!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Sobre o Fórum de Cultura de Rio das Ostras e no que esta articulação implica

Posted in Cidadania, Cultura, Denúncia, Rio das Ostras by ImprensaBR on 04/07/2013

Há quanto tempo você mora em Rio das Ostras? O que você conhece sobre a história da cidade, seus agentes culturais, o avançar do setor nos últimos oito anos? Então, por gentileza, invista em você e leia este artigo, porque eu acho que os caras estão te usando como massa de manobra… agora, se você acha que tá bonito, vai fundo! Lá na frente você me conta como foi…  

É. Parece que depois do alerta divulgado ontem no jornal O Polifônico Jornalismo de Intervenção a galerinha que está preparando, sem a menor coletividade, o Fórum de Cultura de Rio das Ostras (o Fórum de Mentirinha), já começou a se articular para fazer um contra ataque ao artigo e à jornalista que o redigiu. Mas o fato não pode ser mais uma vez deturpado. O que está em questão é a construção da política cultural que Rio das Ostras passará a ter para os próximos anos. Por que a jornalista não pode expressar sua ideia e dizer que trata-se de um movimento ilegítimo se ela mesma criou toda uma articulação há quatro anos para fomentar justamente o debate que tardiamente um grupo de teatro está tentando dominar agora? Discordar com propriedade de causa é pilantragem, ou pilantragem é angariar a simpatia de jovens ingênuos sedentos de cultura pra formar frente de ataque contra qualquer opinião contrária a de vocês?

Não, não é legítimo esse movimento, não encontra resposta fora da meia dúzia que segura na colher que meche o caldo na panela, ou seja, não é de verdade esta proposta de se fazer um debate sobre a Cultura local em Rio das Ostras. Se fosse, pergunto aos que estão tentando desmobilizar o Conselho Popular de Cultura de Rio das Ostras, pensado e estruturado bem antes de 2013 pela mesma jornalista que redigiu o artigo mais lido nas últimas semanas no Polifônico, por que não se associaram a ele e criaram uma ferramenta paralela e de combate ao mesmo? Estranho, né? O fato permanece obscuro, os grupos criados no Face para cooptar alunos de Produção Cultural da UFF e pessoas que vieram de fora da cidade há pouco tempo e não tem ideia de como as coisas funcionam em Rio das Ostras continuam levantando agressões e difamações contra o Conselho Popular de Cultura de Rio das Ostras e contra a jornalista, que até xingada já foi em algumas postagens do grupo criado no Face pelo movimento de teatro que está articulando o Fórum de Cultura, o fórum de mentirinha.

Fica clara a incapacidade desses articuladores de agir sem jogar pedras quando se veem questionados. Fica claro, que se questionado, este movimento de teatro (o que está articulando o Fórum de Cultura e o que a jornalista chama de farsa) não sabe dizer por que só fez o convite para o Pré-Fórum que rolou no dia 30, depois dele ter acontecido. E mais: fica clara a cooptação do sistema de cultura no município por pessoas mal intencionadas, seu aparelhamento e a total exclusão deste dos verdadeiros agentes culturais que estão há muitos anos fomentando a produção cultural em Rio das Ostras.

Falta respeito, falta conhecimento de causa, falta moralidade, falta bom senso, falta união da categoria, falta sentimento de identidade local, de pertencimento ao lugar, mas, sobretudo, falta a personagem do gestor, que permite que tudo isso aconteça sem tentar criar uma unificação verdadeira entre as vozes, uma vez que existe oposição em torno de uma causa coletiva. Com esta postura, corre o grave risco de perder a confiança dos que depositaram nele a esperança de ver finalmente a Cultura em Rio das Ostras andar para frente depois de um longo inverno sob a égide de duas pessoas inescrupulosas, que dominaram de tal forma o setor, que se quer atendiam os agentes culturais locais em seus gabinetes para dialogar sobre suas demandas. Elas geriram a Cultura em Rio das Ostras dentro da lógica do ‘de cima pra baixo’; dentro do clássico modelo errado de pensar dos gestores de que quem deve fazer Cultura são eles, os gestores. Errado. Totalmente errado e é para isso que deve servir, também, um Conselho de Cultura, para questionar essas arbitrariedades. A função do gestor é gerir, apoiar, dar suporte, dialogar, e dialogar mesmo, não é receber no gabinete e quando o cara sai de lá (o agente cultural) ele vira de costas e ainda chama o cara de mala, de pentelho. Gestor de Cultura não é colocado na pasta pra ditar os projetos culturais que a cidade deve ter, não, minha gente. Eles devem receber com água gelada, cafezinho e tapete vermelho os agentes culturais locais, os quais, diga-se em negrito e itálico, pagam os seus salários! Mas não é isso o que acontece. Eles tratam os agentes como se fossem um bando de pedintes e assim foi em Rio das Ostras nos últimos 8 anos!!!

Lamentável ver que Rio das Ostras não consegue se unir nem para montar um Sistema de Cultura. Lamentável ver que mesmo estando na cidade há 40 anos pagando impostos, ainda somos atropelados por pessoas que se quer conhecem e valorizam a história do lugar.

Sinceramente, é menos desgastante ver essa pândega de fora, mas há que se esclarecer os menos informados. O movimento de teatro criado para dominar essa articulação política que envolve a criação dos instrumentos de fomento à Cultura em Rio das Ostras não é apenas amoral, burlesco, é patético e sem legitimidade. O único propósito disso tudo é o beneficiamento de meia dúzia de gatos pingados, uns com cargos comissionados na Cultura, outros tantos na luta por um lugar ao sol, desempregados, honestos, mas ingênuos, outra porção de invasores com pires na mão aguardando sair uma boquinha na pasta e tantos mais sedentos de qualquer coisa que paute o tema Cultura em Rio das Ostras. Aí fica fácil conclamar uma revolução! Os caras estão sedentos e esfomeados, ora! Quando você oferece um golinho d’água e um pratinho de arroz com feijão… você resolve momentaneamente aquela demanda essencial e o cara já passa a te chamar de ‘meu amigo’. Ingenuidade de quem adere a esse tipo de tratamento a esta altura do campeonato, num momento em que o Brasil vai às ruas exigir moralidade na gestão pública! Sem saber nada sobre a trajetória da jornalista que redigiu tal artigo tão polêmico pelo fato de elucidar (pontos, estes sim polêmicos) os menos informados, passaram a ser dirigidos pelos comissionados, que prontamente, ao lerem o artigo publicado ontem neste jornal correram às redes sociais para marcar (em tom de urgência) uma reunião com o intuito de acabar com a jornalista que estava contradizendo o movimento ‘deles’. Mas a liberdade de imprensa é legítima, ora! Os caras não acham legítimo fazer o Fórum? A jornalista tem direito de argumentar e elucidar os ‘moradores novatos’ sobre o quadro real do que se passa em Rio das Ostras. Tudo é legítimo! E o trabalho dessa turma o tempo mostrará… não é a jornalista, é o trabalho que eles mesmos farão. Não foquem na jornalista, foquem em seus trabalhos e o façam! Lamentável ver que novos moradores e alunos de 18, 20, 22, 25 anos de idade do curso de Produção Cultural do PURO estejam servindo de massa de manobra para esse movimento ilegítimo feito a toque de caixa, às escuras e dizendo-se democrático e unificado. Unificado com meia dúzia, né? O que eu vi de conselhos serem criados em Rio das Ostras não está no gibi. Infelizmente quem tenta fazer o que o jornal O Polifônico fez ontem e está fazendo agora é taxado de inescrupuloso, de recalcado, é ameaçado de morte, estigmatizado em todas as cirandas sociais da cidade… enfim… os caras que se dizem os donos dos conselhos te detonam e tentam te difamar até conseguirem apoio de uma minoria que andava de cabeça baixa e de repente passam a ter um representante para guiá-los. Realmente, como andam comentando nesses últimos dias os sociólogos e historiadores brasileiros, vivemos uma crise das representações e o primeiro que se levanta dizendo ter a solução é automaticamente aclamado pelas massas. E sem argumentos, como embasar uma defesa? Os caras partem pro inacreditável, ou seja, tentam te difamar, te caluniar, desfazer do seu trabalho… até chegarem efetivamente na agressão verbal. Sempre foi assim em Rio das Ostras e pelo visto ainda é e será. Cabe a essa nova geração que está chegando na cidade se calçar de mais informações sobre a vida do município e das pessoas que agora estão levantando a bandeira da Cultura na cidade e não deixar que esses ratos que hoje tentam a qualquer custo dominar o setor cultural na cidade o façam.

Cultura é tão ou mais importante que Educação, Saúde, Segurança Pública, Habitação, mas parece que fazer política cultural virou moda na mão de gente sem noção, que só pelo fato de ‘achar’ que é artista está apto a debater com propriedade e coerência um tema tão relevante na atualidade.

ACORDA GALERA! Este movimento é uma farsa! Lutem por um Conselho de Cultura REAL em Rio das Ostras. Lutem por instrumentos que possam ser operados por vocês e não por um grupo fechado que fingirá que você tem voz, mas na hora do debate não te envia nenhuma convocação… LUTEM por uma Rio das Ostras de verdade, séria! Meu recado pra vocês é este.

Sucesso para os homens de bem. Justiça aos sem caráter. Bom senso aos que ignoram o assunto.

Luz e Paz a todos nós!

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Juventude vai às ruas também em Rio das Ostras

Rio das Ostras 2013. A cidade mudou. São 21 anos desde que o distrito de Casimiro de Abreu emancipou-se. A ‘cidade mãe de quem nasce ou de quem vem pra ela’ como diz seu hino, deixou tanta gente mamar em seu seio e comer do seu pão, que, hoje, o número de habitantes da cidade dormitório, da cidade universitária, da cidade esperança, ultrapassa 130 mil e só tende a crescer.

Desde segunda-feira (18) a juventude está saindo às ruas, unindo-se ao movimento das manifestações em todo o Brasil e convidando a população a acompanhar.

Ontem, cerca de 200 jovens, estudantes, trabalhadores, servidores públicos, moradores de Rio das Ostras, organizaram-se em uma manifestação pacífica em frente à Praça José Pereira Câmara, no centro da cidade.

Hoje à tarde, os organizadores do movimento em Rio das Ostras farão uma Oficina de Cartazes e, às  17h, o grupo se reunirá na Praça José Pereira Câmara e seguirá em marcha até a Câmara Municipal, em Terra Firme.

Segundo um dos responsáveis pela comissão de organização das manifestação em Rio das Ostras, cujo nome prefiro preservar no anonimato, o “Movimento é, ao mesmo tempo autônomo e local, tendo como pautas: a Saúde, o Planejamento e o Transporte, a Educação e a Segurança Pública; mas também é a fração do movimento nacional, que a partir do mote dos transporte, se propõe a rediscutir a nossa sociedade como é concebida hoje numa perspectiva de revolução dos paradigmas culturas, econômicos e sociais estabelecidos hoje pelo sistema capitalista.”

Aderindo ao cenário nacional das manifestações que reivindicam a não aprovação da PC 37, que tira o poder investigativo do Ministério Público, o aumento do curto de vida e, principalmente o respeito aos usuários dos transportes coletivos com melhorias das frotas e redução das tarifas de ônibus em todo o Brasil. Rio das Ostras entra na lista das cidades que estão mostrando a força do povo contra os desmandos dos governos e isso, além de ser histórico, representa o amadurecimento da juventude local, que ao longo dos últimos oito anos vem aprendendo a ir pras ruas lutar por dias melhores e condições mais dignas para trabalhar e viver na cidade.

Com relação à relação da PM para com os manifestantes, pelo que vemos no vídeo, aparentemente, contrariamente ao posicionamento da Guarda Municipal em outras manifestações que já vi em Rio das Ostras, onde a mesma recebe comando de formar barreiras e impedir os manifestantes de seguirem em marcha, os policiais militares que aparecem dialogando com um dos manifestantes no vídeo, agiram de maneira pacífica.

Ainda não foi confirmado, mas parece que a Fan Page criada pelos manifestantes na maior rede social do mundo foi bloqueada e denunciada e acabou caindo do ar. O que parece não ter influenciado em nada o movimento, já que horas depois, outra Fan Page já estava online e hoje conta com mais de 4 mil pessoas confirmadas para a manifestação de hoje e de amanhã na cidade.

Rio das Ostras, vem pra RUA!!! Acesse a Fan Page aqui!

Participe do Evento!

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Queixas contra a Viação 1001 serão debatidas por comissão de transportes

Posted in Denúncia, Estado, Transporte, Turismo by ImprensaBR on 10/06/2013

A Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Marcelo Simão (PSB), realizará nesta terça-feira (11/06) uma audiência pública para debater os serviços prestados pela empresa Auto Viação 1001. De acordo com o parlamentar, foram recebidas denúncias e reclamações sobre os valores das tarifas, constantes acidentes envolvendo os veículos da empresa e descaso com os usuários, principalmente os idosos. “A comissão está sensível às reclamações dos usuários. Por isso, vamos cobrar melhorias no serviço prestado dessa empresa, que tem a concessão de linhas intermunicipais e da Região dos Lagos”, explica Simão. A reunião está marcada para as 10h30, na sala 316 do Palácio Tiradentes.
Foram convidados o secretário de Estado de Transportes, Júlio Lopes; a procuradora e assessora de Assuntos Legislativos do Ministério Público do Estado (MPE-RJ), Vitória Le Coque; o diretor executivo da 1001, Heiz Kumm Junior; e o presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio (Detro-RJ), Rogério Onofre.

 Fonte: Alerj

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Quissamã tem cinema, mas o cinema não está em Quissamã

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Cultura, Denúncia, Editorial, Educação, Região, Videofonia by ImprensaBR on 12/05/2013
cinema quissamã

Quissamã tem cinema. Este foi construído há menos de 10 anos e funciona no Sobradinho, onde acontece uma cena cultural. Quero assistir cinema brasileiro no cinema de Quissamã e não home vídeo estadunidense, e infantis que só deseducam meus filhos… @Videoteca Cinema popular Brasileiro

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Rio das Ostras comemora 21 anos de emancipação sob forte aparato policial e repressor da Prefeitura

Posted in Cidadania, Cidade, Coluna do Servidor, Denúncia, Educação, Rio das Ostras by ImprensaBR on 15/04/2013

No dia 10 de abril, quarta-feira, Rio das ostras comemorou seus 21 anos de emancipação com o tradicional “desfile cívico” patrocinado pela Prefeitura Municipal, na Avenida Amazonas, no Centro.

