!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Lançamento de livro sobre a história recente de Rio das Ostras contada pela imprensa local, marca a programação de atividades culturais da semana de aniversário de 21 anos do município

Posted in Cidade, Cultura, Educação, Polifonia em Poesia, Rio das Ostras by ImprensaBR on 08/04/2013

Leonor Bianchi

Rio das Ostras, no Norte Fluminense do estado do Rio de Janeiro, completa nesta semana, no dia 10 de abril, seu vigésimo primeiro aniversário. Para comemorar a data, uma série de atividades culturais está programada para acontecer.

A prefeitura não contratou nenhum artista-celebridade para se apresentar no final de semana, para conter despesas, e está dando protagonismo aos agentes culturais da cidade. É verdade que alguns destes são de outros municípios, mas estão aparecendo depois que chegaram com seu trabalho em Rio das Ostras e por isso foram ‘escalados’. É o caso o ilustrador Aurélius Lobão, que não mora em Rio das Ostras e passou a ter relação com a cidade de um ano e meio para cá, mas está entre os artistas que farão a festa da cidade neste 2013. Há quem veja isso como um problema: não valorizamos a prata da casa, consequentemente acabamos tendo que trazer de fora…

..Mas sem preconceito, até porque a arte não tem fronteiras… e vamos que vamos, que o povo precisa de educação cultural, e é pra frente que se anda… durante a semana haverá o pré-lançamento do primeiro livro  produzido sobre a imprensa riostrense.

A imprensa na cidade que mais cresceu no Brasil. A história recente de Rio das Ostras revisitada em matérias jornalísticas produzidas entre 2005 e 2007, apresenta uma Rio das Ostras dez, onze… anos depois de sua emancipação, a troca de governo entre Sabino e Carlos Augusto, a chegada de milhares de novos moradores, que fizeram com que o município ganhasse o título de cidade brasileira que mais cresceu (em termos populacionais) nos últimos 10 anos.

O livro traz reportagens e matérias especiais produzidas durante os quatro primeiros anos do mandato do prefeito Carlos Augusto. Fatos como a chegada da Delegacia Legal à cidade; a construção da nova ponte sobre o rio das Ostras; a pavimentação de ruas nos bairros periféricos como Âncora e Cidade Praiana; a assinatura da primeira Primeira Parceria Público Privada para saneamento básico feita no Brasil; a poluição do rio que dá nome à cidade; a instalação de um emissário submarino na praia de Costa Azul; a chegada de professores, alunos e servidores da UFF, transformando Rio das Ostras definitivamente numa cidade universitária e de jovens; e a vinda de centenas de novos servidores para o serviço público municipal, delineando novas características sociais, políticas e eleitorais ao município. Estes, entre muitos outros acontecimentos relevantes e que revelam a história política, social e cultural de Rio das Ostras são narrados no livro através de matérias jornalísticas produzidas para o jornal (na época, diário) de Búzios, Primeira Hora, pela jornalista que vos escreve.

O livro integra a coleção da Série Memória da Imprensa Riostrense, dos Cadernos de Comunicação, projeto editorial totalmente independente, que venho desenvolvendo desde 2012.

O livro sai pela editora #ruap, do grupo de comunicação O Polifônico.

Os primeiros exemplares foram produzidos em mídia digital (CD) e E-book, mas os impressos podem ser adquiridos através de encomendas.

Na sexta-feira, unirei o útil ao mais agradável: durante a apresentação do meu companheiro, Rúben Pereira, violonista no grupo Só Pra Moer, nas comemorações do aniversário da cidade, estarei com exemplares à venda, na Concha Acústica.

Apresse-se em encomendar seu exemplar, pois a tiragem de pré-lançamento é limitadíssima.

Para conhecer mais sobre os Cadernos de Comunicação, acesse a página do projeto na rede social:

http://www.facebook.com/pages/Cadernos-de-Comunica%C3%A7%C3%A3o/477128898992944

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Chorões do Coletivo Só Pra Moer apresentam-se na festa de aniversário de 21 anos de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Cultura, Estereofonia, Rio das Ostras by ImprensaBR on 04/04/2013

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Rio das Ostras completa sua maioridade (21 anos) no próximo dia 10 de abril. A emancipação político-administrativa do município será marcada por uma série de apresentações musicais, dentre elas a do grupo de choro COLETIVO SÓ PRA MOER, que se apresentará na noite de sexta-feira (12/04) na Concha Acústica da praça São Pedro, Centro de Rio das Ostras. A entrada será franca e a classificação indicativa, livre.

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Metodologia do Mapa da Cultura é exposta em reunião do Fórum

Posted in Cidadania, Cultura, Estado by ImprensaBR on 02/04/2013

METODOLOGIA DO MAPA DA CULTURA É EXPOSTA EM REUNIÃO DO FÓRUM

A Câmara Setorial de Economia Criativa do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro se reuniu nesta segunda-feira (01/04) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para apresentação da metodologia utilizada para a criação do Mapa de Cultura do estado. O mapa utiliza como base de dados o Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro produzido pela Secretaria de Estado de Cultura em parceria com a Petrobras, e já disponível na rede. O trabalho é realizado em parceria com o Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), através do professor Glaucio Marafon.

Na apresentação, Marafon explicou que apesar dos dados terem sido coletados a partir do trabalho anterior, haverá uma complementação destas informações, como é o caso dos contatos das secretarias de Cultura dos 92 municípios. Cada um deles será classificado e dividido em regiões por sua vocação principal. “A classificação abrange questões como presença de aparatos culturais como centros e palácios históricos, museus, feiras culturais, além de bens imateriais separados em saberes, expressões e vocações para a produção e comércio”, afirmou Marafon.

Segundo a secretária-geral do Fórum, Geiza Rocha, o mapa de cultura é essencial para a orientação por parte dos municípios e do estado na hora de decidir investimentos na área. “A ideia de você ter um retrato de como a cultura ocorre nos 92 municípios dá uma base de informações para decidir o que é importante e onde se deve investir. Mas, além disso, esse trabalho se mostra importante ao divulgar as manifestações culturais em diferentes pontos do estado”, frisou. O mapa faz parte do projeto Cadernos do Fórum, que inclui a o Caderno de Turismo e o de Esportes, que depois de lançados foram disponibilizados para os secretários municipais das pastas.

Texto de Fábio Peixoto
Ascom Alerj

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Reunião da Câmara Setorial de Economia Criativa do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico

Posted in Cultura, Estado by ImprensaBR on 31/03/2013

Fórum debaterá Mapa Cultural do Estado do Rio de Janeiro

LB

Acontece amanhã (01/04), às 10h, na sala 311 do Palácio Tiradentes, a segunda reunião da Câmara Setorial de Economia Criativa do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico.

O encontro servirá para a apresentação da metodologia de pesquisa utilizada para a criação do Mapa de Cultura do Estado do Rio, pelo professor do Departamento de Geografia da Uerj, Glacio Marafon. “Com a realização desse mapa, a câmara setorial dá prosseguimento ao objetivo estabelecido lá no início de seu trabalho em 2010, de trabalhar com conteúdos que possam servir como inspiração para que gestores e o poder público possam tomar as melhores decisões”, explica a secretária-geral do Fórum, Geiza Rocha.

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Cadernos de Comunicação: Uma iniciativa original sobre a história e a memória da imprensa

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LB

Nestes três primeiros meses de 2013, o projeto dos Cadernos andou muito. Esteve nas mãos de pessoas das letras, de escritores e editores, de professores, estudantes, de grandes jornalistas… de amigos e simpatizantes, que querem ver os livros nas melhores livrarias do país, e porque não do mundo? Todos colaboraram com sugestões, dicas, com contrapontos e críticas… e isso só enriqueceu ainda mais o projeto.

Ainda estamos em busca de patrocínio e investidores que se interessem pelo escopo editorial dos Cadernos de Comunicação. Se você quer ajudar a publicar os Cadernos de Comunicação e seus volumes sobre a imprensa brasileira e a memória da imprensa no Norte fluminense (inicialmente, pois o projeto contempla outros estados e regiões do Brasil, que não apenas o Sudeste e o Rio de Janeiro), envie um e-mail para cadernosdecomunicacao@gmail.com para saber como pode colaborar, e CURTA a página dos Cadernos de Comunicação no Facebook.

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Com nova programação, TV Cultura quer crescer 20% em audiência

Posted in Comunicações, Cultura by ImprensaBR on 26/03/2013
A TV Cultura apresentou na manhã desta segunda-feira, 25, a grade de programação para 2013. Segundo o presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, a meta para 2013 é aumentar a audiência da emissora em 20%, mantendo a média de 1,2 ponto ao longo do ano. Para 2015 a meta é de chegar a 1,5 ponto de média.

O vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Eduardo Brandini, explicou que a programação deste ano está baseada em três pilares: mais conteúdo ao vivo (o grande diferencial da TV aberta entre as opções de consumo de mídia, segundo ele), mais interatividade e conteúdo exclusivo.  “É uma grade para os novos tempos. Começamos a nos preparar para uma geração de consumidores de tela. A gente não produz conteúdo para a televisão, mas para as telas, sejam elas quais forem”, afirma o executivo.

Entre as novidades da programação está a nova versão do game show que foi sucesso na emissora na década de 80, o “Quem Sabe, Sabe!”. Um dos objetivos com a atração é fazer a transição entre a faixa infantil e o conteúdo voltado para o público adulto com um programa que pode ser assistido por toda a família. O programa também terá um aplicativo a partir do qual o público também poderá jogar, respondendo às mesmas perguntas dos participantes. Brandini aposta também nas possibilidades de licenciamento para jogos de tabuleiro, por exemplo, que podem surgir do novo “Quem Sabe, Sabe!” e também das oportunidades de comercialização do formato com outros países.

Só Brasil

Todas as novas atrações infantis do canal são produções nacionais, entre elas a série “Peixonáuticos”, da TV Pinguim, “Historietas Assombradas”, da Glaz Entretenimento, e “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma”, da 44 Toons.  No bloco infantojuvenil ainda estão o “Cocoricó Conta Clássicos”, em que a turma da fazenda interpreta grandes clássicos infantis; “Nilba e os Desastronautas”; “T.R.EX.CI.”; “Cartãozinho Verde” e “Pedro & Bianca”. A série “Sítio do Pica Pau Amarelo”, negociada com a Rede Globo, também entrará na grade da TV este ano. Brandini conta que, por sua vez, a Globo também exibirá no canal Globo Internacional o “Cocoricó” e o “Castelo Rá Tim Bum”.

Uma novidade na programação é a série “Mad Men”, produção original da HBO, que pela primeira vez será exibida na TV aberta no Brasil. A TV Cultura comprou as quatro primeiras temporadas da série e a estreia será no dia 24 de abril. Os episódios irão ao ar semanalmente, às quartas-feiras, às 22h.  “Doctor Who” continua na grade, assim como a faixa de filmes e musicais, com atrações como “Clube do Filme”, “Cine Brasil”, a nova temporada dos Telefilmes, cujo tema é música.

O jornalismo está bastante calcado na interatividade, como o projeto de segunda tela para o “Jornal da Cultura” e a revista digital de “Vitrine”, disponível gratuitamente na App Store. Dois novos programas jornalísticos também fazem parte da nova grade: “Poli”, programa dominical de entrevistas com Maria Cristina Poli, e o telejornal matutino “Guia do Dia”.

Publicidade e financiamento

Brandini contou que para financiar as novidades em programação a TV Cultura tem buscado o incentivo cultural e usado a Lei Rouanet. Um importante parceiro cultural é o Sesi, que está financiando o projeto infantil “Crocs”, que tem concepção e direção de Cao Hamburguer  e deve estrear em 2014. O executivo disse que a TV Cultura também acredita muito no modelo do Fundo Setorial do Audiovisual.

Ana Carolina Barbosa, da Pay-Tv News

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Realizador de curtas-metragens exibidos em diversas edições da Mostra Cinema Popular Brasileiro vira pauta de programa no Canal Brasil

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Videofonia by ImprensaBR on 25/03/2013

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LB

O Programa Esquinas, do Canal Brasil fez um documentário sobre o cineasta e empresário Ricardo Rodrigues, de São João de Meriti, RJ, que vem se destacando na realização de materiais audiovisuais na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, em São João de Meriti, onde segundo o próprio roteirista e realizador, não há nenhum projeto voltado à cinema tanto no que tange à produção de filmes ou exibição de produções locais.  

O documentário mostra Ricardo atendendo seus fregueses em seu açougue (sim, ele tem um açougue!!!), até a realização do curta “Tela Preta” feito com os produtores e atores do seu movimento Cinema de Guerrilha da Baixada.

O programa será exibido em maio, no Canal Brasil.

Ricardo já teve alguns de seus curtas exibidos na Mostra Cinema Popular Brasileiro, entre eles, ‘O Mendigo’ e ‘Gigantes da Alegria’, que marcou o segundo dia de exibição da mostra, no ano passado, em São Pedro da Serra, pelo fato de tratar de um tema ainda pouco abordado pela cinematografia brasileira; o nanismo e a inserção social dos que nasceram anões.

Para saber mais sobre o filme e sobre a mostra: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com  

Para conhecer o Cinema de Guerrilha da Baixada: http://www.cinemadeguerrilha.com.br

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ANCINE lança pacote de editais de incentivo à coprodução com quatro países

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 20/03/2013

A ANCINE abriu nesta segunda-feira, dia 18, as inscrições para três editais de coprodução com Argentina, Uruguai e Portugal, além de um edital de desenvolvimento de projetos em parceria com a Itália. No total, serão investidos, pela ANCINE e pelas instituições correspondentes dos demais países envolvidos, R$ 4 milhões na produção de dez projetos de longa-metragem e no desenvolvimento de outros seis projetos.

Os editais com Argentina, Uruguai e Portugal preveem concursos para a concessão de apoio financeiro a projetos de produção de longas-metragens dos gêneros ficção, documentário ou animação, cujas filmagens ainda não tenham sido iniciadas até a data de abertura das inscrições. No Brasil, concorrem projetos apresentados por produtoras brasileiras que participem na condição de coprodutoras minoritárias. Projetos de coprodução com participação majoritária brasileira devem ser apresentados pelos sócios locais na Argentina, Uruguai e Portugal.

Com o Uruguai e a Argentina, os editais acontecem pelo terceiro ano consecutivo. No caso da Argentina, serão selecionados dois projetos de coprodução majoritariamente brasileiros, e dois projetos majoritariamente argentinos. Cada projeto selecionado receberá, em moeda local, recursos de valor correspondente a 250 mil dólares. As inscrições na Argentina são feitas através do Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales – INCAA.

Já o concurso relativo ao Uruguai contemplará dois projetos, sendo um majoritário de cada país, e cada um deles receberá o equivalente a 150 mil dólares. No Uruguai, a instituição responsável pelo edital é o Instituto do Cinema e do Audiovisual do Uruguai – ICAU.

O edital de coprodução com Portugal retoma, após hiato de um ano, a mais antiga e tradicional parceria desse tipo mantida pela ANCINE. Em moldes parecidos com os acordos com os países sul-americanos, a ANCINE e o Instituto do Cinema e do Audiovisual – ICA investirão, em moeda local, um total correspondente a 600 mil dólares em quatro projetos, dois deles com participação majoritária de produtoras brasileiras, e dois com participação majoritária portuguesa.

Finalmente, o acordo com a Itália diz respeito ao apoio para desenvolvimento de projetos com potencialidade para coprodução entre os dois países. É a segunda vez que a ANCINE e a Direzione Generale per Il Cinema da Itália estabelecem um programa conjunto desse tipo. O edital contemplará um total de seis projetos, sendo três a serem escolhidos pela ANCINE e três pelos italianos. No total, caberá às duas entidades um aporte de 160 mil euros (convertidos em moeda local) a serem utilizados para o desenvolvimento dos projetos de coprodução. A ANCINE escolherá dois projetos de autores iniciantes, cada um beneficiado com 25 mil euros, e um projeto de autor não iniciante que receberá 30 mil euros. De acordo com a definição do edital, é considerado autor iniciante aquele que teve produzido, no máximo, um roteiro de sua autoria ou dirigido, no máximo, uma obra de longa-metragem.

O prazo de inscrição para os quatro editais se encerra no dia 2 de maio de 2013. Os projetos devem ser encaminhados em envelope lacrado, por portador ou serviço de encomenda expressa para o endereço do Escritório Central da ANCINE. Os regulamentos dos concursos, os formulários e a documentação necessária para a inscrição podem ser consultados no portal da ANCINE www.ancine.gov.br.

Fonte: Revista de Cinema

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O Forte de Imbetiba nas páginas do jornal A Província

Edicao 82 Inauguração do forte de Imbetiba

LB

Uma década após ser publicado o primeiro jornal de Macaé – o Monitor Macahense – uma das folhas mais importantes da imprensa brasileira – A Província – era editada pelo corajoso pensador, poeta, advogado, escritor, jornalista e abolicionista pernambucano José Mariano. O periódico era produzido na capital Recife, que naquela época disputava um bom posto na comercialização de açúcar com muitas outras cidades produtoras da iguaria, dentre elas, Campos dos Goytacazes, próxima a Macaé, de quem se desvinculou política e administrativamente em 1813.

Atentos à produção do açúcar em todos os pontos do Brasil, seus editores expõem em suas páginas notas sobre a balança comercial dos portos de diversas cidades brasileiras e tudo o que diz respeito à produção e comercialização de açúcar no país e fora dele. Neste contexto, Macaé aparece em muitas páginas do jornal A Província, ora com seu movimento portuário despontando entre os mais impulsionados daqueles tempos, ora como cidade de relevante interesse estratégico para a política econômica nacional, por diversos aspectos. Estar próxima à Capital Federal era um. Ser vizinha de Campos e estar localizada ‘no pé’ das Minas Gerais, outro. O jornal A Província, por isto, destaca Macaé em diversas edições ao longo de sua existência.

Editado entre 1872 e 1933, A Província atravessou o século que abriria as portas da modernidade e desvelou vez por todas a surpreendente cultura dos povos das Américas. Foi o século das ciências da mente e do homem. O século das guerras marcadas por destruições em massa. Guerras criadas com o auxílio do advento de máquinas poderosas, que só puderam existir com o aperfeiçoamento do domínio que o homem passou a exercer sobre a natureza e suas leis.

Dentre as diversas menções que A Província dedicou a Macaé, destaco a primeira, que aparece em 1875 e diz respeito a uma nova tecnologia: o processo de produção de açúcar cristalizado desenvolvido na Fazenda Atalaia. A nota foi publicada na página 2 da edição 680, uma quarta-feira, 15 de setembro.

Porém, meu grifo neste artigo vai para a citação que a folha pernambucana fez à inauguração do Forte de Imbetiba, na edição de quarta-feira, 13 de abril de 1910. A nota chamou atenção para a festa que aconteceria no dia 15 daquele mês por ocasião da inauguração do Forte. E não foi nota telegrafada não, como costumava acontecer naqueles tempos! Foi nota do editor José Mariano, um dos maiores jornalistas – com o rigor da palavra e a ética que a profissão exige – que o Brasil já conheceu.

Monte Frio comemora 400 anos, hoje 

No dia 16 deste mês, o Forte Santo Antônio do Monte Frio (que alguns chamam erroneamente de Monte Feio, segundo a assessoria de comunicação do Exército) comemorou 400 anos de fundação, e hoje, terça-feira, dia 19 de março de 2013, haverá uma grande festa no local para celebrar a data. Porém, mesmo quatro séculos passados, há quem desconheça – macaense ou não – a história deste importante patrimônio arquitetônico tão imponente e simbólico de Macaé.

Logicamente, pelo fato de não haver imprensa no Brasil há quatro séculos, não poderíamos nunca encontrar citação à inauguração do Monte Frio durante esta pesquisa, que neste momento debruça-se apenas em periódicos publicados no Brasil.

Esta primeira fortificação, o Monte Frio, virou ruína e hoje não existe mais. Deste antigo forte erguido com pedras pelos negros escravos, no lado de trás do monte onde hoje está a sede do Forte Marechal Hermes, só restaram a muralha de pedra centenária erguida pelos escravos e os canhões que compunham a artilharia da fortaleza, hoje desativados. Uma prainha discreta precipita-se abaixo de um rochedo, ao lado do Monte Frio, formando uma agradável baía a qual batizaram de Praia das Tartarugas. Área militar, restrita ao acesso do exército.

O Forte Santo Antônio de Monte Frio foi inaugurado em 1613 e desativado em 1859. “No século XVII, o Governo espanhol, ao qual Portugal estava submisso, teve a sua atenção despertada no sentido de combater piratas, que agiam com a cumplicidade de índios e mamelucos.

Na extração do pau-brasil por volta de 1614, o diplomata Gondomar, embaixador da Espanha em Londres, alertava o monarca Felipe II de que aventureiros ingleses se apresentavam para estabelecer e fortificar um porto entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo, auxiliados pelos mamelucos Gaspar Ribeiro, João Gago e Manoel de Oliveira, que habitavam o lugar.

Foram tomadas providencias, a fim de prevenir-se contra novas tentativas dos corsários: o Governo de Madri transmitiu instruções ao governador-geral Gaspar de Sousa para que “estabelecesse de cem a duzentos índios numa aldeia sobre o rio Macaé (Miquié na linguagem dos indígenas, primitivamente chamado rio dos bagres) em frente à ilha de Santana e que fundasse um estabelecimento semelhante sobre o rio Seripe (ou Leripe) (atual rio das Ostras), onde o inimigo cortava as madeiras corantes”. E mais: “A cada aldeamento se daria um jesuíta. Devia comandar o primeiro, Amador de Sousa, filho do célebre Arariboia, e o segundo, seu sobrinho Manoel de Sousa”.

A fundação daquelas aldeias muito concorreu para o povoamento de parte até então abandonada da Capitania de São Tomé. Dando sentido prático às determinações do soberano, os jesuítas aldearam no local indígenas de Cabo Frio e os da nação Aitacás (provavelmente um ramo dos goitacás). Já Em 1630 aqueles religiosos que possuíam uma fazenda, que contava com um engenho, colégio e capela, construídos no morro de Santana.

Após 1759, quando foram expulsos os jesuítas em virtude de campanha movida contra sua Ordem pelo marquês de Pombal, ministro de D. José I, as terras foram redistribuídas e, à medida que se fundavam novas fazendas, a população aumentava, desdobrando-se em outras povoações com elementos vindos de Cabo Frio e Campos, na sua maior parte.

Durante longo período Macaé teve papel importante na economia norte-fluminense, funcionando o porto de Imbetiba como escoadouro da produção açucareira da zona campista, para ali transportada através do Canal Campos a Macaé, construído em 1874, e por diversos ramais ferroviários então existentes (Estradas de Macaé, Barão de Araruama, Urbana de Macaé e Quissamã). Essa função extinguiu-se, porém, com a construção da Estrada de Ferro Leopoldina, cujos trilhos passaram a ter preferência para o transporte da mercadoria, o que acarretou o declínio do porto” (1).

O Forte de Santo Antônio de Monte Frio teve suas obras concluídas em 1613. Posteriormente, em 1762, a fortaleza foi reconstruída por Conde de Cunha, por ordem do então Governador do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Moraes. Em 19 de novembro de 1859 a fortificação foi desativada por ordem do Ministro da Guerra, Cel. Reformado Sebastião do Rego Barros, por este considerar que o Forte não servia mais à segurança daquele porto e por ser sua conservação extremamente onerosa para o Tesouro Nacional. Em 1893, foi reativado pelo então Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto. Nesse tempo, cresciam a cada dia as operações do porto de Macaé e isso fez com que mais atenção fosse dada ao mesmo. A construção de um novo forte é iniciada. Entretanto, a estrada de ferro Leopoldina, com a ligação Rio Bonito – Macaé – Campos absorveu todo o transporte da produção agrícola dessa região, e isso consequentemente acabou baixando os custos desse transporte de mercadorias. É assim, que Macaé vê o comércio marítimo declinar até o fim da licença alfandegária do porto de Imbetiba, em 1903. As obras da Fortaleza seguiram o declínio do Porto. Em consequência dos vultosos gastos públicos (231 contos), entre 1898 e 1900, e, também, por falta de verba, a obra acabou sendo suspensa em meados de 1900.

“Em 1908, o Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca, então Ministro da Guerra, esteve na cidade por ocasião de uma das recepções semanais realizadas no Solar de Monte Elíseo, residência do Coronel José de Lima Carneiro da Silva, neto de Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. Estavam presentes, além do coronel, outros descendentes do Patrono do Exército Brasileiro. Na ocasião, ficou decidido, como consta em documentos do arquivo do Distrito Federal, que a família de Caxias doaria 30 contos de réis para a conclusão das obras, agora sob um projeto mais reduzido do que o orçado originalmente. O governo, por sua vez, comprometeu-se com mais 15 contos de réis.

Ainda em 1908, o Ministro da Guerra, Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca, determinou a construção de uma bateria alta, no topo do morro da Fortaleza, numa cota de 41 metros. Tal opção deveu-se à exiguidade de recursos para o melhoramento e bem assegurar a sua defesa.

Em 21 de dezembro de 1908, depois de locada a bateria alta no topo do morro pelo tenente-coronel de engenharia José Bevilacquia, as obras foram reiniciadas, dirigidas pelo capitão de engenharia Alberto Lavenére Wanderley. Em 13 de fevereiro de 1909 o primeiro-tenente Feliciano Sodré assumiu as obras até o seu término, com a instalação de quatro canhões Armstrong 152 mm, c/50 TR, montados em reparos Wavasseur, recentemente desativados do Cruzador Tamandaré, da Marinha Brasileira.

O Forte foi inaugurado em 15 de abril de 1910, pelo então Ministro da Guerra o Exmo General José Bernadino Bormann, na presença do Marechal Hermes da Fonseca, Presidente Eleito da República e demais autoridades civis e militares. O presidente eleito e sua comitiva foram recebidos pelo Coronel José de Lima, neto de Caxias, seguindo, posteriormente, de carruagem, até o local da inauguração”. (2)

O jornal macaense O Regenerador deu destaque à inauguração do Forte Marechal Hermes com a seguinte nota: “Ficará gravada, com caracteres indeléveis na história de Macaé, e sua população jamais poderá esquecer tão grandiosa e espontânea vibração de sua alma patriótica”.

Um homem e um jornal republicanos

O editor do jornal A província, José Mariano Carneiro da Cunha, foi um abolicionista com uma história vitoriosa e morreu com homenagens de um herói para o povo do Recife. Nasceu em 1850, no engenho Caxangá, distritozinho de Ribeirão, lugarejo que na época pertencia ao município de Gameleira. O cenário dos engenhos e canaviais permeariam para sempre seu imaginário.

Estudou na Faculdade de Direito de Pernambuco – uma das mais antigas do Brasil – e teve como companheiro de classe Joaquim Nabuco com quem flanava pelas marginais do rio Capibaribe na companhia do amigo em comum Rui Barbosa.

Muito ligado ao seu tempo e aos ideais republicanos, José Mariano começou a escrever para jornais, agremiações, revistas, até que em 1872, no dia 6 de setembro, publica a primeira edição de seu próprio jornal: A Província. O jornal tinha cunho abolicionista e reuniu exponentes da época em sua tipografia, como o escritor Gilberto Freyre, que assumiu sua redação em 1928.

Com um ideal de combate à escravidão, a folha tinha discurso acirrado na defesa dos escravos e acabou ganhando a devida atenção da opinião pública na campanha abolicionista em Pernambuco.

O jornal sairia das ruas em 27 de novembro de 1878 para ser novamente editado seis anos mais tarde. Com o argumento de dar férias aos trabalhos jornalísticos e por outros motivos preponderantes, tais como a necessidade de mudanças de seu formato, que passou a ser maior depois, A Província parou de circular. A folha voltou a ser publicada posteriormente como órgão do Partido Liberal, em 1 de dezembro de 1885. Nesta fase a tipografia estava instalada na rua do Imperador, em Recife, uma das principais galerias por onde transitavam na cidade os homens do poder daquele tempo. Na última década do século XIX, A Província conquistou tanta reputação, que chegou a ser o maior jornal do Nordeste brasileiro, suplantando até o jornal mais antigo de Recife, O Diário de Pernambuco, fundado em 1825 e hoje o jornal Há mais tempo em circulação ininterrupta da América Latina.

Sem interromper sua circulação, uma nova e importante fase d’A Província foi iniciada em 19 de agosto de 1928, quando assume sua direção os jornalistas Gilberto Freyre e José Maria Belo. Lia-se na definição do pensamento dos novos dirigentes: “…tanto quanto órgão de informação e crítica, será A Província um jornal político, ligado pela mais consciente simpatia ao Partido Republicano de Pernambuco”. O jornal passa a ser diário e apoia o governo de Estácio Coimbra, “um jornal quase governista. Mas um jornal governista de métodos os mais puros e limpos”, segundo Gilberto Freyre.

Entretanto, sob a direção, tendo como redator-secretário Sousa Barros e gerente Otávio Morais, findando com a edição de 4 de junho de 1933, sendo vendidos o material tipográfico e a maquinaria.

Um jornalista embalsamado

Dono de uma história política e social magnífica, José Mariano é lembrado pelos pernambucanos e jornalistas de todo o Brasil até hoje. Ano passado fez um século de sua morte, em 8 de junho de 1912. Como legado deixou seus ideal de justiça, igualdade e liberdade.

José mariano integrou um importante núcleo progressista de Recife: o Clube do Cupim, fundado em 1884 e do qual também faziam parte ilustres simpatizantes, como Joaquim Nabuco, Barros Sobrinho, João Ramos, Alfredo Pinto, Phaelante da Câmara, Vicente do Café, e Leonor Porto (esta, fundaria e presidiria, depois, uma outra associação com intuitos semelhantes: a Aves Libertas).

Nessa época, uma pessoa de grande importância na comunidade era a esposa de José Mariano, a recifense Olegaria da Costa Gama. Pela sua bondade e dedicação aos escravos foi chamada de “mãe dos pobres” e “mãe do povo”. Olegaria sempre apoiava os escravos fugidos, roubados das senzalas, ou alforriados. Mesmo quando José Mariano foi preso e sofreu inúmeras humilhações e torturas terríveis, D. Olegaria continuou lutando em prol da abolição da escravatura. Em 1887, durante a campanha ao cargo de deputado geral de Joaquim Nabuco – colega abolicionista – D. Olegaria empenha suas joias para financiar as despesas da eleição.

José Mariano é considerado um orador comunicativo, um abolicionista corajoso, e um dos homens públicos que mais desfrutavam da simpatia popular em Pernambuco. Mesmo quando estava separado do povo e preso, demonstrava suas tendências abolicionistas e republicanas. Possuía atitudes corajosas e o seu nome representava uma bandeira. Conseguiu ser eleito deputado em 1886, mas a eleição é impugnada e José Mariano perde a cadeira.

No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assina a Lei Áurea que declara extinta a escravidão no Brasil. Junto à opinião pública nacional, consagram-se os líderes da campanha redentora: Joaquim Nabuco, José Mariano, José do Patrocínio, André Rebouças. Pouco mais de um ano depois, a República é proclamada pelo Marechal Deodoro da Fonseca, em 15 de novembro de 1889. A gestão de Deodoro dura somente dois anos e com sua renuncia, o Marechal Floriano Peixoto assume a Presidência da República.

O nome de José Mariano figura entre os deputados à Constituinte, em 1890, e, em 1891, ele é eleito Prefeito do Recife. Pouco tempo depois, Alexandre José Barbosa Lima – considerado um autoritarista e florianista – assume o Governo de Pernambuco. José Mariano lança-se de imediato em sua oposição, publicando uma série de artigos contra o Marechal Floriano Peixoto. Em decorrência disto, ele é preso em sua residência (no Poço da Panela), e trancafiado na fortaleza do Brum sob a acusação de pactuar com a Revolta da Armada.

Entretanto, liberto da prisão, José Mariano assume a cadeira de deputado. A população do Recife gosta muito dele. Todas as ruas e casas, desde o cais do porto até o Poço da Panela ficaram ornamentadas e embandeiradas para saudar o retorno do abolicionista. Na época, inclusive, ele fez um discurso célebre na Câmara, com cinco horas de duração, narrando o martírio vivenciado como prisioneiro.

Mas o clima geral era de muitos conflitos políticos. Nesse contexto, foi covardemente assassinado o famoso jornalista político José Maria de Albuquerque Melo, na rua 24 de Maio, enquanto visitava uma seção eleitoral e protestava contra ilegalidades praticadas pelo presidente da mesa, o chamado Major Pataca. O mesmo dispara vários tiros contra o jornalista e, como não lhe foi permitido o socorro médico, José Maria vem a falecer pouco depois. O incidente abala muito o Recife e repercute em todo o País. De imediato, José Mariano escreve um artigo sobre o assunto, intitulado A tragédia de Pernambuco, que sai publicado no Jornal do Comércio do Rio.

No dia 24 de abril de 1898, em decorrência das complicações de uma gripe, morre dona Olegaria. Ele se achava no Rio de Janeiro e sequer pode assistir aos funerais prestados pela população pernambucana. Esta, que a divinizava, se condoeu muito com o fato. Fala-se que foram muitos os pretos que se suicidaram, envenenando-se ou jogando-se no rio Capibaribe.

Após tal dolorosa perda, José Mariano se afasta das lutas políticas. Em 1899, ele é nomeado Oficial do Registro de Títulos, pelo Presidente Rodrigues Alves, e também é presenteado com um Cartório de Títulos e Documentos, na rua do Rosário, no Rio de Janeiro.

Infelizmente, não muito tempo depois, José Mariano adoece e vem a falecer no dia 8 de junho de 1912. Custeado pelo Estado, o navio Ceará transportou seu corpo embalsamado do Rio de Janeiro para o Recife. No Estado de Pernambuco foi decretado luto por três dias, e houve uma comoção geral em seu enterro. As pessoas jogavam flores em seu esquife e muitas choravam. Para homenagear esse ilustre abolicionista pernambucano, o periódico A Lanceta publica alguns versos, em sua edição de 12 de junho de 1912, que terminam assim: “Chore…chore o Brasil sua grande desdita. Porque o cedro tombou!

Foi erigida em sua homenagem, posteriormente, uma estátua no Poço da Panela, e deram o seu nome ao cais que ladeia uma das margens do rio Capibaribe, no centro do Recife. Seus contemporâneos, contudo, sempre desejaram que ele fosse lembrado como um excelente orador popular, um grande abolicionista e republicano, e, principalmente, um pernambucano que deu tudo de si ao próximo e à Pátria.

Fonte do trecho citado:

(1) IBGE
(2) Ascom Forte Marechal Hermes
Ilustração do jornal: Fundação Biblioteca Nacional

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Agentes culturais de Macaé elegem diretoria para o Conselho Municipal de Cultura

Posted in Brasil, Cidadania, Cultura, Estado, Macaé, Notas, Região by ImprensaBR on 14/03/2013

Dilma Negreiros (conselheira representante do Centro Integrado de Estudos do Movimento Hip Hop (CIEMH2)), Marcos Kuika (representante da Usina de Fomento Cultural) – 2° Secretário, Jones Rodrigues (representando a Associação de Músicos, Bandas e Entretenimentos de Macaé (AMUBAE)), Paulo de Tarso Peixoto (Vice-Presidente da Fundação Macaé de Cultura) – Presidente, Gilberto Alves – Vice-Presidente, Rúben Pereira (represente da vice-presidência de Acervo e Patrimônio Histórico da Fundação Macaé de Cultura) – 1◦ Secretário, e Raul Lavour (conselheiro representante da Missão Kerigma).

Por ErrePê*

Construído com a colaboração dos agentes culturais de Macaé (RJ), o Conselho Municipal de Cultura (gestão 2013 – 2014) foi eleito, ontem, numa Assembleia Ordinária, da qual saiu a seguinte chapa única, aclamada pelos presentes:

Paulo de Tarso Peixoto – Presidente

Gilberto Alves – Vice-Presidente

Rúben Pereira – 1◦ Secretário

Marcos Kuika – 2° Secretário

O Conselho Municipal de Cultura de Macaé foi criado em 2012 e sua primeira diretoria fez um “mandato tampão”, que terminaria em 31 de dezembro de 2012, mas foi mantido até ontem, quando a nova diretoria foi eleita para o biênio 2013 – 2014.

O Conselho Municipal de Cultura de Macaé surgiu de uma luta de muitos anos dos agentes culturais da cidade e tem como finalidade colaborar com a construção das políticas públicas municipais do setor.

Um ganho para toda a cidade que poderá ter em curto prazo um Plano Municipal de Cultura realmente discutido com os representantes das diversas vertentes culturais, integrantes da paisagem cultural local.

*Editor do Caderno de Cultura de O Polifônico 

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UFF divulga resultado do concurso de ideias para revitalização do Cine Icaraí

Posted in Cultura, Educação, Videofonia by ImprensaBR on 11/03/2013
19 - Cinema Icaraí, Icaraí, Niterói (A)
Após se reunir entre os dias 4 e 6 de março, a Comissão Julgadora anuncia o resultado do concurso de ideias da Universidade Federal Fluminense para recuperação e revitalização arquitetônica do prédio do Cinema Icaraí. Os avaliadores elegeram como primeira colocada uma equipe formada por estudantes da UFF e da UFRJ, sob a orientação da professora Rosina Trevisan Martins Ribeiro, com a coorientação de Andrés Martín Pássaro e a consultoria de Maria Lygia Alves de Niemeyer e Patrizia Di Trapano. A ideia vencedora foi elaborada pelos estudantes Bruno Amadei Machado, David Baptista Lima de Mendonça, Lívia Borges Romariz, Natália Asfora Moutinho e Raissa Macedo Gerheim. O grupo será contemplado com um prêmio de R$ 5 mil.
Conheça as ideias da equipe vencedora e das que ficaram em 2º e 3º lugar: (more…)

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Plano Estadual de Cultura RJ: Encontro Presencial de Patrimônio Material

Posted in Brasil, Cultura by ImprensaBR on 02/03/2013

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Prefeitura impõe (não oficialmente) que candidatos paguem por atestado médico

Posted in Cidadania, Cidade, Cultura, Denúncia, E-mails do Leitor, Rio das Ostras by ImprensaBR on 28/02/2013

A prefeitura de Rio das Ostras oferece vagas (limitadas) para cursos de artes e no ato da matricula exige um atestado médico de liberação para exercer a atividade. Porem, os postos de saúde não tem vaga, te colocam numa lista de espera que demora SEMANAS pra chegar PERTO da sua vez. E ainda por cima, quando questionados, os irredutíveis funcionários dão a dica: ” tem um rapaz cobrando 30 reais ali no consultório em cima do mercado. ” Eh mole ?

ISSO EH UM ABSURDO!

Não dá assistência nenhuma à população, deixa cada um por sua própria conta, e quem não tiver os as notinhas de dinheiro pra fazer o tal exame, simplesmente perde a vaga, mesmo tendo sido SELECIONADO depois de fazer testes e entrevistas.

Que falha, hein !

Vi mães indignadas ontem na onda porque não podem perder o dia de trabalho pra correr atras de atestado pra filha em consultório particular..

A prefeitura na verdade deveria ceder um medico pra fazer os exames, já que a demanda eh grande. Mas não.. eles indicam o fulaninho ali da esquina q ta cobrando 30 pau. Lamentável..

Enviada por Dayane S. Lima por e-mail.

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Cinco anos de Cineclube Lumiar

Posted in Cidadania, Cultura, Editorial, Educação, Nova Friburgo, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 25/02/2013

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O último domingo foi um dia especial para os militantes do cinema de Lumiar (Nova Friburgo, RJ) e para a comunidade local. Foi comemorado em grande estilo o aniversário de cinco anos de atividade do Cineclube Lumiar.

Muitas pessoas compareceram para compartilhar a alegria dos gestores do Cineclube. Dentre elas, eu, que fui convidada também a exibir na ocasião o documentário O povo do cinema de Lumiar. Emocionante.

São momentos como os que vivi ontem que sinalizam que o caminho é este e que a militância não pode parar.

Vida longa ao Cineclube Lumiar. Vida longa ao cinema nacional.

Parabéns a todos aqueles que trabalham para este movimento acontecer, mas, principalmente, parabéns ao público, que nesses cinco anos tem sido fiel ao Cineclube levando sugestões, críticas e o fundamental para que tudo isto aconteça: sua presença a cada nova sessão.

Que venham muitos, mas muitos outros anos…

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Comemoração de cinco anos do Cineclube Lumiar exibirá o clássico ‘O povo do cinema de Lumiar’

Flávio Nascimento e Luisa são personagens do filme que abriu uma nova possibilidade para o cinema em Lumiar, em 2004.

Flávio Nascimento e Luisa são personagens do filme que abriu uma nova possibilidade para o cinema em Lumiar, em 2004.

As comemorações do quinto ano de atividades do Cineclube Lumiar (Nova Friburgo), acontecerão no próximo domingo, no próprio cineclube.

Entre as atrações artísticas que estão programadas para o dia, não poderiam faltar as exibições de cinema. E neste dia o filme rodado em 2004 no vilarejo ‘O povo do cinema de Lumiar’ será exibido junto a outras fitas-surpresa.

O filme é um documentário de 20 minutos dirigido pela jornalista e produtora da Mostra Cinema Popular Brasileiro, Leonor Bianchi. Ambos, o filme e a Mostra comemoram dez anos em 2013 e a ocasião certamente será de muita emoção não apenas para a realizadora, que depois de apresentar o filme em 2004 na Ação Rural, em Lumiar, nunca mais voltou a exibir o curta no vilarejo onde foi gravado, mas principalmente para a comunidade local, que vem demandando há tempos da diretora do doc. uma nova exibição do filme. Ano passado, em novembro, o curta foi exibido na abertura da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, mas não em Lumiar e sim na cidade vizinha, São Pedro da Serra, na Casa Cultural Mata Atlântica.

O filme tem depoimentos de moradores antigos e de pessoas que vieram de outras cidades para Lumiar, como Maria Cristina (da Oficina Escola As Mãos de Luz), Flávio Nascimento (o Poeta), Luisa (contadora de histórias), o professor Ari Celso, professores do Colégio Estadual Carlos Maria Marchon, Mestre Messias (violeiro e artista plástico já falecido), assim como Seu Denir Klein, pai do Vovô (do bar do Vovô), que também já se foi, entre outros.

O filme indaga o que o povo de Lumiar assiste na TV e no cinema e como a comunidade e a escola assumem o papel de protagonistas da narrativa histórica dos fatos locais utilizando o cinema e o audiovisual.

A sessão começa às 19h, a classificação indicativa é livre e a entrada é franca. O Cineclube Lumiar fica na Rua Dep. Amâncio Mario de Azevedo, 145, (em frente ao lago de Lumiar).

Não perca ‘O povo do cinema de Lumiar’ no próximo domingo, dia 24 de fevereiro, nas comemorações de cinco anos do Cineclube Lumiar.

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Videoteca Cinema Popular Brasileiro monta curadoria para projeto Cine Memória

Posted in Brasil, Cultura by ImprensaBR on 14/02/2013

Se você tem algum filme (curta, média, longa-metragem) que aborde os temas ‘patrimônio cultural, memória, e identidade cultural’, pode participar

Repensar o patrimônio histórico e cultural da cidade e do povo de Macaé (RJ) e das possibilidades de conexões entre Educação, Arte, História e Cultura é o objetivo do projeto Cine Memória da Videoteca Cinema Popular Brasileiro.

Buscamos re/valorizar a história local, ampliar conceitos, bem como construir novos caminhos e perspectivas para a cidade e sua população por meio da cultura e da identidade cultural dos moradores como um bem social.

Se você produziu algum filme que tenha como a preservação dos patrimônios culturais, a memória e a identidade cultural como temáticas, entre em contato conosco. Queremos exibir seu filme.

Não há restrições para o local de realização da obra, ano de realização da mesma e sua minutagem, ou seja, serão aceitos filmes de curta, média e longa duração.

Se você se interessou, mande um e-mail para cinemapopularbrasileiro@gmail.com para saber como funciona a inscrição e o envio dos filmes.

Videoteca Cinema Popular Brasileiro – Projeto associado à Mostra Cinema Popular Brasileiro
Jornal O Polifônico – Jornalismo de Intervenção – Órgão de imprensa apoiador da Mostra e da Videoteca
ImprensaBR Assessoria de Comunicação – Assessoria de Imprensa e Comunicação da Mostra e da Videoteca Cinema Popular Brasileiro

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Paulinho da Viola abre o Carnaval em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidade, Cultura, Rio das Ostras, Turismo by ImprensaBR on 09/02/2013

O cantor e compositor Paulinho da Viola abre, hoje à noite, no antigo camping de Costazul, a programação do Carnaval 2013 da cidade.

paulinho da viola

São esperadas mais de 30 mil pessoas para o show. Segundo a prefeitura, a cidade deve receber 150 mil turistas durante o feriado.

Mais segurança este ano nas ruas, mais policiamento, e mais monitoramento pela cidade, que semana passada ganhou várias novas câmeras de vídeo, instaladas em pontos estratégicos.

Além do sambista, que de Rio das Ostras vai para Recife, onde fará shows nos dias 11 e 12, amanhã se apresenta na cidade o cantor Luis Melodia, na segunda-feira, o roqueiro pop dos anos 80, Leo Jaime, e na terça, encerrando o Carnaval em Rio das Ostras, o Baile do Simonal. Blocos e bailes para todas as idades   também animarão os foliões que escolheram Rio das Ostras para passar o Carnaval.  

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Curta Criatura na sessão desta terça-feira no Cineclube Cinemofônico

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 22/01/2013

O curta Criatura, de Márcia Bretas, é nossa sugestão de hoje para a sessão de cinema do Polifônico, no Cineclube Cinemofônico.

O vídeo foi realizado na oficina do Festival do Recine, em 2005, ano em que foram restauradas imagens em 16 mm da antiga e extinta TV Tupi. Kinescopado, esse material, essas imagens, sem data, sem som, sem contexto (com cerca de dois segundos e meio no máximo) virou um filme. Na verdade, vários filmes, pois além do curta de Márcia, outros foram realizados ao longo da oficina Recine por quem participou da mesma.

“O festival do ano tinha como proposta central (re)significar essas imagens dentro de um cotexto atual e eu trabalhei em cima disso realizando um documentário que retrata um comportamento do ser humano que se repete em todos os lugares e através dos tempos”, comenta a diretora do curta.

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Oficina de música Itiberê Zward começa nesta segunda, dia 14, em Rio das Ostras

Posted in Cidade, Cultura, Educação, Estereofonia, Rio das Ostras by ImprensaBR on 11/01/2013
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Itiberê Zward durante uma oficina em Minas Gerais.

 

Começa nesta segunda-feira, 14, no Centro de Formação Artística de Rio das Ostras, a oficina Itiberê Zward. Ao todo, 30 alunos participarão das aulas que se estenderão até dia 17. As aulas serão ministradas para instrumentistas de baixo, piano, teclado, bateria, percussão, cavaquinho, bandolim, guitarra, violão, viola caipira e cordas friccionadas. Cantores também têm espaço na oficina.

O público terá a oportunidade  de assistir a execução dos alunos no dia 18, sexta-feira, no palco do Teatro Popular quando abrirão o show do grupo Itiberê Zward & Grupo, às 20h.
A OFICINA – O projeto tem o objetivo de desenvolver a escuta como ferramenta principal do músico, assim como a percepção rítmica, melódica e harmônica. A Itiberê Zward trabalha o talento de cada participante, sempre respeitando limites e possibilidades. A oficina também propõe o rompimento entre o erudito e o popular, estimulando a universalidade musical.

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Os 21 de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Comunicações, Cultura, Denúncia, Notas, Rio das Ostras by ImprensaBR on 09/01/2013

E os 20 anos de Rio das Ostras passaram em branco. É hora da gente começar a pensar na maioridade jurídica da cidade antes que os caras comecem a fazer bobagem… e empurrem goela abaixo (da nossa) livretos com verbetes escritos por quem veio de fora e nunca, jamais teve interesse real na cidade e sua vida social, xerocados na gráfica do ‘Ma(u)zinho’ (o novo secretário de Comunicação da cidade, dono da gráfica que roda todos os impressos da Prefeitura de Rio das Ostras, há anos!!!!!

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Museu Casa de Casimiro de Abreu recebe exposição ‘Revolução’ de Tiago Abs Gonçalves

Posted in Cultura, Região, Turismo by ImprensaBR on 03/01/2013

Programa cultural para quem está de férias ou não

A partir desta sexta-feira, 4 de janeiro, quem estiver visitando a bulcólica Barra de São João poderá aproveitar para fazer um programa cultural. O Museu Casa de Casimiro de Abreu receberá a exposição Revolução, do artista plástico Tiago Abs Gonçalves.

Segundo Tiago (20), morador de Barra de São João e estudante de Produção Cultural do PURO, o principal objetivo da exposição é apresentar a arte como algo possível e viável a qualquer pessoa.

expo_revolucao_tiago_abs– A intenção do Apresentar, através das obras, com diferentes suportes e técnicas, a arte como uma maneira de expressão, de conexão e de auto-conhecimento. Mostrar que podemos nos expressar de maneira artística a partir de pequenas experiências e da simplicidade.

As obras de arte expostas exploram várias técnicas como xerox, jato de tinta, desenho e colagem.

O artista já apresentou trabalhos em Macaé, Rio das Ostras, Rio de Janeiro e no distrito de Casimiro de Abreu, Barra de São João.

A exposição Revolução ficará no Museu Casa de Casimiro até o dia 20 de fevereiro.

Ficha Técnica:
Curadoria e Produção:
Tiago Abs
Produção Executiva:
Carol Magalhães
Assessoria de Imprensa:
Michelle Reis

Realização:
Fundação Cultural de Casimiro de Abreu
Museu Casa de Casimiro de Abreu

Patrocínio:
Macasara
HD Lan House

O Museu Casa de Casimiro fica na Pça. As Primaveras – Barra de São João – RJ – Brasil

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Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra, faz Roda de Choro com grandes instrumentistas, neste sábado

Num ambiente natural, bem no seio da Mata Atlântica, encontro reúne Chorões para celebrar os ‘novos tempos vindourouros’ e o lançamento das exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

Para celebrar o fim de um ciclo e o recomeço de outro com o ‘renascimento do mundo’, a Casa Cultural Mata Atlântica promoverá uma Roda de Choro, neste sábado, 22/12/2012. A iniciativa é do violonista e um dos coordenadores da Casa Cultural Mata Atlântica, Rúben Pereira. Rubinho como é conhecido e integra o grupo de choro Coletivo Só Pra Moer, entre tantas outras ações envolvendo o gênero musical brasileiro.

A roda reunirá instrumentistas de Nova Friburgo, Lumiar, Macaé e de diversas cidades da região. Entre eles, Maurício Barreto, arranjador, professor de música e diretor do Estúdio de Música Livre, em Lumiar.

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Exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras começam neste final de semana e seguem até fevereiro

Além da roda de choro, quem for à Casa Cultural Mata Atlântica neste dia poderá ver a abertura das exposições ‘Memória Macaense’, feita também pesquisador de história regional, Rúben Pereira, criador do Observatório da Memória Macaense, e ‘Hemeroteca Digital de Rio das Ostras’, organizada pela jornalista e diretora d’O Polifônico (www.opolifonico.wordpress.com), Leonor Bianchi.

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Citação mais antiga feita a Rio das Ostras num livro impresso no Brasil. Foi em 1834. O Volume: Annaes do Rio de Janeiro, escrito por Balthazar da Silva Barbosa.

Ambas as exposições ficarão expostas na galeria de artes da Casa até o início de fevereiro, mas fora dos finais de semana e feriados é preciso agendar a visitar.

A Casa conta ainda com o Empório Mata Atlântica, que serve pratos típicos da serra friburguense, comidas naturais, cachaças especiais e cervejas artesanais. Na lojinha do Empório é possível encontrar produtos artesanais, vinhos, cachaças, cafés especiais, pimentas, chocolates, compotas, geleias, orgânicos, e uma livraria especializada em obras sobre meio ambiente e história fluminense.

Para saber mais sobre a Hemeroteca Digital de Rio das Ostras acesse:

http://www.facebook.com/HemerotecaDigitaldeRiodasOstras

Para conhecer o Observatório da Memória Macaense, acesse:

http://www.facebook.com/memoriamacaense

Para mais informações, acesse a Fan Page da Casa Cultural Mata Atlântica:

http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689

ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

 

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Casa Cultural Mata Atlântica fará Roda de Choro do Renascimento do Mundo

Posted in Cultura, Estereofonia, Nova Friburgo by ImprensaBR on 17/12/2012
roda de choro do renascimento do mundo

A Casa Cultural Mata Atlântica está localizada na
A Casa Cultural Mata Atlântica fica na Estrada Manoel Knupp (ou Estrada das Caracas), S/N, em São Pedro da Serra, Nova Friburgo (RJ).

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São Pedro da Serra ganha novo espaço de cultura

casa_da_mata_atlanticaFoi inaugurada, no dia 1 de novembro, a Casa Cultural Mata Atlântica. A Casa fica em São Pedro da Serra, Nova Friburgo e está aberta com uma extensa programação cultural.

Na Casa funciona o Empório Mata Atlântica com seu restaurante e a venda de produtos orgânicos, vinhos, pães e bolos integrais, compotas, conservas, cachaças de todo o Brasil e cervejas artesanais. Ainda na lojinha do Empório, podem ser encontrados artigos de vestuário feitos por artesãos de Nova Friburgo, artesanatos brasileiros e uma livraria especializada em história regional e meio ambiente.

Na última semana do ano (data a confirmar) acontecerá uma roda de choro com grandes instrumentistas. Além da música, a programação se estende ao cinema com o Cineclube Mata Atlântica, que realiza sessões aos sábados e domingos com entrada franca (acompanhe a programação do Cineclube através da fan page da Casa).

Videoteca Cinema Popular Brasileiro

A Casa Cultural Mata Atlântica guarda o acervo da Videoteca Cinema Popular Brasileiro. São centenas de títulos que podem ser assistidos na própria Casa, nas sessões do Cineclube ou em sessões pré-agendadas.

Os filmes da Videoteca podem ser solicitados para exibições em associações de diversas naturezas, escolas públicas e projetos de diversas naturezas. Para solicitar algum título é necessário enviar um e-mail para a Casa.

A Casa recebe reservas para hospedagem e camping.

Para saber mais sobre a Casa Cultural Mata Atlântica, acesse http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689, ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

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Rio das Ostras ganha livro sobre a história recente do município contada através da imprensa local

Em breve, Rio das Ostras terá seu primeiro livro dedicado à história local através do olhar da imprensa regional. Trata-se de ‘A imprensa na cidade que mais cresceu no Brasil – A história recente de Rio das Ostras revisitada em matérias jornalísticas produzidas entre 2005 e 2008′.

O livro faz parte do projeto Cadernos de Comunicação, criação da jornalista e editora deste jornal, Leonor Bianchi. O primeiro volume dos Cadernos abre a Série Memória da Imprensa Riostrense.

A publicação é independente e sairá pela editora #ruap em formato impresso (para demanda) e digital (CD).

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Beira Rio, documentário de Diogo Costa, vencedor da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é o filme da sessão do Cinelube Cinemofônico desta terça-feira

Posted in Cineclube Cinemofônico, Cultura, Meio Ambiente, Videofonia by ImprensaBR on 27/11/2012

BEIRA RIO (documentário, 2011) from Diogo Costa Pinto on Vimeo.

Direção: Diogo Costa Pinto

Tempo de duração: 43min, Brasil, 2011

Gênero: Documentário

Ano: 2011

País de origem: Brasil

Estado/ Cidade: São Paulo/ São Jose dos Campos

Sinopse: No município de São José dos Campos uma comunidade se instala à beira rio para sobreviver dos benefícios da pesca. São 140 pessoas, a maioria ligada por laços de parentesco, que contam sobre sua identidade, suas dificuldades, sua relação com a família e os vizinhos, suas crenças e aspirações futuras.

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Sarau Musical na Casa Cultural Mata Atlântica

Posted in Cultura by ImprensaBR on 22/11/2012

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Veja quem foram os filmes vencedores da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura by ImprensaBR on 12/11/2012

Beira Rio, de Diogo Costa Pinto foi o grande vencedor da mostra competitiva da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro com 122 curtições. Tudo volta para o mesmo lugar, de Marcus Curvelo com 54 ficou em segundo e em terceiro, Retrato Invisível, Denise Soares.

No município de São José dos Campos uma comunidade se instala à beira rio para sobreviver dos benefícios da pesca. São 140 pessoas, a maioria ligada por laços de parentesco, que contam sobre sua identidade, suas dificuldades, sua relação com a família e os vizinhos, suas crenças e aspirações futuras.

Os três filmes ganharão a tradução e a legendagem de seus filmes para o inglês através da empresa BVaz Idiomas, parceira da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro e quem oferece os prêmios.

 

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Segue online a 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Editorial, Educação, Estado, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 07/11/2012

LB

Começou na quinta-feira dia 1 a 9a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro. Este ano a mostra acontece presencialmente em espaços culturais de São Pedro da Serra e no Sarau Monster, dia 11, em Barra de São João, e também online, através do site da mostra (www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com).

Mais um ano de sucesso e reconhecimento do público são pedrense, que na noite de sábado lotou o espaço da sala de cinema da Casa dos Saberes e aplaudiu de pé a sessão!

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é competitiva para os filmes que estão no site, e o público pode curtir através do botãozinho do Facebook os filmes que mais gostar. Os três filmes mais curtidos ganharão a tradução do roteiro para o inglês. a premiação é oferecida pela empresa BVaz Idiomas, parceira da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro.

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro passou ainda pela Casa Cultural Mata Atlântica, na Bocaina dos Blaudts, em São Pedro da Serra, onde foi exibido no dia 1, durante a abertura da mostra, o curta-metragem dirigido por mim ‘O Povo do Cinema de Lumiar’. O filme foi gravado em 2004 e exibido naquele ano na primeira edição da mostra no vilarejo friburguense. Com depoimentos de muitos moradores tradicionais da cidadezinha, o filme é um documento importante para a memória local e ficou marcado na história de Lumiar como sendo o segundo filme a ser rodado no lugar. Nos anos 70 uma obra abordando a Coluna Prestes, que esteve ali, foi gravado em Lumiar. Depois de sua exibição em 2004, o curta O povo do Cinema de Lumiar não tinha mais sido exibido para o público local, oque transformou a sessão de abertura da 9a Mostra cinema Popular Brasileiro um momento muito especial.

Para assistir aos filmes da mostra, acesse http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com.

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9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro começa nesta quinta-feira, dia 1°

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 30/10/2012

Sessão de abertura será durante a pré-inauguração da Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra 

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro começa nesta quinta-feira dia 1°, véspera de feriado nacional de finados, e segue até 12 de novembro. Este ano, pela primeira vez a mostra acontece também pela Internet. Na programação presencial duas cidades participam damostra: Nova Friburgo, onde a mostra começou, em 2004, e Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu, inseridaeste ano no circuito de exibição da mostra.

Exibições pela Internet possibilitarão ampliação do público

No dia 1°, a mostra abre o calendário 2012 pela Internet,pelo site www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.comonde todos que assistirem aos filmes poderão votar através do botão Curtir e ajudar a eleger os três melhores filmes da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro.

E embora a Internet tenha mudado um pouco o perfil da mostra, sua idealizadora e coordenadora geral, Leonor Bianchi, acredita que o ponto positivo dessa mudança seja a ampliação do acesso do público aos filmes da mostra, possibilitado pela exibição online dos mesmos. Ela afirma, que esta é uma nova maneira de assistir cinema, que se impõe cada vez mais, e a mostra quer conhecer quem são os realizadores que trabalham também para o ambiente virtual,e quem é o público do cinema exibido na rede.

Segundo a produção da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, este ano a mostra recebeu filmes de todas as regiões do Brasil, mas pelo fato de ter aberto sua programação também de forma online, houve uma redução significativa do número de filmes inscritos. “Sempre fizemos a mostra de maneira não competitiva e sempre recebemos filmes de excelente nível de todo o Brasil. De dois anos para cá escolhemostentar desenvolver um perfil competitivo além dos Panoramas Informativo, e Regional e isso atraiu mais inscrições, o que é um dado; as pessoas procuram inscrever seus filmes em mostras e festivais que tenham premiações. Este ano, pelo fato de termos levado a plataforma de exibição da mostra para o ambiente virtual, extrapolando as janelas das salas de cinema convencionais, comerciais ou em salas de cinema digital de centros culturais e educativos recebemos menos filmes que nos anos anteriores, cerca de 30% a menos”, comenta a idealizadora da Mostra Cinema Popular Brasileiro, Leonor Bianchi, explicando que muitos realizadores não inscrevem seus filmes porque em nível nacional e internacional centenas de mostras e festivais de cinema exigem que a obra seja inéditainclusive e, sobretudo, na Internet.

Mostra volta para Friburgo, na serra, mas terá sessão em Barra de São João, no mar

Ela comenta ainda, que depois de um ano sem acontecer em Nova Friburgo a mostra volta para o município para ficar e consolidar seu espaço no cenário das atividades artísticas, culturais e turísticas de São Pedro da Serra. “Ano passado a mostra aconteceu em Macaé e Rio das Ostrasquebrando um ciclo de sete anos sem interrupção de sua realização em Friburgo,nos distritos de Lumiar e São Pedro da Serra. A mostra aconteceu em 2004 em Lumiar e já no ano seguinte foi para o Espaço Cultural São Pedro da Serra, onde ficou até 2010.

Este ano conquistamos uma nova parceria em São Pedro da Serra; a Casa dos Saberes. A Casa é coordenada pela advogada e educadora ambiental, Lia Caldas, e por Reinaldo Queiroz, morador antigo de São Pedro,pessoa envolvida desde sempre com as atividades culturais locais, e conta ainda com a colaboração de um extenso coletivo de militantes e ativistas ambientais e culturais de são Pedro da Serra e região. Seu público frequentador é eclético e vai desde o morador local, o agricultor, os educadores, os estudantes, as crianças… chegando aos turistas, atraindoos curiosos. Só por essa variedade de possibilidades de público que encontramos na Casa dos Saberes para dialogar com a mostra já estou empolgada com a parceria e com as exibições que acontecerão lá. Tenho certeza que serão dois dias intensos de exibição, além de estarmos dentro de um feriado nacional quando a mostra passar por lá”, destaca Leonor.

Ao todo serão exibidos 48 filmes durante a mostra. Escolha a sua sessão presencial ou virtual… e curta!

Os três filmes mais curtidos pelo público ganharão a tradução de seu roteiro para o inglês. Os prêmios são oferecidos pela empresa Bvaz Idiomas, parceira da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro é realizada pelo jornal O Polifônico – Jornalismo de Intervenção (www.opolifonico.wordpress.com), Escola Livre de Comunicação e Artes (ELCA) (www.escolalivredecomunicacaoeartes.wordpress.com), com apoio da Associação Cultural Rio das Artes (ACRA,) (www.associacaoculturalriodasartes.wordpress.com), Bvaz idiomas (www.bvazidiomas.com.br) e Videolog.

Casa Cultural Mata Atlântica faz sua pré-inauguração com exibição do documentário ‘O povo do cinema de Lumiar’ gravado há nove anos e nunca mais exibido em público

Ainda na abertura da mostra haverá uma sessão especial durante a pré-inauguração da Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra. Na sessão será exibido o curta-metragem documentário da jornalista e idealizadora da Mostra Cinema Popular Brasileiro ‘O povo do cinema de Lumiar’,realizado em 2004 e exibido apenas na primeira edição da mostra e nunca mais assistido novamente pelos moradores locais,que participaram do filme e pelas novas gerações. Na sequencia serão exibidos outros curtas. A sessão está marcada para às 18h00, e o endereço é Estrada Manoel Kinupp S/N°, Bocaina, São Pedro da Serra, Nova Friburgo (RJ).

No final de semana seguido do feriado de finados, nos dias 3 e 4 a mostra acontecerá na Casa dos Saberes, em São Pedro da Serra, às 19h, mantendo sua programação na Serra do Alto Macaé.

Mostra também terá sessão especial no Monster sarau, em Barra de São João

No dia 11, durante o Sarau promovido pelo Coletivo Monsterem Barra de São,mais curtas serão exibidos dentro da programação da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, que termina no dia 12 de novembro.Neste dia, a mostra acontecerá na Av. Oceânica N°, 249, Pousada da Barra, N◦ 249. A sessão vai acontecer dentro da programação do Sarau, marcado para começar a partir das 16h.

O coletivo Monster é formado por alunos do curso de produção Cultural da UFF PURO de Rio das Ostras e por moradores e agentes culturais de Rio das Ostras, Barra de São João e outras cidades da região. Leia mais sobre (link sobre o coletivo publicada em O Polifônico em meados de setembro).

Todas as sessões da 9ª Mostra Cinema popular Brasileiro têm entrada franca. A Classificação Indicativa dos filmes deve ser verificada na Programação.

Veja a Programação:

http://mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com/programacao-9a-mostra-cinema-popular-brasileiro/

Contato para mais informações: cinemapopularbrasileiro@gmail.com

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Grandes nomes do Choro farão Oficina em Rio das Ostras

Posted in Articulistas, Cidade, Cultura, Educação, Estado, Estereofonia by ImprensaBR on 18/10/2012

Por Rúben Pereira*

O Painel Funarte de Música Popular estará em Rio das Ostras entre os dias 05 e 11 de novembro reunindo músicos e estudantes de Música de Rio das Ostras e região para uma semana de aperfeiçoamento e aprendizado com grandes nomes da Música Brasileira.

Numa realização da FUNARTE em parceria com o Rio das Ostras C&VB serão realizadas oficinas gratuitas voltadas para a técnica e excelência artística e com o objetivo de qualificação de músicos, seu aperfeiçoamento, a intensificação dos intercâmbios com trocas de experiências e a disseminação de conhecimentos e práticas de educação musical.

As aulas serão com renomados professores da Escola Portátil de Música (www.escolaportatil.com.br).

Virão a Rio das Ostras mestres do Choro Brasileiro e grandes músicos e compositores do cenário carioca. Os músicos terão a oportunidade de aprender e aperfeiçoar conhecimentos com Mauricio Carrilho, Violão; Luciana Rabello, Cavaquinho e Apreciação Musical; Naomi Kumamoto, flauta; Pedro Amorim, Bandolim; Rui Alvim, Clarineta; Celsinho Silva, Pandeiro.

Conheça um pouco de cada Mestre Oficineiro

Mauricio Carrilho é violonista, compositor e arranjador. Integrou o seminal grupo “Carioquinhas no Choro” onde ao lado de Raphael Rabello fazia as partes de violão quando ainda tinham 14 e 16 anos respectivamente. Fez parte da “Camerata Carioca” junto de Radamés Gnatalli e tocou e arranjou para artistas como Nara Leão e Elizeth Cardoso. Em 2000 fundou a primeira gravadora dedicada ao Choro em nosso país, a Acari Records. É fundador da Escola Portátil de Música, um dos projetos de musicalização de maior sucesso em nosso país.

Luciana Rabello, cavaquinista e compositora. Irmã do gênio do violão Raphaell Rabello, falecido precocemente. Luciana tocou com todos os grandes da Música Brasileira. Durante muitos anos foi a cavaquinista mais chamada para gravações no Brasil, numa lista que vai de Chico Buarque e Maria Bethânia, passando por Nelson Sargento, Toquinho e Baden Powell. Integrou o regional “Carioquinhas no Choro” e a primeira formação da “Camerata Carioca”. É sócia de Mauricio Carilho na gravadora Acari e coordenadora da Escola Portátil de Música. É casada com o maior poeta da música Brasileira de todos os tempos, Paulo Cesar Pinheiro.

Naomi Kumamoto, natural de Kobe no Japão, Flautista, Pianista e compositora apaixonou-se pelo Choro e hoje está radicada há 10 anos no Rio de Janeiro onde leciona na Escola Portátil e toca com grandes músicos do gênero. É responsável pelo Festival de Música Brasileira em Kobe, tornando-se uma espécie de embaixatriz do Choro no Japão.

Pedro Amorim, Bandolinista, cavaquinista, violão-tenorista e compositor. Fundador de grupos como o “Nó em Pingo d’água”, Pedro Amorim é figura constante em rodas de Choro e Samba no Rio de Janeiro. Sempre se destacou por suas pesquisas acerca da obra de compositores como: Ernesto Nazareth, Luperce Miranda e Claudionor Cruz. Professor na Escola Portátil.

Rui Alvim, Clarinetista e Saxofonista, integra diversos grupos onde destaca-se o aplaudido “Água de Moringa”. Português radicado no Brasil é frequentemente chamado para gravações com grandes nomes da Música Brasileira. É professor de Saxofone na Escola Portátil de Música.

Celsinho Silva, Pandeirista, percussionista e compositor. Filho do Mestre Jorginho do Pandeiro, foi criado entre os maiores instrumentistas do país. É sobrinho do falecido Dino 7 cordas. Tocou com todos os grande da Música Brasileira numa lista infindável que vai de Orlando Silva, Marçal e Baden Powell passando por Elizeth Cardoso, Ney Matogrosso e Paulinho da viola, do qual faz parte de sua banda. Celsinho integrou os “Carioquinhas no Choro” e a Camerata Carioca”. É fundador do grupo “Nó em pingo d’água” e professor na Escola Portátil de Música.

As oficinas acontecerão entre os dias 05 e 11 novembro, com carga horário total de 40 horas e além dos músicos locais, serão selecionados músicos de outros municípios para participar, perfazendo um total de 160 músicos.

Abaixo a listagem de professores, seus respectivos instrumentos e oficinas e as vagas disponibilizadas:

Mauricio Carrilho – violão – 25 alunos

Luciana Rabello – cavaquinho – 25 alunos / apreciação musical – todos os alunos inscritos

Naomi Kumamoto – flauta – 25 alunos

Rui Alvim – saxofone – 25 alunos / clarineta – 25 alunos

Pedro Amorim – bandolim – 15 alunos

Celso Silva – pandeiro – 25 alunos / percussão – 25 alunos

Aulas práticas de conjunto – todos os alunos inscritos

As aulas serão ministradas no Centro de Formação de Música e Dança (Onda) e em outros locais a serem confirmados.

As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail: musica.funarte@gmail.com

É uma oportunidade imperdível de aprender e trocar experiências com músicos de alto quilate.

* Rúben Pereira é editor do Caderno de Cultura d’O Polifônico, músico, violonista de 7 cordas, integrante do Coletivo Só Pra Moer, foi aluno de Maurício Carrilho e Luciana Rabelo nas oficinas de choro na UFRJ (Lapa) na fase pré Escola Portátil, aluno fundador da escola Portátil de Música, idealizador do festival Benedicto Lacerda, do Observatório da Memória Macaense, da Roda Rio de Choro e da Maratona Cultural, é um dos diretores da Associação Rio das Artes (ACRA) e coordenador musical da Escola Livre de Comunicação e Artes. 

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Painel Funarte de Música Popular será realizado em Rio das Ostras

Posted in Cidade, Cultura, Estado, Estereofonia by ImprensaBR on 16/10/2012

A FUNARTE realizará em Rio das Ostras o Painel Funarte de Música Popular, uma série de oficinas gratuitas voltadas para a técnica e excelência artística que tem como objetivo a qualificação de músicos, seu aperfeiçoamento, a intensificação dos intercâmbios com trocas de experiências e a disseminação de conhecimentos e práticas de educação musical.

 Estas oficinas acontecerão entre os dias 05 e 11 novembro, com carga horário total de 40 horas e além dos músicos locais, serão selecionados músicos de outros municípios para participar, perfazendo um total de 160 músicos.

As aulas serão com renomados professores da Escola Portátil de Música (www.escolaportatil.com.br) que tem apoio da UNIRIO.

Segue listagem de professores e vagas disponibilizadas:

Mauricio Carrilho – violão – 25 alunos

Luciana Rabello – cavaquinho – 25 alunos / apreciação musical – todos os alunos inscritos

Naomi Kumamoto – flauta – 25 alunos

Rui Alvim – saxofone – 25 alunos / clarineta – 25 alunos

Pedro Amorim – bandolim – 15 alunos

Celso Silva – pandeiro – 25 alunos / percussão – 25 alunos

Aulas práticas de conjunto – todos os alunos inscritos

As aulas serão ministradas no Centro de Formação de Música e Dança (Onda) e em outros locais a serem confirmados.

As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail: musica.funarte@gmail.com

 

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Mostra de cinema de Rio das Ostras apresenta filmes selecionados para 2012

Posted in Cidade, Cultura by ImprensaBR on 08/10/2012

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro apresenta a relação de filmes selecionados para edição 2012.

O projeto acontece nas cidades de Rio das Ostras, Macaé e Nova Friburgo e pela Internet de 1° a 12 de novembro de 2012.

A Mostra acontece na cidade de Rio das Ostras, região dos Lagos, Rio de Janeiro e também pela Internet.

As aventuras de Seu Euclides: Lambesujo e Caboclinhos

Diretor: Marcelo Roque Belarmino

Promessa

Diretor: Marcos Teles

A Melhor Idade

Direção: Angelo Defanti

Beira Rio

Direção: Diogo Costa Pinto

Printemps

Direção: Gabriel Kalim Mucci

O Cidadão Caryuka

Direção: Hélio Rodrigues

Aconteceu no ABC

Direção: Jhony Gusmão e Bero Carvalho

Nem que tudo termine como antes

Direção: Mariana Martinez e Daniel Caselli

Pequeno

Direção: Ernesto Molinero

Abelardo

Direção: Ane Siderman

Patápio

Direção: Alexandre Palma

Gigantes da Alegria

Direção: Ricardo rodrigues e Vitor Gracciano

A Lenda da Lagoa Vermelha II – A Vingança

Direção: Eutímio Carvalho

Não Vá Ferir o Coração de Lourival Machadinha

Direção: Pedro Murad

Perfídia

Direção: Ramon Navarro

O Cangaceiro

Direção: Marcos Buccini

Ilhas Cayman

Direção: Gabriel Perrone

Caliope

Direção: Helena Guerra

Abraços na Escuridão

Direção: Bruno Barrenha

Assis que se faz

Direção: Carlos segundo

Hooji  法事

Direção: Marcello Quintella e Boynard

Memoriam – um filme sobre uma cidade inventada

Direção: Johil Carvalho e Sérgio Lacerda

Sandra

Direção: Allex Medrado

Picote Constelado

Direção: Lívia Fernandez e Allex Medrado

Pique-salva

Direção: Antonio BalbinoANTONIO BALBINO

Os vingadores da província

Direção: Ricardo Leite

Fuga

Direção: Laura Barile

Variações sobre um mesmo tema

Direção e Produção: Fernando Timba, Thiago Amaral

E aquele projeto ainda estará no ar

Direção: Laura Barile

O fim do recreio

Direção: Vinicius Mazzon e Nélio Spréa

Retrato Invisível

Direção: Denise Soares

Pedras pretas Itaúnas de São Benedito e São Sebastião

Direção: Marcos Valério Guimarães

Desvelo 

Direção: Clarissa Rebouças

Marcha à Ré no Ano do Dragão

Direção: Pedro Barbosa

Uma noite

Direção: Daniela Santos

Cataventos

Direção: Phydias Barbosa

Jorge Poema

Direção: Rafael Costa

Zé Rangel

Direção: Rafael Costa

Brasil, ame-o ou deixe-o!

Direção e Produção: Ramon Mulin

Ciranda

Direção: José Carlos Sachetti Júnior (Zeca Sachetti)

Dona

Direção: Raylane Cardoso

Capoeira mandou me chamar

Direção: Mariane Nascimento

Truks

Direção: João Inacio

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Mostra de Cinema de Rio das Ostras apresentará filmes selecionados no próximo final de semana

Posted in Cidade, Cultura, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 02/10/2012

Por LB

A equipe de produção da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontece em Rio das Ostras, Macaé, Nova Friburgo e através da Internet em novembro próximo está na reta final da seleção das obras inscritas para a edição 2013.

Este ano a Mostra recebeu mais de 700 filmes de todas as regiões do Brasil. Destes, a Curadoria escolherá aproximadamente 60 para serem exibidos este ano. São produções que infelizmente não chegam às salas de cinema e que, através da mostra, o público dessas três cidades tem a oportunidade de conhecer.

Este ano a Mostra Cinema Popular Brasileiro inova e leva as exibições dos filmes para o ambiente virtual. Sim, a Mostra Cinema Popular Brasileiro acontecerá também pela Internet e o público ajudará a escolher os três melhores filmes da mesma. Os três vencedores ganharão a tradução de suas obras para o inglês pela empresa BVaz Idiomas, parceira da Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Se você inscreveu seu filme na Mostra, fique atento; no próximo sábado os selecionados serão divulgados no site do projeto: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é uma produção do jornal O Polifônico com apoio cultural da Associação Cultural Rio das Artes (ACRA).

Além da BVaz Idiomas, é parceiro da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro a plataforma Videolog.

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Festa Monster: Mais que uma festinha, um movimento cultural inteligente, feito por quem de fato está trabalhando para o engrandecimento da cultura local

Posted in Cultura, Editorial, Região by ImprensaBR on 24/09/2012

Por LB

Parece que a festa Monster veio pra ficar! E que bom! Necessária, é muito mais que uma festinha com um bando de jovens enchendo a cara; é um espaço para artistas mostrarem seus trabalhos e para o público trocar cara a cara com o artista.

A proposta de compartilhar o momento da exposição de artes com a apresentação de bandas e colocar o artista de frente para o seu público possibilita o encontro de personagens que se complementam; a obra de arte, o expectador e o criador. Uma proposta nova dentro de tudo o que já vi nesses oito anos de jornalismo em Rio das Ostras e região. Geralmente vemos propostas de projetos que voltam-se para uma linguagem artística específica. A festa Monster faz diferente; coloca várias linguagens em diálogo no mesmo espaço, ao mesmo tempo e, de bossa, leva (convida) o artista a apresentar sua obra diretamente para o público. Sabe-se lá o que seria acompanhar a galeria mais famosa do Museu de Arte Moderna (escolha o seu, fico com o do Rio mesmo) com o curador da exposição ao seu lado? Imagine ter o pintor, o escultor, o fotógrafo, o compositor ali conversando com você sobre o processo de criação de seu trabalho artístico! Esta é uma das ideias da Monster que gostaria de destacar, pois ela coloca a Monster numa direção mais conceitual, mais autoral e menos ‘indústria cultural’, marca dos projetos que vemos hoje na Cultura regional.

Projeto é organizado por gente da terra! Dá-lhe identidade cultural local e sua capacidade de dialogar com as múltiplas culturas que vem de todos as regiões do Brasil para a nossa região em função do arranjo produtivo do petróleo e gás da Bacia de Campos!  

Vamos dialogar com as múltiplas identidades? Vamos, sempre, mas sem deixar que nossa identidade local, nossas tradições culturais sejam suplantadas. O territorialismo veio à tona na segunda festa Monster e no meu entender é uma das marcas mais significativas e que deve ser exaltada deste projeto. A marca dessa produção é sua capacidade dialógica com a tradição local e a absorção das novas expressões culturais brasileiras.

Por isso, seria bacana ainda identificar as personagens envolvidas na produção desta segunda festa Monster. Parte dos jovens mobilizadores culturais, pois é isso que eles são para além de produtores culturais – estuda Produção Cultural no Polo Universitário de Rio das Ostras (PURO – UFF) e tem  entre 20 e 24 anos. Outra parte, que aliás, criou e também trabalha muito no projeto, é gente da terra, garotada local, ‘tudo sangue novo e cheio de gás’ para trabalhar e mostrar a cultura e a arte desta região.

Isto é muito importante ser dito, uma vez que vemos nossa cena cultural ser invadida por gangues que não tem nenhuma relação com a cidade, por pessoas que estão aqui apenas para explorar os recursos materiais da região, fartos orçamentos e possibilidades de patrocínios viabilizados mediante compra de votos…

Importantíssimo identificar os atores que estão à frente deste movimento cultural – é assim que vejo hoje a festa Monster (ela é muito mais que uma festa, já está se transformando num movimento!, atente para isto, Produção!!!), pois são com eles que precisamos dialogar. São eles os responsáveis por colocar cerca de 200 jovens numa casa na tarde de um sábado nublado, em Barra de São João, para ‘consumir’ cultura e arte sem grana de partido, sem abordagem de candidatos por trás, sem interesses em transformar a proposta numa mercadoria à venda para a próxima gestão municipal. Esses para mim são os verdadeiros promotores da cultura local!

Fico orgulhosa de ser amiga de vocês, Darlan e Genaro, e de ter participado do pontapé que ajudou a criar o primeiro esboço do que hoje é a festa Monster.

Tiago Gonçalves, aluno da UFF, morador raiz de Barra de São João e organizador da Monster, além de profissional é um anfitrião que deixa a todos super em casa…

Parabéns a Dayane Lima, Fran (novas alternativas para a luz da festa!!), Moema, a galera toda que acreditou e levou seus trabalhos para serem expostos: o Fotógrafo Maurício Porão (trabalho pra ganhar o mundo!!! sendo exposto aqui do lado, galera!!! Atenção!), os demais fotógrafos, o professor de história de Conceição de Macabu, Ramon Mulin e aos seus alunos um parabéns especial pelo filme Brasil, ame-o ou deixe-o, de fotografia impecável (parece que foi feito por gente que estuda cinema!!! também e não apenas história…muito bom saber que cinema já adentrou os espaços escolares!!!), ao Vitor, que palestrou sobre software livre e levou sua instalação Metareciclagem para expor, às alunas do Polo, Tati Nogueira e Antonella Abreu, que se apresentaram na festa, a todos os músicos e demais organizadores, colaboradores.

Vida longa à festa Monster!

Conselho Popular de Cultura de Rio das Ostras

Quero aproveitar para deixar um convite aos ativistas do setor cultural de Rio das Ostras e região. Façam parte do Conselho Popular de Cultura de Rio das Ostras. O conselho é de Rio das Ostras, mas entendemos que as ações no setor precisam ser integradas (como a Monster…) e interregionais, portanto incentivamos que em Barra de São João seja criado também um Conselho Popular de Cultura. É preciso fazer arte, mas é arte também se faz com base política. Amadureçam também neste sentido para ganhar espaço e voz em um assunto que lhes diz (e muito) respeito. Mãos à obra!

Abaixo uma galeria de fotos da 2a Festa Monster Artes Integradas, que rolou no último sábado, em Barra de São João (Casimiro de Abreu), RJ.

Créditos das Fotos: Rúben Pereira

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Rio das Ostras terá uma Hemeroteca Digital: Projeto desenvolvido pelo jornal O Polifônico é pioneiro na imprensa norte fluminense

Estou desenvolvendo um trabalho lindo e necessário.

Bem, eu acho que seja…

É a criação de uma Hemeroteca Digital para disponibilizar tudo o que a imprensa brasileira já publicou sobre a cidade de Rio das Ostras desde os mais remotos tempos da imprensa no Brasil.

O projeto é ousado e ainda corre na base da vontade de fazer, ou seja, sem patrocínio.

Nesta postagem, disponibilizo um pouquinho da pesquisa que estou fazendo na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, cuja catalogação já está concluída.

Na foto da página do Correio da Manhã (editado de 1901 a 1974) vemos a primeira citação a Rio das Ostras feita pelo jornal. A data? Era dia 11 de setembro de 1926!!! Você nem imaginaria que isso pudesse ter acontecido, não… Rio das Ostras estar tão evidente na imprensa dos anos 20 do século XX. Mas esteve. E através deste projeto, estou trazendo toda essa história à tona.

E ainda dizem que Rio das Ostras começou a figurar no cenário nacional apenas em função do petróleo, há 20 anos.

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O Polifônico debate a gestão cultural em Rio das Ostras para os próximos 8 anos. Faça seu vídeo e envie para nós. Queremos saber que política cultural você quer para Rio das Ostras.

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Rio de Janeiro sedia amanhã Seminário Nacional de Comunicação para a Cultura

Posted in Brasil, Cidadania, Comunicações, Cultura by ImprensaBR on 18/09/2012

O famoso prédio onde funciona o Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio, receberá, a partir das 9h00 desta terça-feira (18), o Seminário Nacional de Comunicação para a Cultura.

O seminário, que acontecerá no Auditório Gilberto Freyre tem como objetivo iniciar um grande debate nacional sobre políticas públicas de comunicação para a cultura e reunir ideias que circunscrevam e conceituem esse campo a partir da perspectiva do poder público, das universidades, dos (as) ‘fazedores (as) de cultura’, dos (as) comunicadores (as) populares e dos movimentos organizados que atuam nessa interface. Este Seminário será aberto à participação do público.

No evento, além de estimular uma reflexão e discussão sobre o campo da comunicação e da cultura, será apresentado o Programa Comunica Diversidade, em processo de construção no âmbito do Sistema MinC e coordenado pela Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. O Programa tem como intuito estimular iniciativas que ampliem e promovam o direito à comunicação e o exercício do pleno direito à liberdade de expressão cultural.

O Seminário será realizado no Auditório Gilberto Freyre do Palácio Capanema, à rua da Imprensa, 16, Centro, RJ, no dia 18 de setembro, das 9:30  às 19:00. Confira aqui a programação do Seminário.

Oficina de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação

A Oficina de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação será restrita a cerca de 120 convidados e representa o momento de formulação, pela sociedade civil, da política pública de comunicação para a cultura que orientará a elaboração de um plano setorial composto das ações que entrelaçam a comunicação à cultura para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Cultura (PNC), até 2020.

Durante dois dias da Oficina, a pluralidade de vozes que sustenta a polifonia brasileira – negros, indígenas, intelectuais, ativistas, pessoas com deficiência, pessoas em sofrimento mental, comunidades tradicionais, fazedores da cultura popular, mulheres, representantes do movimento LGBT, do governo federal, ribeirinhos, pontos de cultura, midialivristas, segmentos organizados de rádio, televisão, audiovisual e internet, nas suas dimensões independente, comunitária, pública e privada – estará reunida para contribuir na proposição de ações de Comunicação para a Cultura, que resultarão no Programa Comunica Diversidade, do Ministério da Cultura.

As ações estabelecidas no PNC serão desdobradas em ações mais específicas no sentido de abarcar os cinco eixos do Programa, a saber: Eixo 1 – Educar para Comunicar, Eixo 2 – Produção e Distribuição de Conteúdos Culturais, Eixo 3 – Meios para a Comunicação, Eixo 4 – Comunicação e Protagonismo Social e Eixo 5 – Comunicação e Renda, buscando debater e consolidar o Programa Comunica Diversidade como uma agenda central no âmbito da cultura.

A Oficina acontece no Hotel Scorial, à rua Bento Lisboa, 155, Largo do Machado, RJ, nos dias 17 e 19 de setembro, das 9:30 às 19:00. Confira aqui a programação da Oficina.

Promovidos pelo Ministério da Cultura e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) esses eventos constituem um processo político que pretende elaborar, de forma colaborativa, uma política pública de comunicação para a cultura para o Brasil contemporâneo. Ao final, será produzido um documento com os termos pactuados para o estabelecimento do Programa.

Fonte: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/2012/09/17/os-seis-eixos-do-programa/

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro, em Rio das Ostras, recebe inscrições de filmes até 22 de setembro

Posted in Cidade, Cultura, Educação, Região, Videofonia by ImprensaBR on 04/09/2012

Projeto provilegia o cinema nacional independente e este ano acontecerá também pela Internet

A 9a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro está com isncrições abertas para recebimento de filmes até 22 de setembro. A mostra terá sessões competitivas e não competitivas, online e presenciais, na cidade de Rio das Ostras (RJ). Podem ser inscritos filmes de curta, média e longa-metragem.

Mostra dá destaque a produções regionais

A mostra permanece incentivando a exibição das produções locais e regionais através do Panorama Produções Regionais, que existe desde sua primeira edição. “Temos muita gente fazendo cinema aqui na região da Baixada Litorânea. Há cineclubes consolidados em Cabo Frio, Búzios, Araruama e Iguaba, por exemplo, que saíram da dinâmica das exibições seguidas de debates (apenas) e estão fazendo filmes também. Em Casimiro de Abreu há um grupo de jovens que já vive de cinema e até saiu do Brasil com um de seus filmes. Mas há uma vasta produção também em outras cidades vizinhas como Macaé, Conceição de Macabu, Trajano de Moraes, Cordeiro, Campos dos Goytacazes, entre outras. A Mostra Cinema Popular Brasileiro atua como uma janela para essas produções, como um momento inicial de apresentação dessas obras audiovisuais, como um momento de o realizador se encontrar com o público que está assistindo pela primeira vez seu filme. Além disso, queremos incentivar essas produções audiovisuais, o estudo e a especialização dos jovens realizadores da região”, destacada a jornalista Leonor Bianchi, idealizadora e curadora da mostra.

Panorama Cinema na Escola integra programa da mostra com estudantes e professores da rede pública
Além das produções regionais, outro destaque da mostra são as produções feitas em ambientes educativos formais, ou não, privilegiadas no Panorama Cinema na Escola. Nele são exibidos, em escolas públicas de Rio das Ostras, filmes produzidos por estudantes através de atividades escolares. O panorama prioriza produções de projetos sociais e/ou de alunos das redes públicas de ensino de todo o Brasil.

O Panorama Cinema na Escola é um espaço especial dentro da mostra, considera a curadora, uma vez que é o momento de o projeto dialogar com um público bastante específico, um novo púbico e um público novo, mas, sobretudo, um momento que revela muitas surpresas quando se trata de mostrar o aluno como protagonista do fazer fílmico, o envolver-se com a realização da obra audiovisual”, considera Bianchi.

Panorama Cinema Socioambiental
Desde que 2007 a Mostra Cinema Popular Brasileiro exibe obras que apontam os debates sobre o homem e o meio, sua cultura e suas tradições, no Panorama Cinema Socioambiental. Este panorama foi tão bem recebido, que em 2007 acabou ganhando uma mostra específica; a Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico, que hoje não existe mais, sendo o Panorama Cinema Socioambiental sua representação dentro da programação da Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Por ser a região onde acontece a mostra, uma área de fortes impactos ambientais pela extração de petróleo na Bacia de Campos, de onde são extraídos cerca de 85% do petróleo brasileiro, muitas iniciativas têm trazido à luz novas produções de filmes que pautam o meio ambiente como tema central. Não só o meio ambiente acaba sendo o tema do panorama, mas em sua órbita, o crescimento das cidades emergentes em função do arranjo produtivo do petróleo e gás, o surgimento das cidades médias e as sequelas das cidades que sofrem com a falta de planejamento, ordenamento e infraestrutura. Nos últimos anos, documentários de cineastas brasileiros renomados ilustraram com peso crítico o Panorama Cinema Sociomambiental na Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Da serra para o mar
Com o propósito de levar o cinema para a comunidade de Lumiar e São Pedro da Serra, distritos rurais de Nova Friburgo, a mostra consolidou-se no município como um projeto pioneiro de exibição de cinema, desde sua primeira edição, em novembro de 2004.

Em 2011, depois de sete anos acontecendo em Friburgo, a Mostra Cinema Popular Brasileiro desceu a serra e veio para a praia trazendo sua programação para Rio das Ostras, cidade onde ainda não há projetos desta natureza e onde há uma crescente demanda por cursos de cinema e vídeo, por cineclubes e por circuitos exibidores que estejam fora dos modelos comerciais vigentes.

Inscreva seu filme agora!
www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

 

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro: Para aonde e porquê marcha a humanidade?

Posted in Brasil, Cidade, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 29/08/2012

LB

Quem já participou ou participa de algum movimento social ou partido político, provavelmente, já se perguntou sobre o que é capaz de mobilizar as pessoas. Ao mesmo tempo em que a resposta parece escorregadia se mostra bastante palpável em alguns eventos que têm sido amplamente noticiados. No Brasil e no mundo se fala de marcha da maconha, marcha contra as drogas, marcha de Jesus, enfim, eventos que têm mobilizado uma quantidade significativa de pessoas.

Entre março e abril de 1930, Mahatma Ghandi e vários de seus discípulos iniciam uma marcha de protesto contra o domínio britânico na Índia. Naquele contexto, a metrópole britânica havia obrigado a Índia, sua colônia, a comprar bens manufaturados apenas do Reino Unido, proibindo os indianos inclusive de extrair sal em seu país. A marcha durou 25 dias, tinha cerca de 400 quilômetros do interior em direção ao litoral e o grupo parava de cidade em cidade para descansar, de maneira que conquistavam cada vez mais adeptos. Em 6 de abril, junto com cerca de 50 mil indianos, Gandhi foi preso, o que não impediu que a marcha chegasse a seu destino nas salinas em direção a Bombaim.

Antes disso, no Brasil, a Coluna Miguel Costa Prestes, mais conhecida como Coluna Prestes, foi um movimento liderado por militares, que faziam oposição à Republica Velha e às classes dominantes da época. Teve início em abril de 1925, no governo de Artur Bernardes (1922-1926).

No início da década de 1920, o Brasil vivia sob o domínio das oligarquias rurais e setores médios urbanos, como os militares, por exemplo, que começaram a questionar este poder e a pressionar por mais investimentos nas forças armadas.

O primeiro levante militar ocorreu no Rio de Janeiro, em 1924. Liderado pelos tenentes do exército, ficou conhecido como Tenentismo. surgiu uma nova rebelião, desta vez em São Paulo. Depois de muitos combates contra as tropas fiéis ao governo, os revoltosos se refugiaram no interior do Estado.

Enquanto isso, Luis Carlos Prestes, também militar, organizava outro grupo no Rio Grande do Sul. Em abril de 1925; as duas frentes de oposição: a Paulista liderada por Miguel Costa, e a Gaúcha, por Prestes, uniram-se em Foz do Iguaçu e partiram para uma caminhada pelo Brasil.

Com aproximadamente mil e quinhentos homens, a Coluna Prestes percorreu 25.000 quilômetros. Durante dois anos e meio atravessou 11 estados. Do sul, o grupo rumou para centro-oeste do país, percorreu o nordeste, até o estado do Maranhão. Na volta, os combatentes refizeram o caminho, até chegar à fronteira com Bolívia.

Nas cidades por onde passava, a Coluna Prestes despertava apoio da população e a atenção dos coronéis, que também eram alvo das críticas do movimento. Sempre vigiados por soldados do governo, os revoltosos evitavam confrontos diretos com as tropas, por meio de táticas de guerrilha.

Por meio de comícios e manifestos, a Coluna denunciava à população a situação política e social do país num ato quixotesco de Prestes. Quixotesco, mas qual visionário não seria um Don Quixote? Com sua marcha, a Coluna ajudou a abrir os caminhos para a Revolução de 30, enfraquecendo ainda mais o já fragilizado  sistema oligárquico vigente.

Luís Carlos Prestes tornou-se o ícone desta Marcha e ficou conhecido como “O cavaleiro da esperança”. Ele não foi o principal líder da Coluna. Quem tomou a frente do percurso foi Miguel Costa. Mas Prestes era o idealizador, aquele que alimentava o sentimento de liberdade política, voto secreto e justiça social.

Ainda no Brasil, em 1964, o Presidente João Goulart anunciou suas reformas de base. Em resposta, um movimento denominado Marcha da Família com Deus pela Propriedade conseguiu mobilizar cerca de 300 mil pessoas em repúdio a Goulart e suas reformas. A mobilização surpreendeu e sinalizou aos militares brasileiros que uma fração significativa da população era avessa às políticas de Goulart. Cientes do apoio da classe média e pressionados pelo governo estadunidense, os militares promovem um golpe de estado que lhes dão o comando das rédeas da nação até 1985. O Brasil passa a ser governado através de Atos Institucionais. Nossos avós e pais viveram um período em que valores democráticos, como a liberdade de expressão e participação política foram absolutamente cerceados. Pessoas foram mortas e muitas famílias desconhecem até hoje o destino que tiveram seu parentes, filhos, irmãos senão silenciados nos porões da Ditadura Militar.

No final da década de 1970, tem inicio um lento processo de redemocratização. Nos dias 10 e 16 de abril de 1984 os opositores do regime mobilizam uma enorme massa populacional, integrada também pela mesma classe média que serviu de base para os militares em 1964. Primeiro na Praça da Candelária, no Rio, depois na Praça do Anhangabaú, em São Paulo, são mobilizadas cerca de um milhão de pessoas. É o movimento das “Diretas Já”. Em 1985 a eleição presidencial não foi direta. Foi eleito por voto indireto Tancredo Neves, assumindo a presidência José Sarney, já que Tancredo faleceu antes de tomar posse. Ambos políticos chancelados pelos militares.

No início de 2011, um protesto chamado “marcha das vadias” se espalhou de Toronto, no Canadá, para outras capitais mundiais como um viral. A causa inicial teria sido o fato de um policial ter dito que as mulheres, na Universidade de Toronto, não deviam se vestir como vadias para evitar os estupros no campus.

Em 1987 teve início em Londres a “Marcha de Jesus”, que chegou ao Brasil e hoje coloca em marcha mais de sete milhões de fiéis.

A Primavera Árabe e a Marcha dos Indignados

André Gregório

O ocidente criou para si uma imagem tão forte de ter alcançado democracia perfeita que perdeu por completo a capacidade da autocrítica. No momento que o mundo árabe se rebelou contra seus governantes autoritários e conservadores, através de protestos e até mesmo luta armada, todos os países ocidentais se manifestaram a favor da luta do povo árabe pela liberdade e pelos seus direitos. O ocidente deu até mesmo um nome à essa luta: a Primavera Árabe. No primeiro momento uma atitude nobre por parte do ocidente. Alguns países até se uniram para apoiar a luta do povo líbio contra seu líder.

Alguns meses depois, os representantes dos governos ocidentais vêem o mesmo acontecer em seu próprio quintal. Com protestos na Inglaterra, nos Estados Unidos (Washington, Boston, Chicago, Los Angeles, Miami), no Canadá, Espanha, França, Itália entre outros, a Marcha dos Indignados dá forma de protesto ao grito por liberdade e direitos do povo ocidental. E os mesmos representantes que deram armas à luta pela liberdade do povo árabe , viraram as mesmas armas contra a luta de “seu” próprio povo. Calaram o direito do seu próprio povo de contestar e transformar. Assim como fizeram e estão fazendo os tão criticados líderes árabes.

Sem entrar muito no mérito ideológico, cabe ao ocidente perceber que está longe do ideal. Cabe ao ocidente perceber que a evolução social de cada cultura se da a partir dela mesma, e não imposta por uma cultura que se considera superior sem sequer notar que está ruindo de dentro pra fora; apodrecendo.

Primaveras audiovisuais

LB

Temos acompanhado a crescente adesão da juventude nas redes sociais através da Internet e o crescimento, nos últimos anos, de uma série de atos e mobilizações sociais marcadas pela grande rede de comunicação. Ao sair do espaço das redes virtuais e chegar às ruas, os movimentos sociais ganharam força e popularidade, e com eles muitos registros dessas ações cívicas vêm sendo realizados Brasil à dentro.

Um dos temas abordados pelos novos cineastas, documentaristas, são as manifestações sociais, as populações insatisfeitas nas ruas exigindo mudanças de governo, de leis, de sistemas econômicos.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, querendo dar visibilidade a produções audiovisuais e cinematográficas que tiveram origem em algum manifesto popular.

Pretendemos lançar uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais.

O fato de termos estabelecido este tema não significa que apenas filmes relacionados a ele possam participar da Mostra. O tema é uma inspiração, não deve ser restritivo.

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Convocação para Reunião Geral da ACRA

Posted in Cidade, Cultura by ImprensaBR on 28/08/2012

Convocação para Reunião Geral da ACRA aos 28 dias do mês de agosto de 2012, 19h30.

Pauta da Reunião

– Aprovação do novo estatuto da ACRA.
– Encerramento das atividades da gestão da chapa Diversidade Cultural (abril 2011/ out 2012).
– Balanço geral da gestão.
– Apresentação de nova proposta de chapa para as eleições da ACRA que se aproximam.

Leonor Pelliccione Bianchi
Presidente

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Mostra de Cinema em Rio das Ostras recebe inscrições até setembro

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Cultura, Educação, Região, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 15/08/2012

Este ano o tema da Mostra Cinema Popular Brasileiro são as ‘Primaveras Audiovisuais’

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Para aonde e porquê marcha a humanidade?

LB

Quem já participou ou participa de algum movimento social ou partido político, provavelmente, já se perguntou sobre o que é capaz de mobilizar as pessoas. Ao mesmo tempo em que a resposta parece escorregadia se mostra bastante palpável em alguns eventos que têm sido amplamente noticiados. No Brasil e no mundo se fala de marcha da maconha, marcha contra as drogas, marcha de Jesus, enfim, eventos que têm mobilizado uma quantidade significativa de pessoas.

Entre março e abril de 1930, Mahatma Ghandi e vários de seus discípulos iniciam uma marcha de protesto contra o domínio britânico na Índia. Naquele contexto, a metrópole britânica havia obrigado a Índia, sua colônia, a comprar bens manufaturados apenas do Reino Unido, proibindo os indianos inclusive de extrair sal em seu país. A marcha durou 25 dias, tinha cerca de 400 quilômetros do interior em direção ao litoral e o grupo parava de cidade em cidade para descansar, de maneira que conquistavam cada vez mais adeptos. Em 6 de abril, junto com cerca de 50 mil indianos, Gandhi foi preso, o que não impediu que a marcha chegasse a seu destino nas salinas em direção a Bombaim.

Antes disso, no Brasil, a Coluna Miguel Costa Prestes, mais conhecida como Coluna Prestes, foi um movimento liderado por militares, que faziam oposição à Republica Velha e às classes dominantes da época. Teve início em abril de 1925, no governo de Artur Bernardes (1922-1926).

No início da década de 1920, o Brasil vivia sob o domínio das oligarquias rurais e setores médios urbanos, como os militares, por exemplo, que começaram a questionar este poder e a pressionar por mais investimentos nas forças armadas.

O primeiro levante militar ocorreu no Rio de Janeiro, em 1924. Liderado pelos tenentes do exército, ficou conhecido como Tenentismo. surgiu uma nova rebelião, desta vez em São Paulo. Depois de muitos combates contra as tropas fiéis ao governo, os revoltosos se refugiaram no interior do Estado.

Enquanto isso, Luis Carlos Prestes, também militar, organizava outro grupo no Rio Grande do Sul. Em abril de 1925; as duas frentes de oposição: a Paulista liderada por Miguel Costa, e a Gaúcha, por Prestes, uniram-se em Foz do Iguaçu e partiram para uma caminhada pelo Brasil.

Com aproximadamente mil e quinhentos homens, a Coluna Prestes percorreu 25.000 quilômetros. Durante dois anos e meio atravessou 11 estados. Do sul, o grupo rumou para centro-oeste do país, percorreu o nordeste, até o estado do Maranhão. Na volta, os combatentes refizeram o caminho, até chegar à fronteira com Bolívia.

Nas cidades por onde passava, a Coluna Prestes despertava apoio da população e a atenção dos coronéis, que também eram alvo das críticas do movimento. Sempre vigiados por soldados do governo, os revoltosos evitavam confrontos diretos com as tropas, por meio de táticas de guerrilha.

Por meio de comícios e manifestos, a Coluna denunciava à população a situação política e social do país num ato quixotesco de Prestes. Quixotesco, mas qual visionário não seria um Don Quixote? Com sua marcha, a Coluna ajudou a abrir os caminhos para a Revolução de 30, enfraquecendo ainda mais o já fragilizado  sistema oligárquico vigente.

Luís Carlos Prestes tornou-se o ícone desta Marcha e ficou conhecido como “O cavaleiro da esperança”. Ele não foi o principal líder da Coluna. Quem tomou a frente do percurso foi Miguel Costa. Mas Prestes era o idealizador, aquele que alimentava o sentimento de liberdade política, voto secreto e justiça social.

Ainda no Brasil, em 1964, o Presidente João Goulart anunciou suas reformas de base. Em resposta, um movimento denominado Marcha da Família com Deus pela Propriedade conseguiu mobilizar cerca de 300 mil pessoas em repúdio a Goulart e suas reformas. A mobilização surpreendeu e sinalizou aos militares brasileiros que uma fração significativa da população era avessa às políticas de Goulart. Cientes do apoio da classe média e pressionados pelo governo estadunidense, os militares promovem um golpe de estado que lhes dão o comando das rédeas da nação até 1985. O Brasil passa a ser governado através de Atos Institucionais. Nossos avós e pais viveram um período em que valores democráticos, como a liberdade de expressão e participação política foram absolutamente cerceados. Pessoas foram mortas e muitas famílias desconhecem até hoje o destino que tiveram seu parentes, filhos, irmãos senão silenciados nos porões da Ditadura Militar.

No final da década de 1970, tem inicio um lento processo de redemocratização. Nos dias 10 e 16 de abril de 1984 os opositores do regime mobilizam uma enorme massa populacional, integrada também pela mesma classe média que serviu de base para os militares em 1964. Primeiro na Praça da Candelária, no Rio, depois na Praça do Anhangabaú, em São Paulo, são mobilizadas cerca de um milhão de pessoas. É o movimento das “Diretas Já”. Em 1985 a eleição presidencial não foi direta. Foi eleito por voto indireto Tancredo Neves, assumindo a presidência José Sarney, já que Tancredo faleceu antes de tomar posse. Ambos políticos chancelados pelos militares.

No início de 2011, um protesto chamado “marcha das vadias” se espalhou de Toronto, no Canadá, para outras capitais mundiais como um viral. A causa inicial teria sido o fato de um policial ter dito que as mulheres, na Universidade de Toronto, não deviam se vestir como vadias para evitar os estupros no campus.

Em 1987 teve início em Londres a “Marcha de Jesus”, que chegou ao Brasil e hoje coloca em marcha mais de sete milhões de fiéis.

A Primavera Árabe e a Marcha dos Indignados

André Gregório

O ocidente criou para si uma imagem tão forte de ter alcançado democracia perfeita que perdeu por completo a capacidade da autocrítica. No momento que o mundo árabe se rebelou contra seus governantes autoritários e conservadores, através de protestos e até mesmo luta armada, todos os países ocidentais se manifestaram a favor da luta do povo árabe pela liberdade e pelos seus direitos. O ocidente deu até mesmo um nome à essa luta: a Primavera Árabe. No primeiro momento uma atitude nobre por parte do ocidente. Alguns países até se uniram para apoiar a luta do povo líbio contra seu líder.

Alguns meses depois, os representantes dos governos ocidentais vêem o mesmo acontecer em seu próprio quintal. Com protestos na Inglaterra, nos Estados Unidos (Washington, Boston, Chicago, Los Angeles, Miami), no Canadá, Espanha, França, Itália entre outros, a Marcha dos Indignados dá forma de protesto ao grito por liberdade e direitos do povo ocidental. E os mesmos representantes que deram armas à luta pela liberdade do povo árabe , viraram as mesmas armas contra a luta de “seu” próprio povo. Calaram o direito do seu próprio povo de contestar e transformar. Assim como fizeram e estão fazendo os tão criticados líderes árabes.

Sem entrar muito no mérito ideológico, cabe ao ocidente perceber que está longe do ideal. Cabe ao ocidente perceber que a evolução social de cada cultura se da a partir dela mesma, e não imposta por uma cultura que se considera superior sem sequer notar que está ruindo de dentro pra fora; apodrecendo.

Primaveras audiovisuais

LB

Temos acompanhado a crescente adesão da juventude nas redes sociais através da Internet e o crescimento, nos últimos anos, de uma série de atos e mobilizações sociais marcadas pela grande rede de comunicação. Ao sair do espaço das redes virtuais e chegar às ruas, os movimentos sociais ganharam força e popularidade, e com eles muitos registros dessas ações cívicas vêm sendo realizados Brasil à dentro.

Um dos temas abordados pelos novos cineastas, documentaristas, são as manifestações sociais, as populações insatisfeitas nas ruas exigindo mudanças de governo, de leis, de sistemas econômicos.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, querendo dar visibilidade a produções audiovisuais e cinematográficas que tiveram origem em algum manifesto popular.

Pretendemos lançar uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais.

O fato de termos estabelecido este tema não significa que apenas filmes relacionados a ele possam participar da Mostra. O tema é uma inspiração, não deve ser restritivo.

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre período de inscrições – Este ano a mostra inova e acontece também pela Internet

Posted in Cidade, Cultura, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 13/08/2012

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre hoje, dia 12 de agosto de 2012, o calendário das atividades deste ano. As inscrições de filmes podem ser feitas através do site da mostra http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com.

É a primeira vez que um projeto de exibição de cinema e vídeo da Região dos Lagos acontece presencialmente e também pela Internet. A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro deste ano acontecerá em espaços públicos e privados da cidade, em uma escola municipal, e no site da mostra, possibilitando o maior acesso do público aos filmes participantes com esta última opção.

Homenagem ao jornalista Benoni Alencar

Propondo uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais, a mostra presta uma homenagem ao militante e jornalista morto ano passado em Rio das Ostras, Benoni Alencar.

A iniciativa foi da organizadora da mostra, a também jornalista, Leonor Bianchi. Segundo ela, a homenagem ‘in memorian’ a Benoni Alencar foi criada para que a data de sua morte não seja esquecida e para que seu pensamento não seja silenciado. “Benoni teve uma vida dedicada à busca pelos diretos humanos, pela liberdade, pela democracia, tudo o que estamos tratando nesta mostra. Não poderíamos nos furtar a mencionar seu nome na edição da mostra e fazer ecoar seu grito, que soará eternamente nas mentes dos estudantes, dos ativistas socialistas, dos homens bem. É preciso que Rio das Ostras valorize seus homens de bem e permita que suas histórias não sejam apagadas pelo tempo ou por condições ideológicas conflitantes com as de quem conta a história oficial”, ressalta a jornalista e organizadora da mostra.

Benoni foi líder estudantil na época da ditadura militar e por sua intensa atuação no movimento estudantil foi preso em Teresina. Nesse tempo criou o codinome “Geovane de Valença”. Após perseguições políticas, veio para o Rio de Janeiro, e escolheu a cidade de Niterói para viver com sua família. Na chamada Região Oceânica, em Niterói, escreveu para diversos jornais locais, foi ícone das lutas dos trabalhadores, atuou em partidos de esquerda.

Nos últimos anos vinha defendendo a linha de pensamento apresentada por militantes do PSOL e tornou-se fundador do Núcleo do PSOL Serramar ao lado de jovens militantes de Rio das Ostras e Macaé.

Em sua casa, no Palmital (Rio das Ostras), promovia verdadeiros seminários sobre política, filosofia, sociologia… foram muitos os amigos que ali compartilharam momentos inesquecíveis de grande troca e aprendizagem.

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Dever de casa para os produtores e agentes culturais de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Cultura, Eleições 2012 by ImprensaBR on 10/08/2012

LB

Estão online no site do candidato Sabino seus projetos de governo. O Jornal O Polifônico começa hoje uma análise de todos eles junto com você, leitor.

Vamos analisar juntos esses planos, opinar e escolher o que queremos para nossa cidade.

Infelizmente não encontramos links na Net pata outros sites dos candidatos à prefeitura, e para o Legislativo não é diferente. O único, que até o momento postou o Plano de Governo para a Cultura e demais setores da gestão municipal foi Sabino. Isso enfraquece a possibilidade de escolha pelo eleitor, que deve cobrar dos demais candidatos que exponham na rede suas propostas.

Deixe seu comentário sobre o que achou do que chamo de ‘tópicos para um debate sobre políticas culturais em Rio das Ostras’, mas que no site, Sabino chama de Plano de Governo.

Segue o Plano de Governo para a Cultura

Cultura

Plano de Governo

– Organizar a Conferência Municipal, instalar o Conselho, criar o Fundo e elaborar o Plano Municipal de Cultura;

– Garantir a aplicação de, no mínimo, 1,5% do orçamento municipal para a cultura e expandir a oferta cultural por meio de editais públicos;

– Fortalecer as atividades da Fundação Rio das Ostras de Cultura;

– Resgatar a Orquestra Kuarup, a Banda Musical, o Coral Vozes do Leripe, o Conjunto de Flautas Doce Pérola e o Coral dos Servidores, entre outros;

– Desenvolver ações de valorização da cultura local, garantindo a manutenção, recuperação e restauração do patrimônio histórico, artístico e cultural, preservando a identidade do nosso povo por meio de pesquisas, mapeamentos, registros e da publicação de documentos que divulguem a memória do município;

– Retomar o programa de pesquisas arqueológicas;

– Incentivar e prestigiar os artistas locais, promovendo a realização de feiras de artes nos bairros, criando novos locais para comercialização;

– Restaurar, ampliar e modernizar os equipamentos culturais, como: a Casa da Cultura Doutor Bento Costa Júnior, o Museu Sambaqui da Tarioba, o Museu do Trem, o Centro Ferroviário de Cultura, a Escola de Música e Dança, o Teatro Municipal, a Biblioteca Pública, a Escola de Fundição, Artes e Ofícios, a Casa da Farinha e a Feira do Artesanato, entre outros;

– Implantar calendário oficial de eventos culturais, incluindo atividades como: Festival de Dança, Teatro, Bandas e Fanfarras, Auto de Natal, Auto da Paixão de Cristo, Encontro de Capoeira, Festival de Talentos, Festival de Cinema e projeto Cinema de Rua, entre outros;

– Criar a Escola Municipal de Áudio e Vídeo, cenografia, figurino e outros, implantando no município os canais de rádio e TV cultura para registro e transmissão dos acontecimentos de interesse da população local;

– Valorizar os profissionais formados pela Fundação Rio das Ostras de Cultura, incentivando a criação de cooperativas e associações culturais;

– Democratizar o uso dos espaços públicos para exposições artísticas, descentralizando as atividades culturais, criando núcleos nos bairros;

– Apoiar as iniciativas e as atividades ligadas à expressão da cultura hip hop, capoeira e danças afro-brasileiras;

– Instituir as Companhias Municipais de música, teatro e dança;

– Implementar Escritório de Gestão de Projetos Culturais para oferecer assistência e qualificação para produtores e gestores culturais;

– Promover a integração e interatividade da Fundação Rio das Ostras de Cultura com as secretarias municipais, principalmente Educação, Saúde, Sem-estar social e Esporte;

– Integrar os estudantes e professores do curso de Produção Cultural da UFF (Universidade Federal Fluminense) às ações da Fundação Rio das Ostras de Cultura.

Plano de Cultura – Fonte:  http://www.sabino20.com.br/cultura

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Morre Celso Blues Boy – Papa do Blues Brasileiro deixa legião de fans ao falecer aos 56 anos de Câncer na garganta

Posted in Brasil, Cidade, Cultura, Estereofonia, Notas by ImprensaBR on 06/08/2012
Por Rúben Pereira*
O cantor, compositor e guitarrista Celso Blues Boy morreu na manhã desta segunda-feira (6 de agosto) em Joinville, Santa Catarina. O músico faleceu às 8h50. O corpo está sendo encaminhado para Blumenau para ser cremado. Seguindo uma decisão do próprio músico, seu corpo foi encaminhado diretamente ao crematório sem ser velado. O músico falece aos 56 anos depois de contrair câncer de garganta.Depois de inúmeras apresentações em Rio das Ostras e Macaé nas últimas décadas, em junho deste ano durante o Rio das Ostras Jazz e Blues Festival fez apresentações eletrizantes.Debaixo de uma chuva torrencial no sábado à noite destilou o melhor de seu repertório lavando todos presentes ao delírio.

Celso Ricardo Furtado de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, em janeiro de 1956. Na década de 1970, com apenas 17 anos, começou a tocar profissionalmente com Raul Seixas, além de acompanhar nome da MPB como Sá & Guarabira e Luiz Melodia. Seu nome artístico é uma homenagem ao seu ídolo B.B. King, com quem chegou a tocar na década de 1980.

O vascaíno foi guitarrista das bandas Legião Estrangeira e Aero Blues, considerado o primeiro grupo de blues do Brasil. Em 1980 passou a ser mais conhecido, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro. Quatro anos depois gravou seu primeiro disco, ‘Som na Guitarra’, que inclui seu maior sucesso: ‘Aumenta que Isso Aí É Rock’n Roll’.

No ano passado, Celso Blues Boy gravou seu primeiro DVD, ‘Celso Blues Boy ao Vivo’, no Circo Voador, no Rio de Janeiro, que também foi lançado em CD. O cantor morava há 12 anos em Joinville.

* Editor do Caderno de Cultura d’O Polifônico.

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Rio das Ostras, Rosemberg Cariry, e os Núcleos Audiovisuais de Desenvolvimento Sustentável

Posted in Brasil, Cidade, Comunicações, Cultura, Economia, Videofonia by ImprensaBR on 01/08/2012

LB

O Conselho Superior de Cinema terá sua diretoria renovada. Rosemberg Cariry, que presidia a atual gestão enviou um e-mail, que deveria ser lido por todos que pleiteiam cargos no setor de Cultura nos próximos mandatos políticos.

Estou temerosa pelos rumos que as discussões sobre cultura – e dentro dela o setor audiovisual -, vem tomando em Rio das Ostras. Pelo que consta, querem transformar Rio das Ostras numa ‘roliúdi’ roceira metida à besta e superfaturada. Vejo o caminho inverso do que Rosemberg fala em seu documento acontecer aqui em casa, por que seria?

Em tempo… a…

Cultura (gestão) tem que ser feita e pensada por gente do lugar. Não adianta falar de glocalização, de absorção de culturas e transcriação de saberes e tradições porque isso não funciona na vida burocrática. Fica lindo apenas nos livros densos de antropologia, mas no gabinete e nas ruas, nos muros, nas telas, a cultura é feita de outra maneira. E quem pensa essa cultura, para vibrar por ela, precisa sentir-se pertencente ao lugar, a essa cultura. A afirmativa não é hermética, apenas uma identificação do que funciona e do que não funciona na gestão deste setor.

Não gostaria de ver a nova gestão que virá – seja qual for – suplantar as iniciativas culturais que brotam do povo, dos agentes culturais locais, mas sei que o caminho para que o setor tenha uma gestão coletiva e coerente com o modelo mais básico de gestão cultural que está rolando mundo afora e Brasil a dentro, será de muita luta e alguns desgaste, prevejo.

Leia a carta e-mail enviado por Cariry.

IDEIA PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DOS NÚCLEOS AUDIOVISUAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (correspondentes aos núcleos de agricultura familiar)

Valorização, consolidação e inclusão das micro, pequenas e médias empresas, voltadas para a produção audiovisual regional, já instaladas ou que venham a ser instaladas, de forma a integrá-las no processo nacional de desenvolvimento sustentável do audiovisual.

Um breve diagnóstico aponta que muitas destas micro, pequenas e médias empresas, ONGs e núcleos familiares, ligadas a atividades audiovisuais, tematicamente especializadas na produção de vídeos (cantorias, romarias, turismo, religiões afro-brasileira, espiritismo, música, futebol e etc) devem ser atraídas para a inclusão legal, através do apoios às suas atividades produtivas e treinamento especializado das suas equipes.

Isto significará milhares de micro, pequenas e médias empresas incluídas ao processo de legal do crescimento econômico brasileiro e as pequenas e micro empresas irão produzir centenas de horas de conteúdo audiovisual, tecnicamente melhorado, que poderão fluir não apenas no mercado informal de DVDs (como acontece agora), mas também nas TVS comunitárias e públicas e mesmo em algumas salas, através de circuito popular de exibição digital, a exemplo de alguns filmes de longas-metragens que fazem imenso sucesso no mercado informal. Terá especial atenção, neste programa, as pequenas produtoras de filmes de Arte que trazem prestígio para a nação e valorizam o nosso capital simbólico, neste caso se aposta também na juventude e na renovação de linguagem.

Através de uma ação interministerial (Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Ministério da Indústria e Comércio, Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério do Trabalho, Ministério da Economia e etc) seriam criadas linhas de créditos específicos, editais específicos, programas de inclusão e de melhoramentos para as micro, pequenas e médias empresas, nas cinco regiões do país. A SAV e o SEBRAE, junto com outros ministérios e secretárias, podem trabalhar juntos neste projeto. Uma ação como esta vem de encontro aos esforços do governo federal para o crescimento e sustentabilidade da indústria e do processo econ�?mico brasileiro.

É preciso criar novos paradigmas e tirar do audiovisual o seu escopo excludente e a sua aura de inatingível, reservada apenas para as empresas de maior porte e os grandes produtores, em uma concentração de renda antissocial e contrária à integração nacional e ao pacto federativo.

Temos duzentos milhões de habitantes neste país e um filme nacional considerado de sucesso tem um 2 milhões de espectadores, portando todo o dinheiro investido na cultura vai para financiar o privilégio de 1% fs população, confinada ao espaço do shopping center. A pergunta que não quer calar é: existe vida inteligentes fora dos shoppings center? Por que não fazemos o menor esforço para que o cinema saia dos guetos dos shoppings center? A quem interessa este atual modelo? Perguntem ao homem Aranha e a resposta virá no extrato da sua conta bancária.

É preciso seguir o exemplo da agricultura familiar, responsável pela parte do alimento que chega à mesa do cidadão brasileiro. No caso do audiovisual estamos falando do pão do espírito, em “Padaria espiritual”, como queriam os modernistas cearenses, no ano de 1892, antecipando em 30 anos a semana de arte de 22.

No novo modelo, seriam financiadas também micro, pequenas e médias empresas de distribuidores e exibidores, com atuação regional e nacional. Volta-se à ideia dos cinemas de família (3 a 10 salas por empresa), em cidades pequenas e de porte médio, bem como os cinemas itinerantes (centenas de cinemas ambulantes, como na Índia), rodoviários e hidroviários, com apoio do BNDS, Banco do Nordeste e outros bancos de desenvolvimento regionais, SEBRAE, da SAV, da ANCINE e de outros ministérios através de um programa comum. Também os cineclubes seriam convidados a participar deste processo, retomando o exemplo do projeto do CINEPOP. Seriam assim financiadas, por todo o país, núcleos sustentáveis de micro, pequenas e médias empresas regionais de exibição e distribuição, de modo a criar um novo modelo social, econ�?mico e cultural para o cinema brasileiro. Podemos ser a Nova Índia, assegurando para o produto audiovisual brasileiro mais de 60% do mercado interno. Isto
significaria também uma grande injeção de recursos na economia popular, podendo tal projeto ser compreendido dentro das políticas de distribuição de renda e de compensação postas em prática pelo Governo brasileiro. Todas as salas seriam com exibição digital através de tecnologias já existentes, desenvolvidas pelas universidades brasileiras. Os cinturões digitais instalados no diversos estados contribuiriam para a difusão destes conteúdos audiovisuais.

Outra proposta que pode transformar por completo o panorama atual do audiovisual no Brasil e que, no mínimo, 50% de todos os filmes realizados no país, depois de cinco anos do seu lançamento, fossem submetidos a uma comissão pública, com membros de diferentes áreas da cadeia produtiva e das representações sociais, �?para serem licenciados, ao custo médio – por exemplo – de R$200.000,00 ou R$ 300.000,00 cada um, para exibição em todo os circuitos de TVs públicas, TVs Educativas, TVs comunitárias, de infovias (banda larga), hospitais, asilos de terceira idades, creches, sindicatos, comunidades quilombolas, etc e etc. Sendo também acessível o seu uso pelas escolas públicas e universidades brasileiras. Este programa será desenvolvido pela Programadora Brasil, devidamente transformada, com um conselho com representante de todas as regiões do país e não apenas do sudeste, que ampliará a compra de direitos também para distribuição em bancas de revistas e livrarias da produção nacional, a preços populares (tipo cinco reais um DVD). Ao mesmo tempo em que o produtor audiovisual brasileiro estaria sendo visto por milhões, estaria também sendo reforçadas as produtoras como pequenos núcleos sustentáveis de produção. Este dinheiro obtido com a venda das licenças financiaria ou ajudaria a financiar o novo projeto da pequena empresa e o surgimento de uma indústria sustentável e de um cinema verdadeiramente popular. Viveríamos um boom de desenvolvimento no setor.

PROJETO SUSTENTÁVEL DE DESENVOLVIMENTO AUDIOVISUAL REGIONAL

A SAV, juntamente com a ANCINE, cuidará de articular novos arranjos produtivos, através de Fundos Regionais Audiovisuais e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual nas cinco regiões do Brasil.

A ideia de criação destes fundos e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual, nas regiões, parte da premissa de que é preciso mudar o quadro que se está desenhando de forma concentracionário e asfixiante da diversidade, ampliando a produção audiovisual em todo o país, incentivando novos modelos de produção (novos arranjos produtivos) e de construção estética.

No Nordeste, a sugestão é de que o fundo seja composto por recursos do FSA, do FNE (Fundo Constitucional para Desenvolvimento do Nordeste), do Banco do Nordeste, do BNDES e por empresas públicas e privadas que já participam de muitas produções cinematográficas (trata-se agora de ordenar, de racionalizar, de melhor operacionalizar estes investimentos).

O Nordeste (assim como as outras regiões do Brasil) pode se tornar uma Nova Índia, no que se refere à produção do audiovisual popular. É preciso lembrar que a indústria do forró, do axé, dos festejos de São João (incluindo o mega negócio que é o carnaval no Nordeste), independente dos poucos méritos culturais e estéticos, cresceu à margem de todas as multinacionais do disco e mesmo das grandes redes de televisão e é hoje um negócio de milhões e milhões de reais, forçando a indústria de entretenimento do sudeste a ficar como seu reboque.
Se foi possível para estes setores é possível também para o audiovisual.

Quando falamos em região não estamos falando em espaços fechados e em econ�?micas estáticas. É preciso pensar os fundos regionais abertos para a produção inter-regional. Tudo isto, somado aos editais estaduais existentes, voltado apenas para os realizados dos estados, seria de grande importância e ajudaria a mudar o atual perfil da produção brasileira.

Uma outra ideia que toma corpo é que cada uma das regiões tenham uma TV Pública (TV NORDESTE, por exemplo), via satélite, reunindo o melhor das programações das TVs educativas, culturais, comunitárias e universitárias regionais. Em cada um destas TVS regionais haverá reserva de conteúdo para outras regiões, de tal forma que seja estabelecida uma grande e generosa rede de produção e exibição de conteúdo brasileiro. Todo o país poderia se ver via satélite.

O produtor Luiz Carlos Barreto apoia e integra todas estas ideias ao plano que ele está propondo, juntamente com várias entidades do cinema brasileiro, para discussão junto ao Governo Federal, ao MinC, à Ancine, à SAV e outras instituições.

Peço à secretaria do Conselho Superior de Cinema que deixe devidamente registrada em ata estas propostas que não são minhas. Em verdade, são propostas democráticas e transformadoras de amplos segmentos sociais da nação brasileira.

 

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Passos firmes rumo ao Museu do Jornalismo

Durante aproximadamente seis horas, museólogos, pesquisadores, professores e jornalistas discutiram a criação do Museu do Jornalismo no Rio de Janeiro, no Seminário Jornalismo e Memória. Diferentes ideias e sugestões foram lançadas ao longo das quatro mesas de debates do evento, realizado na última quinta-feira (26/7), no Espaço Eliseu Visconti, da Biblioteca Nacional.

O projeto do Museu do Jornalismo é um desdobramento do Centro de Cultura e Memória do Jornalismo, criado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio em 2008, com o patrocínio da Petrobras. “O que a imprensa registra é o registro da memória do País, e a preservação desta memória é de extrema importância para a reflexão e compreensão da sociedade”, destaca a presidente do Sindicato, Suzana Blass.

Durante debate sobre constituição e sustentabilidade de museus, a responsável pelo Museu da República, Magaly Cabral, com 30 anos de trabalho na área, lembrou que abrir diariamente um espaço cultural para visitação não é tarefa fácil. “Mas a proposta do Museu do Jornalismo está muito bem encaminhada e a preservação da memória da imprensa melhora o próprio jornalismo”, afirma Magaly.

A gerente de museus da Secretaria Municipal de Cultura do município do Rio, Andréa Falcão, levantou a possibilidade de o Museu do Jornalismo ser levado ao Memorial Getúlio Vargas, na Praça Luís de Camões, ao lado do Hotel Glória, “num encontro entre a política e a poética”.

O Seminário Jornalismo e Memória foi realizado justamente para se pensar a constituição do Museu do Jornalismo, aos moldes do Newseum (em Washington D.C., EUA), e também a possibilidade de se estabelecerem parcerias para sua criação. Jornalistas com experiência em pesquisa junto a arquivos, Sérgio Cabral e Ruy Castro expuseram o quanto o Brasil perde quando deixa de preservar materiais simples, como recortes de jornais.

“Temos também que detectar pessoas que tenham esses arquivos. Tenho certeza de que naqueles grandes apartamentos em Copacabana há senhores já provectos que possuem acervos importantes”, lembrou Ruy Castro. “E quando eles falecerem, estes arquivos vão acabar num sebo”, completa.

Na última mesa do seminário, que contou com a participação de 70 pessoas na plateia, o ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas Aziz Filho destacou o protagonismo do Rio em sediar um museu voltado para o jornalismo. “Claro que qualquer cidade poderia fazer um Museu da Imprensa, mas no Rio temos facilidades para conseguir peças para o museu. Aqui funcionaram a TV Tupi, o Correio da Manhã, o Jornal do Brasil impresso, e temos a cidade mais fotografada do hemisfério sul.”

O evento também contou com as exposições do presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo; do gerente de imprensa da Petrobras, Lucio Mena Pimentel; da superintendente de Museus da Secretaria de Cultura do estado, Mariana Varzea; e de Walter Santos, representante da Secretaria Municipal de Cultura.

Também palestraram no Seminário Jornalismo e Memória Sérgio Burgi (Instituto Moreira Salles), Pedro Sotero (Museu do Futebol), Alzira Abreu (CPDOC-FGV), Galeno Amorim (Fundação Biblioteca Nacional), Joëlle Rouchou (Casa de Rui Barbosa), Antônio Carlos Sartini (Museu da Língua Portuguesa) e Maria Arlete Mendes Gonçalves (Instituto Oi Futuro). O jornalista Marcelo Beraba participou como mediador.

Foto: Zezzynho Andraddy

Fonte: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro

SJPMRJ

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Teatro de Horror e Jazz: Atriz Carolina Fauquemont, e diretor da Cia Vigor Mortis, Paulo Biscaia Filho falam a participação da Cia no Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Cultura, Estereofonia by ImprensaBR on 19/07/2012

A cena teatral de Curitiba também se apresenta no Estúdio Móvel nesta terça!
A atriz Carolina Fauquemont e o diretor da Cia Vigor Mortis, Paulo Biscaia Filho conversam com Liliane Reis sobre projetos e a participação da Cia no Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras, no Rio, além de falar sobre o trabalho que desenvolvem inspirados no teatro de horror. Kanny Barron é outro convidado, ele fala da sensação de participar do Festival.
O premiado saxofonista David Sanborn também bate um papo com a equipe Estúdio Móvel.

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Justiça localiza comprador de acervo da Bloch

A Justiça finalmente localizou o arrematante do acervo fotográfico da Bloch Editores. Luiz Fernando Barbosa foi notificado da decisão do Ministério Público, que o proíbe de vender o material, no dia 30 de junho. Assim, após nove meses, termina um complicado capítulo da novela sobre a extinta empresa de Adolpho Bloch.

Em outubro do ano passado, após o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio entrar com ação sobre o leilão do material pelo fato de a negociação não ter respeitado o direito autoral dos repórteres fotográficos, o Ministério Público decidiu pela antecipação de tutela, obrigando o comprador, que arrematou o arquivo por apenas R$ 300 mil, a manter as fotografias em local de conservação adequada.

Barbosa foi notificado pela Justiça em Miguel Pereira, no bairro de Barão de Javary. No material leiloado, além de cromos e negativos de revistas como Manchete e Fatos & Fotos, estão arquivos de jornais brasileiros e estrangeiros do setor de pesquisa da Bloch Editores, instalado no sétimo andar do histórico prédio da Rua do Russel.

“Tem muita coisa nesse acervo que nem está na internet”, destaca o presidente da Comissão de Ex-Funcionários da Bloch Editores, José Carlos Jesus. São periódicos históricos que documentam momentos importantes do País, como a morte de Getúlio Vargas e a gestão de Juscelino Kubitschek, além das fotografias que trazem o meio século de história noticiado pelas revistas.

Assembleia

Os assuntos da venda do material e a procura pelo comprador foram lembrados na assembleia de ex-funcionários da Bloch Editores, na última sexta-feira (29/6). O encontro também atualizou os profissionais que prestaram serviços à empresa, como jornalistas e gráficos por exemplo, sobre o andamento das ações em busca de seus direitos trabalhistas. Ao todo, são mais de 2 mil no aguardo de decisão judicial.

“Nós todos somos muito gratos às pessoas que vêm nos ajudando para conseguir os nossos direitos”, aponta José Carlos. Entre estas pessoas, o presidente da comissão de ex-funcionários citou a juíza da 5ª Vara Empresarial do Rio, Maria da Penha Nobre Mauro, o promotor público Paulo Cerqueira Chagas, o procurador-geral Luiz Roldão de Freitas Gomes Filho, e a síndica e o contador da massa falida, respectivamente Luciana Trindade da Silva e José Alkimin.

A próxima assembleia está marcada para 27 de julho.

Fotos: Ana Paula Migliari

Site: SJPMRJ

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