mudança nos critérios de distribuição de verbas publicitárias do governo. Sob o comando da jornalista Helena Chagas, as regras e a burocracia da Secretaria de Comunicação da Presidência da República mudaram radicalmente em relação aos tempos de Martins, seu antecessor. Voltaram a ser amplamente beneficiados os maiores grupos de comunicação, os de sempre, que cresceram à sombra de uma espécie de propina hoje institucionalizada, o Bônus de Verificação ou BV (quanto mais uma agência de publicidade programa anúncios em um determinado veículo, mais dinheiro ela recebe de volta).

Existe uma insatisfação crescente, principalmente nas estatais, com os atuais critérios de distribuição da publicidade governamental. Era uma decisão do governo Lula desconcentrar e regionalizar a propaganda oficial. Com Fernando Henrique Cardoso no cargo, praticamente só os veículos de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais recebiam anúncios do governo. Quando Lula chegou ao poder, em 2003, o então ministro-chefe da Secom, Luiz Gushiken, disse a seguinte frase aos responsáveis pelo marketing das empresas e dos bancos estatais: “Vocês obtêm lucro em todos os estados brasileiros. Temos de ser republicanos”. Isso significava que a publicidade oficiai não deveria ir apenas para veículos r dos grandes centros, mas pulverizada 3 para meios de outras capitais e do interior do País. Com Martins à frente da Secom, a estratégia foi mantida. Helena Chagas reviu o critério. “Essa história de “critério técnico” é balela, não tem nada de técnico”, reclama o executivo de marketing de uma estatal. A maior queixa é quanto à falta de autonomia: se um veículo menor procurar a empresa e oferecer um pacote de publicidade, o contrato é barrado na Secom com a exigência de que seja feito com concorrentes do mesmo local. “Um exemplo: para fechar um pacote com um jornal de Varginha (MG), é preciso fazer também em outro jornal de lá, que nem nos procurou. E irreal”, critica o executivo.

A Globo agradece. Nos últimos dez anos, considerados os piores da história do País pela maioria dos principais jornalistas da casa, a família Marinho não tem do que reclamar. Divulgado na quarta-feira 27, o balanço da Globopar, holding do grupo, indica um faturamento líquido de 12,6 bilhões de reais no ano passado, três vezes mais do que no último ano do segundo mandato do governo Fernando Henrique Cardoso. O lucro, de 2,9 bilhões, é apenas 1 bilhão menor do que todo o faturamento de dez anos antes. Poucas empresas brasileiras cresceram tanto. A União deu sua contribuição – e dá cada vez mais. No ano passado, um terço de toda a verba do governo federal, excluídas as estatais, pingou nos cofres da empresa. Foram quase 50 milhões de reais só em anúncios de utilidade pública. Não à toa, os herdeiros de Roberto Marinho (João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto) voltaram a figurar, após nove anos de ausência, na lista dos bilionários da revista norte-americana Forbes. Segundo a publicação, o patrimônio pessoal de cada um deles alcança 5 bilhões de reais.

O que diria Roberto Marinho se vivo fosse? Manteria os termos de uma carta aberta, publicada em O Globo em 1989 e endereçada a Lula, na qual dizia não ter nada em especial contra o então candidato? Que se movia unicamente por seu instinto de cidadão? Às críticas de Lula ao poder desmesurado do conglomerado midiático, Roberto Marinho respondeu: “A orientação que imprimo aos veículos que me cabe dirigir visa estritamente à defesa do que julgo serem os reais interesses do País e dos caminhos a serem trilhados para que se possa alcançar o bem-estar do povo”.

Naquela eleição, a Globo apoiou Fernando Collor de Mello. Deu no que deu.

Carta Capital

Comentários desativados em O ministro dos meios de comunicação

Cadernos de Comunicação: Uma iniciativa original sobre a história e a memória da imprensa

capa_livro_cc03_para_word

LB

Nestes três primeiros meses de 2013, o projeto dos Cadernos andou muito. Esteve nas mãos de pessoas das letras, de escritores e editores, de professores, estudantes, de grandes jornalistas… de amigos e simpatizantes, que querem ver os livros nas melhores livrarias do país, e porque não do mundo? Todos colaboraram com sugestões, dicas, com contrapontos e críticas… e isso só enriqueceu ainda mais o projeto.