O Município, conhecido e apreciado por seus atributos paisagísticos associados a uma rede turística e cultural, teve mais um sobressalto: agora devido ao forte e ostensivo aparato policial e repressor com centenas de homens armados, alguns portando pesado armamento de guerra.

Isto tudo porque estava prevista mais uma manifestação pacífica e legítima dos candidatos aprovados no 6º Concurso Público de Rio das Ostras. Concurso este, “anulado” unilateralmente pelo Prefeito atual, após sua homologação no ano passado.

Como acontece nessas ocasiões, os manifestantes portavam faixas alusivas ao movimento, além de panfletos contendo as reivindicações em favor da contratação dos aprovados e pelo fim das contratações temporárias.

O Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu que tem apoiado, acompanhado e registrado todo o movimento desde o seu início, mais uma vez, compareceu com seus diretores e militantes para reforçar a manifestação.

Atualmente, o embate sobre o 6º Concurso se  dá também na esfera judicial, quando os candidatos prejudicados estão na justiça contra o autoritarismo do Prefeito Alcebíades Sabino, eleito por uma ampla coligação (PSC, PDT, PMDB, PT e mais dezessete partidos).

Até o tom cinzento e nublado do dia contribuiu para acrescentar um elemento a mais de tristeza e apreensão na festa. Pois, nunca na história do município se teve notícia da presença tão massiva de policiais militares e guardas municipais, tão faltos na segurança da população, como mostram os índices crescentes de  violência da região.

Não é, pois, de se admirar o franco e rápido declínio de aprovação popular com relação ao Prefeito, quando durante a festividade era voz comum o desagravo e descontentamento com o curso dos acontecimentos da atual gestão municipal.

A festa dos 21 anos da Cidade – denotando uma maioridade – pode representar um divisor de águas na história local, quando a consciência política dos seus cidadãos e cidadãs colocar um basta à tradicional política de truculência – do “prendo e arrebento” – típica dos sistemas ditatoriais.

O Sepe/RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro), que sempre lutou pela  democracia e os avanços das políticas sociais no estado e nos municípios, tem no seu Núcleo local o representante responsável em dar continuidade à luta pelos Direitos Sociais e Humanos. E assim continuaremos.

Fonte: Diretoria do Sepe Núcleo Rio das ostras e Casimiro de Abreu

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MP diz que concurso público de Rio das Ostras, RJ, foi fraudado

Favorecimento de candidatos está entre as irregularidades. Prefeitura tem até 31 de maio para divulgar data do reembolso.

O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro acusou Carlos Augusto Carvalho Baltazar, ex-prefeito de Rio das Ostras, e mais cinco pessoas, incluindo o diretor e o presidente da Fundação Trompowsky, de fraudar o sexto concurso público da prefeitura de Rio das Ostras, Região dos Lagos do Rio. Muitas foram as irregularidades apontadas na realização do concurso, entre elas, a falta de segurança, desorganização, plágio de questões de outros concursos, uso de celular durante o exame, desaparecimento de provas e favorecimento de candidatos.

Os promotores de justiça, Luiz Fernando Lemos de Duarte de Amoedo e Rafaela Dominguez Figueiredo Ramos da 1ª e 2ª Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva núcleo Macaé pediram reparação moral coletiva e indisponibilidade dos bens dos envolvidos. Segundo eles, o contrato firmado, sem licitação, entre a prefeitura e a Fundação é irregular, porque nele não constava previsão do valor a ser pago pelos servições prestados. Além disso, a previsão da prefeitura era de um gasto de R$ 160 mil com a Trompowsky, mas foram gastos quase R$ 7 milhões.

O concurso foi anulado no dia 30 de março, através de um acordo entre a prefeitura e o Ministério Público. Dessa forma, o município tem até o dia 31 de maio para divulgar a data do reembolso aos concursados. A partir da data da publicação, o prazo é de 60 dias para devolver o valor da inscrição a todos os candidatos.

O município se comprometeu a realizar um novo concurso até dezembro deste ano. Caso o acordo não seja cumprido, a prefeitura e o prefeito de Rio das Ostras, RJ, podem ser multados em R$10 mil por dia.

Além do ex-prefeito, também são réus da ação Marcelo Chebor da Costa, o então secretário de Administração, e Rosemarie da Silva e Souza Teixeira, secretária de Planejamento. Da Fundação, são réus o presidente Flávio Serra Terra de Faria e o diretor da entidade Antônio Carlos Guelfi.

G1

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Sorrir com dente é tranquilo…quero ver sorrir banguela…

Vale lembrar, que além de subsecretária de Turismo, em Rio das Ostras, na atual gestão, a tal Valéria Pinheiro (amiga íntima do prefeito Sabino) foi jornalista da Secom de Rio das Ostras durante os últimos …. ah, sei lá, 1000 anos! Excluí essa pessoa do meu perfil pessoal há um ano quando ela tb fez um comentário mais infeliz que este, o qual não vem ao caso revelar novamente agora. Desde quando jornalista ganha 10 mil reais, gente? Ela já ganhava na Secom!!!!

Valeu a crítica do Diário Riostrense! Bom senso até pros chapa branca? Estou surpresa, mas não pasma.

Leiam mais em:http://diarioriostrense.blogspot.com.br/2013/04/rio-das-ostras-ofender-concursados.html

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Mulheres são flagradas vendendo CDs e DVDs piratas em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidade, Denúncia, Macaé, Rio das Ostras, Trabalho e Renda, Videofonia by ImprensaBR on 20/03/2013
Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que apreendeu cerca de 500 mídias piratas que seriam comercializadas por ambulantes ilegais.

Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que aconteceu no Centro da cidade.

Leonor Bianchi

A Avenida Amaral Peixoto (no trecho que corta a cidade ela não é chamada de rodovia) mais movimentada de Rio das Ostras, onde se concentra grande parte do comércio da cidade divide espaço com ambulantes piratas, há muito tempo. Casos de apreensão de produtos falsificados ou sem nota são notificados frequentemente no local.

Esta semana, vendedores ambulantes – duas mulheres de 35 e 45 anos – tiveram 1.400 mídias apreendidas pela Polícia Militar, enquanto tentavam vender CDs e DVDs,  que foram levados para a 128ª DP, em Rio das Ostras. Depois de autuadas e de pagarem a fiança na Delegacia, as mulheres surpreendidas pela PM com as mídias, foram liberadas e responderão em liberdade pelo crime de pirataria.

Venda de chips de celular acontece irregularmente à luz do dia, em Macaé

O comércio pirata não acontece apenas em Rio das Ostras. Em Macaé a atividade crece diariamente, é só caminhar pelo centro da cidade, nas orlas de Imbetiba e Cavaleiros para ver muitos mascates sem licença da prefeitura vendendo de um tudo.

Semana passada, uma mulher de aproximadamente 40 anos vendia chips de celular de uma operadora específica à luz do dia, no coração de Macaé, a metros da Câmara Municipal da cidade, a Rua Direita. Muitos guardas municipais fazem ronda no trecho, mas não vimos nenhuma abordagem á mulher que comercializava chips a R$ 5,00 sem nota fiscal e autorização legal para tanto.

Apreensão de mídias digitais piratas no DF subiu 11% em um ano, diz Comitê de Combate à Pirataria

A apreensão de mídias digitais (CDs e DVDs) em 2012 subiu 11% em relação ao mesmo período de 2011. Entre dezembro e janeiro do ano passado foram apreendidos 1.279.580 produtos, enquanto que, no ano retrasado, o saldo foi 1.143.364.

Os resultados das operações contra a pirataria e ao comércio irregular feitas em 2012 foram divulgadas hoje (8) pela Secretaria de Estado da Ordem Pública e Social do Distrito Federal (Seops), por meio do Comitê de Combate à Pirataria.

Houve um aumento de 57% nas fiscalizações feitas no mesmo período dos anos de 2011 e de 2012. Em 2011, foram feitas 633 fiscalizações, enquanto que no ano passado, o número aumentou para 998.

A operação Presença é uma ação preventiva e representa 47% desse total. Ela consiste na ocupação prévia dos agentes nas áreas de intensa movimentação, como os centros de Brasília, de Taguatinga, de Ceilândia e do Gama, e tem como objetivo fazer com que os fiscais permaneçam nos locais durante todo o dia.

A estratégia teve resultados positivos e registrou uma queda no número de apreensões nesses pontos. Na Feira dos Importados de Taguatinga, local considerado o maior ponto de comércio de mídias piratas do DF, a quantidade de mídias apreendidas diminuiu de 780 mil para 465 mil de 2011 para 2012, uma queda de 40%. 

Segundo o secretário da Seops, José Farias Rodrigues, o número é significativo, mas o foco é diminuí-lo cada vez mais. “A criação do comitê nos possibilitou trabalhar de forma integrada, trocando informações para que a gente possa combater com mais eficiência a pirataria e o comércio irregular”, disse Rodrigues.

O número de presos por pirataria, durante todo o ano de 2012 foi 183 pessoas, que foram indiciadas pelo crime de violação do direito autoral, que está previsto no Artigo 184 do Código Penal. Caso sejam condenadas, a pena pode variar de dois a quatro anos de prisão, além do pagamento de multa.

Fonte: Agência Brasil

 

Números da Pirataria no Brasil

A Câmara de Comércio dos Estados Unidos e o Conselho Empresarial Brasil Estados Unidos, em parceria com a Associação Nacional pela Garantia dos Direitos Intelectuais (Angari), apresentaram, em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, relatório sobre o consumo de produtos piratas no Brasil realizado pelo IBOPE. A pesquisa “O impacto da pirataria no setor de consumo” revela que, neste ano, houve urna redução na compra dos falsificados em diversas categorias, em comparação com 2007. A pesquisa mostra ainda que o Brasil deixou de arrecadar, só nos primeiros dez meses deste ano, R$ 18,6 bilhões em impostos, quase 5% do total arrecadado entre janeiro e setembro deste ano, que foi de cerca de R$ 480 bilhões.

No período de 17 a 22 de setembro foram entrevistadas 1.715 pessoas, com idade acima de 16 anos, residentes nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo e constatou-se que 63% dos consultados consomem produtos piratas sempre, às vezes ou já comprou algum item falsificado. No ano passado, este índice foi de 75%. “Essa redução se deve, principalmente, à atuação apreensiva da Receita Federal e de órgãos competentes. No Rio, por exemplo, há delegacias especializadas na pirataria”, avalia o diretor do Angari, José Henrique Werner.

Segundo o relatório, nos últimos dez meses foram apreendidos pela Receita Federal R$ 1 bilhão em produtos piratas, 22% a mais do que em 2006. Os itens mais apreendidos foram os eletroeletrônicos (R$ 79 milhões), cigarros (R$ 77 milhões), óculos (R$ 73 milhões), calçados (R$ 35 milhões) e artigos de informatica (R$ 58 milhões), entre outros. “É um trabalho de quatro anos que começa a dar resultados”, comenta a representante do Conselho Empresarial Brasil EUA, Solange Mata Machado. “Ações integradas entre as autoridades, em diversas cidades, estão proporcionando uma diminuição no consumo ilegal”, completa.

Compras

A pesquisa aponta ainda um crescimento de 24%, em 2007, para 34% neste ano de pessoas que nunca compraram produtos piratas. “Esse aumento pode ser avaliado de duas formas. A primeira é que houve uma mudança no hábito das pessoas porque há urna maior conscientização dos impactos negativos do consumo de falsificado. A segunda é que mudou a logística da rota dos piratas”, explica Werner. Para ele, devido a maior fiscalização nas fronteiras, os traficantes tiveram que alterar sua rota de distribuição, concentrada antes em São Paulo, o que possibilitou uma diminuição dos lugares conhecidos de vendas.

Solange avalia que um dos principais resultados da pesquisa, e que serve como base para aumentar ainda mais o número de não-consumidores de mercadorias falsificadas, é que surgiram dois tipos de perfis: 76% dos entrevistados são compradores eventuais, mulheres da classe média, que se soubessem que a compra ajuda o crime organizado, o tráfico de drogas ou fosse usados para propinas ou prejudicasse sua família, deixariam de consumir. E 24% são compradores convictos, homens de classe mais baixa, que não são sensibilizados com o fato do ato beneficiar práticas criminosas.

Pontos negativos

Werner, porém, entende que as reduções não são significativas. “Existem muitas pessoas que, mesmo conscientes dos impactos na economia brasileira, preferem comprar produtos piratas por ter preço mais acessível. Apenas 3 em cada 10 pessoas não compram falsificados”. A pesquisa revela que, como nos anos anteriores, 84% dos entrevistados alegam que os produtos ilegais custam menos que a metade do preço dos originais e que isto torna a compra atrativa.

De acordo com a Interpol (International Criminal Police Organization — ICPO), o Brasil movimenta entre R$ 60 bilhões e R$ 70 bilhões com o comércio pirata. No entanto, o que aconteceu nos últimos quatro anos foi uma intensa fiscalização pela Receita Federal. “Há muita coisa a ser feita, mas descobrimos, com este relatório, novos ganchos para atuar”.

Dados atuais

Segundo o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, o Brasil deixa de arrecadar hoje R$ 40 bilhões por ano com pirataria e contrabando. Além disso, dois milhões de empregos formais deixam de ser criados por conta desse problema.

Fonte: Firjan

 

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Prefeitura impõe (não oficialmente) que candidatos paguem por atestado médico

Posted in Cidadania, Cidade, Cultura, Denúncia, E-mails do Leitor, Rio das Ostras by ImprensaBR on 28/02/2013

A prefeitura de Rio das Ostras oferece vagas (limitadas) para cursos de artes e no ato da matricula exige um atestado médico de liberação para exercer a atividade. Porem, os postos de saúde não tem vaga, te colocam numa lista de espera que demora SEMANAS pra chegar PERTO da sua vez. E ainda por cima, quando questionados, os irredutíveis funcionários dão a dica: ” tem um rapaz cobrando 30 reais ali no consultório em cima do mercado. ” Eh mole ?

ISSO EH UM ABSURDO!

Não dá assistência nenhuma à população, deixa cada um por sua própria conta, e quem não tiver os as notinhas de dinheiro pra fazer o tal exame, simplesmente perde a vaga, mesmo tendo sido SELECIONADO depois de fazer testes e entrevistas.

Que falha, hein !

Vi mães indignadas ontem na onda porque não podem perder o dia de trabalho pra correr atras de atestado pra filha em consultório particular..

A prefeitura na verdade deveria ceder um medico pra fazer os exames, já que a demanda eh grande. Mas não.. eles indicam o fulaninho ali da esquina q ta cobrando 30 pau. Lamentável..

Enviada por Dayane S. Lima por e-mail.

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Rio das Ostras: Mais uma cidade partida, e o mosquito da Dengue

Ponte sobre o rio das Ostras. Projeto megalômano, que descaracterizou por completo a paisagem rural e praiana da cidade. Foi inaugurada em 2007.

O que essa ponte tem a ver com a cidade? Olha a favelização em segundo plano… assim está minha amada Rio das Ostras…

Agora começa 2013. Começo do novo-velho governo. Será que vai estabilizar ao menos? Infelizmente, não creio não…

É preciso preservar as belezas naturais como lagoas, praias, os morros, as trilhas na mata de tabuleiro… a serra do Pote, as tradições do homem da terra, o pescador, o agricultor de Cantagalo e Rocha Leão…

Hoje, tudo mudou. Pessoas aos montes invadem com tamanha pressão a cidade, que o mangue não resiste. O de cima sobe e o debaixo desce mais a cada dia, a cada ano. É preciso valorizar o ser humano.

Rio das Ostras… que saudade de você como era há 20, 30, 40 anos… mas o progresso te alcançou. De tapera passou à cidade que mais cresceu no Brasil! A vizinha da capital do petróleo. O El Dourado para milhões de famílias de brasileiros, que sonham com a oportunidade de uma vida melhor, mais digna.

Mas que dignidade é essa?

A cidade amanhece sob uma gravíssima notícia: surto de Dengue. Não é a primeira vez que Rio das Ostras aparece no mapa como cidade com altos números de casos de Dengue. Até o momento, 1416 casos de suspeitas de Dengue estão sendo analisados e 75 casos já foram confirmados.

Centro de Hidratação de Dengue

Enfrentando epidemias de Dengue há quatro, cinco anos, os gestores sabiam que precisariam investir mais na prevenção, mas deixaram para investir em um Centro de Hidratação, ou seja, um instrumento para ser colocado em funcionamento quando a epidemia já estiver instalada.

E a prevenção?

Dengue matou duas pessoas na cidade, em 2011

O vídeo abaixo, gravado pela afiliada da Globo Intertv Alto Litoral, com reportagem da jornalista Renata Monteiro mostra bem a realidade que a cidade vem enfrentando quando o assunto é prevenção ao Dengue, ou a falta dela.

Em 2010, foram feitas 802 notificações da doença. Em 2011, quando foi feita a reportagem, Rio das Ostras registrou 289 casos suspeitos de Dengue, 53 casos de Dengue Hemorrágica e duas mortes.

Foi em 2010 e início de 2011, que o governo anterior contratou centenas de pessoas para atuarem como Agentes de Vigilância Sanitária no combate ao Dengue, na cidade. Foi uma farra, colocou todo mundo pra brincar de ser agente sanitário. Na mesma farra, o governo atua culpabilizando a população. O que os gestores não deveriam é conceder licença de obras nas áreas citadas na matéria e em dezenas de outras, que estão em situações semelhantes. O que não deveria ter feito era a troca de lotes no Âncora, Recanto (o famoso Invasão há 20 anos atrás) por votos. E fizeram muito, mas muito isso em Rio das Ostras. Fazem até hoje!!! O bairro Âncora hoje está favelizado não é à toa; deram uma mãozinha pra que isso acontecesse para depois pedir recursos para o Estado e a União.

E a apresentadora da matéria… que chega quase a explodir de felicidade referindo-se ao povo de Rio das Ostras, que estaria feliz, satisfeito com as ações de combate ao mosquito da Dengue. Gente, tá na cara que ela tá comprada! Como a população pode estar satisfeita quando a cidade registra dois mil casos de Dengue e duas mortes? Funciona assim, a matéria tem que ir ao ar porque os dados estão alarmantes, então a Secretaria de Comunicação liga para o veículo e faz um lobbizinho com o editor.. ‘Poxa, Fulano, sabe como é… joga no ar, mas tenta não deixar o drama do cenário ser percebido na matéria senão você acaba comigo. A cidade está em polvorosa!!! Tá morrendo gente, não podemos dizer isso assim… Tenta dar uma levantada…”, e desliga o telefone depois de dizer que enviará um convitezinho para algum jantar, algum final de semana numa pousadinha de Búzios… uma coisa  desse tipo…  e atitudes como essa levam a apresentações lastimáveis como a que essa da reportagem faz… e a gente vê isso todo dia, não é mesmo? Hoje, meio dia ela estará lá rindo da nossa cara enquanto noticia mais uma morte de Dengue na cidade. Tudo uma falta de noção… nessa cadeia…

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Cartão do bem ou cartão do mal?

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Mudou o ano, mudou o governo, mas a política populista parece nunca ter estado tão forte e consolidada em Rio das Ostras.

Uma semana antes do Carnaval, o novo-velho prefeito da cidade, Alcebíades Sabino, concedeu o beneficio chamado ‘Cartão do Bem’ para 2.600 moradores de Rio das Ostras. A política de assistencialismo não é de hoje no rico município de moradores pobres e vem seguida de outras tantas como você lerá ao final desta matéria.

Para quem não lembra, ou para os novos moradores que nem sabem do fato, o benefício ‘Cartão do Bem’ foi criado em 2007 pelo antigo prefeito do PMDB Carlos Augusto Baltazar (2005 – 2008 e 2009 – 2012 à frente da Prefeitura de Rio das Ostras) como substituição à Cesta Básica dada pela Secretaria de Bem-estar Social. Era para ser destinado a moradores com renda per capita de, no máximo, um salário mínimo.

Quando foi criado, o Cartão causou muita indignação entre os munícipes mais esclarecidos pelo fato de aquele ser um ano que antecedia as prévias eleitorais e a criação de uma lei municipal estabelecendo transferência de renda para cerca de 10 mil pessoas soava como compra de votos à luz do dia. Na época, o cidadão tinha a possibilidade de retirar o dinheiro no Banco do Brasil ou então fazer compras utilizando-o como cartão de débito em qualquer estabelecimento que aceitasse o pagamento com Visa Electron. Os comerciantes não precisavam fazer nenhum tipo de cadastro para participar do programa.

Este ano, antes do Carnaval, Sabino fez um mutirão envolvendo 150 servidores da prefeitura para refazerem o cadastro dos beneficiários antigos e incluir outros novos para ganharem mensalmente do governo municipal a quantia de R$ 100,00, mesmo valor dado em 2007 para os beneficiários.

A cidade, que vive hoje uma explosão populacional, precisa de fortes investimentos em infraestrutura, saúde, educação, habitação, qualificação profissional e inovação em ciência e tecnologia. Porém, o que vemos é a perpetuação de uma política arraigada ao populismo e na dependência do indivíduo para com o Estado, que ao invés de viabilizar formas para que ele – cidadão – trabalhe, oferece-lhe benefícios em dinheiro, em troca de popularidade e quem sabe, de sua continuidade no governo para além desta nova-velha gestão que acaba de começar. Acaba de começar e já disse a o que veio…

Não fossem os R$ 100,00 de mesada que Sabino está dando para quase 3 mil moradores de Rio das Ostras, mais uma medida populista foi anunciada na semana passada: a construção – em parceria com a construtora mais denunciada nos últimos anos no Brasil, MRV – de casas populares na cidade. Mas esta ação populista será a pauta de outra matéria.

 

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Manifestantes fazem ato em Rio das Ostras exigindo a convocação imediata de aprovados no VI concurso público do município

Posted in Cidadania, Cidade, Denúncia, Rio das Ostras by ImprensaBR on 07/02/2013

MP diz não reconhecer a homologação do concurso, e aprovados prometem fazer nova reivindicação dia 21 de fevereiro

A tarde de ontem foi marcada por um protesto em Rio das Ostras, quando cerca de 200 pessoas foram para a frente da prefeitura reivindicar que os concursados aprovados no sexto concurso público do município sejam imediatamente convocados a tomar posse.

A manifestação foi marcada para às 16h, mas atravessou o início da noite. Manifestantes reclamaram usando frases de efeito, apitos e empunhando cartazes e faixas.

Os concursados queriam ainda explicações para as novas contratações de funcionários para a PMRO feitas logo após a posse do prefeito Sabino, este ano, em janeiro.

Em seu site, a Prefeitura de Rio das Ostras apresenta uma nota em que afirma o não reconhecimento da homologação do concurso pelo Ministério Público. Segundo nota divulgada, o Procurador Geral do Município de Rio das Ostras, Eduardo Pacheco de Castro, teria comparecido ao gabinete da 2º Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Núcleo Macaé, para tratar de assuntos referentes ao VI Concurso Público realizado no município. Na ata da reunião divulgada pelo município, os promotores de justiça afirmam que: “o IV Concurso Público não chegou ao seu fim, não tendo validade, portanto, a “homologação” de dezembro de 2012”.

As autoridades judiciais ainda afirmaram aguardar as manifestações da Procuradoria Geral e da Controladoria Geral do Município de Rio das Ostras sobre o caso. Uma nova reunião foi agendada para discutir o assunto, para o dia 21 de fevereiro, às 14h30, no mesmo local.

Os manifestantes prometeram realizar outra manifestação no dia da reunião agendada pela Procuradoria do município no Ministério Público. “Vamos marcar presença no próximo dia 21, em frente o Ministério Público, em Macaé, para exigir que nossos direitos não sejam velados, que sejam respeitados”, disse o professor.

LB com base em matéria de Carolina Burgos para o G1.

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Sociedade riostrense contra o estupro

Aconteceu nesta terça, dia 29 de janeiro, a primeira reunião da Campanha Chega de estupros em Rio das Ostras, movimento iniciado por um grupo de professores do curso de Serviço Social da UFF/ PURO, com o intuito de tornar público o grande número de estupros que acontecem em Rio das Ostras, bem como levar ao poder público demandas e propostas para combater este tipo de violência.

A reunião foi veiculada por meio de e-mails e redes sociais, aberta a toda comunidade, já que o objetivo foi a construção coletiva de propostas de ação. O encontro teve participação de aproximadamente 60 pessoas, entre alunos e professores da UFF, profissionais de saúde do município, representantes de movimentos sociais e moradores de Rio das Ostras, todos indignados com a atual situação de casos de estupro que vigora na cidade.

Não é a primeira vez que os professores do PURO se sensibilizam e organizam ações para combater a violência contra a mulher em Rio das Ostras. Apesar de ter sido chamado por um grupo de pessoas, este movimento é de toda a população de Rio das Ostras.

Foram organizadas como parte da campanha atos de panfletagem para sensibilizar a população para esta realidade. O primeiro aconteceu no último domingo, na praia do Centro e na Lagoa de Iriry até a praia de Costa Azul.

No ato de domingo, integrantes do movimento distribuíram folhetos explicativos para os moradores da cidade e turistas.

Outras atividades envolvendo panfletagem serão feitas durante o Carnaval, e nas redes sociais. Toda a população está convidada a participar dos atos.

Segunda reunião da campanha será dia 20, na UFF

Será organizado um ciclo de debates na UFF, com a presença de estudiosos do assunto, representantes do poder publico, dos movimentos sociais e da segurança pública da cidade (ainda a serem convidados).

No dia 20 de fevereiro, às 17h30, será realizada, na UFF/PURO, a segunda reunião da campanha, onde será construído um documento a ser encaminhado ao poder público municipal, com propostas de prevenção aos estupros, bem como medidas que qualifiquem e humanizem o atendimento às mulheres vitimas desta violência.

Saiba mais sobre a campanha acessando o grupo da campanha “Chega de estupros em Rio das Ostras”, no Facebook.

Leia mais sobre o assunto

O jornal O Polifônico apoia esta iniciativa.

Texto de Paula Sirelli com Edição de Leonor Bianchi.

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Mulheres organizam manifestação pedindo mais segurança e solução para os altos índices de estupros ocorridos em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Denúncia, Educação, Notas, Rio das Ostras by ImprensaBR on 23/01/2013

Movimento envolve docentes do Serviço Social do PURO, alunos da instituição e atores de diversos movimentos sociais da cidade

Rio das Ostras é conhecida, em todo o Brasil, por seus altos índices de estupros. E isso, há muitos anos, não é de agora, depois do crescimento populacional que ocorreu no município nos últimos oito, dez anos em função do arranjo produtivo do petróleo e gás da Bacia de Campos.

Só no mês de setembro do ano passado, dia sim dia não, uma mulher foi estuprada na cidade. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (ISP), até Novembro de 2012 foram registrados 49 casos de estupros na cidade.

Com o objetivo de pedir às autoridades competentes ações de combate ao estupro na cidade, professores do curso de Serviço Social da UFF, alunos do PURO e sociedade civil organizada estão se organizando e convocando todos que se sentem agredidos com esta realidade para uma manifestação. A primeira reunião de organização da manifestação será na terça feira, dia 29 de janeiro, às 17h30, no auditório da UFF/ PURO, na rua Recife S/N, bairro Jardim Bela Vista.

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Os 21 de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Comunicações, Cultura, Denúncia, Notas, Rio das Ostras by ImprensaBR on 09/01/2013

E os 20 anos de Rio das Ostras passaram em branco. É hora da gente começar a pensar na maioridade jurídica da cidade antes que os caras comecem a fazer bobagem… e empurrem goela abaixo (da nossa) livretos com verbetes escritos por quem veio de fora e nunca, jamais teve interesse real na cidade e sua vida social, xerocados na gráfica do ‘Ma(u)zinho’ (o novo secretário de Comunicação da cidade, dono da gráfica que roda todos os impressos da Prefeitura de Rio das Ostras, há anos!!!!!

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Exclusivo n’O Polifônico: Candidatos ao VI Concurso Púbico de Rio das Ostras fazem manifestação pedindo validação do mesmo

Posted in Cidadania, Cidade, Denúncia, Notas, TV O Polifônico by ImprensaBR on 21/09/2012

Muitas pessoas que fizeram o VI concurso público de Rio das Ostras, suspenso pelo Ministério Público em função de uma série de irregularidade em sua organização, fizeram uma manifestação pacífica nas ruas de Rio das Ostras, nesta sexta-feira pedindo a validação do concurso. Veja o vídeo.

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Nota Pública do Sepe Rio das Ostras e Casimiro de Abreu: Conflito entre alunos em escola municipal de Rio das Ostras coloca às claras a precariedade da rede

Posted in Cidade, Coluna do Servidor, Denúncia, Educação by ImprensaBR on 31/08/2012

A Direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE) – Núcleo Municipal de Rio das Ostras e Casimiro de Abreu  torna público sua total solidariedade à comunidade do Colégio Municipal Profª América Abdalla quanto ao episódio ocorrido entre alunos em sala de aula, no último dia 28 de agosto. O SEPE  repudia qualquer ato de violência nas escolas. Chamamos a atenção, no entanto, para  a grave crise na rede municipal de educação de Rio das Ostras, que sofre com a falta de investimentos,  condições de trabalho e saúde e  valorização profissional.

O SEPE também manifesta seu total apoio aos profissionais de educação, em particular à professora envolvida, colocando o seu Departamento Jurídico à disposição no caso de qualquer tentativa de se colocar sobre a responsabilidade da escola e da professora as falhas e omissões que são das autoridades municipais.

Paradoxalmente, foi preciso um conflito de motivação banal, como anunciado, para que se colocasse à luz do dia a precariedade da rede de ensino de Rio das Ostras,  cidade conhecida pelas suas fartas belezas naturais e royalties fartos.

No entanto, conforme tantas vezes denunciado em diversos fóruns, falta investimento na rede, concursos públicos são mal conduzidos, criam-se secretarias municipais espúrias, faltam professores e funcionários administrativos, ausência de política de construção de escolas e creches, salas superlotadas, carga horária de trabalho excessiva, professores sem tempo livre para planejamento e aperfeiçoamento, salários sem reajuste, dentre tantas outras carências que acabam por conduzir a mais uma tragédia anunciada.  Desta vez, felizmente, não consumada.

Incidentes como este do Colégio Municipal Profª América Abdalla vêm se repetindo de várias formas nos últimos anos. O nível de estresse dos profissionais que trabalham nas escolas municipais chegou a um ponto nunca visto em nossa categoria. O professor de uma escola municipal de Rio das Ostras, no seu dia-a-dia de trabalho, convive com turmas superlotadas; se aflige com a falta de uma política pedagógica coerente por parte da SEMED, mudada  a cada ano sem uma discussão aprofundada com a comunidade escolar. Contribui também para a crise da educação municipal a falta crônica de infraestrutura nas escolas e a terceirização dos serviços.

O quadro é ainda pior, se levarmos em conta a carga horária realizada em Rio das Ostras, sendo hoje uma das maiores em todo estado. O que obriga os professores a terem que trabalhar em duas e, não raro, até três escolas por dia. A prova disso é que a SEMED, para maquiar a falta de professores na rede, permite que um professor não só exerça sua matrícula na escola de origem, como trabalhe em mais duas outras, fazendo o que a categoria chama de “dobradinhas”. Com isso, um professor chega a dar 60 horas semanais de aula para cerca de 500 alunos!

E  a  Prefeitura  e a  Secretaria de Educação querem  dizer que a educação “vai bem, muito obrigado!”.

Infelizmente, é o que ocorre em nossas escolas: uma categoria estressada, doente, desmotivada e pronta para abandonar a profissão.

Neste sentido, o SEPE, que completou 35 anos de lutas neste ano, vem reafirmar seus princípios em defesa da escola pública gratuita, democrática, laica, universal e de qualidade social. Desde sempre.

O SEPE somos nós, nossa força e nossa voz!

Fonte: Direção do SEPE Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

SEPE – Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
Sede: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º andar – Sala 8 – Centro – Rio das Ostras – RJ
Telefone: (22) 2764-7730
Horário de Funcionamento: Segunda, Quarta e Sexta das 09h às 13h. Terça e Quinta das 13h às 17h.
Email: sepe.riodasostrasecasimiro@gmail.com
Blog: http://seperiodasostrascasimiro.blogspot.com
Twitter: @sepeostras

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Fiscalização da Guarda Municipal de Rio das Ostras multa sem critério, em Mariléa

Posted in Cidade, Denúncia by ImprensaBR on 01/08/2012

LB

Estão sendo multados neste momento dezenas de motoristas que seguem pela rua Niterói, principal via do bairro Jardim Mariléa. O novo sentido da rua Niterói mudou esta semana e, sem orientar os antigos motoristas que passam pelo percurso há anos, e ainda não sabem da alteração, os guardas estão multando indiscriminadamente os motoristas.

A ronda d’O Polifônico desta manhã viu um trabalhador de uma empresa de antenas sendo multado porque transitava na via, na altura da rua Barra Mansa. Indignado ao ver o guarda com um bloco na mão anotando alguma coisa que poderia ser uma multa, o motorista parou o carro e desceu para saber do que se tratava. “Você não pode me multar antes de me notificar! Nem sei o que está acontecendo. O que houve?”, indagou o trabalhador.

Sem muitas explicações, o guarda municipal permaneceu o expediente e concretizou a multa.

Atenção motoristas de Jd. Mariléa, a ordem da Guarda é multar para arrecadar! Os servidores da Guarda estão na rua Niterói com cara de bicho, encarando quem passar com um bloquinho na mão.

Atenção ainda para o novo sentido da rua Niterói, que depois de sempre, passou a ser mão única para  quem segue da rodovia do Contorno para o Centro. O sentido inverso deve ser feito pela rua Macaé, paralela a Niterói.

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Técnica de Enfermagem manda carta para o jornal Folha Dirigida reclamando a anulação do VI concurso público de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Denúncia by ImprensaBR on 20/07/2012

Rio das Ostras: faltam argumentos

Gostaria de demonstrar o meu descontentamento com a suspensão e possível anulação do concurso da Prefeitura de Rio das Ostras, tendo em vista que todos os argumentos apresentados não são suficientes para tanto.

Segundo a decisão judicial, a Fundação Trompowsky é acusada de várias coisas, como plágio e improbidade administrativa, já que foi contratada para criar questões e não para copiá-las. Acredito que se isso aconteceu mesmo, os direitos dos candidatos que foram lesados devem ser preservados e a organizadora punida da forma que tiver que ser.

Mas e os cargos que não tiveram esse problema? Será que todos nós devemos pagar pelo erro deles? Eu fiz a prova de técnico de enfermagem, que foi integralmente anulada porque a parte específica era para técnico de enfermagem do trabalho.

Portanto, tive mais despesas para me deslocar do Rio de Janeiro a Rio das Ostras, já que fiz isso por duas vezes, e acredito que a maioria dos candidatos com esse problema também se encontravam na mesma situação que a minha.

Espero que, no fim das contas, a justiça seja feita e que concentre seus esforços nas áreas que apresentaram problemas, liberando o restante para que os candidatos classificados possam, enfim, tomar posse dos seus cargos.

Fabíola Oliveira – por e-mail

 

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Justiça localiza comprador de acervo da Bloch

A Justiça finalmente localizou o arrematante do acervo fotográfico da Bloch Editores. Luiz Fernando Barbosa foi notificado da decisão do Ministério Público, que o proíbe de vender o material, no dia 30 de junho. Assim, após nove meses, termina um complicado capítulo da novela sobre a extinta empresa de Adolpho Bloch.

Em outubro do ano passado, após o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio entrar com ação sobre o leilão do material pelo fato de a negociação não ter respeitado o direito autoral dos repórteres fotográficos, o Ministério Público decidiu pela antecipação de tutela, obrigando o comprador, que arrematou o arquivo por apenas R$ 300 mil, a manter as fotografias em local de conservação adequada.

Barbosa foi notificado pela Justiça em Miguel Pereira, no bairro de Barão de Javary. No material leiloado, além de cromos e negativos de revistas como Manchete e Fatos & Fotos, estão arquivos de jornais brasileiros e estrangeiros do setor de pesquisa da Bloch Editores, instalado no sétimo andar do histórico prédio da Rua do Russel.

“Tem muita coisa nesse acervo que nem está na internet”, destaca o presidente da Comissão de Ex-Funcionários da Bloch Editores, José Carlos Jesus. São periódicos históricos que documentam momentos importantes do País, como a morte de Getúlio Vargas e a gestão de Juscelino Kubitschek, além das fotografias que trazem o meio século de história noticiado pelas revistas.

Assembleia

Os assuntos da venda do material e a procura pelo comprador foram lembrados na assembleia de ex-funcionários da Bloch Editores, na última sexta-feira (29/6). O encontro também atualizou os profissionais que prestaram serviços à empresa, como jornalistas e gráficos por exemplo, sobre o andamento das ações em busca de seus direitos trabalhistas. Ao todo, são mais de 2 mil no aguardo de decisão judicial.

“Nós todos somos muito gratos às pessoas que vêm nos ajudando para conseguir os nossos direitos”, aponta José Carlos. Entre estas pessoas, o presidente da comissão de ex-funcionários citou a juíza da 5ª Vara Empresarial do Rio, Maria da Penha Nobre Mauro, o promotor público Paulo Cerqueira Chagas, o procurador-geral Luiz Roldão de Freitas Gomes Filho, e a síndica e o contador da massa falida, respectivamente Luciana Trindade da Silva e José Alkimin.

A próxima assembleia está marcada para 27 de julho.

Fotos: Ana Paula Migliari

Site: SJPMRJ

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As eleições vem chegando

Posted in Articulistas, Denúncia, Eleições 2012, Estado, Macaé, Matheus Thomaz, Política, Região by ImprensaBR on 02/05/2012

Matheus Thomaz*

Estamos em período pré-eleitoral, com os pleitos municipais se aproximando vou aproveitar o espaço para apresentar leituras sobre o cenário local. Irei começar pela analise da prestação de contas de contas do deputado federal local do PMDB e irmão do prefeito, para se ter um entendimento melhor é bom compreender que a política aqui acaba funcionando como um negócio de família. Tentarei achar relações com acontecimentos e ações aqui do município. Toda pesquisa sobre doação e arrecadação de campanha foi retirado do site http://www.asclaras.org.br/

Bem o Deputado Adrian, arrecadou R$ 2.106.386,72,isso mesmo mais de dois milhões de reais para se tornar deputado federal. Será que vale mesmo tanto investimento para participar do congresso federal e decidir sobre as leis do país? Devem acreditar muito na democracia todos esses doadores. Deste montante, 90% foram doados por pessoa jurídica e dessas temos 24 empresas locadoras de máquinas e 13 empresas prestadoras de serviço. Números significativos, uma nova etapa desta pesquisa poderia ser quantas dessas empresas prestam serviços à prefeitura municipal de Macaé.

Através da pessoa Jurídica Adrian Mussi foram doados R$ 156.567,18, esse valor é mais que a metade de todo patrimônio que o deputado declarou à justiça eleitoral para ser candidato em 2010 (segundo site http://www.excelencias.org.br foi de R$ 230.706,88). Esse dinheiro de campanha muitas vezes parece circular entre candidatos e doadores. Existem algumas doações no mínimo curiosas feita pela pessoa jurídica. A maior doação individual foi para um candidato chamado Adilson Palácio, do Partido Republicano Progressista (PRP) e alcançou só 1.219 votos e não se elegeu ficando na suplência. As doações são para candidatos a deputado estadual variados partidos e os eleitos hoje fazem parte da base de sustentação do governo Sérgio Cabral. O candidato derrotado ao senado pelo PMDB também foi agraciado com uma doação de Adrian.

Outro dado interessantes visto no http://www.excelencias.org.br foi a quantia que o deputado recebeu da Câmara como verba indenizatória (gasto com aluguel, consultoria, diversos e transporte/estadia) foi de R$ 235.706,88. O mandato do deputado tem saído bem caro aos cofres públicos.

Nesse contexto vale também refletir sobre as ações do deputado nas dois principais debates que correram pela Câmara de Deputados.

A primeira diz respeito a CPI da Cachoeira e as sinistras ligações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira, diversos políticos e a empresa Delta Construções. O deputado Adrian Mussi não assinou o pedido de CPI, por que será que o deputado não gostaria que se abrissem investigações sobre o tema. O que mais implica a CPI para o nosso Estado, pelo menos até agora, são as íntimas ligações da Delta com governo do Estado, seu super crescimento após 2009 com contratos bilionários e grandes obras como a reforma do Maracanã e construção da transcarioca. Seria por que em Macaé tem uma obra milionária da Delta? Uma obra orçada em 17 milhões de reais, na orla de Imbetiba, que segundo ouvi de alguns macaenses uma obra desnecessária e que irá descaracterizar um espaço histórico da cidade. Perguntas que deveriam ser respondidas.

A outra questão é sobre a aprovação do Código Florestal essa semana na Câmara de Deputados. O texto aprovado é um horror! Concede anistia aos desmatadores, desregulamenta áreas de preservação, entre outros malefícios com o meio ambiente. Aqui em Macaé uma cidade com bonitas praias uma região serrana apaixonante é, no mínimo de se preocupar, ter um representante local que não se importa muito com a preservação do meio ambiente. Deve ser por isso que o parque municipal da praia do pecado nunca saia, que não se altera o gabarito dos prédios ao redor dessa mesma praia, ações como essas somente favorecem aos que especulam imóveis e terras em detrimento à um cartão postal que deveria ser patrimônio da humanidade. Por esse caminho os mesmo pensam em construir um porto no Lagomar que traria um impacto profundo e negativo ao ecossistema do local. Enfim pesquisando eu descobri pelo site http://www.excelencias.org.br , que traz a ficha dos parlamentares eleitos no país, que o deputado É alvo de ação de execução fiscal movida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis:TRF-2 Seção Judiciária de Rio de Janeiro – Processo nº 0005421-49.2003.4.02.5116 .

Macaé é uma das cidades mais ricas do Estado do Rio de Janeiro a outrora princesinha do Atlântico é agora a capital nacional do Petróleo. Além de ser a principal base de operações da Petrobrás atrai inúmeras empresas multinacionais do ramo e outras tantas prestadoras de serviços. O município passa por um acelerado processo de urbanização impulsionado pela riqueza do petróleo.

A disputa eleitoral por aqui já começa a esquentar. Apesar de ter chegado recentemente em Macaé, começo a compreender um pouco dos acontecimentos. Tenho estudado os elementos, os partidos e as movimentações políticas no intuito de entender os processos locais por isso resolvi dividir essas reflexões neste espaço para melhor exercer meu papel de cidadão. Nos próximos versarei sobre os outros postulantes.

*Matheus Thomaz é assistente social e articulista do jornal O Polifônico.

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Rio das Ostras gastou R$ 1 milhão por dia na última festa de aniversário da cidade

Posted in Cidade, Denúncia, Observatório da Imprensa Local by ImprensaBR on 18/04/2012

Prefeitura deixou de investir cerca de R$ 10 milhões em Saúde, Educação e setores básicos para financiar a festa de aniversário mais opulenta que a cidade já teve

O ‘evento’ durou nada menos que nove dias

Com o título ‘Festa de aniversário de Rio das Ostras é um sucesso‘, a Secom de Rio das Ostras abriu com apelo ‘up’ o release enviado agora à tarde para a imprensa regional sobre os resultados da festa de aniversário da cidade, que finalmente acabou nesta última segunda-feira com o show de Luan Santana e mais vaias ao prefeito.

Com o subtítulo ‘Shows gratuitos agitaram os nove dias de comemorações e reuniram 300 mil no Parque de Exposições’, apavorei-me e corri para cá.

De graça? De graça para quem? A festinha de aniversário de Rio das Ostras foi paga com o seu, o meu, o nosso dinheiro! E foi superfaturada como tudo na PMRO, produzida por uma empresa terceirizada que vai usar esse dinheiro para apoiar você já sabe qual candidatura nessas eleições… e o comentário, esta semana nas ruas da cidade, é que nada deu certo, principalmente nos bastidores. De vaias ao prefeito, a estacionamentos a 20 reais, passando pela falta de segurança suficiente para um público de 65 mil pessoas, à censura da imprensa local durante a cobertura da festa por parte da produção. 

Segue o release da secom…

Sessenta e cinco mil. Esse é o número estimado pela Defesa Civil de pessoas que compareceram ao último dia das comemorações pelo aniversário de Rio das Ostras, nesta segunda-feira, dia 16. O show de Luan Santana atraiu uma verdadeira multidão para o Parque de Exposições e fechou com chave de ouro uma série de shows gratuitos oferecidos pela Prefeitura como um presente aos riostrenses.

Novamente nessa noite, quando o cerimonial anunciou o nome do prefeito de Rio das Ostras, houve vaias. 

No palco, Luan Santana destacou o recorde de público e a importância do evento para sua carreira. “Hoje é uma noite histórica pra Rio das Ostras e pra minha carreira também. A gente tá batendo recorde de público na festa! Mais de 65 mil pessoas aqui hoje!”, falou, animado, o cantor.

Pão e circo:

“O grande êxito dessa festa reflete o sucesso da cidade, referência no País em serviços públicos e em qualidade de vida. A população merece esses dias de alegria e celebração”, disse o prefeito Carlos Augusto.

Foram nove dias de comemorações, que incluíram shows de artistas consagrados. Pelo palco do Parque passaram Victor e Leo, Fernandinho, Cláudia Leitte, Padre Fábio de Melo, Harmonia do Samba, Grupo Revelação, Seu Jorge, Jammil e Uma Noites e Luan Santana. Segundo números da Defesa Civil, cerca de 300 mil pessoas visitaram o Parque nos dias de evento.

Morador que veio de longe…

A riostrense Andréa Martins não se cansava de elogiar a festividade. “Está tudo maravilhoso, os shows são ótimos. Rio das Ostras merece essa festa. A cidade é linda e está cada dia melhor”, acredita. Outros moradores aproveitaram para declarar seu amor ao município. “É uma cidade ótima tanto para trabalhar quanto para se criar uma família”, acredita Renato Alves. “Aquele que vive em Rio das Ostras, não quer sair. A cidade é pequena, mas tem coração de mãe”, acrescenta Reinaldo Mendes.

Puxando o saco dos ambulantes (eleitores)

Os moradores deixaram claro que existem todos os motivos para se festejar os vinte anos da cidade. Mas não foi somente diversão que a festividade trouxe aos riostrenses. Fábio dos Santos, o Fábio do Algodão Doce, por exemplo, é integrante do Programa de Renda Alternativa. Ele diz que este tipo de evento gera lucros para os ambulantes. “As vendas aumentam em 40% pelo menos para a gente. É muito boa essa iniciativa da Prefeitura. A cidade precisa destes eventos porque oferece mais uma opção de lazer além das praias”, disse o ambulante. “Rio das Ostras completa 20 anos dando oportunidade à Renda Alternativa”, concorda André Luis Inácio.

Nos fins de semana, os hotéis, pousadas e restaurantes da cidade ficaram lotados pelos visitantes, atraídos pelas comemorações.

OUTRAS ATRAÇÕES- A festa em comemoração aos 20 anos de emancipação político-administrativa de Rio das Ostras foi realizada entre os dias 8 e 16 de abril, no Parque de Exposições, na Rodovia do Contorno, km 1.

Além dos shows, outras atrações foram oferecidas como o parque de diversões e exposição agropecuária. Uma das novidades da III Exposição Agropecuária foi o concurso do Gado Gir Leiteiro, com a participação de 200 animais de diversas cidades do estado do Rio de Janeiro. Também houve a disputa de equinos e bovinos expostos à visitação, além da mini-fazenda.

Crime! Todos sabemos que não faz bem aos animais ficarem expostos em ambientes como festas como essa. É crime ambiental, mas ninguém vê.

A festividades ainda foram marcadas pela missa solene, Desfile Comemorativo, lançamento do selo e carimbo dos correios em comemoração à data e cavalgada. A realização da Festa da Cidade foi da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio da Prefeitura de Rio das Ostras.

Aff… estava perdendo o fôlego…

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Criação de mais quatro secretarias de governo causa indignação entre moradores e entidades de classe

Posted in Cidade, Coluna do Servidor, Denúncia, Educação by ImprensaBR on 14/04/2012

Por LB

Depois de ter criado mais quatro novas secretarias de governo, os gestores de Rio das Ostras mostraram mais uma vez que tipo de política pretendem fazer neste ano eleitoral. Como todos já sabem, foram aprovadas pela Câmara, no final de março, a criação das secretarias de Valorização do Ensino, Gestão Pessoal, Veículos Oficiais e Transporte Urbano. O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação de Rio das Ostras e Casimiro de Abreu emitiu uma nota de repúdio ao ato, cuja mesma reproduzimos a seguir.

Nota de Repúdio
“Trem da Alegria” em Rio das Ostras
Prefeitura de Rio das Ostras cria quatro novas secretarias
A propósito da aprovação e sancionamento da Lei nº 1.672/2012, que cria quatro novas secretarias municipais, a diretoria do Sepe Rio das Ostras e Casimiro de Abreu torna pública a seguinte nota de repúdio:
No final de gestão e ano eleitoral, a população de Rio das Ostras foi surpreendida ao ler no Jornal Oficial do município nº 572, de 23 a 29 de março último, a aprovação e o sancionamento da Lei nº 1.672/2012, que cria quatro novas secretarias municipais.
Num momento em que os efeitos da crise financeira reclamam austeridade, que, em nível mundial, são adotadas medidas para fazer uso racional do dinheiro público, da receita gerada pelo imposto suportado pelos contribuintes, a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Rio das Ostras seguem na contramão e praticam com o “trem da alegria” um péssimo exemplo.
Para o SEPE Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, trata-se de mais uma iniciativa da prefeitura de “mostrar serviço”, ao mesmo tempo em que cria cargos comissionados para eventuais apoiadores com vistas às próximas eleições. É, o popularmente chamado “cabide de empregos”, que toma por base tão somente critérios políticos e atende aos interesses exclusivos dos vereadores e do próprio prefeito. E, em nenhum momento, considera a expectativa da população que os escolheu para exercer tais funções.
O SEPE, além de não concordar com essa prática fisiologista, também não vê como necessária a recém criada Secretaria Municipal de Valorização do Sistema de Ensino (SEMVE), pois entende que suas alegadas atribuições deveriam ser de responsabilidade da já existente Secretaria de Educação.
Gerar aos cofres públicos uma sangria é, definitivamente, um ato de desrespeito. Fere, ainda, o Legislativo, princípios que deveria defender, na medida em que abre espaço para a escolha de “apadrinhados” que não precisarão, como a maioria das pessoas, prestar concurso público para trabalhar.
O Sindicato questiona tal iniciativa, pois além de ser vergonhosa, nos leva indagar por que a Prefeitura não investe na educação. Ao invés de criar mais cargos comissionados, onde estão as vagas para as nossas crianças nas creches municipais, o material pedagógico para os professores e a política efetiva de construção de escolas e creches?
O SEPE defende uma Educação Pública Gratuita, Democrática, Laica, Universal e de Qualidade Social, e rejeita qualquer fórmula ao sabor do receituário neoliberal, com terceirizações e privatizações de serviços públicos.
O SEPE vem a público cobrar das autoridades do executivo e do legislativo, coerência entre o proclamado e o realizado. “Governando com responsabilidade” deve ser, mais que um slogan, uma prática em respeito à população que paga impostos e carece de serviços públicos. Especialmente, de educação, de saúde e de segurança.
Rio das Ostras, 02 de Abril de 2012.
SEPE – Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

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Rio das Ostras ganha um presente inesquecível nos seus 20 anos: Boechat arrebenta com prefeito e vereadores que aprovaram a criação de mais quatro secretarias de governo na cidade

Posted in Cidade, Denúncia, Observatório da Imprensa Local, Política by ImprensaBR on 10/04/2012

Ricardo Boechat, conceituado jornalista da Rede Bandeirantes deu a nota que vocês ouvirão a seguir…

O fato: a criação de mais quatro secretarias de governo em Rio das Ostras.

Não esqueçamos que o jornal RJ News, do grupo do ex-prefeito Acebíades, fechou uma ‘parceria’ com a Band.

Agora… Boechat… logo você se servindo a isso?

Tá estranha essa parceria.

O Observatório da Imprensa local está de olho!

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Morador de Rio das Ostras posta vídeo na internet denunciando estado de calamidade em seu bairro

Não é de hoje que as ruas do bairro Chácara Mariléa precisam de atenção especial do governo. Ainda em fase de crescimento, de construção de novas habitações, a Chácara Mariléa ainda não tem estrutura básica para isso. É nesse bairro que está localizada a ETE da cidade, segundo a própria prefeitura, uma das estações de tratamento de esgoto mais preparadas e eficazes do Brasil.
Veja a série de vídeos que gravei há um ano na rua Cambuci: 

Rua Cambuci

Chácara Mariléa... e suas ruas Cambuci, Aristóteles da Cunha e Acerbal Pinto Malheiros preservam os ares de roça dos tempos em que a Petrobras ainda não havia aportado em Macaé.

A rua Cambuci fica logo atrás daquela margem do rio das Ostras.

Cambuci com Aristóteles da Cunha.

Rua Almir Ventura, próxima a rua Cambuci.

Foi nesse bairro que o prefeito Carlos Augusto fez sua festa de 51 anos, em 2011, atormentando a paz dos moradores locais como eu, por exemplo, que fui obrigada a passar a tarde do sábado da festa do senhor todo poderoso prefeito de Rio das Ostras ouvindo uma péssima cantora desafinada tentando cantar… e depois fui obrigada ainda a ouvir os 20 minutos de fogos pirotécnicos queimados deliberadamente. Um verdadeiro absurdo. Muita falta de respeito pela vizinhança! Mas para amenizar, o prefeito ficou na porta da casa das pessoas vizinhas ao local da festa-churrascada convidando-as para a mesa farta. Pão e circo sempre.
O jornal O Polifônico já mostrou várias fotos das ruas Cambuci, Aristóteles da Cunha, Acerbal Pinto Malheiros completamente alagadas, mas isso foi no verão de 2011. Sem nada feito na local, um ano depois o quadro piorou e na Cambuci, rua da ETE e por onde passam as kombis que fazem o transporte coletivo dos moradores do bairro, o caos é total.
Um morador do bairro, indignado com a situação calamitosa no local, publicou esse vídeo na internet para chamar atenção dos gestores para a precariedade enfrentada por quem reside em Chácara Mariléa. Ele pede atenção do prefeito, manda chamar a moradora antiga do bairro, Sônia Tojal, que quer ser vereadora no município, para que ela veja a cena, mas obviamente, até agora…  será que foi ouvido?
Veja o vídeo postado pelo morador:

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Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia a ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO durante a Semana de Cultura Afro-Brasileira

Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO, na Semana de Cultura Afro-Brasileira do Polo.

Rio das Ostras – Lamentavelmente uma intervenção artística que consistia na pintura de um muro da cidade acabou em desgaste para professores e alunos do PURO e para os artistas convidados pelos organizadores do projeto ‘1a Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras’, promovido interdisciplinarmente por docentes e discentes do Polo.

A Semana contou com diversas atividades, dentre as quais, destacamos a presença do grupo de jongueiros ‘Tambores da Machadinha’, de Quissamã, que coroou a todos os presentes na noite de 17 último com uma apresentação visceral, ensinando a professores, alunos e comunidade o valor que precisamos dar à cultura popular brasileira, afro-brasileira. Referências tão próximas e tão distanciadas de nosso cotidiano vieram à tona ali no ‘terreirão do PURO’… Lindo! O jongo deixou a todos inebriados, energizados, enigmatizados, revigorados e prontos para enfrentar qualquer coisa que viesse à frente. Os tambores da machadinha são muito fortes!

Sexta-feira, de manhã, depois de toda a energia compartilhada na noite anterior, levantei cedo como de praxe para honrar os compromissos da extensa agenda da jornalista encarnada em mim… e segui para mais um dia cheio, daqueles, em Macaé. A pauta era um seminário (falcatrua!!!!) de cultura promovido pela Fundação Macaé de Cultura, que reuniu meia dúzia de gatos pingados em torno de um projeto já pronto pela prefeitura e pela Fundação. Gastei meu tempo… mas aprendi alguma coisa… sobre as quais não vem ao caso agora…

Não poderia cobrir o último dia da Semana de Cultura Afro-Brasileira, mas fui ao PURO entregar dois filmes – O vento forte do levante e Clementina de Jesus, a Rainha Quelé – para serem apresentados na sessão de cinema, durante à tarde, na agenda da Semana.

Jornalista de plantão, obviamente aproveitei o ensejo e papeei um tantinho com os dois desenhistas que estavam esboçando uma ilustração no muro de fora do PURO, para pintarem em cima, depois. O muro fica em frente ao cruzamento da avenida dos Bandeirantes com a rua Recife, no Jardim Bela Vista. Quem não conhece? Em frente rola há anos um ponto de prostituição que a fiscalização também, há anos, finge não ver…

Descobri ali dois rapazes, dois brasileiros famintos por conhecimento, por educação, por arte, por liberdade, por cultura, por um espaço para expressarem sua maneira de perceber o contexto no qual estão inseridos…

Sempre correndo, abracei esses brasileiros, agradeci o depoimento que me deram em vídeo e embarquei rumo a Macaé para o seminário falcatrua.

Surpreendentemente, abrindo o facebook horas mais tarde, li um post chocante, o qual me faz estar aqui, agora.

Não sei se posso replicá-lo, mas basicamente ele comenta o final trágico e triste que teve a atividade da pintura no muro do PURO.

Os artistas que estavam ali convidados, trabalhando, os alunos e organizadores da Semana de Cultura Afro-Brasileira, a comunidade, eu, todos foram afrontados e constrangidos diante de tamanha falta de educação, bom senso e, sobretudo, de cultura dos gestores públicos de Rio das Ostras.

Agressivamente, segundo fontes, uma junta de fiscais, guardas municipais e até policiais militares abordaram os jovens artistas enquanto pintavam o muro – a ilustração remetia à diversidade étnica e à valorização da cultura afro-brasileira –

As cores usadas na pintura eram o vermelho, amarelo, verde e preto… cores da bandeira da áfrica… só que para os aculturados que os abordaram, provavelmente o tema envolvido era maconha e Bob Marley. Antas!

Criaram uma cena horrível no local, um local onde brotava a liberdade de expressão, a arte, a inocência… agrediram pessoas que trabalhavam e ameaçaram processar a universidade por danos ao patrimônio. De arrepiar!

O Polifônico repudia a atitude dos responsáveis por esta ação vergonhosa. Vemos uma cidade que deseja tanto prestar-se ao arranjo produtivo do turismo, mas permanece cega as suas próprias linhas conceituais, metodológicas, enfim… O que acontece na cidade não fica só aqui e as belas propagandas que só aqui são veiculadas, ao contrário das páginas online d’O Polifônico, não são exibidas em nível nacional… tampouco fora do Brasil… sendo assim, esta mesma prefeitura, que tenta vender ao máximo a imagem de cidade do progresso, despreza incoerentemente a imagem negativa que passa Brasil à dentro e mundo à fora sobre o que de fato acontece nesta ilha imperial.

Hoje cedo recebi um email de um dos rapazes que conheci naquela manhã, pronto para mostrar ao mundo sua arte. Este e-mail também me traz aqui, agora.

“Venho aqui para falar que fui totalmente repudiado pela guarda municipal, em relação aquela linda homenagem que estávamos fazendo no muro do PURO. Foram feitas duas abordagens: primeiro vieram dois guardas na viatura, mas só fizeram algumas  perguntas e foram embora. Depois vieram nos dois cidadãos à paisana (que trabalham na guarda) chegaram de forma totalmente grosseira, sem manter o mínimo de respeito na comunicação já chegaram  me oprimindo nem me deram bom dia !!! Não sei o que eles viram em meus olhos mas seja lá o que foi pelo visto não gostaram muito pois não pararam de olhar-me dos pés a cabeça. Por eu e meu amigo pedir para eles se identificarem eles chegaram em certo ponto a dizer que poderia nos levar presos, pois alegavam que o trabalho artístico que ali estava sendo feito era crime(Homenagem ao dia 20 de novembro )  não sei a que se aplicaria o poder ali mas estava ali dando minha contribuição livre, e voluntaria, Junto aos organizadores do evento, e minha arte foi totalmente repudiada pelo poder publico, olha tem uma aluna que tem um vídeo que mostra a hora em que finalizamos a arte, e que pode ajudar depois vejo e arrumo….  “Não aguento mais essa ausência de respeito e incentivo à  cultura por parte das autoridades.”

Prefiro não dizer qual deles assina o e-mail para não expô-lo. Publico os depoimentos de ambos os artistas com quem conversei naquela manhã (antes do ocorrido – em vídeo) e a fala de indignação de um deles (enviada à redação do jornal O Polifônico via e-mail). Tirem suas impressões.

Diante deste cenário imoral de atuação dos gestores públicos, estimulo os envolvidos no episódio (refiro-me aos artistas e comunidade acadêmica, sociedade sempre!!!) a redigirem com seus termos (eu não presenciei o fato) uma nota de repúdio à ação da Prefeitura de Rio das Ostras no caso, para publicizarmos através deste jornal e em todas as redes possíveis!!!!!

Precisamos gerar o desconforto necessário demandado por essa gangue e passar a mostrar para o mundo como agem esses ratos. Creio que seja mais uma forma de nos articularmos contra posturas oriundas de ações repressivas e cerceadoras, além, é claro, de podermos causar grande incômodo aos que armaram essa armadilha sinistra, divulgando ao mundo como preferem ‘trabalhar’.

Não imagino, de fato, qual seja o sentido, o entendimento, que esta prefeitura tem por ‘cultura’, mas posso afirmar uma coisa: a única cultura que ela conhece é a do temor, do medo, do assédio.

Lamento, minha amada Riodas… o que estão fazendo com você. Lamento, pessoal da Semana de Cultura Afro-Brasileira. Vivi com vocês momentos mágicos e inesquecíveis durante a semana toda e é muito triste acompanhar o que estão fazendo com vocês, com o Polo, com o ganha pão de todos vocês, de todos nós. Lamento, estudantes, por vocês estudarem numa cidade que tem gestores públicos tão irresponsáveis como Rio das Ostras têm, sempre teve… lamento, mas não fico só me lamentando… estamos todos em ação e por isso mesmo incomodamos.

Engulam-nos vivos e absorvam ao menos nossos pensamentos e nossas maneiras de raciocinar. Isso já seria uma prerrogativa menos escrota.

Contem comigo e com o jornal O Polifônico para mais esta batalha!

Preciso de vocês fortes e com vigor!!! Todos vocês! Rumo à 2ª Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras!!!

Salve o cinema brasileiro!

Leonor Bianchi

Os entrevistados cederam uso de áudio e vídeo ao jornal.

 

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Para que serve uma praça?

Para exibir ricas lajotas e deixar o vento correr entre escassas moitas ou para as pessoas se encontrarem, para compartilhar momentos de lazer, para levar às ruas nossas idéias? 

Somos da parte das gentes que acreditam que as praças devem ser ocupadas, que as idéias devem ali ser divididas e construídas, que as brincadeiras tenham nela espaço, que nela esteja refletido a identidade da comunidade que habita seu entorno. A praça é espaço lúdico, é político, cultural, espaço de produção de subjetividades e de contrução coletiva de sentidos.

Em Rio das Ostras temos uma praça bem no centro da cidade chamada José Pereira Câmara, que não conta com uma árvore para fazer sombra (tem palmeiras de R$5 mil, moitinhas, mas sombra de árvore num tem não) mas tem de chão lisinho, tem monumento turístico, tem transporte facilitado nos arredores, vista para o mar e uma satisfatória iluminação pública. O espaço foi por muito tempo apenas um cartão postal, uma praça de passagem, que nem banco tinha… Vieram os bancos, veio o tempo também, mais um monte de gente pra cidade e um tanto de gente, dessas que vieram e das que aqui já estavam, começou a dar um sentido maior que foto pra catálogo e ponto de ônibus. Um pessoal passou a se reunir ali para dançar: cultura hip hop presente, lindo. Religiosos passam por ali, se reúnem, fazem atividades litúrgicas. Lindo. Um outro pessoal também chegou, galera do skate, esporte radical no qual Rio das Ostras tem significante representação. Os adolescentes, as famílias, os grupos políticos com assembléias e manifestações. Lindo: apesar de ainda não ter sombra a praça ganhou vida, ganhou sentido.

Nessa última sexta feira, dia 14 de outubro, estávamos exercendo nossa vida “pracenta”: dança, skate, famílias, pipoqueiros, um grupo preparando cartazes para um ato político marcado para o dia seguinte naquele local, estudantes de teatro no intervalo de seu ensaio, namorados, pequenas crianças olhando a água que cai do balde do monumento. Não havia nenhuma confusão, nenhum ato agressivo, os diferentes grupos interagiam tranquilamente… Até que a Guarda Municipal do nosso município decidiu nos dar uma dose de controle e moralismo.
Um GM abordou inicialmente um dos rapazes skatistas mais velho, lhe dando a ordem de suspender as atividades do grupo e cada um recolher seus skates. O rapaz, muito consciente de não estar infringindo nenhuma lei, não respondeu com obediência e tão pouco passou aos colegas o ordenado inconsistente. O GM se afastou um pouco da praça até onde seu companheiro de trabalho o esperava em uma viatura – com ele falava que já tinha mandado, que já tinha falado e combinava um resposta à provável resistência. Minutos depois ele volta, aborda dessa vez uma criança de 12 anos, lhe segura agressivamente pelo braço e toma o skate de seus pés. A cena fez com que os amigos skatistas, o grupo político, os transeuntes se aglomerassem em torno do opressor para questionar a ação. A alegação: não pode andar de skate, eu já falei! Mas não pode por quê?
O primeiro argumento foi: tem a praça de skate, skatista tem que ficar lá. Lemos: lugar de skatista é no escuro, depredado, longe e associado à criminalidade. O outro argumento é: está machucando as pessoas. Sinceramente, nunca vimos um relato acerca disso e é um argumento aparentemente vazio para justificar a marginalização da prática e do grupo.

Rio das Ostras tem outras praças, tem inclusive uma Praça de Skate, mas nenhuma onde a mobilidade urbana permita o acesso como essa, nenhuma tão iluminada e visível ao ponto de os pais deixarem seus filhos se divertirem enquanto fazem suas atividades nas redondezas, nenhuma em condições de uso para o esporte. A Praça do Skate? Sem atenções e reparos do poder público está depredada (skate é um veículo de pequenas rodas que não funcionam muito bem numa superfície acidentada, consideremos), não tem iluminação que permita segurança e os freqüentadores narram que há grupos agressivos que dominam o espaço, que utilizam como querem a custas de ameaças, que há tráfico de drogas no local. E é afastado, claro. Agora reflita conosco: seu filho de 12 anos quer se divertir na praça, em qual dessas você permitiria que realizasse esse desejo?

Um guarda pode abordar uma criança dessa forma sem a presença do conselho tutelar? A guarda municipal tem poder de apreensão de objetos pessoais sem a evidência de um crime e sem a posse de um mandato? As regras municipais são definidas por leis ou pelo “bom senso” do primeiro que se sentir nesse direito? Cabe à Guarda Municipal a repressão de uma manifestação esportiva e cultural legal e pacífica? Despessoalizando (pois temos a compreensão que o GM repressor é mais um oprimido exercendo sobre nós uma das propriedades do capitalismo), que espécie de ordem é essa que a Secretaria de Ordem Pública dá aos servidores que trabalham para o seu funcionamento? Rio das Ostras tem ocorrências freqüentes de assaltos, estupros, atropelamentos, invasões de domicílio e a preocupação é com os adolescentes exercendo pacificamente o direito de ir e vir?

Não admitimos esse tratamento. Não legitimamos a perseguição preconceituosa a determinada cultura, não legitimamos uma praça destinada a turistas e proibida à comunidade local.

Queremos que o direito a cidade seja de todos. E os skatistas querem ter suas necessidades de cidade atendidas também, querem a Praça do Skate revitalizada e segura, querem um espaço no centro da cidade com rampas e uma superfície satisfatória para a prática do esporte (que tal transformar aquela área do medidos de marés da praça São Pedro em um espaço útil?), querem espaços de expressão e transmissão de conhecimento, querem ser tratados com respeito pelo poder público, querem reconhecimento.

O GM pediu desculpas ao pai do garoto, hoje alguns jovens andavam com seus skates pela praça sem abordagem alguma de corporações de controle… Mas isso não resolve a questão.

Texto: Coletivo Tecendo o Amanhã.

Fotos: Pomy Yara

Devemos fazer uma parte acerca da Guarda Municipal. Não estamos aqui apontando como problema a ação de um guarda específico. O problema é de como se dá a gestão pública em Rio das Ostras. Somos governados por coronéis que escolhem capatazes para cada secretaria e que por sua vez tira novos capatazes para lidar diretamente com os servidores. É uma gestão em que impera o medo, o assédio moral, o controle político por rédeas que se desenham na ameaça de perder benefícios, na progressão salarial que depende da boa avaliação do seu chefe imediato (os referidos capatazes). A Guarda Municipal é diariamente assediada, os guardas recebem um volume imenso de inquéritos administrativos absurdos (desde necessidade fisiológicas inevitáveis a bater palma para o colega que discursa sobre a morte de um companheiro em serviço). Os GMs fazem parte de nós, somos eles também e por eles também gritamos: basta de opressão.  

Ver a respeito: http://sindservro.files.wordpress.com/2011/05/campanha_gm_maio_21011_site.pdf

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Macaé pode ter supersalários na folha da prefeitura

Posted in Brasil, Coluna do Servidor, Denúncia, Economia, Estado, Política, Região, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 21/10/2011
Duas propostas que estão em tramitação na Câmara Municipal de Macaé prometem gerar polêmica nos próximos dias. Trata-se do Projeto de Lei Complementar PLC – E013/2011, de autoria do Poder Executivo e a proposta de Emenda Modificativa à Lei Orgânica Municipal, de autoria da mesa diretora da Câmara, que permite 100% de incorporação de salários de Secretários Municipais e detentores de cargo eletivo que sejam servidores públicos municipais.
A polêmica gira em torno do benefício para um grupo restrito de servidores, que passariam a receber, para o resto da vida, o valor da gratificação do cargo que ocupa. Os supersalários variam e podem atingir mais de R$ 20 mil. Dentre os beneficiados estão o próprio prefeito, componentes de seu grupo político e alguns vereadores da base do Governo Municipal.
Para ter direito a incorporações em seu salário, o servidor público municipal precisa permanecer no cargo que lhe dá direito à gratificação, além do salário base, no mínimo cinco anos, para que no valor base da remuneração seja adicionado 50%. A alteração proposta pela lei permitirá que somente os que ocupam cargos da alta administração incorporem o valor total. Atualmente, a gratificação para o servidor que ocupa o cargo de secretário é cerca de R$ 10 mil, além do salário base.
Estão na lista do supersalário, caso a lei seja aprovada, os servidores que ocupam cargos representados pelo símbolo CCS-E (secretário, presidente de autarquia e fundação e equivalentes), vereadores e o próprio prefeito.
Esses projetos serão votados nas próximas sessões legislativas e não devem encontrar dificuldades para aprovação definitiva. Em primeira votação, o projeto dos supersalários foi aprovado por ampla maioria. Somente um voto contrário e uma abstenção do conjunto dos vereadores. Por se tratar de alteração da Lei Orgânica Municipal, é necessário um período de 10 dias entre uma votação e outra, prazo que se esgotou essa semana.
Servidores públicos estão se organizando para uma panfletagem nos próximos dias no centro da cidade.
Marcel Silvano
Jornalista – Macaé

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Amigos prestam homenagem à estudante morta em atropelamento em frente a UFF

Uma semana depois de ter sido ligado o sinal de trânsito na altura da rodovia Amaral Peixoto, em frente a UFF e uma semana depois da morte da estudante do PURO, Maria Clenilda, fatalmente ferida em um atropelamento exatamente no local onde está o sinal (que até o dia do acidente permanecia desligado), amigos, alunos, pais de alunos e professores da universidade prestaram uma homenagem à estudante, mãe e professora de educação infantil.

Emoção e indignação!

Educadora da Educarte, Maria Clenilda deixou muitos colegas de trabalho, que participaram da homenagem de maneira especial. Cercados de crianças, que empunhavam cartazes pintados por elas mesmas com mensagens de amor e saudade à querida professora, eles pregaram cruzes no local do acidente. Foi um momento de muita emoção!
Pessoas que participaram da homenagem chegaram a explanar como veem o prefeito depois do fato: “um assassino”!

Paz, Maria Clenilda! Estamos fazendo justiça em seu nome...

 

 

Agora veja, Carlos Augusto, sua omissão assinou sua sentença e sua imagem já desgastada está embranquecendo e ficando cada vez mais opaca perante a opinião pública, perante os moradores da cidade que você ‘administra’ (sic), (grifo meu…).
A qualquer momento, mais sobre a cobertura completa da homenagem.

E continua o JABÁ na SECOM de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Denúncia by ImprensaBR on 31/08/2011
Diga que isso não é prática de jabá! Um prefeito que está cheio de processos em cima é pauta e fonte pra quem? Para mim, para o meu jornal, que denunciamos as falcatruas da prefeitura. Mas para o meu jornal ele não paga anúncio, até porque não me presto a isto. Já a Record… não posso afirmar o mesmo. E continua a prática do jabá pelos jornalistas da Secom!

Sem jabá… a imprensa que trabalha como deveria, mostra o fato
Leia a matéria de Mariana Costa publicada ontem no R7:
A menos de um ano das eleições, Rio tem mais de 10 prefeitos na mira da Justiça
Maioria dos casos é de improbidade administrativa e crime eleitoral

A menos de um ano das eleições municipais de 2012, pelo menos 13 prefeitos de cidades do Estado do Rio de Janeiro respondem a ações ou estão sob investigação do Ministério Público por suspeita de irregularidades no uso de dinheiro público ou crimes eleitorais. Caso sejam condenados até julho do ano que vem, eles correm o risco de perder o direito de se candidatar a cargos públicos graças à chamada Lei Ficha Limpa, que começa a valer nas próximas eleições. Veja infografia abaixo.

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/a-menos-de-um-ano-das-eleicoes-rio-tem-mais-de-10-prefeitos-na-mira-da-justica-20110830.html

O número de prefeitos na mira do MP, no entanto, é maior, já que os casos levantados pelo R7 correspondem apenas aos que são suspeitos de mau uso de dinheiro do governo federal ou que têm pendências na Justiça Eleitoral. O levantamento não inclui ações que apuram desvios de recursos estaduais ou do próprio município – tais processos representam a maioria contra gestores municipais.

Pura rasgação de seda. Horrível, Record! Horrível, Secom PMRO… vocês estão trabalhando contra a sociedade. Estão desinformando ao invés de estarem informando, educando. Foi para isso que estudaram?
LB

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Registro – Estudantes do PURO e sociedade em luto pela morte da aluna Maria Clenilda

Posted in Cidadania, Cidade, Denúncia, Educação, Segurança Pública by ImprensaBR on 28/08/2011

    (more…)

CPI vai denunciar cocessionária de água de Friburgo ao MP

Posted in Denúncia, Estado, Infraesturutura by ImprensaBR on 18/04/2011

CPI VAI DENUNCIAR CONCESSIONÁRIA DE ÁGUA DE FRIBURGO AO MP
O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) responsável por investigar os responsáveis pelas tragédias causadas pelas chuvas na Região Serrana, deputado Luiz Paulo (PSDB), anunciou que fará uma denúncia junto ao Ministério Público Estadual contra a Concessionária Águas de Nova Friburgo, responsável pelo abastecimento do município. Segundo o parlamentar, que esteve nesta segunda-feira (18/04) no bairro de Duas Pedras, na cidade, o rompimento de uma adutora aumentou muito a dimensão da tragédia na localidade. “Vejo, aqui, uma responsabilidade civil clara. Existe a necessidade de fazer uma denúncia formal ao MP para que seja aberto um Inquérito Civil Público que apure a responsabilidade da concessionária pelo rompimento dessas adutoras. É claro que não foi só o rompimento das adutoras, mas se as adutoras não tivessem rompido o acidente seguramente teria sido muito menor”, analisou Luiz Paulo.
Ouça na Rádio Alerj: http://radioalerj.posterous.com/cpi-da-regiao-serrana-vai-denunciar-aguas-de
Os membros da CPI observaram, de perto, o local onde houve o rompimento de uma ramificação da adutora principal e da própria adutora. “Isso fez com que a própria concessionária fizesse o lançamento de uma nova adutora, para abastecer Duas Pedras e o restante da região. Seguramente a adutora antiga foi descalçada por ter sido lançada muito na borda do talude. Talvez o melhor traçado para se lançar essa adutora não fosse esse”, explicou Luiz Paulo. Na região onde houve o rompimento da adutora morreram 11 pessoas.
Logo após as vistorias nos bairros de Duas Pedras e Córrego Dantas, os deputados estiveram na Câmara de Vereadores de Nova Friburgo, onde ouviram, entre outras pessoas, a vice-presidente da Associação de Moradores de Duas Pedras, Natalia Cristina da Silva, que deu mais detalhes sobre os problemas do bairro. “O principal problema é que a galeria foi totalmente destruída pela chuva. Nós recebemos água de três lugares diferentes, que desembocam em uma só galeria. Com a destruição dessa galeria as águas passaram por dentro do bairro. Precisamos de urgência na reconstrução dessa galeria”, contou Natalia. Já o deputado Rogério Cabral (PSB) lembrou dos problemas dos moradores do bairro de Córrego Dantas, também em Friburgo. “Há 20 dias, em um domingo de sol, os moradores tiveram um susto horrível porque escutaram uma barulheira vinda da montanha, de onde estavam descendo pedras e paus. Isso em um dia de sol quente, sem chuva. É um risco constante. Temos escolas fechadas. Há um estudo de um parque fluvial, mas os moradores não sabem de nada. Eles precisam saber o que vai acontecer”, cobrou Cabral.
Participaram, ainda, das vistorias os deputados Janira Rocha (Psol), Sabino (PSC), Nilton Salomão (PT) e Comte Bittencourt (PPS).

Texto de Raoni Alves

Alerj

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Músicos da OSB denunciam assédio moral e ameaça à integridade física

Posted in Denúncia, Estado, Estereofonia by ImprensaBR on 18/04/2011

Denúncias de assédio moral e de ameaça à integridade física feitas pelos integrantes da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) Profissional e da OSB Jovem serão notificadas ao Ministério Público do Trabalho pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Robson Leite (PT). “Descobrimos oficialmente que o maestro Roberto Minczuk também é diretor artístico do Theatro Municipal e isso é ilegal, pois se trata de uma questão de princípio republicano. Há uma violação de direitos do estatuto dos músicos e há dinheiro público federal aplicado na OSB que não sabemos como está sendo utilizado”, afirmou o petista, durante audiência pública realizada nesta segunda-feira (18/04).
Ouça na Rádio Alerj: http://radioalerj.posterous.com/crise-na-osb-obriga-comissao-de-cultura-a-not

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), integrante da Frente Parlamentar de Cultura e Arte do Congresso Nacional, também participou da reunião. “O Congresso Nacional poderá fazer requerimentos para obter as informação necessárias e poderá ampliar as denúncias e atuar em parceria com o MP, para fazer com que mudem a gestão da orquestra e para que tenhamos mais transparência”, declarou a parlamentar. (more…)

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Pedagogia do Futebol

Posted in Cidade, Denúncia, Educação by ImprensaBR on 16/03/2011

Estudante sonha com o futebol na poça dágua de sua escola em Cidade Praiana

Ambulâncias novas? Onde?

Posted in Denúncia, Saúde by ImprensaBR on 16/03/2011

Recebi um release da Secom informando que Rio das Ostras agora tem novas ambulâncias altamente equipadas com aparelhos de última geração capazes de quase ressuscitar quem estiver sendo removido por elas. Bem, não foi isso o que vimos na semana passada na porta do Hospital Municipal, onde todas as ambulâncias que estacionavam estavam no mesmo estado de sucata da que mostro na sequencia de imagens a seguir… ah, sim, depois de ler o release não soube quanto custou o novo investimento da saúde municipal, nem quantas ambulâncias foram adquiridas, já que no texto estas informações não são apresentadas ao cidadão, protagonista desses investimentos, segundo o próprio release enfatiza.

 

 

Release da Secom

Rio das Ostras tem UTIs Móveis de última geração
 
Unidades contam com aparelhos de alta tecnologia para salvar vidas de crianças e adultos
 
         A Secretaria de Saúde de Rio das Ostras vem investindo em equipamentos de ponta para melhor atender ao cidadão. Entre as últimas aquisições da Prefeitura, estão ambulâncias equipadas como Unidades de Terapia Intensiva – UTIs Móveis preparadas para socorro e remoção de pacientes graves.
         As unidades contam com monitores de quatro parâmetros, respiradores, desfibriladores cardioversores – equipamento utilizado em caso de parada cardiorrespiratória – e bomba infusora, para ministrar medicamentos em doses precisas. São utilizadas tanto para socorro a pessoas acidentadas, pelo serviço de Resgate, quanto para o deslocamento de pacientes. Além de alta tecnologia, as ambulâncias também oferecem mais conforto aos pacientes e profissionais.
         “É a primeira vez que a população de Rio das Ostras tem à disposição UTIs móveis deste nível para atender ao público, salvando mais vidas”, explica o secretário de Saúde, Sérgio Manhães.
         “Estamos investindo nos princípios de um sistema de Saúde Pública completo, com base na qualificação dos profissionais, equipamentos de alta tecnologia e humanização dos atendimentos”, completou o secretário.
         ADULTOS E CRIANÇAS – Outro diferencial das unidades é a capacidade de atender tanto a adultos quanto a crianças, como UTI Móvel neonatal. As ambulâncias UTIs são essenciais para transporte de pacientes graves, como politraumatizados, vítimas de acidentes, gestantes de alto risco e recém-nascidos prematuros.
          A taxista Elizabeth Soares, que já precisou dos serviços da rede pública elogia os investimentos em tecnologia. “As unidades são bem equipadas e a Prefeitura oferece um bom atendimento. O que vejo é que as pessoas que realmente usam a rede municipal saem falando bem”, completou a moradora.

Servidora de Rio das Ostras faz denúncia ao SindNovas

Posted in Cidade, Denúncia by ImprensaBR on 10/03/2011

O Polifônico publica com exclusividade a entrevista concedida pela servidora Zilá dos Santos ao jornal do Sindicato dos Servidores Públicos de Rio das Ostras. No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, ela denuncia a realidade enfrentada em seu cotidiano de trabalho no Centro de Reabilitação Municipal. Sem hora de almoço e mal aproveitada a servidora diz não ter o que comemorar.

Leia mais no jornal SindNovas deste mês.

LB

 

 

 

Falta postura, sobra descaso

Posted in Cidade, Denúncia by ImprensaBR on 24/01/2011

A falta de postura e o descaso de alguns moradores vem deixando nossa cidade um caos em matéria de descomprimento do Código de Postura Municipal.

Vemos absurdos (ver foto), montante de areia de obra quase que fechando a avenida e ruas dos loteamentos, interferindo no acesso e segurança de pedestres e motoristas. Ocupam as calçadas por tempo indeterminado, impedindo o acesso de pedestres, fazendo com que caminhem pelo meio das ruas. UM ABSURDO.

Não satisfeitos com essa infração, cometem outra, jogam em terrenos alheios todo o material que não serve mais, UMA IRRESPONSABILIDADE.

Solicitamos aqui, que as autoridades pertinentes a matéria que tomem as devidas providencias e restabeleça a ordem, como o direito de ir e vir do cidadão.

Endereço da infração.

Avenida Rodrigues de Melo, 92, Praiamar
Rua Rego Barros, 86, Praiamar

Colaborou com o envio da nota: Jorge Maia

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Posted in Cidade, Denúncia, Infraesturutura by ImprensaBR on 27/12/2010
Foto: Cézar Fernandes

Rua Niterói com Cordeiro, em Jardim Mariléa, 2a feira, 27 de dezembro de 2010, depois de 15 minutos de chuva. Foto: Cézar Fernandes

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Entreposto de peixe de Rio das Ostras: Obras paralisadas e sem previsão de término

Posted in Denúncia, Infraesturutura, Meio Ambiente by ImprensaBR on 13/12/2010

No pátio, crianças brincam entre destroços de embarcações, e vândalos depredam o local

Por Leonor Bianchi

As obras do entreposto de peixe de Rio das Ostras começaram em maio 2007. Na época, a Secretaria de Comunicação Social da prefeitura anunciou que o complexo, que compreende um estaleiro artesanal, uma fábrica de gelo e uma central de beneficiamento do pescado ficaria pronto em seis meses. Entretanto, às vésperas de 2011, quase quatro anos depois, a obra não foi sequer finalizada e o local onde funcionará, um dia, o entreposto de pesca de Rio das Ostras, transformou-se num espaço para diversão de crianças, que correm diversos riscos de acidentes entre destroços de embarcações abandonas e em reforma, e de vândalos, que picham as paredes das instalações do que deveria ser o local de recebimento e fornecimento das cerca de 15 toneladas de pescado produzidas pelos quase 300 pescadores que trabalham na pesca artesanal na cidade.

Vista do Entreposto de Pesca da ponte de madeira sobre o rio das Ostras

Com 2 mil 711 m2, o empreendimento, que segundo a prefeitura atende aos requisitos ambientais, de higiene e segurança do trabalho, não oferecendo risco de poluição ao meio ambiente, sobretudo ao rio das Ostras, cuja margem está à frente do entreposto,  ordenará e padronizará os processos de desembarque, armazenamento, tratamento e escoamento do pescado.

O estaleiro funcionará em um galpão, para construção, reparo e manutenção das traineiras de pesca. A central de beneficiamento será um espaço para recepção, congelamento e limpeza dos peixes. O pescado é embarcado para comercialização no próprio local, que terá dois estacionamentos, para caminhões e carros de passeio.

‘Entrespera’

A obra, que deveria facilitar trabalho e gerar renda para os pescadores e receita para o município está parada e ninguém comenta o assunto. Há dois anos, aproximadamente, um núcleo de jovens estudantes da Universidade Federal Fluminense de Rio das Ostras fez um curta-metragem chamado ‘Entrespera’, indagando justamente a necessidade da obra, suas implicâncias em termos ambientais e sociais e, sobretudo, econômicos, já que a pesca artesanal, embora sucateada, resiste em Rio das Ostras, e ainda é a principal fonte de renda para centenas de famílias tradicionais da cidade.

Necessita suplementação?

Recentemente, o secretário Secretário Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca de Rio das Ostras, Max Almeida, pediu recursos federais para o setor. No encontro que teve com o ministro interino da Pesca e Aquicultura, Cleberson Carneiro Zavaski, durante o 5º Congresso Extraordinário da Confederação Nacional do Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos, na Pesca e nos Portos, Max “pediu uma atenção especial do Ministério recém-criado para os pescadores do município e solicitou verbas para equipar o entreposto de pescado que está sendo construído pela Administração Municipal”, segundo informou um release da Secom.     

Cabe a pergunta: uma obra desta importância para a economia e a valorização da cultura local não recebeu a devida atenção, por quê? Suplementar a verba estimada para a referente obra após quatros anos de executada sua primeira licitação não seria, no mínimo, falta de planejamento dos gestores públicos, que desmereceram a relevância do empreendimento?

Estado investiu R$ 17 milhões no setor, em 2010

Semana passada, o governo do estado anunciou os investimentos no setor pesqueiro em 2010: R$ 17 milhões. O informe foi feito pelo secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, durante o Seminário Perspectivas para o Desenvolvimento do Setor Pesqueiro, promovido pela FAERJ – Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio de Janeiro, no último dia 10, no Centro do Rio de Janeiro.

A lei que isentou do ICMS toda a cadeia produtiva da pesca, promulgada pelo governador Sérgio Cabral, em março de 2010, permitiu que esse recurso chegasse diretamente nas mãos do setor.

Para Áureo, “A medida está desonerando a atividade, que vinha perdendo fôlego e provocando a migração de diversas empresas para outros estados”.

Durante o evento, a Secretaria, através da FIPERJ – Fundação Instituto de Pesca, divulgou ainda os resultados apurados nos três primeiros meses de coleta de dados da Estatística Pesqueira, que está sendo realizada pelo Estado em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura. Os números iniciais, levantados em embarcações da pesca industrial apenas nos municípios de Cabo Frio, Niterói e Angra dos Reis já apontam a produção média mensal de 10 mil toneladas de pescado no estado.

Christino Áureo lembrou que Santa Catarina, maior produtor brasileiro de pescado, produz 157 mil toneladas ao ano e que, baseado nos dados preliminares da pesquisa, o Rio de Janeiro deverá ao fim do levantamento estar entre os primeiros estados do país, no que diz respeito à produção.

“Nossos desafios para os próximos anos são promover melhorias na infraestrutura de desembarque de pescado, na operacionalização e logística do setor e adequação dos terminais existentes às exigências sanitárias”, frisou.

No seminário foram discutidas também as linhas de crédito específicas para a pesca. O Banco do Brasil está firmando convênio com a Fiperj, autorizando a fundação de pesca, vinculada à secretaria de Agricultura, a elaborar projetos para armadores e pescadores artesanais acessarem financiamentos disponíveis para o setor naquela instituição financeira.

O presidente da Fiperj, Antônio Emílio adiantou ainda que já existem entendimentos com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico para a implantação de financiamento específico para o setor através da Investe Rio.

Leitura polifônica…

Minha visita ao entreposto de pesca aconteceu na última tarde de domingo, quando passeava pela cidade, fazendo fotos de um belo entardecer às margens do rio das Ostras. De repente, fotografando as traineiras, próxima ao quiosque do Serginho, me deparei com uma cena hilariante: três meninos as gargalhadas brincando no pátio do entreposto de pesca, andando de skate prá cima e prá baixo na rampa de acesso ao mesmo. A curiosidade foi maior e o instinto jornalístico nem se fala. Uma obra pública ali, às margens do rio que dá nome à cidade, abandonada, servindo de local para lazer de adolescentes…

Domingo à tarde... meninos andam de skayte no pátio do Entreposto... maravilha de diversão!

... mas sem segurança alguma...

Mas foi adentrando o local, cujos portões encontravam-se deliberadamente escancarados e sem a observância de nenhum vigilante*, que percebi o real ‘da coisa instalada ali no cenário’.  Não eram apenas crianças que encontravam diversão no local. Pichadores e vândalos provavelmente já passaram pelas salas ainda no cimento aparente da estrutura do que deveria ser o entreposto.

 

Em um prédio onde deverá funcionar a câmara frigorífica do entreposto, um caiaque fica seguramente guardado ao lado de uma tarrafa e outros pertences. Em outra edificação menor, uma das ‘salas’ guarda quatro extintores de incêndio. Todas as portas deste prédio estavam trancadas, mas as do frigorífico não.

Área interna do prédio que deverá acomodar o frigorífico

 

Depois de percorrer o entorno da obra e aferir que nosso dinheiro é jogado às traças na mais lavada cara de pau dos gestores públicos municipais, dei por encerrado o ensaio fotográfico e encaminhei-me de volta ao portão de acesso do entreposto, que desta vez estava sendo trancado por um tiozinho, que mora ali mesmo, na cabine de uma velha traineira.

Tentando diálogo, perguntei se era ele quem tomava conta do local, mas olhando prá baixo, rapidamente ele disse que não. Apenas murmurou algumas palavras e virou-se de costas, voltando para a pedra onde estava sentado fumando seu cigarrinho de palha: “Depois, se alguém se machuca aí, como é que eu fico”, resmungou o senhor com a aparência cansada…

 

Hora de fechar o acesso livre

Acabou a brincadeira...

A visão do descaso do poder público com o dinheiro do contribuinte está registrada num breve ensaio fotográfico onde o leitor poderá ver a situação de esquecimento na qual se encontra não só esta obra pública, como a cidade de Rio das Ostras por inteiro, pois o que vemos nessas imagens são a foto de Rio das Ostras na tarde deste último domingo, ampliada e emoldurada. Basta saber se você pregará o quadro na parede ou não?

*Uso a palavra vigília não no sentido do controle, tampouco da própria observância dominante. Nenhuma vigília que atenda ao controle é sadia. Refiro-me ao cuidado do local, o qual deveria ser oferecido pelo Município e da segurança das crianças, que sem a presença de nenhum maior de idade ou adulto, estão expostas de forma iminente a qualquer tipo de acidente.

Posted in Cultura, Denúncia by ImprensaBR on 04/12/2010

Museu do Cinema, Niterói (RJ). LB

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Desocupação da fazenda Bom Jardim, em Macaé

Posted in Cidadania, Denúncia, Meio Ambiente, Notas by ImprensaBR on 23/11/2010

Seguem dois links com informes de como foi a desocupação da fazenda Bom Jardim em Macaé, latifúndio improdutivo ocupado há alguns meses por trabalhadores sem terra, diante da declaração de interesse social para Reforma Agrária, em decreto assinado pelo Presidente Lula neste ano.

A remoção era esperada mais dia menos dia uma vez que o proprietário, influente “coronel” da região, briga na Justiça pela propriedade que descumpre suas funções social e ambiental. O que é de espantar é o desrespeito e a constatação de como o Poder Público escancaradamente está atrelado ao interesse particular. Como sanguessugas, estão ocupando os empregos públicos na Justiça, na Polícia, nos governos municipais, no Legislativo. É a mostra também que o Poder Juduciário é um, se não o pior dos poderes constituídos nessa falsa democracia brasileira, que serve no atual contexto para mascarar – prá quem não quer enxergar – o fascismo dos corruptos que estão no poder (e destaco aqui esse câncer político chamado PMDB).

http://marcelsilvano.blogspot.com/2010/11/na-ultima-quinta-feira-18.html

http://www.marianacriola.org.br/2010/linhas-de-atuacao/despejo-violento-de-sem-terras-em-macae#more-321

Colaborou como envio da notícia: Bruno Mattos

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Siderúrgica TKCSA é o novo matadouro de Santa Cruz, no Rio de Janeiro

Posted in Denúncia, Meio Ambiente by ImprensaBR on 27/10/2010

Por Marcelo Badaró Mattos   
19-Out-2010
 
Na virada dos anos 1920 para 1930, época de crise capitalista e da trágica ascensão dos fascismos, o dramaturgo alemão Bertolt Brecht escreveu a peça Santa Joana dos Matadouros*. Nela, está implícita a comparação entre o produto das grandes indústrias de carne – as salsichas, por exemplo – e os trabalhadores, que também são moídos por suas engrenagens. Ou explícita, no coro dos trabalhadores às portas fechadas dos frigoríficos, que se comparam à matéria-prima bovina daquelas fábricas ao expressarem toda a contradição entre recusarem aquelas condições indignas e a necessidade do emprego para a sobrevivência: (more…)

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Acordem para a realidade em Itapebussus!

Posted in Denúncia, Meio Ambiente by ImprensaBR on 08/04/2010

Está dando pra notar através dessas fotos de hoje (09-04-2010) o respeito que temos que ter pela natureza ?
 
A responsabilidade na preservação da vegetação de restinga. ( Talvez essas casas não existissem mais)
 
Vejo que nossa luta pela preservação ambiental em todos os sentidos não é em vão, apesar de nos chamarem de chatos, de malas e outros adjetivos.
 
Essa praia em particular é a Praia de Itapebussus, no Loteamento Praiamar, Rio das Ostras, onde travamos uma luta incansável pela sua preservação.
 
Está na hora das autoridades e da população acordarem para importância que o meio ambiente ( que passamos a chamar de ambiente, não existe meio ambiente) traz para a VIDA.
 
A C O R D E M !!!!!!!!!!

Jorge Maia

Presidente da AMRAFLOR

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Posted in Denúncia, Meio Ambiente by ImprensaBR on 07/04/2010

Quero fazer uma denúncia da omissão do Poder Publico do Municipio de Rio das Ostras. quanto ao meio ambiente. Temos uma área de APA, ZA1,ZA2, ZA3, ZA4 ,ZA5,  areas de amortecimento, braços de lagoas ,  com fauna e flora nativa sendo totalmente destruída por ocupações irregulares. Estamos denunciando mas as autoridades do municipio estão indiferentes  ao grave problema que isso trará  a  cidade.  O local é RJ 106 Av. Amaral Peixoto altura do Km 153, entrando pela Av. Sonia Maria da Rocha na altura da Praça Sta. Filomena no Cruzamento da rua Americo Borges `a direita . Esse corredor ecológico fica entre os loteamentos  Enseada das Gaivotas e Floresta das Gaivotas.Rio das Ostras RJ (more…)

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Pedalinhos na Lagoa de Iriry: Quem fiscaliza?

Posted in Cidade, Denúncia, Meio Ambiente, Segurança Pública, Turismo by ImprensaBR on 03/02/2010

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Água comprada duas vezes

Posted in Denúncia by ImprensaBR on 27/01/2010

Cidadãos rio ostrenses denunciam:   Caminhões pipa abastecem em Bicuda, para vender água em Rio das Ostras

 

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