!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Rio das Ostras tem o terceiro melhor IDH do estado do Rio

Posted in Brasil, Infraesturutura, Internacional, Rio das Ostras by ImprensaBR on 31/07/2013

Cabo Frio e Arraial do Cabo estão entre os municípios com bom índice. Estado do Rio tem 63 cidades com índice abaixo da média do país.

O programa das Nações Unidas para desenvolvimento divulgou um retrato do Brasil nas últimas duas décadas. Na média, o índice de desenvolvimento humano dos municípios brasileiros melhorou. Houve aumento da renda e da expectativa de vida. A edução também avançou, mas ficou bem longe do ideal e foi o indicador que menos contribuiu para o resultado positivo. Rio das Ostras, baixada litorânea, aparece em terceiro lugar no ranking de municípios com o melhor IDH do estado do Rio de Janeiro. Cabo Frio e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, estão entre as cidades com bom índice.

Os pesquisadores se basearem nos dados dos último três censos do IBGE. O estado do Rio de Janeiro tem 63 cidades com índice abaixo da média do país, que é de 0,727.

O município de Sumidouro, da Região Serrana, aparece com o pior desempenho, tendo IDH de 0,611, seguido por São Francisco de Itabapoana, do Norte Fluminense, que teve crescimento de 85% no IDH, mas, mesmo assim, continua em posição ruim no ranking.

Confira o ranking com os 10 primeiros melhores índices do estado:

1- Niterói
2- Rio de Janeiro
3- Rio das Ostras
4- Volta Redonda
5- Resende
6- Maricá
7- Macaé
8- Iguaba Grande
9- Mangaratiba
10- Nilópolis

Nota da editora

É claro que precisamos aprofundar a nota em um editorial onde vamos analisar a evolução desses dados. Lembro-me de uma matéria que fiz em 2006 sobre a favelização em Rio das Ostras, quando a cidade teve manchetes em praticamente todos os jornais da grande imprensa… os PIG da vida… na primeira página do mais elitizado e do mais popular do Rio, a cidade apareceu com um dos piores índices de desenvolvimento humano do estado. Em contraste com o dado Rio das Ostras tinha à época um dos PIBs mais altos do Rio de Janeiro. O país dos contrastes e suas cidades-contrastes. Rio das Ostras é apenas mais uma dentre tantas.

Fonte: G1
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Rio das Ostras discute revisão do Plano Diretor

Posted in Cidade, Infraesturutura, Rio das Ostras by ImprensaBR on 09/07/2013

Membros da Secretaria de Planejamento de Rio das Ostras e secretários de governo se reuniram no último dia 4, no auditório do Parque dos Pássaros, em Jardim Mariléa.

A reunião teve o objetivo de dar continuidade à revisão do Plano Diretor Municipal, lançado em 2006. Os secretários avaliarão novas demandas que surgiram nos últimos anos pertinentes a suas pastas
As propostas serão entregues na próxima reunião, dia 18 de julho. Na oportunidade, os secretários indicarão os representantes de cada secretaria que irão compor a comissão da revisão do Plano. A partir daí, os encontros serão abertos para membros da sociedade civil que se encontrarão em reuniões periódicas. O texto deve ser aprovado ainda este ano pela Câmara de Vereadores de Rio das Ostras.

PLANO DIRETOR – O Plano Diretor é um documento elaborado por entes públicos e da sociedade civil que norteia as diretrizes de ações relacionadas ao desenvolvimento econômico, social, urbano e ambiental. Suas normas são de cumprimento obrigatório por todos os entes públicos e privados no território municipal.

Fonte: Secom PMRO

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Cedae suspende fornecimento de água em R. das Ostras e Casimiro, RJ Estimativa da fornecedora é que a interrupção seja de 12 horas

Posted in Casimiro de Abreu, Infraesturutura, Macaé, Rio das Ostras by ImprensaBR on 03/07/2013

Paralisação será nesta quinta-feira (4) para manutenção na rede

Moradores de Rio das Ostras e Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu, ambos na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro, ficarão sem água por 12 horas na próxima quinta-feira (4). A informação foi confirmada por Fernando Augusto de Abreu, gerente regional da Cedae, por meio de um comunicado oficial emitido na tarde desta terça-feira (2).

A interrupção no abastecimento começa às 7h da próxima quinta-feira e acontecerá devido às obras de limpeza e manutenção preventiva do sistema de captação na Ponte do Baião, na estrada da Bicuda Pequena, em Macaé.

Fonte: G1 Norte Fluminense

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Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito no bilhete único

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Estado, Infraesturutura, Política, Região, Trabalho e Renda, Transporte by ImprensaBR on 25/06/2013

Os municípios de Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito estão perto serem incluídos no Bilhete Único Intermunicipal. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta terça-feira (25/06), em discussão única, a indicação legislativa 285/13, dos deputados André Corrêa (PSD) e Paulo Melo (PMDB), que propõe a inclusão das cidades na Lei 5.628/09, que instituiu o programa de tarifa integrada de transporte. A indicação solicita ao governador Sérgio Cabral o envio de projeto tratando do assunto, o que foi dado como certo por Corrêa, líder do Governo na Casa. “Esta questão já está equacionada. Vai acontecer”, garantiu ele, reforçando que o programa, único em seu caráter intermunicipal no país, já beneficia 800 mil pessoas nas vinte cidades já abrangidas.

A aprovação foi muito comemorada por moradores e representantes da Cachoeiras de Macacu presentes em plenário. O prefeito da cidade, Cica Machado, explicou que os moradores se deslocam muito na região, que abriga o Comperj, e, com isso, gastam muito com as passagens. “Esta situação prejudica a cidade de diferentes formas, mas, sobretudo economicamente. Essa alteração na lei será muito benéfica e comemorada pela população”, salientou. A indicação será publicada.

Fonte: Alerj

 

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“É preciso revolucionar as cidades”

Posted in Brasil, Cidade, Economia, Entrevista, Infraesturutura by ImprensaBR on 16/05/2013

E não tem problema se as revoluções forem pequenas. O geógrafo David Harvey, principal teórico do direito à cidade, mostra que estudar Marx ainda faz sentido e provoca as “vizinhanças” a se transformarem no centro dos movimentos políticos, que devem evitar o “fetiche da horizontalidade”

 por André Deak, Lucas Pretti

Desde A urbanização do capital, de 1985, até o brilhante Rebel cities (Penguin, 2012, sem tradução no Brasil), passando por dezenas de livros sobre marxismo, David Harvey encara as grandes cidades como o amálgama social que produz e produzirá o novo. Não há nada mais fervilhante, diz ele, do que as “zonas de aculturação”, bairros em que o abandono do Estado se mistura a populações imigrantes, artistas e jovens profissionais liberais. Alguma semelhança com o movimento cultural que ocupou as ruas do Baixo Centro de São Paulo em abril com atividades culturais gratuitas e autogestionadas?

Geógrafo de 77 anos, professor emérito da City University of New York (Cuny), ele esteve no Brasil para o debate de lançamento de seu novo livro, Para entender O capital(Boitempo, 2013), em que disseca a obra-prima de Marx e se propõe a criar um “guia de leitura” para quem pretende mergulhar pela primeira vez naquele oceano. Na verdade, ele é mais apaixonado do que isso. “Todas as pessoas precisam ler um livro chamado O capital.”

DIPLOMATIQUE– O Brasil vem se preparando para realizar a Copa e a Olimpíada. E a preparação para esses eventos tem provocado remoções de pessoas e injustiças econômicas, entre vários outros absurdos. O que devemos fazer?

DAVID HARVEY – As pessoas deveriam estar atentas desde o primeiro momento quando alguém diz: “Teremos Jogos Olímpicos aqui”. Em geral, interesses comerciais e financeiros do Estado o farão remover pessoas e trabalhar na “revitalização” de locais. Eu acho que, antes mesmo de um anúncio como esse ocorrer, as pessoas deveriam estar preparadas para dizer: “Não quero que isso aconteça no meu país”. Um exemplo interessante foi a tentativa de levar os Jogos Olímpicos a Nova York. A população não concordou. Quando toda a propaganda em torno do grande evento começou, os nova-iorquinos já estavam preparados para dizer: “Não queremos”.

DIPLOMATIQUE– Não sei se isso é possível entre os brasileiros hoje. A maioria está empolgada. A propaganda oficial é muito grande, todos amam futebol e as pessoas sentem que querem a Copa, querem a Olimpíada.

HARVEY – Sim, isso é difícil. A vantagem de Nova York é que há o encontro das Nações Unidas. Todos os anos, por uma semana em outubro, todo o lado leste da cidade é completamente fechado. Você não pode se movimentar, e todos ficam de saco cheio. Aí, quando alguém fala em Jogos Olímpicos, as pessoas já rechaçam.

Quando a cidade-sede da Copa ou da Olimpíada já está escolhida, deve-se trabalhar muito para minimizar as consequências ruins. Mas é quase impossível, não dá para pensar em algo revolucionário.

A maioria das cidades que já receberam Copa ou Olimpíada perdeu muito dinheiro. Se você analisar as condições financeiras da Grécia hoje, boa parte dos problemas remonta aos Jogos Olímpicos, quando gastaram uma quantia enorme de dinheiro para construir coisas completamente inúteis. Houve apenas um projeto muito útil, a construção de um novo sistema de metrô, cujos benefícios são permanentes. O que se vê normalmente é violência de Estado, sem qualquer compensação. Vocês devem lutar por benefícios definitivos, mas sabendo que é impossível parar os Jogos.

DIPLOMATIQUE– O Brasil agora está sob holofotes em todo o mundo. E você já esteve na maioria dos países da América Latina. Há novos modelos de organização ocorrendo nesta parte do mundo?

HARVEY – Uma coisa consistente que já existe por toda a América do Sul é um tipo de rejeição às políticas neoliberais em suas formas puras. Isso não quer dizer que todos sejam anticapitalistas, mas há um antagonismo contra as estruturas da globalização: Banco Mundial, FMI e as políticas austeras que estão dominando a Europa.

Há também uma série de experimentações políticas ocorrendo, mas que tipo de políticas econômicas vai funcionar? Há diferenças entre o que Chávez fez na Venezuela, Morales na Bolívia, Correa no Equador, mas em geral a América Latina é hoje um lugar onde os movimentos sociais são ativos e muitas pessoas da esquerda sabem que esta é uma parte muito interessante do mundo hoje. Estou certo de que, já que não há como romper com o capitalismo, há um novo tipo de capitalismo que vem sendo construído.

Em O capital, Marx mostra isso claramente. Quando qualquer pessoa chega e diz: “A solução para a pobreza é mais desenvolvimento capitalista”, você deve dizer imediatamente: “Não! O capitalismo criaessa pobreza”. Acontece o mesmo com o meio ambiente. Quando alguém diz que o capitalismo pode ser sustentável para o planeta, Marx faz um bom trabalho ao mostrar a tendência eterna de o capitalismo destruir a principal fonte de recursos: a terra. Marx admirava de diversas formas as consequências positivas do desenvolvimento capitalista, mas dizia que precisamos ter controle e criar uma alternativa ao “lado negro”.

DIPLOMATIQUE− Vê-se cada vez mais no mundo, e em São Paulo também, a proliferação de hubsque pretendem ser lugares de liberdade e criatividade em vez do controle de horas. Isso é uma alternativa ao capitalismo tradicional?

HARVEY – A mudança tecnológica está criando um sentimento de redundância. O que devemos fazer em um mundo em que os trabalhadores são redundantes? Temos taxas de desemprego em crescimento em todo o mundo, e o tipo de emprego que ainda existe não está satisfazendo o trabalhador criativo. Portanto, vemos pessoas por toda parte tentando ter um estilo de vida diferente, criando sistemas alternativos de produção, economias solidárias e outras coisas do tipo. Porque, afinal, é a vida deles que está em jogo.

DIPLOMATIQUE– Cooperação em vez de competição…

HARVEY – Sim. Há diversos grupos espalhados pelo mundo tentando fazer algo, de formas bem diferentes, mas usualmente em escalas pequenas. Essas pequenas iniciativas devem ser reprodutíveis para se transformar em um movimento de massa ou precisam permanecer pequenas? É uma das grandes questões sem resposta.

DIPLOMATIQUE– Essa reorganização do espaço de trabalho pode ser considerada anticapitalista de alguma forma?

HARVEY – Pode ser parte de uma tentativa anticapitalista. Mas veja o que acontece, por exemplo, nas fábricas recuperadas na Argentina. Elas existem como ilhas dentro de um oceano capitalista, mas no fim se transformam em um centro de autoexploração por causa das pressões comerciais, financeiras etc.

Por um lado se diz que a passagem para o socialismo necessita de autogestão e trabalhadores associados no controle da produção, mas isso não sobrevive sem uma reconfiguração radical dos papéis do dinheiro, do sistema financeiro, dos mercados. Se esses elementos não mudarem, você ainda estará na prisão do capitalismo. Por outro lado, tomar a fábrica é um primeiro passo – e isso é bom. Então vem a questão: quais são o segundo, o terceiro, o quarto passos desse movimento?

DIPLOMATIQUE– Para além dos trabalhadores criativos, existe uma massa imensa de trabalhadores tradicionais, e ainda há os sindicatos, que não conseguem dialogar com os trabalhadores e não têm a importância que já tiveram. Como os trabalhadores devem se organizar nestes novos tempos?

HARVEY – Não acho que os sindicatos de trabalhadores estejam completamente mortos. Há partes do mundo em que eles ainda são significantes e muito fortes. A dificuldade dos sindicatos sempre foi conseguir benefícios para seus membros e, em sua maioria, nunca se viram como movimentos trabalhistas de vanguarda. Alguns partidos políticos fetichizaram o trabalhador da fábrica como a pessoa que iria liderar a revolução – e sempre achei que havia algo errado nessa formulação. É por isso que, no Rebel cities, eu digo que é preciso redefinir o proletariado de hoje para incluir todas as pessoas que produzem e reproduzem a vida urbana – e que, portanto, revolucionar a cidade é tão importante quanto revolucionar o local de trabalho.

Quando você analisa a Comuna de Paris e os movimentos revolucionários de 1848, há evidências históricas de que eles tinham como propósito recapturar a vida urbana para a massa da população. Esses movimentos urbanos não foram levados a sério por muitos setores da esquerda, mas deveriam. Há 34 anos eu tento, sem muito sucesso, persuadir meus colegas marxistas a levar a urbanização a sério. As pessoas nas ruas, como vimos nas revoltas do Cairo, tomando conta de regiões simbólicas das cidades, são uma força política muito significante, mesmo quando as revoluções não são exatamente anticapitalistas. Precisamos encarar as cidades como centros de legitimação política e potenciais para revoluções e transformações. Daí a necessidade de redefinir teoricamente o que são movimentos de massa ou revolucionários.

DIPLOMATIQUE– Unindo suas ideias, podemos dizer que esses trabalhadores devem então fazer coisas em pequena escala?

HARVEY – Sim. Gramsci tem uma formulação interessante sobre isso, quando escreveu sobre a organização dos trabalhadores. Ele disse que, claro, é preciso se organizar em torno das fábricas (não exatamente em sindicatos, mas em conselhos fabris), mas é preciso também organizar as vizinhanças. Porque nos bairros estão as condições como um todo da vida da classe trabalhadora. Neles estão os garis, os taxistas, os garotos de recado e tantos outros que precisam ser integrados nos movimentos políticos – e essa ideia de organizar a vizinhança está passando a ser central nos processos políticos de hoje. Gramsci via muitas vantagens na união da organização das fábricas e das vizinhanças, principalmente porque, naquela época, isso significava dar poder às mulheres, já que nas fábricas a imensa maioria dos trabalhadores era formada por homens. Isso é muito interessante. Se você analisar a estrutura dos sindicatos tradicionais, a liderança é toda masculina. Ao contrário, boa parte das lideranças comunitárias é ocupada por mulheres. Essa discrepância de gêneros tem sido uma barreira muito grande para a organização anticapitalista.

DIPLOMATIQUE– James Carville e Stan Greenberg, no livro It’s the middle class, stupid!, sustentam que, hoje, um tema só adquire potencial revolucionário quando ganha a paixão e a revolta da classe média. Qual é sua opinião sobre isso?

HARVEY – Nos Estados Unidos há uma tendência em dizer que a grande maioria do país é de classe média – mas na verdade é classe trabalhadora. Acho que existe de fato uma classe média significativa – formada por advogados, juízes, diretores de corporações e outros profissionais desse tipo –, mas muito menor do que se imagina. Em pesquisas de autoidentificação, cerca de 60% a 70% dos norte-americanos se colocam como parte da classe média. No entanto, se você faz a pergunta de outra forma, com enunciados mais sofisticados, a mesma proporção se considera classe trabalhadora. Eles trabalham, têm determinadas condições no emprego, um chefe que decide coisas, gastam xhoras por dia trabalhando etc.

DIPLOMATIQUE– O Le Monde Diplomatique Brasil, em janeiro, comparou os movimentos Tea Party e Ocupar Wall Street. O primeiro conseguiu eleger representantes no Congresso, enquanto o Ocupar não tinha esse propósito. Você acha que movimentos como esses deveriam tentar a via política tradicional?

HARVEY – Em primeiro lugar, é muito importante ressaltar que o Tea Party recebeu financiamento alto de bancos, grandes corporações etc. Já o Ocupar não teve nenhum apoio parecido. É verdade que o objetivo do Ocupar não era lutar pelo poder político – nem mesmo influenciá-lo. Mas aí é que está: influenciou. Eles ocuparam um papel muito importante na reeleição de Obama porque mudaram a pauta. Antes dos movimentos Ocupar, ninguém nos Estados Unidos estava falando sobre igualdade social. Quando eles vieram com o argumento do 1% versus99%, trouxeram a discussão sobre desigualdade – e também a necessidade de um presidente que falasse sobre isso.

DIPLOMATIQUE– Mas eles deveriam tentar espaço no Congresso?

HARVEY – Acho que não, na verdade.

DIPLOMATIQUE– Deveriam reivindicar algo específico?

HARVEY – Eles fazem pedidos: queremos democracia real, igualdade social, diminuir ogap entre os 99% e o 1%… É interessante observar que o poder político não reagiu com violência da polícia ou do Exército contra o Tea Party, mas sim contra o Ocupar. Todos em Wall Street sabem que fazem coisas ilegais todos os dias e que deveriam estar na cadeia. Eles sabem disso! Por isso ficaram aterrorizados, principalmente se Obama se elegesse e houvesse um movimento popular como na Islândia, em que os banqueiros foram todos presos. Então veio o Furacão Sandy, e a maioria das pessoas no Ocupar se organizou num processo de comunicação muito eficiente, levando comida, produtos de primeira necessidade etc. Aí o Ocupar começou a ganhar atenção positiva da imprensa, elogios doNew York Times e, como dizem muitos amigos meus que estavam envolvidos, a política desapareceu. Tudo virou um caso humanitário, mas que tinha por trás um novo processo de organização de extrema importância política.

DIPLOMATIQUE– Em 2001, na Argentina, ocorreu algo similar, com o “corralito”. Todos foram para as ruas, ocuparam a Praça de Maio, se organizaram de forma diferente. Mas logo tudo passou e os partidos políticos seguem iguais. Por quê? Vai ser sempre assim?

HARVEY – Nos últimos quinze anos, os movimentos sociais têm sofrido de muita volatilidade. Os movimentos de massa, que envolvem milhões de pessoas, emergem com rapidez impressionante. Um grande exemplo é o de fevereiro de 2003, o protesto global contra a possibilidade de guerra no Iraque. Maravilhoso! Milhões de pessoas no mundo todo! E então desapareceu. Se esses milhões de pessoas de repente decidissem ficar nas ruas, o que aconteceria? Vemos muito esse tipo de política hoje, que é muito volátil.

DIPLOMATIQUE– Também vemos muito hoje o conceito da horizontalidade: milhares ou milhões de pessoas sem líder. Em Rebel cities, você levanta o problema da “fetichização da horizontalidade”.

HARVEY– Esse é um problema real. Muitas pessoas envolvidas são simpatizantes da ideia de que mais democracia significa menos lideranças. Mas o próprio exemplo do Ocupar-Sandy mostra que a centralização foi necessária para fazer as coisas que precisavam ser feitas. Organizações políticas precisam da combinação entre horizontalidade e algum conceito de verticalidade. Se você fetichiza a horizontalidade e a autonomia, acaba colocando a si mesmo em uma caixa fechada, sem poder nenhum. Um exemplo ao contrário são os zapatistas, uma organização militar que obviamente não era horizontal, tinha uma estrutura de controle. Parece mais simples usar o modelo de assembleias para tudo, mas não é. Algum senso de controle é necessário.

Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil

André Deak

Pós-Jornalista, professor, mestre em Teoria da Comunicação pela Universidade de São Paulo e cofundador da Casa da Cultura Digital

Lucas Pretti

Pós-jornalista, ator, produtor cultural e idealizador do Festival BaixoCentro.

Ilustração: Manohead

01 de Maio de 2013

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Duplicação da BR-101 leva comissão de assuntos municipais a Macaé

Posted in Infraesturutura, Macaé by ImprensaBR on 09/05/2013

A Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pela deputada Clarissa Garotinho (PR), estará nesta sexta-feira (10/05), às 14h, na Câmara Municipal de Macaé, na Avenida Rui Barbosa, 197, Centro, para a realização de audiência pública sobre as condições da Rodovia BR-101, no trecho entre Rio da Ostras e Campos. “O número de acidentes é preocupante e, a cada dia, fica mais evidente a necessidade de o poder público tomar medidas que diminuam esses índices. Atualmente, diversos trechos da rodovia estão em obra para duplicação das pistas, mas os acidentes continuam cada vez mais frequentes”, comentou a parlamentar.

Foram convidados para a reunião os representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), do Consórcio Auto Pista Fluminense, além de técnicos da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp) e autoridades municipais de transporte das cidades de Itaboraí, Rio Bonito, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Macaé, Quissamã, Campos e Conceição de Macabu.

Fonte: Diretoria de Comunicação Social da Alerj

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Prefeitura de Casimiro de Abreu e Autopista Fluminense chegam a acordo sobre o projeto de duplicação da BR-101

Posted in Casimiro de Abreu, Estado, Infraesturutura by ImprensaBR on 08/05/2013

Reunião Autopista Fluminense - Foto José Eduardo SilvaA Prefeitura de Casimiro de Abreu e a Autopista Fluminense chegaram a um acordo sobre a alteração do projeto de duplicação da BR-101, no trecho do município. O prefeito Antônio Marcos e o superintendente da concessionária, Alberto Gallo se reuniram nesta terça-feira, dia 7. As alterações vão depender de aprovação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Um novo encontro acontece dia 15, em Brasília.

Participaram da reunião o vice-prefeito Zedequias da Costa, o secretário de Obras, Luiz Augusto Peres e os vereadores João Medeiros, Odino Miranda, Eliezer Crispim, Rafael Jardim, Bitó e Juninho. Em pauta, a aprovação do projeto detalhado feito pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Casimiro de Abreu. O prefeito Antônio Marcos pediu agilidade na apreciação do projeto municipal.

— Nós estamos tratando de um assunto extremamente importante para todos os moradores, independentemente da preferência partidária. Não podemos fazer política com um assunto sério como este. Do jeito que foi apresentado o projeto original, isso irá prejudicar muitos cada cidadão se continuar mantido — pontuou o prefeito.

O projeto original prevê que motoristas do bairro Industrial que seguem em direção ao Centro de Casimiro tenham que se deslocar mais de dois quilômetros. Apenas uma passarela para contemplar pedestres está prevista para ser construída próxima à estação rodoviária. Em 2009, a Prefeitura teve conhecimento detalhado sobre o projeto das obras de duplicação, e o prefeito Antônio Marcos vem enviando ofícios e realizando reuniões com a concessionária Autopista e a ANTT para sugerir mudanças no projeto.

— Temos alguns pontos importantes para discutir com relação ao trecho urbano de Casimiro de Abreu e ao trevo do quilômetro 190, em Rio Dourado. Precisamos chegar em Brasília, na Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, e obter uma decisão definitiva quanto à estas modificações. A licença ambiental já foi liberada e a partir de agora temos prazo para concluir a obra. Queremos incluir cinco novos trevos no trecho de Casimiro de Abreu — disse Alberto Gallo.

A comitiva casimirense conheceu detalhes de cada trevo e acessos que serão construídos ao longo da rodovia. “Vale ressaltar que as propostas de adaptação do projeto partiram da Prefeitura, através de estudos técnicos da Secretaria de Obras. Queremos incluir estas modificações no Programa de Exploração da Rodovia (PER), que é um documento público que fica disponível no site da ANTT, já a partir do próximo ano. São alterações significativas e que irão atender a sociedade. Com o início das obras de duplicação, a previsão de conclusão é de dois a três anos”, citou superintendente da Autopista Fluminense.

Na próximo dia 15, haverá uma audiência na sede da ANTT, em Brasília, com a presença do prefeito Antônio Marcos, vereadores e representantes da concessionária que administra a BR-101 para apresentarem as alterações do projeto. “Todos os nossos esforços são para aprovar estas modificações. Considero que 80% dos problemas serão resolvidos”, mencionou Gallo.

Outras readequações do projeto original de duplicação da BR-101 foram sugeridas nas área dde Professor Souza, Boa Esperança, Rio Dourado, Banana Passa e Aldeia Velha.     “Não queremos que os cidadãos casimirenses arquem com o ônus, tal como aconteceu com a praça de pedágio. Isto dificultou o direito de ir e vir dos moradores dentro do próprio município. Este encontro foi satisfatório e esperamos ter mais êxito em Brasília”, concluiu Antônio Marcos.

Secom Casimiro de Abreu
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Cedae aumenta fornecimento de água em 13 municípios do estado

Posted in Infraesturutura, Rio das Ostras by ImprensaBR on 06/05/2013

Treze municípios da Região Metropolitana e do interior do Estado do Rio vão ganhar mais água em 2013. A Cedae  investe R$ 103 milhões em intervenções para aumentar a oferta e beneficiar 286 mil pessoas. As obras estão em fase de finalização. Piraí, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Sapucaia, Engenheiro Paulo de Frontin, Seropédica, Cordeiro, Santa Maria Madalena, Rio Claro, São João da Barra, Tanguá, São Francisco de Itabapoana e Maricá são as cidades beneficiadas.

De acordo com o presidente da Cedae, Wagner Victer, as obras são construções novas para aumento da oferta de água tratada.– O Estado está em contato com os prefeitos para saber as necessidades – disse Victer.Em Piraí, no Sul Fluminense, as localidades de Rosa Machado e Enseada das Garças ganharam investimento de R$ 2,3 milhões para a construção de poço para captação de água nas margens do Rio Piraí, além da instalação de adutora de 3,5 quilômetros de extensão. A vazão da estação de tratamento do município foi ampliada de 10 mil litros para 20 mil litros por hora. Também foram assentados tronco e rede distribuidora, que totalizam 14,4 quilômetros de tubulação.Cerca de 300 novas ligações prediais foram executadas. Em São Francisco de Itabapoana, no Norte Fluminense,estão sendo feitas obras de reforço do abastecimento de água tratada. Foram perfurados dois poços e feito o assentamento de mais de 18 quilômetros de rede distribuidora. A oferta para os moradores passará de 150 mil litros por hora para 210 mil litros.– Foram perfurados dois poços tubulares com profundidade aproximada de 170 metros, na região de Gargaú, e instalados conjunto de motor-bomba e painel de comando com capacidade de 30 mil litros por hora para cada poço. Eles serão interligados ao reservatório de junção, onde a água retirada receberá tratamento – explicou Victer.Com investimento de R$ 6,3 milhões, Barra de São João, em Casimiro de Abreu, e Rio das Ostras registram melhorias na captação e nas elevatórias, com substituição de conjunto de bombas, adequação do sistema elétrico ao novo  bombeamento e manutenção de proteção contra rompimento de tubulação.

Agência Brasil

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Duplicação da BR-101 Norte começou hoje. Os 70 quilômetros novos levarão quatro anos para serem concluídos

Posted in Estado, Infraesturutura, Meio Ambiente, Região by ImprensaBR on 25/04/2013

LB

Com certeza a notícia da semana para toda a Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, é o início, hoje, das obras de duplicação da BR-101, em seu trecho Rio Bonito – Casimiro de Abreu.

Depois de cinco anos, o projeto finalmente teve o licenciamento ambiental emitido pelos órgãos competentes, e as obras de duplicação dos 70,9 quilômetros da importante rodovia que liga o Sudeste ao Norte do Brasil começaram. Hoje, a Autopista Fluminense, concessionária do trecho em questão, iniciou as obras para a construção de mais quatro faixas de rolamento e acostamentos na rodovia. O custo das obras é de R$ 320 milhões, aproximadamente, e a previsão de sua conclusão é fevereiro de 2017.

Hoje, a rodovia tem apenas uma faixa de rolamento em cada sentido e, segundo dados do DER RJ, seu movimento chega a 16 mil veículos por dia.

Licença ambiental demorou cinco anos para ser emitida

As obras tiveram início hoje de manhã no km 194,2, próximo ao trevo de acesso a Rio Dourado, em Casimiro de Abreu. Mais adiante, cumprindo o calendário da obra, em Rio Bonito, será montado um outro canteiro de obras.

No dia 5 de abril, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade se manifestou favorável à duplicação da BR-101 Norte e as atividades licenciadas pelo Ibama, que saíram no primeiro dia do mês.

O projeto de duplicação prevê a construção de uma nova pista, paralela à existente, com duas faixas de rolamento em cada sentido, mais acostamentos, além da implantação de sinalização horizontal (no chão) e vertical (placas). Haverá também dispositivos de segurança, como barreiras de concreto e defensas metálicas. Serão construídos ainda oito trevos em desnível (viadutos) e 11 pontes. As obras vão gerar cerca de 400 empregos diretos, e a mão de obra local terá prioridade.

A duplicação da BR-101 Norte é a obra mais importante do contrato de concessão firmado entre a Autopista Fluminense e a Agência Nacional de Transportes Terrestres. Segundo o Programa de Exploração da Rodovia, ao todo serão duplicados 176,6 quilômetros — do km 84,6 (Campos) ao 261,2 (Rio Bonito).

Trecho Macaé – Campos já está em andamento

O trecho entre Campos e Macaé já está em andamento. Cerca de 400 operários trabalham na duplicação dos 42 quilômetros. Entre o km 132 (Carapebus) e o 144 (Macaé), o trecho já está pavimentado e, segundo a empresa, em breve serão implantados os dispositivos de segurança e a sinalização. Entre o km 102 e o 131, estão sendo feitos serviços de terraplenagem e construídas duas pontes. Já o trecho entre Macaé (km 144) e Casimiro de Abreu (km 190) ainda está em fase de licenciamento ambiental.

A rodovia recebe diariamente cerca de quatro mil caminhões e carretas, que escoam por ali a maior parte da produção agrícola que vem do Nordeste e do Espírito Santo.

Grifo nosso – O que ninguém está comentando nos jornais e nas ruas das cidades da região por onde a obra vai passar é o longo prazo que a licença ambiental da obra demorou para ser emitido e que a mesma terá apenas cerca de 17 quilômetros concluídos a cada ano, até sua data conclusão, 2017!!!

Deputado federal pelo PMDB, o macaense Adrian Mussi, irmão do ex-prefeito Riverton Mussi, hoje, em seu primeiro mandato no Congresso Nacional, já está de olho na campanha para as eleições do ano que vem. Em seu discurso proferido ontem no congresso, ele afirmou ter ido muitas vezes ao IBAMA e a ICMbio para tentar a liberação da licença ambiental da BR-101 e trouxe para si os louros da tão aguardada liberação da mesma. Depois de afirmar em primeira pessoa que ficava feliz por ter conseguido essa licença “e tornado esse sonho realidade”, Adrian disse que estaria presente hoje em Casimiro de Abreu na inauguração da obra da rodovia.

Foto: LB. BR-101 Macaé – Casimiro de Abreu

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Sociedade riostrense contra o estupro

Aconteceu nesta terça, dia 29 de janeiro, a primeira reunião da Campanha Chega de estupros em Rio das Ostras, movimento iniciado por um grupo de professores do curso de Serviço Social da UFF/ PURO, com o intuito de tornar público o grande número de estupros que acontecem em Rio das Ostras, bem como levar ao poder público demandas e propostas para combater este tipo de violência.

A reunião foi veiculada por meio de e-mails e redes sociais, aberta a toda comunidade, já que o objetivo foi a construção coletiva de propostas de ação. O encontro teve participação de aproximadamente 60 pessoas, entre alunos e professores da UFF, profissionais de saúde do município, representantes de movimentos sociais e moradores de Rio das Ostras, todos indignados com a atual situação de casos de estupro que vigora na cidade.

Não é a primeira vez que os professores do PURO se sensibilizam e organizam ações para combater a violência contra a mulher em Rio das Ostras. Apesar de ter sido chamado por um grupo de pessoas, este movimento é de toda a população de Rio das Ostras.

Foram organizadas como parte da campanha atos de panfletagem para sensibilizar a população para esta realidade. O primeiro aconteceu no último domingo, na praia do Centro e na Lagoa de Iriry até a praia de Costa Azul.

No ato de domingo, integrantes do movimento distribuíram folhetos explicativos para os moradores da cidade e turistas.

Outras atividades envolvendo panfletagem serão feitas durante o Carnaval, e nas redes sociais. Toda a população está convidada a participar dos atos.

Segunda reunião da campanha será dia 20, na UFF

Será organizado um ciclo de debates na UFF, com a presença de estudiosos do assunto, representantes do poder publico, dos movimentos sociais e da segurança pública da cidade (ainda a serem convidados).

No dia 20 de fevereiro, às 17h30, será realizada, na UFF/PURO, a segunda reunião da campanha, onde será construído um documento a ser encaminhado ao poder público municipal, com propostas de prevenção aos estupros, bem como medidas que qualifiquem e humanizem o atendimento às mulheres vitimas desta violência.

Saiba mais sobre a campanha acessando o grupo da campanha “Chega de estupros em Rio das Ostras”, no Facebook.

Leia mais sobre o assunto

O jornal O Polifônico apoia esta iniciativa.

Texto de Paula Sirelli com Edição de Leonor Bianchi.

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Primeira moradia estudantil da UFF é inaugurada em Rio das Ostras

Posted in Cidade, Educação, Infraesturutura, Rio das Ostras by ImprensaBR on 18/01/2013

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Com capacidade para 48 alunos, a primeira moradia estudantil da UFF foi inaugurada no dia 10 de janeiro, no Polo Universitário de Rio das Ostras (Puro). O prédio de três pavimentos, localizado no bairro Jardim Bela Vista, conta com quatro apartamentos por andar, equipados com camas-beliches, armários individuais, cômoda e ventilador de teto para até quatro estudantes.

Sem perder de vista a questão da acessibilidade, os apartamentos do primeiro piso foram preparados para receber alunos cadeirantes ou com dificuldade de locomoção. O saguão de cada andar foi mobiliado com sofás e televisão de 42 polegadas. As cozinhas são em estilo americano, com bancadas, geladeira, fogão “cooktop” elétrico, forno micro-ondas e liquidificador. O espaço também conta com lavanderias.

Houve também preocupação com a segurança dos estudantes, por isso foram instaladas câmeras de vigilância nos acessos e áreas comuns. A portaria contará com vigilantes 24 horas por dia, com controle da entrada e saída de moradores, funcionários e visitantes.

Do total de vagas oferecidas, 16 já estão ocupadas, e as 32 restantes serão preenchidas por meio de um edital de seleção que se dividirá em duas etapas. Na primeira, será avaliada a situação socioeconômica, critério adotado com caráter eliminatório. Na segunda fase, serão realizadas entrevistas com uma assistente social e uma psicóloga, devendo todos os selecionados fazer exames médicos e apresentar a carteira de vacinação.

“Marco histórico na UFF”

O vice-reitor Sidney Mello parabenizou a todos pela moradia estudantil,
destacando que “é um marco histórico na UFF. Vivemos muitas dificuldades nas universidades brasileiras nas décadas de 70, 80 e 90. Isto nos leva a achar este momento muito satisfatório, pois estamos vendo um filme muito bom. Acredito que esta parceria da universidade com a prefeitura de Rio das Ostras trará ao Puro uma consolidação cada vez mais profícua”. O vice-reitor pediu aos alunos que cuidem do espaço com consciência e que tenham compromisso com a boa manutenção do prédio, pois ele é um bem público.

O pró-reitor de Assuntos Estudantis, Sérgio Mendonça, também congratulou a todos que contribuíram para a realização da obra. “Fui diretor do Puro e atualmente como pró-reitor de Assuntos Estudantis tenho uma enorme alegria em inaugurar oficialmente a moradia estudantil, onde já estão morando 16 alunos, com a capacidade para receber mais 32 estudantes.”

O pró-reitor esclareceu que foram estudados vários regulamentos de moradias estudantis do país, para que pudessem chegar a um documento que estabelecesse a forma de convivência dentro do espaço. Ressaltou, ainda, a preocupação de que a moradia não se deteriore, que possa ser um espaço de qualidade de vida, com uma vivência saudável, para que o estudante tenha o melhor desempenho acadêmico e profissional.

O diretor do Puro, Carlos Bazílio, agradeceu a todos que tornaram este projeto possível. “Fui aluno da UFF e tive muitas dificuldades para concluir os estudos pois era aluno carente e morava muito distante de Niterói, o que me deixava com uma enorme expectativa de que houvesse uma moradia estudantil. Fico muito feliz de ver que alunos com a mesma experiência  tenham conseguido a concretização deste local, e tenham a consciência do bom uso e o cuidado com o bem público”, concluiu.

O assessor de Interiorização e ex-reitor da UFF, Cícero Rodrigues, falou do início do polo em Rio das Ostras e da expectativa de bons momentos para o crescimento constante, pois acredita que a parceria da universidade e da prefeitura local estará cada vez mais fortalecida, levando à ampliação da moradia e a outros projetos da interiozação. “Os alunos estão de parabéns, pois realizar uma obra dessas não é fácil, esta foi a primeira a ser concluída para que possamos trazer
melhor qualidade de vida aos nossos estudantes”, disse .

Representando o prefeito de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino, a secretária de Ciência e Tecnologia, Eronei Leite, enfatizou a retomada da parceria da
UFF com o município. “O prefeito Sabino, reconhece a importância do
crescimento da universidade em nossa cidade e para tanto pretende ajudar
para que isto se realize, pois acreditamos que a UFF é a propulsora do conhecimento acadêmico-científico de Rio das Ostras, pois temos o entendimento de que a UFF é para todos nós”, afirmou.

A aluna Hitamara Amaral, residente do local, falou da dificuldade vivida antes da moradia. “Sou aluna do Puro há três anos e, como todos os alunos que moram fora do município, passei por momentos de muita dificuldade para conseguir continuar estudando. Agora com a moradia ficou tudo muito mais tranqüilo”, disse a estudante, que agradeceu a todos da universidade que tiveram participação na concretização da obra.

A moradia estudantil foi inaugurada oficialmente após o descerramento da
placa por várias autoridades da UFF e do município, além de alguns alunos já residentes no local. Todos os presentes fizeram uma visitação aos apartamentos.

A cerimônia de inauguração teve ainda a presença da coordenadora de Gestão de Moradia e Restaurante Universitário, Ângela Cristina de Almeida; a diretora da Divisão de Moradia Estudantil, Daisy Chiavegatto; o prefeito universitário, Mário Ronconi; o superintendente de Arquitetura e Engenharia em exercício, José Carlos de Souza; a diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia do Puro, Marcelle Sá; o diretor do Instituto de Humanidades e Saúde do Puro, Ramiro Dulcich; e professores, alunos e funcionários da UFF.

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UFF Notícias

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ALERJ autoriza giverno a investir em saneamento na Região dos Lagos

Posted in Estado, Infraesturutura, Meio Ambiente, Região by ImprensaBR on 19/09/2012

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (19/09), em discussão única, o projeto de lei 1.727/12, que prevê a cessão de R$ 9 milhões pelo Governo do estado, autor do projeto, para ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário do Distrito de Praia Seca. O recurso será repassado em sete parcelas anuais, após a conclusão das obras, à concessionária Águas de Juturnaíba, que presta o serviço nos municípios de Araruama, Saquarema e Silva Jardim, na Região dos Lagos. O texto recebeu a adição de uma emenda determinando que a concessionária apresente relatório de todos os investimentos realizados.

Na mensagem que acompanha o texto, o governador Sérgio Cabral explica que a obra necessita de investimentos maiores do que os previstos inicialmente no contrato de concessão. “E de forma a garantir tanto o equilíbrio do contrato de concessão, quanto a modicidade tarifária dos serviços torna-se indispensável que as obras sejam subsidiadas pelo poder público”, argumenta. O projeto será enviado ao governador, que terá 15 dias para sancionar ou vetar o texto.

Fonte: ALERJ

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Rede Hortifruti investe em novas lojas ao longo de 2012 – Uma delas será em Rio das Ostras

A rede Hortifruti, varejista no segmento de hortifrutigranjeiros, implementa o seu plano de expansão e abrirá, até dezembro, mais três unidades, duas na praça do Rio de Janeiro (Ipanema e Rio das Ostras) e uma em São Paulo. Atualmente a empresa possui 23 pontos de venda distribuídos nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A Hortifruti registra um fluxo mensal de 1,6 milhão de clientes, que consomem cerca de 15 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLVs).  Ao todo são quatro centros de distribuição (dois no RJ, um no ES e um em SP) e uma frota de 211 veículos que transportam produtos do campo até as lojas.

O maior percentual de venda é da categoria de FLVs, cerca de 40%, seguido de mercearia e delicatessen; processados e carnes. A  empresa ainda possui um cartão de crédito próprio com mais de 35 mil clientes ativos.

A Hortifruti destinou R$ 6 milhões para a verba de marketing e as campanhas continuarão focadas na saúde e nos benefícios dos FLVs. De acordo com o diretor de Comunicação e Novos Negócios, Fabio Hertel, essas  ações  têm o objetivo de comunicar  de maneira divertida os benefícios dos produtos que são comercializados pela rede.

“Investimos na vida saudável e acreditamos que de maneira leve atingimos pessoas de todas as idades. Queremos influenciar esta geração pra que seja sarada física e emocionalmente”, explicou Hertel.

Fonte: Meta Análise

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Fórum Rio das Ostras + 20: Inscrições vão até 16 de maio

Posted in Brasil, Cidade, Educação, Infraesturutura by ImprensaBR on 14/05/2012

O Pólo Universitário de Rio das Ostras (Puro) da Universidade Federal Fluminense está com inscrições abertas até o dia 16 de maio para o Fórum Rio das Ostras + 20, que será realizado nos dias 25 e 26 de maio na UFF. As inscrições podem ser realizadas no endereço www.puro.uff.br/node/930.

Veja a Programação:

Expedição Ambiental

Usina de Beneficiamento de Resíduos da Construção Civil e Usina de Compostagem.

Atenção: Levar lanche para fazermos um Piquenique no Parque da Cidade!

Coordenação: Prof. André Cotta – Chefe do Departamento de Artes e Estudos Culturais – UFF

Local: concentração em frente ao Polo UFF de Rio das Ostras

Rua Recife s.n, Bairro Bela Vista – Rio das Ostras

Horário de Saída 7h 30 m as 8 h (Concentração)

Horário de Retorno: 12 h

Número de Vagas 24

ABERTURA DO FÓRUM RIO DAS OSTRAS +20

Mesa de Abertura

Coordenadora: Claudia A. Corrêa Zanellus – Coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental (NEAM)

Local: Auditório do Polo Universitário de Rio das Ostras

Horário: 18 h

Palestra

Tema: O meio ambiente nos 20 anos de história do Município de Rio das Ostras

Palestrante: Ivan Noé Freitas Antunes – Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente

Coordenador: Prof. Dr. Flávio S. Machado – Membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente

Local: Auditório do Polo UFF de Rio das Ostras

Horário: 19 h

DIA 26 DE MAIO

Sábado

Credenciamento

Local: Hall do Polo Universitário de Rio das Ostras

Horário: 8 h as 9 h

Palestras:

  •  Desenvolvimento sustentável – Sr. Mauro Prioste (Engenheiro /SEMAP)
  • Erradicação da Pobreza – Sr. Márcia Almeida (Secretária /SEMBES)
  •  Economia Verde – Prof. Dr. Flávio S. Machado (Polo UFF Rio das Ostras)

Coordenação: Prof. Sandra Maria do Amaral Chaves – Coordenação do Curso de Enfermagem

Local: Auditório do Polo Universitário de Rio das Ostras

Horário: 9 h as 12 h

Intervalo para almoço

Opcional: Cantina do Polo Universitário de Rio das Ostras

Self service R$ 1,70 100gr.

Reservas no ato da inscrição

OFICINAS

Tema: Desenvolvimento sustentável

Coordenadora: Claudia A. Corrêa Zanellus (NEAM)

Local: sala 01

Horário: 14 h as 17 h

Número de vagas: 30

Tema: Erradicação da Pobreza

Coordenadora: Prof.ª Renata Giovanella (Membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente)

Local: sala 02

Horário: 14 h as 17 h

Número de vagas: 30

Tema: Economia Verde

Coordenadora: Prof.ª Sandra M. do A. Chaves (Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem)

Local: sala 03

Horário: 14 as 17 h

Número de vagas: 30

Período de inscrição: 07 a 18 de maio de 2012.

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Governo do Estado entrega 306 viaturas a 19 municípios do Rio. Rio das Ostras é uma delas

Posted in Cidade, Estado, Infraesturutura, Segurança Pública by ImprensaBR on 08/05/2012

O Governo do Estado entregou na manhã desta terça-feira o quarto lote, com 306 viaturas, a 19 municípios do Rio de Janeiro. A frota, que pertencia à Polícia Militar, passará a ser usada agora pelas guardas e defesas civis municipais. O evento aconteceu no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), em Sulacap, zona oeste, do Rio e contou com a presença do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

Na Região Metropolitana, serão entregues 136 carros, sendo 103 Gols e 33 Blazers. Já a Região dos Lagos, será beneficiada com 120 veículos (94 Gols e 26 Blazers). Por fim, a Região Norte ganhou 41 Gols e nove blazers, totalizando 50 viaturas.

Os municípios beneficiados foram: Cachoeira de Macacu, Itaboraí, Maricá, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá, na Região Metropolitana; Arraial do Cabo, Búzios, Casimiro de Abreu, Cabo Frio, Iguaba Grande, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia e Saquarema, na Região dos Lagos; e Carapebus, Quissamã, São Fidélis e São Francisco do Itabapoana, na Região Norte.

Ao todo, as guardas e defesas civis municipais já receberam 1.139 viaturas. O quinto e último lote, com mais 308 carros, será entregue no próximo dia 25 de maio, também no CFAP.

Governo do Estado do Rio de Janeiro

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Firjan discute futuro do Leste Fluminense com empresários e políticos da região

Posted in Cidade, Economia, Empregos e Oportunidades, Estado, Infraesturutura, Outras Fontes by ImprensaBR on 27/04/2012

Principal motor de crescimento da região é o Comperj, seguido da indústria naval e logística 

Qual o futuro do Leste Fluminense? Quais os possíveis ou prováveis caminhos que a região deverá seguir para alcançar o desenvolvimento econômico e social? Essas foram as questões debatidas nesta quinta-feira, dia 26, com técnicos, empresários e políticos, no evento “Visões de Futuro: Potencialidades e Desafios do Leste Fluminense”, realizado no Clube Português, em Niterói.

“Temos a oportunidade de mostrar a preocupação do Sistema Firjan para o desenvolvimento da região através desse seminário. Sabemos que existem os projetos em andamento como o Comperj e o Arco Metropolitano, mas temos também que lutar pela recuperação do ramal da ferrovia Centro-Atlântica (FCA) de Campos a Itaboraí; do projeto de uma rodovia que vai de São Pedro da Aldeia a BR-101, fundamental para a ligação das regiões; e do complexo logístico em Cabo Frio. Além, é claro, de investir na educação fundamental como suporte base para o desenvolvimento” – adiantou o presidente da Representação da Firjan em Niterói, Luiz Césio Caetano.

Em formato de talk show e mediado pelo jornalista Max Andrade, o futuro dos municípios de Niterói, Rio das Ostras Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Búzios, São Pedro da Aldeia, Araruama, Rio Bonito, Saquarema, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Tanguá, Itaboraí, Maricá, São Gonçalo e Iguaba Grande foi discutido por empresários, que falaram sobre como aproveitar as potencialidades e superar desafios, e por secretários de governo, que apontaram o que pode ser feito para garantir um futuro promissor para a região.

O debate foi provocado pela apresentação feita pelo gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema Firjan, Cristiano Prado, que apontou as possibilidades de desenvolvimento no período de 5 a 15 anos, e os principais projetos já em desenvolvimento. O principal motor da região é o Comperj, que vai gerar milhares de empregos promovendo o crescimento econômico com influência direta nas regiões de São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito.

Outros dois motores de crescimento são a indústria naval nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, e a logística nos municípios de Arraial do Cabo e Cabo Frio. Já o Arco Metropolitano ampliará os impactos dos investimentos ao reduzir em até 20% o custo dos transportes em alguns municípios.

Cristiano Prado comentou que os municípios de Araruama, Búzios, Iguaba Grande, Rio das Ostras e São Pedro da Aldeia, menos impactados pelos grandes investimentos têm potencial para apoio às atividades offshore, expansão da agroindústria, silvicultura econômica, fabricação de produtos farmacêuticos, de produtos de borracha e de produtos de material plástico.

Também comentado pelo gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema FIRJAN o setor de turismo terá grande destaque para a região nos municípios de Maricá, Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, cabo Frio, Rio das Ostras e Búzios.

O seminário teve a participação das autoridades municipais representando os prefeitos: José Raimundo Martins Romeo, secretário municipal de Ciência e Tecnologia de Niterói; Ronaldo Elias de Moraes, secretário municipal de Planejamento e Coordenação Geral de Rio Bonito; Mauro Paes, subsecretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Tanguá; Ricardo Azevedo, secretário municipal de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca de Cabo Frio; e ainda Felipe Peixoto, secretário estadual de Desenvolvimento, Abastecimento e Pesca do Estado do Rio de Janeiro.

Também participaram das discussões os empresários Aécio Nanci, da Nanci e Cia Ltda; e Ricardo Guadagnin, da Garri de Cabo Frio Dormitórios e Complementos Ltda; além dos presidentes dos sindicatos das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Rio de Janeiro (Simmmerj), Lucenil Ferreira de Carvalho; e da Construção, Engenharia Consultiva e do Mobiliário de Niterói e Cabo Frio (Sindicem), Sérgio Yamagata.

O seminário que teve a primeira edição ano passado continuará este ano em todo o estado discutindo as visões de futuro do Rio, com exposição dos potenciais de desenvolvimento econômico de cada região. O próximo acontece em junho e tratará do futuro dos demais municípios do Sul Fluminense. [www.firjan.org.br ]

Fonte: Fator Brasil

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Rio das Ostras registra engarrafamento monstro nunca visto na história da cidade

Posted in Cidade, Infraesturutura, Turismo by ImprensaBR on 08/04/2012

Não tem organização!!!

A prefeitura marcou a prova do 6 concurso público para o ferido da Semana Santa apostando que a cidade ficaria lotada de turistas e de visitantes extras que viriam fazer as provas. Além disso, aproveitou que terá a festa de aniversário da cidade durante a próxima semana acreditando que essas pessoas poderiam estender o prazo de permanência na cidade para participar da tal festinha… o resultado está sendo catastrófico!

Ontem, levávamos mais de três horas para atravessar a cidade, coisa que na onda livre fazemos em 5 minutos a 60 quilômetros. Dá pra ser feliz?

No meio dessa desordem e no dia em que foram dadas provas para mais cerca de 400 novos guardas municipais na cidade, não víamos nenhum GM orientando os motoristas.

Quem viveu esse pânico, ontem à noite, sabe que a cidade não tem estrutura.

O incrível foi ver mais de três helicópteros sobrevoando a cidade nesse horário. Estariam os políticos de Rio das Ostras fugindo do engarrafamento, ou pior, de suas responsabilidades?

Rio das Ostras 20 anos: Dá pra comemorar alguma coisa???

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Setur/TurisRio lançam estudo de demanda e oferta de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Estado, Infraesturutura, Região, Segurança Pública, Trabalho e Renda, Turismo by ImprensaBR on 13/03/2012
O secretário de Turismo do estado do Rio de Janeiro, Ronald Ázaro, vai lançar, na próxima quinta-feira, 15/03, em Rio das Ostras, o projeto de estudo da demanda e oferta turística da cidade. O objetivo é identificar as potencialidades do município e sua infraestrutura turística; fomentar a atividade e a qualificação dos profissionais, serviços e produtos; e fortalecer o Programa de Regionalização, aumentando, assim, o fluxo turístico do destino.
O trabalho beneficia não só os turistas, como também os empreendedores, que passam a ter informações sobre o local aonde pretendem realizar investimentos, o poder público, que recebe subsídios para um planejamento turístico sustentável, os estudantes e a imprensa. De acordo com o diretor de Operações da TurisRio, Marco Aurélio Paes, Rio das Ostras foi escolhido para o projeto piloto devido à sua importância econômica e turística na Costa do Sol.

“Rio das Ostras vem mostrando através do intenso trabalho em prol do turismo fluminense e de obras de infraestrutura na cidade que reconhece a importância da atividade para o desenvolvimento do município. Temos certeza que o estudo agora apresentado será de grande importância para incrementar ainda mais o turismo no município”, declarou Paes.

Serviço:
Cerimônia de entrega do estudo – às 19h.
Câmara Municipal de Rio das Ostras
Praça Papa João Paulo II, Rodovia Amaral Peixoto, km 157
Loteamento Verdes Mares.

Larissa D`Almeida
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Produção de petróleo e gás da Petrobras sobe 2,6%

Posted in Brasil, Cidade, Infraesturutura, Macaé, Meio Ambiente, Outras Fontes by ImprensaBR on 24/02/2012
Rio das Ostras é o nome de uma das plataformas responsáveis pelo aumento
São Paulo (AE) – A Petrobras informou nesta sexta-feira, 24, que a produção média de petróleo e gás naturalno Brasil e no exterior em janeiro foi de 2.731,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). O volume ficou 2,6% acima do registrado no mesmo mês de 2011 e 0,5% maior do que a produção de dezembro de 2011.
Considerando apenas os campos no Brasil, a produção média de petróleo e gás natural alcançou 2.490,5 mil de boed, um aumento de 2,8% em relação a janeiro do ano passado e de 1% na comparação com dezembro de 2011. A produção exclusiva de óleo no Brasil alcançou 2.110,1 mil barris por dia, uma elevação de 2% em relação a janeiro de 2011 e de 1,2% em relação a dezembro.
Em comunicado, a estatal explica que contribuíram para esses resultados a entrada em produção de novos poços nas plataformas P-57, no campo de Jubarte, na P-56, no campo de Marlim Sul, e do Teste de Longa Duração (TLD) de Aruanã, no pós-sal da porção sul da Bacia de Campos, operado pelo navio plataforma FPSO Cidade de Rio das Ostras.
A produção de gás natural dos campos nacionais atingiu 60,4 milhões de m2/d, um aumento de 7,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado e estável em relação ao mês anterior.
Fonte: Agência Estado

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A Prefeitura de Rio das Ostras tentou discrição, mas a ronda jornalística d’O Polifônico denuncia: Gigogas invadem Lagoa de Iriry.

Posted in Cidade, Infraesturutura, Meio Ambiente, Saúde, Turismo by ImprensaBR on 27/01/2012
Mas… teriam vindo com as chuvas de verão essas pragas, ou colocadas pela própria prefeitura na lagoa para filtrar os poluentes da água? Como não temos acesso aos responsáveis pela Secretaria de meio Ambiente, Agricultura e Pesca de Rio das Ostras, pois a Secretaria de Comunicação Social veta qualquer contato do jornal com os gestores públicos da cidade, não temos um depoimento do secretário de Meio Ambiente para saber mais informações sobre a operação de coleta de gigogas na lagoa de Iriry, esta semana.

O que vimos aconteceu na manhã da última quarta-feira, dia 25 de janeiro.
Ficam algumas perguntas… sobre essas gigogas… uma delas é a que mais me intriga: estariam ali essas espécies se multiplicando à custa dos microrganismos despejados diretamente na lagoa, ou em português claro, cocô? Sim, sabemos que as gigogas se alimentam de matéria orgânica e se multiplicam muito rádido quanto mais comem. E, na medida em que engordam, morrem, ficando sem sua função de filtro dos poluentes da água, tornando-se uma praga no ambiente onde está. Além disso, essa espécie aquática abriga em torno de si uma série de espécies de incetos e mosquitos, que impactam o meio ambiente que havia naquele habitat antes dela chegar.
Sabemos que a manutenção periódica dos canais do município, a fim de conter a proliferação de gigogas acontece sempre que essas plantas tomam conta dos canais, mas no caso das gigogas da lagoa de Iriry, elas podem ter aparecido ali com as chuvas e se proliferaram rapidamente dada a grande quantidade de poluentes na água. Ou, o que seria ainda uma lástima, a PMRO teria colocado as gigogas na lagoa justamente para que elas funcionassem como filtros naturais dos poluentes despejados in natura na lagoa.
Não é de hoje que moradores dos bairros Bela Vista, Recreio e Ouro Verde denunciam o despejo do esgoto in natura nas águas da lagoa. Em janeiro de 2010, após crianças passarem mal depois de banharem-se nas águas da lagoa de Iriry, uma equipe do INEA veio à cidade para coletar amostras da água. Os técnicos do Instituto Estadual do Meio Ambiente selecionaram dois locais diferentes para fazer a coleta das amostras e as duas análises feitas; uma para aferir a presença de esgoto na água e a outra para identificar se as algas encontradas na lagoa eram consequência da poluição, deram laudo positivo para as águas da lagoa e o banho foi liberado pelo documento emitido pelo INEA.
Ainda assim, frequentemente recebemos denúncias de que obras no entorno da lagoa despejam seus esgotos na lagoa.
Gigogas = hepatite e diarréia
Em Rio das Ostras, na lagoa de Iriry, vimos uma quantidade enorme de gigogas sendo retiradas da lagoa de Iriry. Não posso afirmar em números essa quantidade, mas em duas horas que permaneci no local, vi mais de seis caminhões como os que estão no vídeo que fiz, saindo da lagoa lotados de gigogas. Para onde foi esse ‘lixo’ também não sabemos.
Enquanto isso, a prefeitura vem, há duas décadas, autorizando novos licenciamentos para obras no entorno da  APA de Iriry sem ter o local nenhuma rede de coleta e tratamento de esgoto.
A lagoa de Iriry se transformou num imenso vaso sanitário a céu aberto e é um dos cartões postais mais belos de Rio das Ostras. Semana passada (22 de janeiro) a prefeitura promoveu ali a Caminhada na Natureza. O evento faz parte do Circuito Internacional de Caminhadas da Anda Brasil com vasta divulgação da imprensa local, regional e com direito a uma notinha até no suplemento ‘Bairros’ do jornal O Globo. No mínimo, o que a PMRO deveria fazer diante dessas imagens que você está vendo abaixo, era enviar uma nota esclarecendo a origem dessas gigogas na lagoa de Iriry neste verão 2012. Afinal, trazer turista para a cidade é uma necessidade econômica, mas lotar pronto-socorro em mais um verão com casos de crianças que passaram mal depois de nadarem na lagoa de Iriry é trabalhar contra o turista, contra os moradores, contra a cidade.
Macaé opta por não fazer um sistema de tratamento de esgoto e coloca gigogas na lagoa de Imboassica para filtrar poluentes despejados no local. Lá, a prefeitura tentou pôr em prática um projeto no mínimo irreverente  e às avessas. Veja você, que ao invés de construir um sistema tratamento de esgoto na cidade, os gestores da capital do petróleo resolveram colocar gigogas na lagoa de Imboassica para que essas plantas fizessem o serviço de despoluição de suas águas, já que muito esgoto é despejado (ainda) na lagoa.
Leia matéria publicada no RJ Intertv em 10/10/2011
Gigogas são utilizadas para filtrar esgoto na Lagoa de Imboassica
A expectativa da ação é melhorar a qualidade da água enquanto o tratamento de esgoto não é concluído na região.
O projeto de fitorremediação na Lagoa de Imboassica, em Macaé, começou há uma semana e tem o objetivo de utilizar gigogas para filtrar o esgoto lançado na água. A expectativa da ação é melhorar a qualidade da água enquanto o tratamento de esgoto não é concluído na região.
O trabalho é feito por um grupo de pescadores voluntários, eles retiram as gigogas das margens da lagoa, colocam as plantas nas canoas e transportam o material até um ponto, onde é despejado o esgoto sem tratamento de um bairro próximo. A área está delimitada por uma corda flutuante para assegurar que as plantas fiquem concentradas.
As gigogas tem o papel de filtrar a água, funcionam como uma esponja absorvendo o material poluente. O projeto deve ter continuidade até a instalação do sistema de esgoto na lagoa, que ainda não tem previsão para ser feito.
O uso da gigoga como alternativa para diminuir os efeitos da poluição não é uma unanimidade. Segundo alguns especialistas, essa planta de origem amazônica, pode se tornar uma praga. O engenheiro ambiental, Júlio César Leitão, explica que a planta se prolifera com muita rapidez e pode provocar um desequilíbrio ecológico se não tiver um rigoroso acompanhamento.
A secretaria de Ambiente informou que é feito o controle para evitar o desequilíbrio ambiental. Além de análises para acompanhar a qualidade da água.
Vídeo: http://intertvonline.globo.com/rj/noticias.php?id=21293

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Rio das Ostras: A cidade que mais cresceu no Brasil ainda incomunicável

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 15/01/2012
Leonor Bianchi
Além do precário serviço de acesso a internet, ainda privado e concentrado na mão de poucos pequenos empresários locais, que atendem abaixo do razoável o público usuário, os Correios e Telégrafos até hoje não conseguiram prestar um atendimento digno ao título que Rio das Ostras sustenta; o de cidade progresso.
Na redação d’O Polifônico, por exemplo, em Jardim Mariléa, não há atendimento dos Correios, exceto para Sedex. Vale ressaltar, que a redação está a 50 metros da principal via do bairro, a rua Niterói e a menos de um quilômetro do Centro de Distribuição dos Correios, instalado em Jd. Mariléa depois de forte pressão da população, que dependia do Centro de Distribuição de Barra de São João.
Em 2011, fomos solidários à categoria durante a greve de mais de um mês e sentimos na pele o atendimento dos Correios em Rio das Ostras. Durante a pré-produção (antes da greve começar) da 8a Mostra Cinema Popular Brasileiro precisamos recorrer a um amigo para podermos receber os filmes inscritos, ou ficávamos na fila da Posta Restante. A questão é que diariamente chegavam mais de 10 filmes! A Mostra é um projeto consolidado, que recebe há 8 anos filmes de todo o Brasil. Em 2011 recebemos mais de 300 filmes. Imagine perder três horas por dia de deslocamento até a posta restante… Tive um prejuízo enorme para ‘arredondar’ a logística da produção em função de todos os contratempos, ou seja, a greve, que atrasou muito o meu trabalho, mas claro, apoiei a ação da categoria. E não fosse ela, o atraso no recebimento dos filmes, já que ainda sem a greve, como os Correios não entregam cartas na rua da redação, tínhamos que nos deslocar até a base onde essas correspondências eram entregues com segurança.
Fico imaginando como devem fazer os empresários da ZEN com relação ao recebimento de correspondências… tudo bem… existem os malotes… mas será que afora essa opção, eles também precisam alugar uma caixa postal, ou será que mandam os boys diariamente no postinho dos Correios de Mar do Norte? Um postinho que, diga-se de passagem, está abandonado como todo Mar do Norte…
Faltam servidores no quadro de Rio das Ostras
Em Rio das Ostras faltam cerca de 30 carteiros na distribuição, fora os servidores de atendimento interno nas agências, e não há previsão de quando a empresa comece a convocar os aprovados no concurso que promoveu ano passado.
Também é preciso um destaque para a área de abrangência da entrega, que não cobre nem metade da cidade, privilegiando o Centro. Isso desestimula a presença de investidores (e da população mesmo!!!!) em outros bairros da cidade.
Há rumores de um movimento da categoria em nível nacional para chamar atenção para as precariedades enfrentadas por eles no serviço público dos Correios. O jornal O Polifônico apóia a causa e se coloca à disposição de todos que queiram fazer parte de uma campanha em prol do bom funcionalismo dos Correios em nossa cidade… (e em todo o Brasil). Vamos nos solidarizar às demandas dessa categoria fundamental para o desempenho de nosso trabalho.
O trabalho prestado pelo servidor dos Correios é mais importante do que podemos imaginar. Quando você começa a perder dinheiro, lembra disso. Em Rio das Ostras, pagamos todas as nossas contas com multa em função do atraso na entrega das mesmas…
Aqui, se a carta não chega não é por um erro do carteiro… é na gestão… vem antes dele chegar à sua porta…
Em 2011, os Correios e Telégrafos realizaram o maior concurso público de sua história
Foram oferecidas 8.346 vagas para Atendente Comercial (2.272 vagas), Carteiro (5.060) e Operador de Triagem e Transbordo (1.014) e formação de cadastro de reserva para o cargo de Agente de Correios, de nível médio. A remuneração base desses servidores será de R$ 807,29 mais benefícios.
Contudo, em todo o Brasil é visível o sucateamento do serviço, haja vista a contratação de funcionários ao invés da convocação dos concursados e a precariedade na prestação dos serviços oferecidos. Serviços esses, que não são baratos!
Há um mês precisei postar um livro para o Canadá. Moradora de Rio das Ostras, fui à agência dos Correios da rua do Mirante do Poeta, do antigo mercado Triângulo. Porém, ao ser informada pelo servidor detrás do balcão que postagens para o exterior só poderiam ser feitas na agência de Macaé, precisei mudar todo o meu dia e ir à busca de uma agência dos Correios que fizesse minha correspondência chegar até o Canadá. Consegui, mas só em Macaé mesmo. Lá, inclusive, vi um antigo servidor dos Correios de Rio das Ostras, que fora transferido para aquela agência… por que seria? Problemas na gestão? Pelo péssimo atendimento que prestou a mim em duas ou três situações em que precisei recorrer ao Centro de Distribuição de Jardim Mariléa para resgatar alguns filmes que chegavam para a mostra, acredito que tenha sido pelo seu mau humor, mas enfim… isso já é outro problema, o de falta de pessoal preparado para gerir a equipe…
E, nesta brincadeira de casinha que diverte tanto os gestores públicos de Rio das Ostras, quem perde é o cidadão, o trabalhador, o empresário que investiu na cidade, que perde tempo na fila da posta restante.
Hoje, se você quer morar num bairro com média acessibilidade (comunicação/ infraestrutura) em Rio das Ostras, precisa antes perguntar para o corretor de imóveis quais ruas têm serviços de telefonia, de internet, de abastecimento de água, saneamento e recebimento de cartas. Caso contrário, você acaba se colocando numa fria. Precisará alugar um serviço privado dos Correios de Caixa Postal… já que sem isso terá que enfrentar uma fila diária na posta restante do posto dos Correios no Centro de Cidadania (e nem o courier do pequeno empresário tem mais tempo pra perder nessas filas…).
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Em Rio das Ostras cartas são entregues nos domicílios*
Correios obrigados por liminar têm prazo para atendimento
Em dezembro de 2007, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça ordenou, em decisão liminar, que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos passasse a fazer entregas de correspondências nos bairros de Rio das Ostras ainda não atendidos.
Naquela época, os Correios não prestavam esse serviço em locais que não atenderiam às condições previstas na portaria 311/1998, do Ministério das Comunicações, como a denominação das ruas e a numeração dos imóveis.
A 1ª Vara Federal de Macaé deu prazo de 30 dias para os Correios começarem a distribuição, cobrada pelo MPF em ação civil pública movida em outubro. A entrega domiciliar somente não será obrigatória, onde houver risco à integridade dos carteiros e das correspondências por falta de condições de acesso e segurança. Se a liminar for descumprida, haverá uma multa de R$ 500 por correspondência indevidamente distribuída.
Segundo estimativa dos Correios, cerca de 22.700 moradores de Rio das Ostras vinham buscando as correspondências no denominado sistema de posta restante, sendo que aproximadamente 11.500 iam à agência central para receber suas cartas e encomendas, o que causava longas filas. A Justiça determinou ainda, acolhendo a pedido do MPF, um prazo máximo de 20 minutos para os cidadãos serem atendidos nas agências. O descumprimento dessa ordem implica multa de R$ 100 para cada caso e de R$ 100 para cada novos 20 minutos de demora na fila. Além disso, os Correios deverão divulgar essa decisão judicial com destaque em suas agências no município, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.”
*Texto de Rafael Ramos (Jornalista)
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Moradores do Âncora recebem caixas postais comunitárias
Parceria entre a prefeitura de Rio das Ostras e a empresa de Correios e Telégrafos pretende agilizar entrega de correspondências na cidade
Por Leonor Bianchi
Em uma cerimônia simbólica, realizada na tarde de ontem, no Centro de Cidadania, 432 moradores do Âncora tomaram posse das chaves das novas caixas postais comunitárias, por onde passarão a receber suas correspondências. O projeto de viabilizar caixas postais comunitárias e gratuitas para a comunidade do bairro já vinha sendo estudado há alguns anos, mas só agora, através de uma parceria feita entre a prefeitura de Rio das Ostras e a empresa de Correios e Telégrafos, pode ser executado com sucesso. A moradora Alair Gonçalves, 68, se inscreveu para receber uma caixa postal e foi contemplada. Ainda sabendo que o serviço de recebimento de cartas ficará melhor com a iniciativa, ela espera que as correspondências sejam entregues em casa. «Por que nossas cartas não chegam em casa e os impostos municipais chegam», indagou a senhora, que disse sempre receber contas de luz e telefone com atraso, tendo que pagá-las com multa, pela falta de agilidade dos Correios.
Cidade vai ter seu próprio Centro de Distribuição
Agilidade esta, que poderá sim, ser questionada, caso o atendimento da empresa não melhore depois de dezembro. É que no fim do ano, Rio das Ostras ganhará um centro de distribuição de correspondências – hoje localizado em Barra de São João -, para atender com mais presteza a população da cidade.
De acordo com Itamar Neves, gerente do Centro de Distribuição Domiciliar dos Correios, que participou da entrega das caixas comunitárias, além de agilizar o recebimento das correspondências, pelos moradores – o que antes era feito apenas através da posta restante -, o projeto pode ser ampliado no bairro e levado para outras localidades da cidade. «Sabemos que são necessárias mais caixas, por isso há uma proposta de ampliação do projeto não só para este bairro, como para outros, como Mar do Norte e Cidade Praia, onde devemos, em breve, abrir uma pequena agência para atender àquela comunidade», informou.
Com relação à entrega domiciliar de correspondências, ele explicou que a portaria 311/98 do Ministério das Comunicações regulamenta a mesma, desde que haja ordenamento de logradouros e identificação de números nos prédios (casas). Justificando a impossibilidade de executar o serviço em Rio das Ostras, ele disse que antes, a cidade precisa estar ordenada neste sentido, para que o serviço seja possível de ser realizado.
Diariamente, cerca de 12 mil correspondências são destinadas a Rio das Ostras. Com três agências, os Correios operam com 14 carteiros na cidade, fazendo entregas domiciliares em diversos bairros.
Atenção voltada para o Âncora
Presente à cerimônia, Leomar de Souza, presidente da Associação de Moradores do Âncora (AMBRA), lembrou que as caixas comunitárias eram uma reivindicação antiga da comunidade local, desde o governo anterior. «O ex-prefeito apresentou um projeto para o Ministério das Comunicações, que foi negado. Quando a gestão mudou, a secretária de Planejamento, Rosemarie Teixeira, tentou essa parceria entre a prefeitura e os Correios, e agora estamos recebendo essas caixas postais», disse o líder comunitário, que ressaltou, na ocasião, o término das filas na agência dos Correios do Centro de Cidadania, como um dos pontos positivos do projeto.
Afirmando que, mais do que nunca, precisa da participação comunitária para estabelecer uma nova maneira de administrar a cidade, onde todos sugiram e digam o que está precisando mudar, ou melhorar, o prefeito Carlos Augusto, que foi pessoalmente entregar as chaves, com a secretária de Planejamento e a equipe de funcionários dos Correios, lembrou que no último censo realizado no município pelo IBGE, em 2000, o bairro Âncora não existia, e hoje é um dos mais populosos da cidade, merecendo atenção redobrada para que possa continuar se desenvolvendo de forma ordenada. «Temos feito um governo de valorização do cidadão, e quero continuar contando com vocês para construir uma cidade cada vez mais feliz, com uma população que tenha preservada a sua auto-estima», disse.
Matéria feita originalmente para o Jornal Primeira Hora, publicada em 10/11/2006.
Texto e Foto: Leonor Bianchi

 

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Morador de Rio das Ostras posta vídeo na internet denunciando estado de calamidade em seu bairro

Não é de hoje que as ruas do bairro Chácara Mariléa precisam de atenção especial do governo. Ainda em fase de crescimento, de construção de novas habitações, a Chácara Mariléa ainda não tem estrutura básica para isso. É nesse bairro que está localizada a ETE da cidade, segundo a própria prefeitura, uma das estações de tratamento de esgoto mais preparadas e eficazes do Brasil.
Veja a série de vídeos que gravei há um ano na rua Cambuci: 

Rua Cambuci

Chácara Mariléa... e suas ruas Cambuci, Aristóteles da Cunha e Acerbal Pinto Malheiros preservam os ares de roça dos tempos em que a Petrobras ainda não havia aportado em Macaé.

A rua Cambuci fica logo atrás daquela margem do rio das Ostras.

Cambuci com Aristóteles da Cunha.

Rua Almir Ventura, próxima a rua Cambuci.

Foi nesse bairro que o prefeito Carlos Augusto fez sua festa de 51 anos, em 2011, atormentando a paz dos moradores locais como eu, por exemplo, que fui obrigada a passar a tarde do sábado da festa do senhor todo poderoso prefeito de Rio das Ostras ouvindo uma péssima cantora desafinada tentando cantar… e depois fui obrigada ainda a ouvir os 20 minutos de fogos pirotécnicos queimados deliberadamente. Um verdadeiro absurdo. Muita falta de respeito pela vizinhança! Mas para amenizar, o prefeito ficou na porta da casa das pessoas vizinhas ao local da festa-churrascada convidando-as para a mesa farta. Pão e circo sempre.
O jornal O Polifônico já mostrou várias fotos das ruas Cambuci, Aristóteles da Cunha, Acerbal Pinto Malheiros completamente alagadas, mas isso foi no verão de 2011. Sem nada feito na local, um ano depois o quadro piorou e na Cambuci, rua da ETE e por onde passam as kombis que fazem o transporte coletivo dos moradores do bairro, o caos é total.
Um morador do bairro, indignado com a situação calamitosa no local, publicou esse vídeo na internet para chamar atenção dos gestores para a precariedade enfrentada por quem reside em Chácara Mariléa. Ele pede atenção do prefeito, manda chamar a moradora antiga do bairro, Sônia Tojal, que quer ser vereadora no município, para que ela veja a cena, mas obviamente, até agora…  será que foi ouvido?
Veja o vídeo postado pelo morador:

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Em debate o Código de Zoneamento Geofísico de Rio das Ostras

Código de zoneamento ainda não foi votado, mas edificações da cidade já utilizam as novas regras estabelecidas pela lei
Leonor Bianchi
Texto e Foto
Desde agosto do ano passado se arrasta na Câmara Municipal de Rio das Ostras a discussão sobre o novo código de zoneamento do município, criado pelo presidente da casa; o vereador Carlos Afonso Fernandes.
Na época, o idealizador do projeto enfrentou uma grave polêmica pelo fato de o Projeto de Lei Nº 018/2007 – que estabelece novas regras para o zoneamento geofísico, o parcelamento e o uso do solo em Rio das Ostras – ter sido publicado no Diário Oficial do município (edição de 03 a 09 de agosto) nos Atos do Legislativo como lei, ou seja, como se já tivesse sido aprovado pela Câmara, embora não tivesse nem sido levado à votação.

Depois que engenheiros, munícipes e sociedade civil organizada manifestaram insatisfação com o conteúdo da nova lei e com a total ausência de debate público a respeito de um projeto de tamanha importância para o futuro de Rio das Ostras, o presidente da Câmara agendou uma audiência pública e nela justificou detalhadamente sua proposta.
Nesse dia, ficou acordado entre os presentes, que uma comissão de estudos se reuniria novamente após 15 dias para dar continuidade ao debate sobre as adaptações que o texto precisaria sofrer para ir à tribuna ser aprovado, ou não, pelos vereadores.
O período legislativo deste ano teve início na última terça-feira e, ainda, nem o executivo nem o legislativo publicaram uma errata no D.O para corrigir o erro quando da publicação da lei no jornal de 3 de agosto de 2007. Praticamente abafado pelo governo, o assunto foi ficando esquecido. No final de outubro surgiram matérias prioritárias nas pautas da Câmara, como a votação do orçamento deste ano, por exemplo, o que fez o tema ‘código de zoneamento’ ser substituído por outras polêmicas novas no âmbito do próprio orçamento. Com isso, as observações que seriam atribuídas à nova lei pelo ‘grupo de trabalho’ não foram feitas. O entrave impossibilita a (re)elaboração de uma nova redação e sua votação.
Enquanto o imbróglio perdura, alguns construtores erguem os primeiros pequenos arranha-céus de Rio das Ostras. O que pode vir a ser o modelo das futuras edificações que serão feitas na cidade nos próximos anos, até que uma outra lei permita que prédios com mais de 14, 16, 20 andares sejam levantados na cidade. A verticalização já é fato em Rio das Ostras independentemente do vigor, ou não, da lei. Exemplo disso é o edifício que está sendo construído ao lado da rodoviária, na principal via que corta a cidade; a rodovia Amaral Peixoto.
Discordando do projeto do Presidente da Câmara, a bancada opositora do Legislativo comentou ao Tribuna de Rio das Ostras que está trabalhando para vetar qualquer tipo de irregularidade. Na ocasião da audiência pública, vereadores da oposição reuniram-se com a Associação dos Empreiteiros e Funcionários da Construção Civil de Rio das Ostras (Acempro) para estudar o projeto e melhorias para o mesmo, tais como a criação de novas zonas de interesse, limitar o tipo de comércio para cada zona e exigir um estudo prévio de impacto de vizinhança. O GT também apontou a necessidade da criação de um Conselho Municipal de Planejamento Urbano em Rio das Ostras, uma espécie de ‘órgão’ que seria responsável por autorizar e fiscalizar todas as obras do município.
Entenda o que propõe a lei
O Projeto de Lei Nº 018/2007, incentiva a verticalização da cidade ao permitir o aumento do gabarito e a construção de prédios com ate 40 metros, ou, em outras palavras, de 12 andares. Algumas alterações ao texto foram sugeridas quando de seu debate público, pelo grupo de trabalho que foi instituído à época para estudar quais alterações a lei deveria sofrer. A limitação do gabarito em 25 metros, que permite construções de até oito andares em áreas pré-determinadas na lei, e não com 12 pavimentos, como consta do atual projeto, foi uma das alterações apresentadas pelo grupo.
Conflitos com o Plano Diretor
Pelo fato de conter diversos aspectos conflitantes com o Plano Diretor da cidade, o projeto do novo código de zoneamento de Rio das Ostras passou por diversas observações feitas pelo arquiteto e secretário extraordinário de governo, Maurício Pinheiro, ex-responsável pela pasta da Projeto Rio das Ostras Cidade (PRO-URBE).
Presente à audiência pública realizada no ano passado para discutir a lei, o arquiteto pontuou suas observações feitas ao documento, esclarecendo cada um dos tópicos que receberam seu grifo. As áreas de zoneamento foram um deles. O secretário elaborou um relatório relacionando suas discordâncias acerca do projeto e na ocasião frisou que “é importantíssimo não apenas ordenar o que ainda não está ordenado na cidade, mas, mais do que isto, é importante garantir a futura ocupação, de forma ordenada, das zonas da cidade”, o que não está claro no novo projeto, segundo ele.
Publicado originalmente em 2007 no jornal Tribuna de Rio das Ostras.

Leia também a Lei Complementar 004/2006:

Lei Complementar 004_2006 zoneamento rio das ostras

 

Leia também a Lei 194/96

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Rio das Ostras terá dois Ofícios de Justiça

Posted in Cidadania, Cidade, Infraesturutura, Notas by ImprensaBR on 08/12/2011
O município de Rio das Ostras passará a contar com dois Ofícios de Justiça. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou hoje, em discussão única, o projeto de lei 1.106/11, que cria o 1º e o 2º Oficios de Justiça onde hoje há Ofício Único.
Caberá ao 1º Ofício as atribuições de tabelionato de notas, tabelionato de protesto de títulos e registro civil das pessoas naturais. Ao 2° Ofício, os registros de imóveis, de títulos e documentos e civil das pessoas jurídicas.
O projeto será enviado ao governador Sérgio Cabral.
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Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia a ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO durante a Semana de Cultura Afro-Brasileira

Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO, na Semana de Cultura Afro-Brasileira do Polo.

Rio das Ostras – Lamentavelmente uma intervenção artística que consistia na pintura de um muro da cidade acabou em desgaste para professores e alunos do PURO e para os artistas convidados pelos organizadores do projeto ‘1a Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras’, promovido interdisciplinarmente por docentes e discentes do Polo.

A Semana contou com diversas atividades, dentre as quais, destacamos a presença do grupo de jongueiros ‘Tambores da Machadinha’, de Quissamã, que coroou a todos os presentes na noite de 17 último com uma apresentação visceral, ensinando a professores, alunos e comunidade o valor que precisamos dar à cultura popular brasileira, afro-brasileira. Referências tão próximas e tão distanciadas de nosso cotidiano vieram à tona ali no ‘terreirão do PURO’… Lindo! O jongo deixou a todos inebriados, energizados, enigmatizados, revigorados e prontos para enfrentar qualquer coisa que viesse à frente. Os tambores da machadinha são muito fortes!

Sexta-feira, de manhã, depois de toda a energia compartilhada na noite anterior, levantei cedo como de praxe para honrar os compromissos da extensa agenda da jornalista encarnada em mim… e segui para mais um dia cheio, daqueles, em Macaé. A pauta era um seminário (falcatrua!!!!) de cultura promovido pela Fundação Macaé de Cultura, que reuniu meia dúzia de gatos pingados em torno de um projeto já pronto pela prefeitura e pela Fundação. Gastei meu tempo… mas aprendi alguma coisa… sobre as quais não vem ao caso agora…

Não poderia cobrir o último dia da Semana de Cultura Afro-Brasileira, mas fui ao PURO entregar dois filmes – O vento forte do levante e Clementina de Jesus, a Rainha Quelé – para serem apresentados na sessão de cinema, durante à tarde, na agenda da Semana.

Jornalista de plantão, obviamente aproveitei o ensejo e papeei um tantinho com os dois desenhistas que estavam esboçando uma ilustração no muro de fora do PURO, para pintarem em cima, depois. O muro fica em frente ao cruzamento da avenida dos Bandeirantes com a rua Recife, no Jardim Bela Vista. Quem não conhece? Em frente rola há anos um ponto de prostituição que a fiscalização também, há anos, finge não ver…

Descobri ali dois rapazes, dois brasileiros famintos por conhecimento, por educação, por arte, por liberdade, por cultura, por um espaço para expressarem sua maneira de perceber o contexto no qual estão inseridos…

Sempre correndo, abracei esses brasileiros, agradeci o depoimento que me deram em vídeo e embarquei rumo a Macaé para o seminário falcatrua.

Surpreendentemente, abrindo o facebook horas mais tarde, li um post chocante, o qual me faz estar aqui, agora.

Não sei se posso replicá-lo, mas basicamente ele comenta o final trágico e triste que teve a atividade da pintura no muro do PURO.

Os artistas que estavam ali convidados, trabalhando, os alunos e organizadores da Semana de Cultura Afro-Brasileira, a comunidade, eu, todos foram afrontados e constrangidos diante de tamanha falta de educação, bom senso e, sobretudo, de cultura dos gestores públicos de Rio das Ostras.

Agressivamente, segundo fontes, uma junta de fiscais, guardas municipais e até policiais militares abordaram os jovens artistas enquanto pintavam o muro – a ilustração remetia à diversidade étnica e à valorização da cultura afro-brasileira –

As cores usadas na pintura eram o vermelho, amarelo, verde e preto… cores da bandeira da áfrica… só que para os aculturados que os abordaram, provavelmente o tema envolvido era maconha e Bob Marley. Antas!

Criaram uma cena horrível no local, um local onde brotava a liberdade de expressão, a arte, a inocência… agrediram pessoas que trabalhavam e ameaçaram processar a universidade por danos ao patrimônio. De arrepiar!

O Polifônico repudia a atitude dos responsáveis por esta ação vergonhosa. Vemos uma cidade que deseja tanto prestar-se ao arranjo produtivo do turismo, mas permanece cega as suas próprias linhas conceituais, metodológicas, enfim… O que acontece na cidade não fica só aqui e as belas propagandas que só aqui são veiculadas, ao contrário das páginas online d’O Polifônico, não são exibidas em nível nacional… tampouco fora do Brasil… sendo assim, esta mesma prefeitura, que tenta vender ao máximo a imagem de cidade do progresso, despreza incoerentemente a imagem negativa que passa Brasil à dentro e mundo à fora sobre o que de fato acontece nesta ilha imperial.

Hoje cedo recebi um email de um dos rapazes que conheci naquela manhã, pronto para mostrar ao mundo sua arte. Este e-mail também me traz aqui, agora.

“Venho aqui para falar que fui totalmente repudiado pela guarda municipal, em relação aquela linda homenagem que estávamos fazendo no muro do PURO. Foram feitas duas abordagens: primeiro vieram dois guardas na viatura, mas só fizeram algumas  perguntas e foram embora. Depois vieram nos dois cidadãos à paisana (que trabalham na guarda) chegaram de forma totalmente grosseira, sem manter o mínimo de respeito na comunicação já chegaram  me oprimindo nem me deram bom dia !!! Não sei o que eles viram em meus olhos mas seja lá o que foi pelo visto não gostaram muito pois não pararam de olhar-me dos pés a cabeça. Por eu e meu amigo pedir para eles se identificarem eles chegaram em certo ponto a dizer que poderia nos levar presos, pois alegavam que o trabalho artístico que ali estava sendo feito era crime(Homenagem ao dia 20 de novembro )  não sei a que se aplicaria o poder ali mas estava ali dando minha contribuição livre, e voluntaria, Junto aos organizadores do evento, e minha arte foi totalmente repudiada pelo poder publico, olha tem uma aluna que tem um vídeo que mostra a hora em que finalizamos a arte, e que pode ajudar depois vejo e arrumo….  “Não aguento mais essa ausência de respeito e incentivo à  cultura por parte das autoridades.”

Prefiro não dizer qual deles assina o e-mail para não expô-lo. Publico os depoimentos de ambos os artistas com quem conversei naquela manhã (antes do ocorrido – em vídeo) e a fala de indignação de um deles (enviada à redação do jornal O Polifônico via e-mail). Tirem suas impressões.

Diante deste cenário imoral de atuação dos gestores públicos, estimulo os envolvidos no episódio (refiro-me aos artistas e comunidade acadêmica, sociedade sempre!!!) a redigirem com seus termos (eu não presenciei o fato) uma nota de repúdio à ação da Prefeitura de Rio das Ostras no caso, para publicizarmos através deste jornal e em todas as redes possíveis!!!!!

Precisamos gerar o desconforto necessário demandado por essa gangue e passar a mostrar para o mundo como agem esses ratos. Creio que seja mais uma forma de nos articularmos contra posturas oriundas de ações repressivas e cerceadoras, além, é claro, de podermos causar grande incômodo aos que armaram essa armadilha sinistra, divulgando ao mundo como preferem ‘trabalhar’.

Não imagino, de fato, qual seja o sentido, o entendimento, que esta prefeitura tem por ‘cultura’, mas posso afirmar uma coisa: a única cultura que ela conhece é a do temor, do medo, do assédio.

Lamento, minha amada Riodas… o que estão fazendo com você. Lamento, pessoal da Semana de Cultura Afro-Brasileira. Vivi com vocês momentos mágicos e inesquecíveis durante a semana toda e é muito triste acompanhar o que estão fazendo com vocês, com o Polo, com o ganha pão de todos vocês, de todos nós. Lamento, estudantes, por vocês estudarem numa cidade que tem gestores públicos tão irresponsáveis como Rio das Ostras têm, sempre teve… lamento, mas não fico só me lamentando… estamos todos em ação e por isso mesmo incomodamos.

Engulam-nos vivos e absorvam ao menos nossos pensamentos e nossas maneiras de raciocinar. Isso já seria uma prerrogativa menos escrota.

Contem comigo e com o jornal O Polifônico para mais esta batalha!

Preciso de vocês fortes e com vigor!!! Todos vocês! Rumo à 2ª Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras!!!

Salve o cinema brasileiro!

Leonor Bianchi

Os entrevistados cederam uso de áudio e vídeo ao jornal.

 

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Rio das Ostras, a cidade que mais cresceu no estado do Rio

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 17/09/2011
Na galeria, fotos feitas por mim no bairro Âncora, esta semana.

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Obras sem segurança, operários sem segurança: Onde está a fiscalização?

Posted in Cidade, Infraesturutura, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 12/09/2011

Homens trabalham sem nenhum equipamento de segurança.

Quem passa pela Av. Bandeirantes na altura da entrada de Costa Azul, esquina com a Av. Roberto Silveira, se depara com a construção de um prédio de luxo, que ali está sendo erguido há aproximadamente quatro anos!!!! Flagramos dois pedreiros trabalhando sem nenhum equipamento de segurança e perguntamos: pode? Onde está a fiscalização municipal?

Onde está a Fiscalização?

Recentemente, em outro prédio – hoje já concluído – às margens da Rod. Amaral Peixoto, também outros pedreiros trabalhavam de forma inapropriada. A obra, inclusive, estava também totalmente irregular em sua maneira de ser executada. Não havia a tela protetora exigida em lei, os trabalhadores – nenhum deles – usava equipamentos de segurança, equipamentos e insumos usados na obra, como tijolos, eram arremessados livremente entre um e outro pavimento da edificação no sistema de mão em mão, colocando em risco a cabeça de um cidadão que passava pelo local.

Sem nenhum critério, sem nenhuma fiscalização, obra transcorreu sem problemas, sem segurança...

Legenda da foto: Cuidado, tijolos ao ar...

Secretário de Obras fará reunião está quarta-feira
Esta semana, secretário de Obras da cidade, Fajardo, fará uma reunião com representantes do setor. A Secom não enviou nenhum release sobre a reunião tampouco convidou a imprensa local a participar. Geralmente ela não divulga este tipo de encontro, que é aberto a toda a população. Reserva-se a mandar um jornalista da assessoria governamental à reunião para fazer uma matéria, que depois, em formato de release, será divulgada nos tablóides locais.
O Polifônico recebeu um convite do presidente da Associação de Construtores, Comerciantes e Prestadores de Serviços do Ramo Imobiliário de Rio das Ostras (ACOSIRO), para participar da reunião.
Segundo Edinel Flores, presidente da ACOSIRO, a reunião tratará de várias pautas relevantes para o setor da construção civil de Rio das Ostras.
A reunião com o Secretário de Obras, Wayner Fajardo, acontecerá nesta quarta-feira, dia 14, às 9h, no Auditório do Gabinete do Prefeito.
LB

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Luto.

Posted in Cidadania, Cidade, Infraesturutura, Política, Segurança Pública by ImprensaBR on 26/08/2011
Foi preciso que uma pessoa morresse atropelada para que o semáforo fosse ligado.
Estudantes, professores, amigos e sociedade riostrense manifestarem repúdio ao ato do prefeito de Rio das Ostras de apenas acionar o funcionamento do semáforo recém-instalado em frente ao PURO, ontem, depois da morte de uma estudante.

!?

Estudante do PURO pinta faixa em protesto à morte da amiga de curso atropelada em frente à universidade, Maria Clenilda. O descaso da prefeitura foi tanto, que a estudante morreu em consequencia da omissão. No dia seguinte de sua morte o prefeito mandou a GM ligar o semáforo em frente ao Polo.

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Comissão do COMPERJ quer criar regras para os investimentos

Posted in Estado, Infraesturutura, Região by ImprensaBR on 19/04/2011

Os investimentos previstos para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) poderão ter que seguir um manual de regras. A tese foi defendida pelo presidente da Comissão Especial do Comperj da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Róbson Leite (PT), nesta terça-feira (19/04), durante audiência pública. A ideia é criar um estatuto para garantir que os recursos do empreendimento sejam aplicados no desenvolvimento social, ambiental e urbano dos 15 municípios envolvidos na obra. (more…)

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Especialista brasileiro premiado por atuação em hidrologia diz que gestão da água no Brasil é ruim

Posted in Brasil, Economia, Entrevista, Infraesturutura, Meio Ambiente, Política by ImprensaBR on 18/04/2011

Segundo Carlos Eduardo Morelli Tucci, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, só 15% da água usada no Brasil tem tratamento adequado, com eliminação de impurezas
Referência mundial na pesquisa científica sobre recursos hídricos, Carlos Eduardo Morelli Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e engenheiro civil por formação, anda às voltas na identificação dos principais problemas de recursos hídricos no Brasil. Para isso, tem entrevistado gestores e especialistas e já pode esboçar algumas estatísticas: do que se usa de água no país, só 15% têm tratamento, eliminação de impurezas.
E mais: o tratamento de esgoto deve chegar a 40% da água usada para esse fim. A falta de tratamento é o que mais afeta a disponibilidade hídrica, segundo Tucci, porque o esgoto contamina os próprios mananciais de abastecimento de água. Ele enfatiza: esse é um problema de governo. Afinal, água sem tratamento que volta para os rios traduz-se em doenças, principalmente quando ocorrem enchentes. Além disso, Tucci lembra: o mundo caminha para uma urbanização perto dos 70%. “A gestão urbana é a grande questão brasileira. Oitenta e oito por cento da população brasileira é urbana”, destaca o pesquisador. (more…)

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CPI vai denunciar cocessionária de água de Friburgo ao MP

Posted in Denúncia, Estado, Infraesturutura by ImprensaBR on 18/04/2011

CPI VAI DENUNCIAR CONCESSIONÁRIA DE ÁGUA DE FRIBURGO AO MP
O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) responsável por investigar os responsáveis pelas tragédias causadas pelas chuvas na Região Serrana, deputado Luiz Paulo (PSDB), anunciou que fará uma denúncia junto ao Ministério Público Estadual contra a Concessionária Águas de Nova Friburgo, responsável pelo abastecimento do município. Segundo o parlamentar, que esteve nesta segunda-feira (18/04) no bairro de Duas Pedras, na cidade, o rompimento de uma adutora aumentou muito a dimensão da tragédia na localidade. “Vejo, aqui, uma responsabilidade civil clara. Existe a necessidade de fazer uma denúncia formal ao MP para que seja aberto um Inquérito Civil Público que apure a responsabilidade da concessionária pelo rompimento dessas adutoras. É claro que não foi só o rompimento das adutoras, mas se as adutoras não tivessem rompido o acidente seguramente teria sido muito menor”, analisou Luiz Paulo.
Ouça na Rádio Alerj: http://radioalerj.posterous.com/cpi-da-regiao-serrana-vai-denunciar-aguas-de
Os membros da CPI observaram, de perto, o local onde houve o rompimento de uma ramificação da adutora principal e da própria adutora. “Isso fez com que a própria concessionária fizesse o lançamento de uma nova adutora, para abastecer Duas Pedras e o restante da região. Seguramente a adutora antiga foi descalçada por ter sido lançada muito na borda do talude. Talvez o melhor traçado para se lançar essa adutora não fosse esse”, explicou Luiz Paulo. Na região onde houve o rompimento da adutora morreram 11 pessoas.
Logo após as vistorias nos bairros de Duas Pedras e Córrego Dantas, os deputados estiveram na Câmara de Vereadores de Nova Friburgo, onde ouviram, entre outras pessoas, a vice-presidente da Associação de Moradores de Duas Pedras, Natalia Cristina da Silva, que deu mais detalhes sobre os problemas do bairro. “O principal problema é que a galeria foi totalmente destruída pela chuva. Nós recebemos água de três lugares diferentes, que desembocam em uma só galeria. Com a destruição dessa galeria as águas passaram por dentro do bairro. Precisamos de urgência na reconstrução dessa galeria”, contou Natalia. Já o deputado Rogério Cabral (PSB) lembrou dos problemas dos moradores do bairro de Córrego Dantas, também em Friburgo. “Há 20 dias, em um domingo de sol, os moradores tiveram um susto horrível porque escutaram uma barulheira vinda da montanha, de onde estavam descendo pedras e paus. Isso em um dia de sol quente, sem chuva. É um risco constante. Temos escolas fechadas. Há um estudo de um parque fluvial, mas os moradores não sabem de nada. Eles precisam saber o que vai acontecer”, cobrou Cabral.
Participaram, ainda, das vistorias os deputados Janira Rocha (Psol), Sabino (PSC), Nilton Salomão (PT) e Comte Bittencourt (PPS).

Texto de Raoni Alves

Alerj

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Rio das Ostras solicita investimentos do Governo Federal para melhorias no transporte

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 16/04/2011

Reunião com a Secretaria Nacional de Transporte pode trazer benefícios para o município
A Secretaria de Ordem Pública Controle Urbano de Rio das Ostras esteve representada durante uma reunião com a Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana e o senador Marcelo Crivella. O encontro aconteceu na última segunda-feira, dia 11, na Associação Comercial do Estado do Rio. O objetivo foi discutir os rumos dos transportes e do trânsito no Estado.
Na ocasião, o coordenador de Controle Urbano de Rio das Ostras, Miguel Narcizo, pediu a atenção do Governo Federal para melhorias no transporte público municipal e nas vias que cortam a cidade. Ele falou da urgência em priorizar a duplicação da RJ 106, no trecho entre o município até Macaé, e também reforçou ao secretário Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno, a solicitação que a Secretaria de Ordem Pública vem fazendo ao Departamento de Estradas de Rodagem: autorização para que os veículos que fazem o itinerário até a Zona Especial de Negócios possam se estender até o Parque de Tubos, no limite com a cidade vizinha. (more…)

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Prefeitura de Rio das Ostras dá início a mais obras

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 16/04/2011

Em até seis meses população poderá usufruir de nova estrutura em postos de saúde, saneamento e urbanismo de ruas 
Depois de iniciar a segunda fase da revitalização da orla do Bosque, a Prefeitura de Rio das Ostras deu início a uma série de outras obras que devem ser entregues à população em até seis meses. Dois postos de saúde receberão melhorias, na localidade Recanto e Cidade Praiana; a Vila Olímpica, no Praia Âncora, será mais um espaço de esporte e lazer; mais ruas, entre elas a Campo de Namorado, no Jardim Atlântico,  receberão investimentos de saneamento e infraestrutura e a Rua Cordeiro, na esquina com a Avenida Cidade de Campos, no Jardim Mariléa, receberá drenagem.
O prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto, comemora: “Passamos por uma fase difícil com a queda na arrecadação de royalties, mas mantivemos nosso compromisso com o desenvolvimento de Rio das Ostras para proporcionar mais qualidade de vida à população. Estamos dando continuidade ao trabalho e tornando nossos sonhos realidade”, declarou.
O assessor de Planejamento, Hildegardo Milagres deu detalhes e prazo dos serviços. A Vila Olímpica será inaugurada em julho e terá um ginásio de 1,5 mil metros quadrados, piscina de hidroginástica, raia olímpica, campo de grama sintética, churrasqueiras e sala de ginástica, em uma área de 31 mil metros quadrados.  
Nesse mesmo mês, a Rua Campo de Namorado estará concluída com drenagem, tratamento de esgoto, pavimentação e calçada. As obras foram possíveis por conta de uma parceria da Prefeitura com o Departamento de Estradas de Rodagem.
A Prefeitura está construindo um sistema de drenagem da Rua Cordeiro, na esquina com a Avenida Cidade Campos, onde há alagamento quando há chuvas fortes. Até final do próximo mês o serviço estará finalizado. 
MELHOR ATENDIMENTO – Embora o posto de saúde do Recanto tenha começado a ser reformado, o atendimento à população continua sendo prestado. A previsão é que até outubro esteja pronto. Já o posto de Cidade Praiana, que terá suas obras de ampliação a partir de segunda-feira, dia 18, ganhará mais dois consultórios, um banheiro com acessibilidade a portadores de deficiência e uma nova recepção. A conclusão é até agosto.

Fonte: Secom PMRO

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Sabino quer água para Tamoios

Posted in Infraesturutura, Região by ImprensaBR on 16/04/2011

O deputado Sabino analisou na manhã dessa quarta-feira, dia 13, com o presidente da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agernesa), Moacyr Almeida Fonseca, soluções para a melhoria do abastecimento de água de Tamoios, 2º Distrito de Cabo Frio.
O objetivo do deputado é quintuplicar a capacidade de fornecimento de água da região e antecipar a execução dessas obras até o final de 2012, já que a previsão é para dezembro de 2013. “No momento, Tamoios possui um abastecimento de água que produz 40 litros de água por segundo. O nosso desejo é ampliar para 200 litros por segundo, o que seria suficiente para abastecer uma população de aproximadamente 85.000 pessoas “, afirma Sabino. Além do projeto de abastecimento de água, o deputado quer também a antecipação do ínicio das obras do sistema de coleta e tratamento de esgostos.
A Agernesa tem como finalidade acompanhar, controlar e fiscalizar os contratos de concessão de serviços públicos, dentre eles, a Prolagos, concessionária responsável pelos serviços e obras de implantação, ampliação, manutenção e operação de sistemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de áreas urbanas de municípios da Região dos Lagos, incluindo Tamoios.
Também estiveram presentes na reunião o gerente da Companhia de Saneamento, Oldemar Guimarães, e representantes da liderança de Tamoios.

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Saiba mais sobre o trabalho da Câmara Temática “Duplicação da BR-101”

Posted in Brasil, Cidadania, Infraesturutura, Meio Ambiente, Região by ImprensaBR on 11/04/2011

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Parceria entre Prefeitura e Cedae leva água para mais ruas em Costazul

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 04/04/2011

Capacidade de condução de água foi ampliada em cinco vezes na Avenida Roberto Silveira
Uma parceria entre a Prefeitura de Rio das Ostras, por intermédio da Secretaria de Serviços Públicos, e a Cedae possibilitou ampliar em cinco vezes a capacidade de condução da água na Avenida Roberto Silveira, em Costazul. Várias outras ruas dessa localidade também vão passar a receber água graças a essa parceria.
As obras permitirão levar água para as ruas Nilza, Carlos Carvalho, Casimiro de Abreu, Jorge Ulrich, Prefeito Wilson de Barros, Itamar Ramos dos Santos, Carlos Nioac e Henrique Coutinho.
“Com mais essa obra estamos dando um importante passo no nosso empenho de fazer com que todas as localidades de Rio das Ostras sejam beneficiadas com o abastecimento de água”, afirmou o prefeito Carlos Augusto.
Segundo o secretário de Serviços Públicos, Nilton Teixeira, a Prefeitura colocou à disposição máquinas e mão de obra. “Assumimos a responsabilidade de fazer a escavação, reaterro e recomposição do escavamento”, explica.  Serão beneficiados os moradores das ruas localizadas entre a Avenida Roberto Silveira e o rio das Ostras.
Moradores comemoram – A aposentada Sandra Assunção reside na rua Casimiro de Abreu há quatro anos. Durante esse período, ela teve que comprar água potável para abastecer sua cisterna e controlar o consumo, principalmente quando recebe visitas. “Eu e toda a vizinhança estamos vibrando com essas obras. Será uma economia em nossas despesas e não terei mais que ficar regulando a quantidade de banhos dos meus hóspedes”, declarou.

Fonte: Secom PMRO

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Carlos Augusto se reúne com vice-governador para garantir duplicação da Amaral Peixoto

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 25/03/2011

No encontro, Luiz Fernando Pezão disse que obras na Rodovia RJ 106 começam ainda este ano
 
O prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto, esteve reunido nesta quarta-feira, 23 de março, com o vice-governador Luiz Fernando Pezão para agilizar as obras de duplicação a Rodovia Amaral Peixoto (RJ 106). Segundo Pezão, a obra será licitada em setembro e as obras começam ainda este ano. O prefeito conversou ainda sobre mais investimentos do Estado no abastecimento de água na cidade. (more…)

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Descontrole em Jirau

Posted in Brasil, Infraesturutura by ImprensaBR on 25/03/2011

para quem não sabe, a maior acionista da obra é o grupo empresarial francês GDF Suez…

GDF Suez S.A. (Euronext: GSZ) é um grupo empresarial francês, o segundo maior do mundo no ramo de energia, segundo a Global 500 2010 da revista Fortune.[1] [2] Atua na geração e distribuição de eletricidade, gás natural e energia renovável. A GDF Suez é também a maior empresa de serviços públicos (utility) do mundo, em volume de negócios, [3] e a maior produtora independente de energia do mundo[4] desde que estabeleceu uma joint venture com a eletricitária britânica International Power, em 2010.[5]

O grupo GDF Suez nasceu da fusão entre a Gaz de France e a Suez, em 22 de julho de 2008. É listado no mercado Euronext em Paris e Bruxelas e faz parte dos índices CAC 40 e BEL 20. No Brasil, controla a Tractebel e é líder do consórcio para construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, uma das principais obras do PAC. Segundo ambientalistas, o empreendimento que traz sérios impactos socioambientais, coloca em situação de risco as populações tradicionais, povos indígenas isolados e os ecossistemas amazônicos.

O jornal O Polifônico ‘clipou’ os últimos fatos ocorridos na obra da usina de Jirau e apresenta um panarama do cenário, que vem sendo anunciado há tempos. O leitor assistirá vídeos gravados pelos próprios trabalhadores denunciando as péssimas condições em que permanecem no local da obra… a precariedade dos alojamentos, a flata de médicos, a ausência de remédios e medicamentos entre inúmeras outras… 

Sindicatos e Centrais Sindicais tentam afinar o discurso para encontrar mediação no diálogo entre os trabalhadores e patrões… o descontrole é geral, mas CUT e Força Sindical trabalham na base do movimento.

Caso Jirau: Após inspeção, CUT denuncia que usina ainda mantém trabalhadores em condições precárias;

24/03/2011

Trabalhadores da Santo Antônio seguem negociando

Escrito por: Luiz Carvalho

Na tarde dessa quarta-feira (23), dirigentes da CUT estiveram na usina de Jirau, em Rondônia, e comprovaram a denúncia de que ainda há trabalhadores no canteiro de obras em condições precárias.

A delegação cutista constatou que alguns operários terceirizados que prestam serviços à Camargo Corrêa, responsável pela construção de hidrelétrica, permanecem hospedados sem qualquer estrutura. Muitos estão apenas a roupa do corpo e sem utensílios de higiene, já que durante confusão na semana passada os objetos pessoais foram queimados junto com os alojamentos.

Por conta da exigência do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Rondônia (Sticcero), filiado à CUT, e do Ministério do Trabalho, a maior parte dos operários retornou à região de origem e receberá licença remunerada enquanto as obras não forem retomadas. Porém, esse grupo ligado à prestadora de serviços Enesa Engenharia continua no canteiro de obras.

Para o secretário de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom), Luiz Carlos José de Queiroz, o local deve ser interditado. “Hoje (quinta-feira, 24) nós fizemos uma reunião com participação da CUT, do Ministério Público, do Ministério do Trabalho e de representantes da Camargo Corrêa e decidimos que essa comissão fará uma nova inspeção nesta sexta (25). Pelos documentos que mostramos ao superintendente do Trabalho, inclusive com imagens comprovando o desrespeito às mínimas condições necessárias, acredito essas atividades também serão suspensas”, aponta.

Processo de diálogo
De acordo com Rodrigo Melo Nogueira, superintendente do Trabalho e Emprego em Rondônia, nesse momento está em discussão o retorno às atividades de um grupo de 1500 funcionários alojados na margem direita do Rio Madeira, cujos alojamentos não foram afetados pelos incêndios. Segundo ele, os demais apenas retornarão quando os canteiros oferecerem condições adequadas.

Desde sábado (19), as conversas prosseguem com o sindicato, com a CUT e com a Camargo Corrêa, mas ele aponta que os terceirizados seriam responsabilidade de Enesa.

Em Brasília, o presidente da CUT, Artur Henrique, dialoga com o governo federal e as associações empresariais do setor de construção civil para elaborar um pacto nacional que exija e garanta condições dignas de trabalho e remuneração para trabalhadores contratados em obras do PAC e outras financiadas com dinheiro público, como é o caso de Jirau e Santo Antônio. Clique aqui para ler sobre o encontro da Central com o governo.

Santo Antônio segue em luta
Uma comissão formada por representantes da CUT, do Sticcero e por operários da usina Santo Antônio negociaram com representantes da Odebrecht, responsável pela construção dessa hidrelétrica, uma proposta de volta ao trabalho. Apesar da pauta ter sido aprovada em assembleias que reuniram um total de cinco mil pessoas dos turnos da manhã e da noite, parte dos trabalhadores mantiveram a greve.

O motivo seria a falta de uma resposta concreta da empreiteira a dois pontos que são considerados prioritários para esse grupo: o aumento da cesta básica de R$ 110 para R$ 330 e a chamada baixa por retorno aéreo. Atualmente, o acordo coletivo define cinco dias de descanso para cada 120 que permanecem na empresa, sendo o retorno realizado de ônibus, fazendo com que boa parte dos dias para convívio com a família acabem consumidos na viagem. A exigência é mudar para 10 dias a cada 90 de serviços prestados e com retorno por via aérea.

Além desses, outros 20 itens como a melhoria nos alojamentos, a mudança no plano de saúde e a equiparação de condições de trabalho e salários para todos os trabalhadores que exerçam a mesma função estão presentes na pauta protocolada nesta tarde (24) junto à Odebrecht.

Convenção nacional –Queiroz acredita que boa parte desse problema seria resolvido se houvesse um acordo nacional para a categoria. “Aqui mesmo em Santo Antônio, quem é da Odebrecht tem acesso ao local de trabalho pelo ônibus, quem foi contratado pelo consórcio (Consórciio Santo Antônio Civil) vai de escada. Nossos companheiros recebem um valor hoje para realizar um serviço, amanhã é outro, além de muitas fazer um serviço para a mesma empresa em lugares diferentes sem que tenha os mesmos direitos garantidos. Situações como essa apenas reafirmam a necessidade de construir uma convenção coletiva nacional ramo construção e montagem”, defende.

O processo capítulo dessa história deve ser construída na Justiça, visto que a Odebrecht ingressou com uma liminar para acaba com a greve. “O Sticcerofez todo o processo legal para evitar a greve, mas o diálogo não avançou com a empresa. Nossos companheiros irão lutar até o fim. Estamos aqui para apoiar essa batalha”, diz o dirigente da Conticom.

Fonte: CUT

Paulinho da CUT diz que Jirau não tem lider para resolver impassse

A retomada das obras das usinas de Jirau e Santo Antônio, em Porto Velho (RO), foi tema de uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, com o secretário-geral da Presidência Gilberto Carvalho e os presidentes da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. Ele afirmou que a Força Sindical e CUT não têm experiências para lhe dar com multidões.”Naquela região de Jirau, construíamos no máximo uma ponte ou um prédio, empregando no máximo mil pessoas. Estamos lidando com 20 mil”, comentou. Segundo Paulinho, uma das saídas para os impasses nessas obras é criar uma “comissão de fábrica” para estabelecer a negociação entre os trabalhadores e as empresas. “Nessas revoltas em Jirau, percebemos que não existe um líder para negociar uma trégua”, completou. Eles reforçaram a necessidade de encontrar uma saída com urgência para retomada das obras em Jirau. “É preciso estabelecer um mínimo de regras nas relações trabalhistas. Muitos dos serviços foram terceirizados, alguns deles até quarteirizados. Não dá para colocar 20 mil homens trabalhando sem um mínimo de organização”, afirmou o presidente da CUT, Artur Henrique. “Há dois anos a CUT avisava que poderia dar problema nas obras. Defendemos contrapartidas sociais para que essas obras sejam realizadas”, afirmou ele.

Para os sindicatos, o momento de resolver os problemas é agora, enquanto as obras estão no início. Pelos cálculos da Força Sindical, quando o PAC estiver em pleno funcionamento – incluindo as obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016 – cerca de 1 milhão de pessoas estarão trabalhando nos diversos canteiros de obras do país. “Se não resolvermos agora, tudo ficará mais complicado mais tarde”, disse Paulinho.

Autor: Marcelo Freire

Fonte: Rondo Notícias

Sindicatos e governo acertam reunião para discutir Jirau e Santo Antonio

Segundo sindicalista, reunião entre MP, empreiteiras, centrais e governo na próxima 3ª deve tirar protocolo que assegure o cumprimento das regras trabalhistas negociadas pelas empresas

Segundo Paulinho, ficou acertado que na próxima terça-feira será realizada uma reunião entre o Ministério Público, as empreiteiras, as centrais sindicais e o governo para tirar um protocolo de direito do trabalhador que assegure o cumprimento das regras trabalhistas negociadas pelas empresas envolvidas.

O deputado informou que há pouco foi aprovado na Comissão de Trabalho da Câmara, um requerimento de autoria dele, convidando as empresas a prestarem esclarecimentos sobre os problemas nas obras federais. Além disso, cinco deputado deverão visitar os canteiros de obras de Jirau e de Santo Antonio a partir da próxima segunda-feira.

Segundo o deputado há uma preocupação muito grande, não só do governo como das centrais sindicais, de que hoje de 90 mil a 100 mil trabalhadores estão parados em várias obras, sendo a maior parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre elas, as obras do porto de Pecém (CE); do porto de Suape (PE); além das hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio.

Para Paulinho o recrutamento dos trabalhadores é mal feito, normalmente por um “gato” (pessoa que recruta pessoal sem qualificação em sítios e povoados do sertão, prometendo uma série de benefícios) e que os empregados ficam instalados em um barracão, tratados “como verdadeiros animais”.

O deputado defende o fim do sistema de barracão, onde o trabalhador tem alojamento e comida mas é obrigado a comprar qualquer coisa na própria empresa, por preços exorbitantes,e no final do mês ao pagar as despesas fica sem salário. Além disso,lembrou existe o problema dos maus tratos que segundo Paulinho são recorrentes em diversos canteiros espalhados pelo País.

Na opinião do deputado, os trabalhadores de Jirau não têm condições de retornar agora ao canteiro de obras antes de três meses, por causa da destruição dos alojamentos, em protesto contra a Camargo Corrêa.

Ele defende que nesse período de reconstrução dos alojamentos sejam renegociados os direitos trabalhistas e as condições de trabalho.

Paulinho anunciou que a Força Sindical vai lançar uma linha telefônica 0800 para que os trabalhadores desses canteiros possam fazer denúncias, sem necessidade de identificação.

Fonte: Agência Estado

CUT pede intervenção federal em Jirau e Santo Antônio

‘Hoje não existe contrapartida social das empresas’, afirmou o presidente da central sindical 

Tânia Monteiro, da Agência Estado

BRASÍLIA – O presidente da Central Única dos Trabalhadores, Arthur Henrique, se reuniu nesta quarta-feira, 23, com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para pedir intervenção direta do governo na solução dos problemas nos canteiros de obras das empreiteiras que participam da construção das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio (RO) e demais obras que recebem recursos do governo, espalhadas pelo País. “Hoje não existe contrapartida social das empresas”, queixou-se Arthur Henrique, salientando que é preciso que sejam retomadas as negociações entre as centrais sindicais e as empresas responsáveis pelas obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Apresentamos documento ao governo mostrando que nós já tínhamos realizado, no final do ano passado, reunião, via Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, via Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil e Associação Brasileira das Indústrias de Transformação, com as centrais sindicais, para discutir condições de trabalho das obras do PAC”, afirmou o sindicalista.

Artur Henrique confirmou para a próxima terça-feira, em Brasília, reunião entre as empreiteiras, o governo, as centrais sindicais e o Ministério Público do Trabalho para discutir as condições de trabalho das obras do PAC, não só em Jirau e Santo Antônio, mas em todas as obras programadas para a Copa do Mundo, Olimpíada, Programa Minha Casa, Minha Vida e Trem Bala, entre outras. A reunião já tinha sido anunciada na manhã de hoje pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que também se reuniu com Gilberto Carvalho para tratar do mesmo assunto.

O presidente da CUT defendeu ainda um processo permanente de negociação entre as empresas e os trabalhadores, além de uma fiscalização eficaz por parte dos órgãos do governo para evitar que os maus tratos aos empregados continuem a ocorrer. “Não há um posicionamento claro por parte das empresas em relação ao tratamento aos empregados”, disse o presidente da CUT, ao comentar que há diferenças entre os tratamentos nos casos de Jirau e Santo Antônio.

No caso da Camargo Corrêa, responsável por Jirau, ele disse que a terceirização que a empresa promove é muito prejudicial aos empregados, já que as terceirizadas não respeitam a legislação trabalhista e não há fiscalização.

Neste vídeo, trabahadores da obra do PAC da hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, gravam a ação de centenas de companheiros ateando fogo nos acampamentos operários…

Cerca de oito mil trabalhadores foram retirados do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, depois de se revoltarem contra as péssimas condições de trabalho enfretadas. 

Segundo a construtora Camargo Corrêa, uma briga entre motoristas de ônibus e funcionários gerou o tumulto, que teve cerca de 300 pessoas envolvidas. Sessenta veículos foram depredados. Mais da metade dos alojamentos foi destruída. Houve saques a lojas e a um posto bancário.

Na manhã desta quinta-feira (17), outros alojamentos foram incendiados e centenas de trabalhadores interditaram a BR-364, principal via de acesso ao estado. Eles reclamavam das condições de trabalho e dos salários. Tanto a construtora quanto o sindicato dos trabalhadores afirmam que ainda não tinham recebido nenhuma reivindicação trabalhista.
O governador Confúcio Moura pediu a ajuda da Força Nacional de Segurança para conter a confusão. A Camargo Correia contratou 300 ônibus para levar funcionários para Porto Velho e anunciou que vai se encarregar da hospedagem deles ou da viagem de retorno pra casa. As obras na usina onde trabalhavam 22 mil pessoas estão paralisadas.

A Camargo Corrêa disponibilizou um serviço por telefone para dar informações a funcionários e parentes sobre a situação em Jirau. O número é 0800-940-0810.
Texto : Jornal Nacional Video: Celular particular

Greve dos trabalhadores de Jirau em 2009

Obras de Santo Antônio ficarão paralisadas por tempo indeterminado

As obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, que seriam retomadas na manhã dessa quinta-feira, foram mantidas suspensas por tempo indeterminado. A decisão foi tomada pelo Consórcio Santo Antônio Energia, responsável pelo empreendimento, como medida de precaução para evitar possíveis conflitos entre os trabalhadores.

Segundo informações locais, a empresa havia decidido reiniciar as obras – paradas desde a última sexta – a partir desta quinta, após a realização de assembleia na quarta pelos trabalhadores que concordaram em iniciar as negociações salariais com as empresas. Mas nesta manhã, quando os funcionários estavam voltando ao canteiro de obras, um grupo de cerca de 50 pessoas começou a fazer uma manifestação.
 
Foi então que o consórcio decidiu pela suspensão das obras, com receio de que algum estopim provocasse um conflito como o ocorrido nas obras da usina de Jirau, também no Rio Madeira, na semana passada.
Fonte: O Globo

Trabalhadores revoltam-se contra condições de trabalho em construtora brasileira

Trabalhadores rebelados contra condições de trabalho da Camargo Corrêa destroem canteiro de obras

Da Redação, com agência

Brasília – Cerca de 10 mil funcionários da Usina Hidrelétrica de Jirau estão desabrigados por causa do incêndio provocado em seus alojamentos no canteiro de obras da empresa em Porto Velho. Sem ter para onde ir, os empregados estão espalhados pelas ruas da capital rondoniense, preocupação para a Secretaria de Segurança do estado.

De acordo com Santiago Roa Junior, assessor da Secretaria de Segurança, os problemas recentes envolvendo os trabalhadores e a empresa Camargo Corrêa, deixaram a população local temerosa de que a violência se estenda às ruas de Porto Velho, mesmo após a chegada de integrantes da Força Nacional.

“O clima está tenso mesmo após a chegada da Força Nacional, com esses funcionários perambulando pelas ruas da cidade. Isso pode representar um risco para a população, ainda que os problemas tenham sido causados por uma minoria”, disse Santiago à Agência Brasil. “A Camargo Corrêa tem de ver o que vai fazer, e dar destino a essas pessoas. Eles [a construtora] nos garantiram que até domingo (20) vão despachar boa parte desses funcionários para suas cidades de origem”, informou Santiago.

Ele disse que não há registro de conflitos desde a chegada da Força Nacional. Até a manhã de ontem (17), 31 pessoas já haviam sido presas, 12 em flagrante delito. “Pedimos o reforço de 600 policiais [à Força Nacional]. Ontem chegaram 90, e a previsão é de que amanhã cheguem mais 150”, informou.

Os protestos dos trabalhadores da usina começaram terça-feira (15), após uma briga entre um motorista de ônibus e um dos operários. Veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras foram depredadas. Praticamente todos alojamentos foram incendiados e um caixa de banco eletrônico foi saqueado. As obras da usina foram suspensas por tempo indeterminado pela empreiteira.

Hoje (18), a Força Sindical divulgou uma nota propondo a formação de uma comissão – constituída por representantes do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, das centrais sindicais e dos sindicatos – para visitar as obras e verificar “a grave situação relatada pelos trabalhadores”.

Segundo a nota, o presidente da entidade e deputado federal, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), entrará com requerimento na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados cobrando providências e explicações da Camargo Corrêa e do consórcio de empresas sobre “a situação de trabalho degradante envolvendo os operários das obras”. Uma frente parlamentar também deverá ser constituída para uma ampla vistoria no canteiro de obras da usina.

Fonte: Agência Estado

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IPTU de Rio das Ostras ainda pode ser pago com desconto

Posted in Cidade, Economia, Infraesturutura by ImprensaBR on 24/03/2011

Contribuintes que quitarem o imposto até 14 de abril terão 8% de redução da cobrança
 Ainda é possível quitar o IPTU de Rio das Ostras com desconto. Até 14 de abril, o contribuinte pode pagar a cota única do imposto com 8% de redução do valor. Os carnês já foram distribuídos, porém as guias para pagamento também podem ser obtidas no site da Prefeitura, pelo link Sistema de Prefeitura Eletrônica – SPE, www.riodasostras.rj.gov.br/iptu.html. O contribuinte que preferir pode ainda retirar a guia do Imposto na sede da Secretaria de Fazenda, que fica na Rua Maria Letícia, 65, Centro.
               PRAZOS – O valor da cota única do IPTU também tem redução de 6% para pagamento até 12 de maio e, depois disso, pode ainda ser quitada, sem desconto, até 10 de junho. O pagamento parcelado poderá ser feito em até cinco vezes, com a primeira vencendo no dia 14 de julho e a última em 10 de novembro de 2011. A tabela completa segue abaixo.
                TRIBUTOS – Além da tabela do IPTU, a Secretaria de Fazenda divulgou também os prazos de outros tributos. O ISSQN ainda pode ser pago por trimestre, com a última parcela a ser quitada até 10 de novembro.
               A taxa de uso de distrito industrial também pode ser quitada em uma única parcela até 14 de abril. Depois dessa data, a taxa deve ser paga em cinco vezes até 14 de setembro de 2011.
               A taxa de ocupação de solo público pode ser quitada em 10 parcelas até 14 de dezembro.
                       
IPTU 2011
COTADESCONTOVENCIMENTO
Única8%14/04/2011
Única6%12/05/2011
Única-10/06/2011
1ª parcela-14/07/2011
2ª parcela-11/08/2011
3ª parcela-14/09/2011
4ª parcela-11/10/2011
5ª parcela-10/11/2011

 

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Comissão espacial do COMPERJ é instalada na ALERJ

Posted in Economia, Estado, Infraesturutura, Região, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 24/03/2011

Foi instalada nesta quarta-feira (23/03), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a Comissão Especial para discutir e construir a interlocução com os municípios que sofrem a influência do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), junto à Petrobras. O presidente da comissão, deputado Robson Leite (PT), anunciou que o colegiado irá convidar para sua primeira audiência, que será realizada no dia 12 de abril, os prefeitos dos municípios envolvidos, o presidente do Comperj e a Petrobras. Segundo o deputado, a empresa dará apoio e disponibilizará funcionários para auxiliar a comissão, que terá como objetivo acompanhar os impactos ambientais e sociais da instalação do complexo. “Como funcionário da Petrobras, eu conheço o projeto em seus aspectos positivos e negativos e estou à frente desta comissão para evitar que a tragédia que aconteceu em Macaé se repita”, comentou o parlamentar, referindo-se às condições das instalações da estatal no município.

Serão convidados para a audiência os prefeitos dos municípios de Cachoeira de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Rio Bonito, São Gonçalo, Tanguá, Casimiro de Abreu, Maricá, Niteroi, Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Saquarema, Silva Jardim e Teresópolis. Durante a instalação da comissão foram escolhidos como vice-presidente o deputado Altineu Cortes (PR) e, como relator, o deputado Jânio Mendes (PDT). Os deputados Comte Bitencourt (PPS) e André Lazaroni (PMDB) atuarão como membros efetivos, e os deputados Rafael do Gordo (PSB), Nilton Salomão (PT), Enfermeira Rejane (PCdoB) e Rosangela Gomes (PRB), como suplentes.

Texto de Andresa Martins, Alerj

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ZEN realizará reunião com Concessionários

Posted in Cidade, Economia, Infraesturutura by ImprensaBR on 15/02/2011

Com o objetivo de promovermos ações de melhorias nas áreas de Infraestrutura, Gestão Ambiental e Urbanização da Zona Especial de Negócios,a ZEN realizará reunião no dia 24 de fevereiro de 2011, às 10h, no Auditório do Centro Municipal de Qualificação Profissional, situado na Rua do Engenheiro, Quadra F, Lote 9-C – Zona Especial de Negócios. (more…)

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CEDAE dá início a obras para aumentar oferta de água na Ilha do Governador

Posted in Estado, Infraesturutura by ImprensaBR on 07/02/2011

Intervenções beneficiarão cerca de 80 mil moradores da Praia da Rosa, Tauá, Bancários e Freguesia
  
A Cedae inicia nesta terça-feira (08/02), às 10h30, na Rua Jaime Perdigão, no Jardim Carioca, as obras do novo sistema de abastecimento da Ilha do Governador. Com investimento da ordem de R$ 8 milhões, as intervenções no bairro beneficiarão diretamente cerca de 80 mil habitantes.
 
O projeto consiste na instalação de mais 2.550 metros de tubulação em ferro fundido, com 400 mm de diâmetro, totalizando 4,6 mil metros de extensão, complementando a linha de recalque entre a Elevatória Guarabu e o Reservatório do Barão. Com mais válvulas, registros e bombas, o sistema de abastecimento ganhará eficiência, pois terá condições de fazer uma melhor distribuição da água no bairro.
 
– Para se ter uma idéia, o Reservatório do Barão, hoje subutilizado, passará a receber água da Elevatória do Guarabu todos os dias da semana e não em apenas dois. Isto trará melhorias à Praia da Rosa, Tauá, Bancários, Freguesia e Bananal – adiantou o presidente da Cedae, Wagner Victer, acrescentando que esta obra é aguardada há cerca de 25 anos pela população local.
                                                                                                                                                  
 A Elevatória do Guarabu também passará por reforma no seu sistema de bombeamento, com fornecimento e instalação de conjunto de moto-bomba centrífuga com potência de 50HP. Serão instaladas unidades remotas de telemetria para o monitoramente à distância do sistema de abastecimento. 
 
A obra, com financiamento da Caixa Econômica Federal, resulta de parceria entre Estado e União, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A solenidade contará ainda com as presenças do vice-governador Luiz Fernando de Souza Pezão, do presidente da Cedae, Wagner Victer, e do subprefeito da Ilha do Governador, Victor Accioly.

Fonte: Ascom CEDAE

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Praia de Itapebussus ganha posto de guarda-vidas

Posted in Cidade, Infraesturutura, Notas by ImprensaBR on 07/02/2011

Foi inaugurado no último dia 03 o Posto de Salva Vidas na praia de Itapebussus, Praiamar. ” Os postos suspensos também ajudam os banhistas a identificar com mais facilidade os guarda-vidas, principalmente quando as praias estão cheias”, explicou o secretário de Ordem Pública, Sérgio Pinto.  A construção deste posto aconteceu em parceria com a associação de moradores do Praiamar, Floresta das Gaivotas e Bosque de Areia – AMARFLOR, e com o Conselho Comunitário de Segurança Pública de Rio das Ostras – CCSP-RO. Com total apoio da SEMOC.

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Prefeitura construirá mais uma creche em Rio das Ostras

Posted in Cidadania, Infraesturutura by ImprensaBR on 27/01/2011

Obras de R$1,3 milhões começarão até meados deste ano
A população de Rio das Ostras passará a usufruir de mais uma creche municipal. A Prefeitura fez um convênio com o Governo Federal para o investimento de R$1,3 milhões na construção da oitava creche da cidade. A previsão é que a obra comece até maio deste ano, uma vez que o processo já passará para a fase de licitação. Neste investimento, serão atendidas 240 crianças.
O prédio terá oito salas, incluindo uma de informática, área de recreação e solarium. Em todos os ambientes será priorizada a acessibilidade. “É uma satisfação muito grande ver que nossos esforços têm gerado ótimos resultados. Continuaremos priorizando a educação como uma área essencial para o desenvolvimento da cidade, a autonomia dos munícipes e a melhoria da qualidade de vida da população”, declarou o prefeito Carlos Augusto, lembrando que a Administração Municipal está focando a elaboração de projetos para obter recursos estaduais e federais para o município, a fim de suprir a contínua queda na arrecadação de royalties.
A equipe técnica da Secretaria de Urbanismo e Obras elaborou o projeto da creche e conseguiu aprová-lo junto ao Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, por meio do Programa de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância).

Fonte: Secom PMRO
MAIS EDUCAÇÃO – Além da creche, ainda este ano a Prefeitura fará, com recursos próprios, a construção de três escolas do Ensino Fundamental e duas de Educação Infantil.

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Cemitério Nossa Senhora Aparecida é ampliadoo

Posted in Cidade, Infraesturutura, Notas by ImprensaBR on 27/01/2011

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Moradores do Âncora são beneficiados por obra de esgoto

Posted in Cidadania, Infraesturutura by ImprensaBR on 27/01/2011

Moradores devem procurar Departamento de Saneamento para regularizar ligação à rede coletora

Obra de esgoto no Praia Âncora beneficia milhares de moradores Rede coletora foi concluída. Moradores devem regularizar ligação na Prefeitura Está em pleno funcionamento a estação elevatória de tratamento de esgoto da localidade Praia Âncora. O sistema foi concluído pela Secretaria de Urbanismo e Obras para atender a comunidade local, aproximadamente 12 mil pessoas. Para que os moradores usufruam deste serviço é necessário procurar o Departamento de Saneamento (Desa), onde receberão orientações fundamentais para que possam ligar seus imóvies à rede coletora com qualidade e segurança. “É importante procurar o Departamento de Saneamento para que os técnicos da Prefeitura orientem o morador a fazer a ligação corretamente. Essa orientação contribui para que as ligações efetuadas tragam condições favoráveis aos moradores, evitando possíveis retornos e maus cheiros”, alertou o secretário de Obras, Wayner Fajardo. Para a população que ainda não está contemplada pela rede, o sistema de tratamento de esgoto consiste em tratamento primário individual, por meio de fossa, filtro e sumidouro. Neste sistema é necessária a manutenção com periodicidade para evitar o mau funcionamento e possíveis transbordamentos. O comerciante Cláudio Guimarães, que possuía esse tipo de sistema, ao solicitar o serviço de limpa-fossa, teve a informação de que sua localidade já era contemplada com a rede de esgoto. Ele foi um dos primeiros a fazer a ligação com a orientação do Departamento de Saneamento. “Desde o momento em que solicitei, até receber a visita de um técnico, foi tudo muito rápido. Descobri que ligando meu sistema à rede de esgoto, ainda pude fazer uma grande economia, já que agora não preciso mais contratar os serviços de limpa-fossa. Dei essa notícia para os meus vizinhos para que façam o mesmo e sempre que posso, oriento os meus fregueses a isso”, informou. De acordo com a agente de Saneamento Cremilda Cardoso, cerca de 80 residências por dia são orientadas pelos técnicos sobre a ligação correta à rede de esgoto. Segundo ela, o Desa frequentemente dá orientações a respeito da construção do sistema sanitário em residências que ainda estão em fase de aprovação de projeto, já que para possuir o alvará de construção e o documento habite-se, é necessário que o sistema esteja adequado às normas técnicas vigentes. A Administração Municipal planeja ampliar a rede de esgoto para todo o município, respeitando um cronograma de obras. Nos últimos anos, foram construídos cerca de 200 quilômetros de rede. Todo o esgoto é levado por 21 elevatórias a Estação de Tratamento de Esgoto do Jardim Mariléa, onde, depois de tratado, é lançado no Emissário Terrestre, e após, a uma distância de três quilômetros, pelo Emissário Submarino no mar. Os agendamentos de orientação podem ser feitas por meio de protocolo na sede da Prefeitura ou pelos telefones do Departamento de Saneamento: 2764-5746 ou 2764-5779.

Fonte: Secom PMRO

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Rio das Ostras se antecipa às enchentes e cria plano emergencial

Posted in Cidade, Infraesturutura by ImprensaBR on 21/01/2011

Prefeito Carlos Augusto coordena Grupo de Gestão Integrada, que envolve ações de várias secretarias

Antecipando-se às consequências das fortes chuvas, comuns nesta época do ano, o prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto, decidiu reforçar as ações de prevenção a enchentes e transtornos causados por temporais no município. O prefeito reuniu nesta quinta-feira, 20, secretários e técnicos para definir as áreas críticas, criar um plano de ações emergenciais e iniciar as intervenções necessárias imediatamente.

No dia seguinte, Carlos Augusto, o vice-prefeito, Wilton Broder, e a equipe técnica visitaram as áreas sob risco de alagamento, no Praia Âncora, Palmital e Rocha Leão. O grupo conversou com os moradores e acompanhou a limpeza dos rios e canais nessas localidades.

“Sabemos que nossos investimentos em obras de saneamento, drenagem e urbanização tiraram Rio das Ostras da lista das cidades com alto risco de enchentes. Porém, diante das tragédias que aconteceram em municípios tão próximos é nossa obrigação reforçar as ações preventivas”, disse Carlos Augusto. O prefeito destacou ainda a importância do trabalho permanente da limpeza de bueiros, rios e canais, da recuperação da vegetação em morros, nascentes e margens de rios, além do controle da ocupação irregular na cidade.

Foram definidas ações prioritárias para as próximas 48 horas, como limpeza e dragagem do rio Jundiá e Canal de Medeiros, limpeza de bueiros, visitas às áreas críticas, mobilização das associações de moradores e ONGs e estudo das áreas críticas.

Acompanhando a limpeza do rio Jundiá, a moradora Maria Hélia aprovou a iniciativa. “É muito importante essa ação da Prefeitura, temos mesmo que prevenir as tragédias. Mas a população tem que colaborar, não jogando lixo nos canais”, afirmou a moradora do Village.

AÇÃO INTEGRADA – A equipe de atuação foi formada a partir da estrutura do Grupo de Gestão Integrada Municipal – GGIM e inclui, além do Gabinete, as secretarias de Serviços Públicos, Bem-Estar Social, Ordem Pública, Meio Ambiente, Saúde, Obras e Comunicação Social.

O grupo também estabeleceu um plano de ações emergenciais a ser seguido no caso de chuvas de grande impacto. Havendo situações de emergência, a Defesa Civil e da Secretaria de Bem-Estar Social vão atuar imediatamente e, a partir das necessidades identificadas, serão acionadas as demais secretarias envolvidas. A Prefeitura também se planeja para aquisição de gêneros de primeira necessidade, como água e colchonetes, caso haja desabrigados.

Os representantes da Prefeitura também estão se reunindo com as associações de moradores e ONGs da cidade para identificar áreas de risco e orientar a população sobre o procedimento em caso de emergências causadas por fortes chuvas.

“Em caso de emergência, os moradores têm que saber a que órgão municipal recorrer de acordo com o problema”, explicou o secretário de Serviços Públicos, Nilton Teixeira. O secretário explicou que a equipe fará uma avaliação técnica das áreas onde há residências em risco e decidir pelas obras de prevenção ou, em último caso, pela remoção de famílias.

O morador do Praia Âncora, Willians Ferreira, concorda que a prevenção de enchentes é de responsabilidade de todos.

“A gente fica com medo de acontecer o que houve em Friburgo, Teresópolis… as pessoas continuam jogando garrafa PET e até sofá no rio e isso é que provoca as cheias. Todo mundo tem que colaborar”, disse.

OBRAS – Entre as obras definidas como prioritárias está a contenção de encosta em Rocha Leão, com a utilização de pedras em muro de gabiões (aramados). No local a vegetação também será recuperada para que as árvores contribuam para o processo natural de contenção das águas da chuva.

Fonte: Secom PMRO

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Nota da Cedae

Posted in Cidade, Infraesturutura, Notas by ImprensaBR on 21/01/2011

A Cedae informa que na manhã desta quinta-feira, dia 20, conseguiu consertar o rompimento da tubulação que abastece a cidade de Rio das Ostras. Os moradores já estão recebendo água em suas casas. No entanto, o superintendente da Companhia, Fernando Arruda, solicita à população que continue fazendo economia pelas próximas 72 horas, uma vez que o sistema ficou parado por mais de dois dias e ainda não foi possível retomar o abastecimento regular.

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