Ainda estamos em busca de patrocínio e investidores que se interessem pelo escopo editorial dos Cadernos de Comunicação. Se você quer ajudar a publicar os Cadernos de Comunicação e seus volumes sobre a imprensa brasileira e a memória da imprensa no Norte fluminense (inicialmente, pois o projeto contempla outros estados e regiões do Brasil, que não apenas o Sudeste e o Rio de Janeiro), envie um e-mail para cadernosdecomunicacao@gmail.com para saber como pode colaborar, e CURTA a página dos Cadernos de Comunicação no Facebook.

Comentários desativados em Cadernos de Comunicação: Uma iniciativa original sobre a história e a memória da imprensa

ABTU lança nova versão Rede de Intercâmbio de Televisão Universitária

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Comunicações, Educação by ImprensaBR on 26/03/2013
A Associação Brasileira de Televisão Universitária está lançando a nova versão da Rede de Intercâmbio de Televisão Universitária (RITU). O objetivo é auxiliar as filiadas na elaboração de uma grade de programação diversificada por meio do intercâmbio de conteúdo. Segundo Fernando Moreira, presidente da ABTU, a iniciativa foca no conteúdo e em uma tecnologia simplificada para facilitar a troca entre as TVs.

Inicialmente o acervo conta com aproximadamente 70 horas de material, que foram convertidos para um formato de compressão digital que mantivesse a qualidade e permitisse às afiliadas de todo o Brasil acessar e colaborar com a subida de suas produções dentro de padrões definidos em um manual técnico da Rede e do Manual Prático de Direitos Autorais, produzido pela ABTU em parceria com o Canal Universitário de São Paulo (CNU). As afiliadas a associação terão acesso livre por 30 dias como degustação para conhecerem o funcionamento da nova versão da RITU. Após este prazo, os associados que quiserem manter o acesso à RITU precisam se comprometer a contribuir com uma hora de conteúdo todo o mês para o acervo.

Tela Viva

Comentários desativados em ABTU lança nova versão Rede de Intercâmbio de Televisão Universitária

Inscrições abertas para festival de cinema lusófono e francófono

Posted in Brasil, Cinema, Internacional by ImprensaBR on 26/03/2013

Estão abertas até o dia 2 de julho as inscrições para sexta edição do Fest’Afilm, Festival Internacional de Cinema Lusófono e Francófono de Montpellier. O evento acontece na cidade francesa entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro. Haverá competição de curtas-metragens.

Mais informações no site: www.festafilm.wix.com/2012

Comentários desativados em Inscrições abertas para festival de cinema lusófono e francófono

Setor de telecom deve crescer 5,3% ao ano até 2017

Posted in Brasil, Comunicações by ImprensaBR on 26/03/2013

O mercado brasileiro de telecomuncações se manterá em crescimento médio anual de 5,3% ao ano até 2017, segundo previsão da Frost & Sullivan, chagando ao montante de US$ 99,42 bilhões/ano ao final do período de quatro anos.

De acordo com a consultoria, esse crescimento econômico no mercado de telecom acontecerá em decorrência da “expansão na cobertura das redes fixas, junto com o crescimento das redes móveis e do uso de smartphones e outros aparelhos conectados à Internet”. Assim, os serviços prestados pelas operadoras atrairão novos clientes de baixa renda e em regiões mais remotas, opina a Frost & Sullivan em sua análise “Brazilian Total Telecommunications Services Market”.

Entre as medidas que devem ter impacto positivo no setor está a recente aprovação da Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), “que deve ajudar a reduzir os preços da ultra banda larga e acelerar sua adoção”. A previsão da consultoria é de que o crescimento da TV paga como um todo também ajude a aumentar a concorrência, reduzindo ainda mais os preços.

No que diz respeito à banda larga, o relatório diz que o continuará crescendo com a expansão das redes, tanto pelas concessionárias, como por operadoras móveis, através dos acordos do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), cuja meta é cobrir todos os municípios brasileiros até 2015. “No entanto, o rápido crescimento no tráfego pode afetar a qualidade do serviço”.

Entre os desafios a serem enfrentados pelas empresas, a Frost & Sullivan cita a alta carga tributária sobre equipamentos de rede e sobre serviços, e afirma que ela será um desafio para operadoras. “Para atrair investidores, estimular a migração de conexões discadas para a banda larga e possibilitar que as operadoras atendam à demanda, o governo deve ser eficiente na implementação do PNBL. Entre as ações mais recentes para melhorar as condições do mercado de telecomunicações estão o Decreto 7.921, aprovado em 15 de fevereiro de 2013, cujo objetivo é desonerar a construção de novas redes. No entanto, a carga tributária sobre serviços continua sendo muito alta comparada à de outros países da América Latina”.

Tela Viva

Comentários desativados em Setor de telecom deve crescer 5,3% ao ano até 2017

UFF fará entrega de prêmios aos vencedores do Concurso de Ideias do Cinema Icaraí

Posted in Brasil, Cinema, Educação by ImprensaBR on 25/03/2013
A Universidade Federal Fluminense realizará uma cerimônia para a entrega da premiação aos vencedores do Concurso de Ideias do Cinema Icaraí no dia 1º de abril, às 10h, no auditório da Escola de Engenharia, Campus da Praia Vermelha, Bloco D, 3º andar, São Domingos, Niterói. Durante o evento, o público poderá ver a exposição das ideias vencedoras. O objetivo do concurso era selecionar a melhor proposta de projeto para recuperação e revitalização arquitetônica do prédio do Cinema Icaraí. 
A comissão julgadora elegeu como primeira colocada uma equipe formada por estudantes da UFF e da UFRJ, sob a orientação da professora Rosina Trevisan Martins Ribeiro, com coorientação de Andrés Martín Pássaro e consultoria de Maria Lygia Alves de Niemeyer e Patrizia Di Trapano. A ideia vencedora foi elaborada pelos estudantes Bruno Amadei Machado, David Baptista Lima de Mendonça, Lívia Borges Romariz, Natália Asfora Moutinho e Raissa Macedo Gerheim. O grupo será contemplado com um prêmio de R$ 5 mil.
A proposta vencedora irá delimitar a formulação do termo de referência para contratação do projeto arquitetônico do edifício. O prédio é tombado pela Prefeitura Municipal de Niterói e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), e é uma das poucas construções no estilo “art-déco” ainda preservadas na cidade.
Os projetos que alcançaram a segunda e a terceira colocações receberão prêmios de R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. Uma menção honrosa foi concedida a uma quarta equipe pela comissão julgadora, a qual foi composta por representantes da Superintendência de Arquitetura e Engenharia da UFF, do Centro de Artes UFF, do Instituto de Arquitetos do Brasil-RJ, do Inepac, da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Niterói e de representantes da sociedade civil.
Criatividade, inovação e, principalmente, a obediência aos critérios de tombamento orientaram a escolha do trabalho vencedor, sendo também necessário considerar soluções funcionais passíveis de serem executadas na prática e compatíveis com a questão da acessibilidade. A proposta deveria ainda atender ao programa de necessidades descrito no edital, que previa sala de música, sala de cinema, sala de exposições, espaço multiuso e um centro empresarial.
Fonte: Agência UFF de Notícias

Comentários desativados em UFF fará entrega de prêmios aos vencedores do Concurso de Ideias do Cinema Icaraí

Realizador de curtas-metragens exibidos em diversas edições da Mostra Cinema Popular Brasileiro vira pauta de programa no Canal Brasil

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Videofonia by ImprensaBR on 25/03/2013

esquinas 6

LB

O Programa Esquinas, do Canal Brasil fez um documentário sobre o cineasta e empresário Ricardo Rodrigues, de São João de Meriti, RJ, que vem se destacando na realização de materiais audiovisuais na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, em São João de Meriti, onde segundo o próprio roteirista e realizador, não há nenhum projeto voltado à cinema tanto no que tange à produção de filmes ou exibição de produções locais.  

O documentário mostra Ricardo atendendo seus fregueses em seu açougue (sim, ele tem um açougue!!!), até a realização do curta “Tela Preta” feito com os produtores e atores do seu movimento Cinema de Guerrilha da Baixada.

O programa será exibido em maio, no Canal Brasil.

Ricardo já teve alguns de seus curtas exibidos na Mostra Cinema Popular Brasileiro, entre eles, ‘O Mendigo’ e ‘Gigantes da Alegria’, que marcou o segundo dia de exibição da mostra, no ano passado, em São Pedro da Serra, pelo fato de tratar de um tema ainda pouco abordado pela cinematografia brasileira; o nanismo e a inserção social dos que nasceram anões.

Para saber mais sobre o filme e sobre a mostra: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com  

Para conhecer o Cinema de Guerrilha da Baixada: http://www.cinemadeguerrilha.com.br

Comentários desativados em Realizador de curtas-metragens exibidos em diversas edições da Mostra Cinema Popular Brasileiro vira pauta de programa no Canal Brasil

%d blogueiros gostam disto: