!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Segue até domingo a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

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Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins (Seth) em sessão especial de encerramento, nesta 5a feira, 29, no CIEMH2

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 28/08/2013

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O Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins, Seth. Caricaturista macaense renomado atuante na primeira metade do século XX. Seth foi nada menos que o primeiro animador de cinema do Brasil.

A sessão que encerra o Anima Cine Macaé é uma homenagem a este que é considerado o Pai da Animação Brasileira e a primeira animação feita no Brasil, Kaiser.

Na sessão serão exibidos três curtas premiados este ano no recém findado Anima Mundi e em outros festivais de animação e o estreante ‘Luz, Anima, Ação’, um longa ainda inédito do grande público, que depois de passar pelas telas apenas do Anima Mundi, agira no começo de agosto, será exibido para o público do Anima Cine Macaé. Imperdível!!!

A sessão do Anima Cine Macaé nesta quinta feira, 29 de agosto, começa às 19 h no CIEMH2, em Macaé, no Sol Y Mar. Entrada é franca e a classificação indicativa livre. Rua Eleosina Pereira de Queiroz Mattoso, 105.

O Anima Cine Macaé 2013 – Festival Internacional de Animação de Macaé é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes. www.animacinemacae.wordpress.com

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Começa hoje o Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Internacional, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 24/08/2013

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Programação com 34 filmes de diversas nacionalidades segue até 29 de agosto na cidade do Pai da Animação Brasileira

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, começa hoje, às 18h, no distrito do Sana, em Macaé. Ao todo serão exibidos 34 filmes entre curtas, super curtas e longas. O festival continua amanhã no Sana, quarta-feira, dia 28, em Bicuda e quinta-feira, dia 29 de agosto, o Anima Cine encerra seu circuito no CIEHMH² no Sol Y Mar, em Macaé.

Toda a programação do festival é gratuita e pode ser baixada pelo site www.animacinemacae.wordpress.com

Filmes premiados em grandes festivais de animação serão exibidos em Macaé, durante o Anima Cine

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

Macaé: cidade onde nasceu Seth, o pai da animação brasileira

Muita gente ainda desconhece o fato, mas foi em Macaé, litoral norte do estado o Rio de Janeiro, que nasceu o primeiro animador de cinema do Brasil. Seu nome era Alvaro Marins, mais conhecido como Seth, apelido que criou para assinar seus trabalhos como caricaturista para a imprensa carioca da primeira metade do século XX. O ilustrador, desenhista, chargistas e caricaturista macaense foi o responsável pela animação de uma tirinha desenhada por ele mesmo e levada à tela do Cine Pathè em janeiro de 1917, no Rio de Janeiro. O filme animado era ‘Kaiser’, hoje considerado o primeiro filme de animação feito no Brasil por um brasileiro. Seth trabalhou em muitos Jornais cariocas Como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil e tem sua marca registrada na História da Animação Brasileira. Por ter nascido em Macaé e por considerarmos que ele merece ganhar um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade e da animação brasileira.

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Sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro foi um sucesso! Clementina de Jesus, Rainha Quelé, de Weriton Kermes emocionou o público

sessao de abertura do circuito cinema  popular brasileiro leonor bianchiAconteceu, na sexta-feira, 16 de agosto de 2013, a sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro. O projeto integra as ações de fomento ao cinema brasileiro, formação de público e educação do olhar propostas pela produção da 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontecerá entre 14 e 17 de novembro, em Lumiar, quinto distrito de Nova Friburgo (RJ/ BR).

O filme escolhido pela Curadoria de Cinema para a sessão de abertura do Circuito foi Clementina de Jesus, Rainha Quelé, um documentário de 75 minutos de Weriton Kermes, com muitas imagens de arquivo, bons depoimentos de grandes nomes da música brasileira, entre eles Paulinho da Viola, Cristina Buarque de Holanda, João Bosco, Paula Lima, e de Heron Coelho, autor do livro que deu origem ao argumento do filme.

A receptividade do público foi maravilhosa, tendo a fita emocionado a todos os presentes, que saíram da sessão reflexivos diante da memória da imagem, da vida e da obra da pessoa que foi Clementina de Jesus, personalidade de suma importância para a cultura e a música brasileiras.

As sessões do Circuito acontecerão até o dia 8 de novembro, sempre às sextas-feiras, às 19h30, com entrada franca.

No dia 14 de novembro começará a 10a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro. De 14 a 17 de novembro em Lumiar. As inscrições para a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro já estão abertas pelo site www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com 

A Mostra Cinema Popular Brasileiro e o Circuito Cinema Popular Brasileiro têm
Realização – Curadoria de CinemaEscola Livre de Comunicação e Artes,
Casa Cultural Mata AtlânticaVideoteca Cinema Popular Brasileiro
Assessoria de Comunicação – ImprensaBR Assessoria de Comunicação
Divulgação e Promoção – Jornal O Polifônico
Parceiros – Cineclube Lumiar e Tribuna Livre Cultural

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CIEMH2 em Macaé sediará Oficina de Capacitação para o edital Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais

Posted in Brasil, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 17/08/2013

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A Fundação Nacional de Artes – Funarte prorrogou, até o dia 30 de agosto, as inscrições para o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013.

Dando continuidade à série de oficinas de qualificação realizadas em todo país, a Fundação Nacional de Artes – Funarte vai promover essa ação com o intuito de ampliar o número de inscrições e auxiliar na formatação de projetos culturais para o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais. A oficina acontecerá no CIEMH² Núcleo Cultural, na próxima terça-feira, dia 20/08 às 19h.

O objetivo do edital é selecionar projetos de proponentes do sexo feminino, em âmbito nacional, que visem à prática de linguagens artísticas, à reflexão crítica e à profissionalização dos processos de gestão cultural. Realizado pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Secretaria de Políticas para as Mulheres, o edital pretende contribuir para o fomento e a difusão da expressão artística considerando o reconhecimento das mulheres nas artes visuais. Serão contemplados dez projetos com premiações de R$ 70 mil para cada um.

O CIEMH² fica na rua Eleosina Pereira de Queiroz Matoso, Nº 105, Sol Y Mar – Macaé – RJ.

Mais informações: CIEMH² no Facebook ou Tel: (22) 3084-2541 (a partir das 16h).

Fonte: Facebook CIEMH2

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Anima Cine Macaé divulga filmes selecionados para sua primeira edição

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 07/08/2013

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé acontecerá de 24 a 30 de agosto

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé divulga hoje a seleção dos filmes que serão exibidos na primeira edição do festival.

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Animação polonesa ‘Angel’, de Agnieszka Skolik.

 

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

Foram selecionados 32 filmes, dentre estes, três longas-metragens. A relação dos selecionados e os programas do Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé já está online no site www.animacinemacae.wordpress.com

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

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O Anima Cine invadiu a redação d’O Polifônico!!!! É tempo para uma reflexão social inteligente e provocadora, característica deste gênero cinematográfico, e o curta animado ‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ nos remete bem a esse estado de reflexão crítica sem perder o bom humor…

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‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ A animação do ilustrador e animador Alexandre Bersot será exibida no Programa de abertura do Anima Cine Macaé, dia 25 de agosto, no CriaSana. Para ver toda a programação de filmes, acesse o site do festival aqui. O Anima Cine tem programação gratuita.

Realização: Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes
Comunicação: ImprensaBR

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Anima Cine Macaé divulga seleção de filmes que serão exibidos no Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 06/08/2013

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Já está online no site do Anima Cine Macaé a seleção dos filmes que serão apresentados no festival e toda a programação das exibições.

Acesse aqui.

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Roda de Conversa sobre o Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica Macaé/ Ostras

Posted in Macaé, Meio Ambiente, Nova Friburgo, Região, Rio das Ostras by ImprensaBR on 18/07/2013

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Manifestantes põem fogo em ponte que liga Macaé e Rio das Ostras. Trânsito está fechado no dois sentidos da rodovia Amaral Peixoto

Posted in Cidadania, Macaé, Região, Rio das Ostras by ImprensaBR on 11/07/2013

Ato acontece no dia da paralisação geral dos sindicatos

Na manhã desta quinta-feira (11), manifestantes colocaram fogo em madeiras e fecharam a ponte que fica no limite entre os municípios de Macaé, interior do Rio de Janeiro, e Rio das Ostra, Região dos Lagos. Por isso, o trânsito está totalmente fechado nos dois sentidos da rodovia Amaral Peixoto, a RJ-106, que é a principal ligação entre as duas cidades. Participam do protesto a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e Sindicato dos Petroleiros (SindiPetro).

O ato acontece no dia em que os sindicatos do Brasil resolveram fazer uma paralisação geral. Em Macaé, alguns sindicatos aderiram a interrupção dos serviços. O sindicato dos bancários afirmou que as agências só irão abrir às 13h. A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação disse que os professores das redes municipal e estadual vão aderir à paralisação.

A Prefeitura de Macaé informou que não há esquema especial de trânsito e que todos os serviços públicos funcionarão normalmente, inclusive as escolas. A empresa responsável pelo transporte na cidade, disse que os ônibus vão rodar normalmente.

O comandante do 32ª Batalhão da Polícia Militar, Ramiro Campos, informou que haverá um reforço de 60 policiais que serão divididos entre Macaé, Quissamã, Carabepus, Conceição de Macacu, Rio das Ostras e Barra de São João.

Do G1

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Anima Cine Macaé exibirá lançamento feito em coprodução com o Canal Brasil

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Internacional, Macaé by ImprensaBR on 03/07/2013

O longa-metragem ‘Luz, Anima Ação’, dirigido por Eduardo Calvet e produzido por Felipe Haurelhuk será exibido no Anima Cine Macaé. O filme acaba de ser finalizado e, antes de ser exibido em Macaé, será exibido apenas uma única vez, uma semana antes, no maior festival de cinema de animação do Brasil, o Anima Mundi. Será um privilegio estar neste circuito de lançamento do filme! Não percam! Em agosto, no Sana (região serrana de Macaé) e em outros pontos da cidade.

www.animacinemacae.wordpress.com

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Cedae suspende fornecimento de água em R. das Ostras e Casimiro, RJ Estimativa da fornecedora é que a interrupção seja de 12 horas

Posted in Casimiro de Abreu, Infraesturutura, Macaé, Rio das Ostras by ImprensaBR on 03/07/2013

Paralisação será nesta quinta-feira (4) para manutenção na rede

Moradores de Rio das Ostras e Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu, ambos na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro, ficarão sem água por 12 horas na próxima quinta-feira (4). A informação foi confirmada por Fernando Augusto de Abreu, gerente regional da Cedae, por meio de um comunicado oficial emitido na tarde desta terça-feira (2).

A interrupção no abastecimento começa às 7h da próxima quinta-feira e acontecerá devido às obras de limpeza e manutenção preventiva do sistema de captação na Ponte do Baião, na estrada da Bicuda Pequena, em Macaé.

Fonte: G1 Norte Fluminense

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Festival de Animação de Macaé encerra inscrições de filmes

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Região by ImprensaBR on 28/06/2013

Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Seguem até amanhã, 29 de junho, as inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ). O Festival acontecerá de 24 a 30 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil das redes públicas de ensino. Na programação do festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de animação. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé é a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé se orgulha deste marco ainda pouco conhecido, mas ainda não sabe a dimensão deste feito. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.  

Seth trabalhou em muitos jornais e revistas cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, no início do século XIX e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

Por ter nascido em Macaé e por consideramos que ele merece um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade.

“O Anima Cine Macaé pretende preencher a lacuna tão expressiva de ser Macaé a cidade de origem do primeiro animador brasileiro. Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência em todo o Brasil e no mundo e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão. Em outra cena, o Presidente Nilo Peçanha, em traço caricatural também aparecia explodindo numa gargalhada de progressão crescente.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no festival.

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Macaé realiza III Conferência de Cultura no próximo final de semana

Posted in Brasil, Cidadania, Cultura, Macaé, Região by ImprensaBR on 26/06/2013

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Cinema no Sana: Distrito serrano de Macaé receberá sessão de abertura do Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 25/06/2013

Iniciativa partiu da produção do festival após receber inscrições de filmes realizados por alunos da Escola Municipal do Sana

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Peito do Pombo. Símbolo do Sana e de sua maior riqueza: a natureza.

Após receber inscrições de filmes realizados no Sana durante uma oficina de fotografia ministrada pelo multi artista Moisés Bruno Heguedusch Santos, a produção do Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé, decidiu levar a abertura do projeto para o distrito serrano de Macaé. O objetivo é incentivar a produção local e prestigiar a comunidade, que ainda não conta com um cinema alternativo ou com um circuito cineclubista de exibição.

“Buscamos dialogar e conhecer a pessoa que tinha inscrito esses filmes no festival a fim de aproximar a produção da comunidade e saber se havia interesse desta em receber sessões do Anima Cine, e a resposta foi positiva”, conta a produtora executiva do Anima Cine, Leonor Bianchi.

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Planet of the apes, versão original, 1968, em Super 8, foi um dos filme exibidos no Sana, em 2001.

“O Sana tem tradição em produção cultural e artística desde os anos 60, mas ainda não aconteceu por lá um festival de cinema, o que, aliás, tem tudo a ver com a vocação turística do lugar. Conhecemos a Festa do Sana, a famosa banda Raiz do Sana, que tornou o lugarejo conhecido em todo o Brasil e até fora do país e motivou o aparecimento de muitos músicos e alguns festivais de música no arraial, sabemos da existência de diversos grupos e coletivos culturais que atuam na comunidade fazendo apresentações circenses, musicais, folclóricas, mas cinema ainda não vi chegar ao Sana. Em 2001, levei meu Super 8 para lá e exibi muita fita animada e uns curtas adultos no bar do Madeira, o Telektonon. Depois disso, com minha atuação em Lumiar e São Pedro da Serra com a Mostra Cinema Popular Brasileiro, acabei não retornando ao Sana para fazer mais exibições. Agora, com a presença do Anima Cine na comunidade, tenho expectativas de que consigamos criar um circuito exibidor alternativo no Sana. Estou em diálogo com pessoas da comunidade para começarmos a criar uma mobilização em torno do assunto e futuramente realizarmos uma oficina de cineclubismo, para que mais adiante possamos pensar em criar um cineclube no Sana. Um cineclube com programação permanente e gratuita. Minha intenção não é apenas levar o Anima Cine para o Sana e depois descer a serra sem deixar algo de concreto para a comunidade com a ida do projeto para lá. A ideia é que o festival tenha sim o seu papel enquanto formador de plateia, fomentador do turismo e do contato da comunidade local com a produção cultural macaense, brasileira e mundial de animação, mas que funcione também como um convite para a aproximação da comunidade com o cinema e a linguagem audiovisual, para que esta possa desfrutar do espetáculo cinematográfico permanentemente e não só no momento do festival”, observa a produtora executiva, que também assina a concepção do Anima Cine Macaé.

Abertura do festival será dia 24 de agosto

O Sana foi o local escolhido para abrir o Anima Cine Macaé. A comunidade do charmoso vilarejo incrustado na Mata Atlântica do norte-fluminense e os turistas que subirem a serra poderão participar das sessões de cinema e da Oficina de Sonoplastia durante o final de semana de 24 e 25 de agosto. Haverá exibições de filmes para todas as idades, com entrada franca.

Anima Cine exibirá produção local vencedora do Prêmio Menino Caranguejo

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Alunos da Escola Municipal do Sana durante a oficina de fotografia que originou o curta animado ‘Iza ajuda a natureza’, selecionado para o Anima Cine Macaé.

A programação de filmes do Anima Cine ainda não está fechada porque as inscrições ainda estão abertas através do site do festival, até 29 de junho. Ainda não há confirmação da Curadoria a respeito dos filmes que serão exibidos, mas, considerando a relevância e especificidade de uma animação produzida no Sana, distrito macaense, inscrita no festival, a Curadoria Nacional do Anima Cine considerou que a obra audiovisual já estaria classificada. “Um dos objetivos do Anima Cine é incentivar as produções locais e regionais. Quando vi que o distrito do Sana tinha duas produções inscritas no festival, procurei assistir os filmes e considerei pertinente selecionar um das obras. Trata-se de um filme cujo tema levantado é a preservação ambiental. Tenho dito sempre, que o Sana pode ser o lugar ideal para o Anima Cine abrir uma janela de exibição voltada para a temática socioambiental. E como existem produções do gênero voltadas para essa temática! Daria para fazer um festival só de animações sobre o assunto. A inscrição espontânea do curta-metragem ‘Iza ajuda a natureza’ (2’24’’/ 2011) no Anima Cine é a prova disso. O filme foi feito por sete alunos do primeiro grau da Escola Municipal do Sana durante uma oficina de fotografia ministrada por Moisés Bruno Heguedusch Santos. A animação ganhou o 6º lugar no Prêmio Menino Caranguejo, do Instituto Caranguejo de Educação Ambiental, de Joinvile (SC) e será exibida junto com outros curtas na sessão de abertura do Anima Cine Macaé, dia 24 de agosto.

A animação é feita com técnica stop motion e bonecos de massinha. A direção de arte do filme trabalhou com cenários produzidos a partir de materiais reutilizáveis, como papelão e recortes de tecidos. O professor da oficina, Moisés Bruno Heguedusch, assina a edição do curta, mas as crianças da escola criaram o argumento e o roteiro do filme, nomearam a personagem e construíram toda a evolução da estória.

Sambando dará uma Oficina de Sonoplastia

Durante o Anima Cine haverá uma Oficina de Sonoplastia oferecida pelo Sambando – Núcleo Social de Cultura e Arte – um dos principais fomentadores ativos da cultura no Sana e entidade parceira do Anima Cine. O Sambando será a sede do Anima Cine no Sana.

A oficina será ministrada por Rodrigo Bucair, percussionista, fundador, presidente e professor do Sambando.

Poderão participar jovens com mais de 13 anos. As inscrições serão gratuitas e começarão uma hora antes do início da oficina, na base da produção do Anina Cine no Sana, no sábado, 24 de agosto. A Oficina de Sonoplastia terá duração de três horas diárias dividas entre os dias 24 e 25 de agosto.

Participe do Anima Cine Macaé! De 24 e 25 (Sana), de 26 a 30 de agosto de 2013 no Sana e no Solar dos Mellos, em Macaé, Rio de Janeiro (BR).

Curta a Fan Page do projeto.

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Curso de Cinema Ambiental em Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Meio Ambiente, Região, Rio das Ostras, Videofonia by ImprensaBR on 25/06/2013

O Curso de Cinema Ambiental (CUCA) é um projeto desenvolvido pelo Núcleo de Arte, Mídia e Educação (AME) da UFRJ-Macaé. É um curso prático que mistura diversas áreas do conhecimento, uma forma coletiva e criativa de fazer pesquisa com o outro.

O CUCA busca proporcionar uma experiência em equipe visando à elaboração coletiva de filmes ambientais. Uma construção subjetiva das relações entre sociedade, natureza e políticas públicas.

Cada curso é realizado em uma semana, durante esta semana criamos coletivamente o nosso olhar com “personagem” registrado.

PRÓXIMO CURSO: 12 a 16 de agosto de 2013.

Período de inscrição: 01 a 31 de julho de 2013.

SELEÇÃO 6º CUCA

Clique AQUI para baixar o EDITAL DE SELEÇÃO.  

Clique AQUI para baixar a FICHA DE INSCRIÇÃO.

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Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de sonoplastia. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé orgulha-se de ser a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé tem orgulho deste marco ainda pouco conhecido no mundo. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser
Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

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Macaé sedia, esta semana, ‘Encontro de Gestores de Cultura do estado do Rio’ e Fórum Municipal de Cultura

Posted in Cultura, Macaé, Região, Rio das Ostras by ImprensaBR on 17/06/2013

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Entre hoje e quarta-feira, gestores de cultura de todo o estado do Rio de Janeiro estarão em Macaé para uma oficina do Ministério da Cultura. Na quarta-feira, acontecerá uma palestra com representante do MinC no estado do Rio, Marcelo Velloso, dentro das ações do Fórum Municipal de Cultura de Macaé.

Em sentido lato, o encontro pretende debater o Sistema Nacional de Cultura e como ele está sendo   ‘aplicado’ dentro dos modelos de gestão de cultura existentes nos municípios e no estado.

A ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura’, está sendo organizado por Marcelo Velloso, produtor cultural com formação pela UFF (IACS), ex-professor do Polo Universitário de Rio das Ostras (PURO), atual representante do MinC no estado do Rio de Janeiro.

Serão três dias de conversas, debates, apresentações de diagnósticos, dados, índices, e de proposições de caminhos para a integração dessa politica nacional de forma que a ela abarque as diferenças e especificidades de cada região do país. Quem coordena e dirige o encontro é a Secretaria de Articulação Institucional/ SAI/ do MinC do governo federal.

A meta número 1 do Plano Nacional de Cultura para 2020 é a de que o Sistema Nacional de Cultura esteja institucionalizado e implementado, com 100% das unidades da federação e 60% nos municípios.

Veja aqui mais informações sobre as ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura

 

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Anima Cine Macaé terá lançamento de longa-metragem sobre a animação no Brasil

O filme Luz, anima, ação será exibido durante o festival e após a sessão haverá debate com a equipe de realização. Em breve mais detalhes…

Documentário longa-metragem coproduzido pelo Canal Brasil, que resgata a fabulosa trajetória da animação brasileira desde o pioneiro “O Kaiser” ao boom produtivo que expande fronteiras!

O filme tem direção de Eduardo Calvet, produção de Felipe Haurelhuk. Veja no link do teaser a equipe completa.

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Macaé realizará audiência pública para debater a inserção de assistentes sociais na educação municipal

Posted in Coluna do Servidor, Macaé by ImprensaBR on 12/06/2013

Com a finalidade promover uma discussão sobre a participação do Serviço Social na Educação em Macaé, acontece na próxima quinta, 13, a partir das 15h, uma Audiência Pública com o tema “A inserção de Assistentes Sociais na Educação”, no plenário da Câmara Municipal de Macaé. Segundo o vereador Marcel Silvano, que solicitou esta audiência, “essa discussão vai colaborar para esse momento de repensar a educação em Macaé”.

Marcel acredita que a participação das Assistentes Sociais na educação municipal é uma maneira de garantir e até melhorar a relação entre escola, família e crianças. “Em alguns municípios da região como Campos do Goytacazes essas profissionais já estão inseridas na área educacional desde 1997, acredito que poderão inclusive auxiliar no enfrentamento da violência nas escolas” – disse o vereador.

Para a Assistente Social de Macaé, Ana Cláudia Ribeiro de Souza Garbelini, esta Audiência Pública convocada pelo Vereador Marcel Silvano será um marco histórico no Serviço Social e na Educação no interior do Estado do Rio de Janeiro, bem como na perspectiva de consolidação de uma nova forma de fazer política em Macaé.

A garantia da presença do Assistente Social dentro das unidades escolares em Macaé será um grande avanço para o vereador Marcel Silvano. Ele ressalta que esse trabalho também deve para colaborar para a integração da comunidade escolar, a articulação da escola com a rede de atendimentos e políticas públicas do munícipio, a promoção de projetos e atividades socioeducativas, a discussão de forma crítica dos temas transversais, o fomento da organização dos Grêmios Estudantis, a atuação junto aos gestores nas questões de enfrentamento dos problemas existentes como a baixa frequência, evasão escolar e entre outros. “A discussão na Câmara é um primeiro passo. Esperamos que em breve as assistentes sociais participem da educação em Macaé” comentou o vereador.

Serviço social nas escolas

O Serviço Social tem se configurado na política educacional como uma profissão que contribui diretamente para a construção de uma educação pública, laica, de qualidade e para todos, rompendo definitivamente com o viés tradicional e conservador da profissão. Buscando, de acordo com os princípios de seu Código de Ética, garantir não apenas o acesso, mas a permanência do aluno na escola com qualidade.

Dessa forma, a inserção do assistente social na política de educação contribui diretamente com o trabalho já desenvolvido por outros profissionais como professores, orientadores pedagógicos, orientadores educacionais e gestores no sentido de oferecer um olhar qualificado sobre as realidades das relações sociais dos sujeitos que compõem a comunidade escolar e seus rebatimentos no cotidiano.

Toda população macaense interessada nesse assunto pode participar da Audiência Pública.

Fonte: Assessoria de Comunicação do vereador Marcel Silvano

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Termina hoje o período de inscrição para o Festival de Cinema Ambiental da UFRJ Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Meio Ambiente, Videofonia by ImprensaBR on 11/06/2013

A programação será composta por mostras competitivas e programas especiais

festival cinema ambiental ufrj macae

Terminam hoje as inscrições de curtas-metragens para a 2ª edição do Festival Cinema Ambiental UFRJ Macaé, que acontece no dia 28 do mesmo mês no campus da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Macaé. O festival, por meio da difusão da produção cinematográfica no formato curta-metragem, objetiva incentivar a produção local de filmes e estimular a reflexão e o debate sobre os temas Meio ambiente, Poluição e Impactos ambientais, Indústria de exploração dos recursos naturais e suas consequências, e Imigrações urbanísticas e o crescimento das cidades. As inscrições são gratuitas.

Para realizar a inscrição, o candidato deve ler atentamente o regulamento, preencher a ficha de inscrição disponível no site e enviá-la para o e-mail cineambientalmacae@gmail.com. Será necessário enviar também uma cópia do filme em CD ou DVD por via postal, para o endereço que se encontra no regulamento, ou pessoalmente. Podem se inscrever curtas-metragens de ficção, animação ou documentário, com duração máxima de 15 minutos, produzidos a partir de 2011, e que versem sobre os temas propostos para esta edição do evento. Não serão aceitos filmes jornalísticos nem publicitários.

A mostra competitiva se divide em três categorias: Profissional, destinada à exibição de produções realizadas profissionalmente; Estudante, que exibirá produções realizadas exclusivamente por alunos de nível fundamental, médio ou superior, que estejam cursando seus respectivos anos letivos e devidamente matriculados; e Amador, para a qual não serão exigidos filmes em alta definição, priorizando-se a mensagem passada pela obra. Os vencedores de cada categoria receberão premiação simbólica, um certificado assinado pelo coordenador de extensão da UFRJ Macaé e eventuais prêmios extras. O resultado da seleção será comunicado em 21 de junho, e os selecionados serão informados por e-mail. Para mais informações, acesse o site oficial do Festival Cinema Ambiental UFRJ Macaé.

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De Seth aos Malditos Caricaturistas: Vem aí o Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Macaé, Notas, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 10/06/2013

Seth, o macaense caricaturista que fez a primeira animação brasileira e que inspira o Anima Cine Macaé  -Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, inspirou também uma enorme geração de caricaturistas brasileiros. O longa-metragem Malditos Cartunistas é um documentário imperdível para quem curte o assunto. No filme, as últimas três, quatro gerações de ilustradores e caricaturistas de nosso país contam como começaram a trabalhar como desenhistas… No link, assista uma entrevista com Daniel Paiva, Diretor do Documentário.

Plano Geral 796 – 22/12/12 from Cine Magazine on Vimeo.

Inscreva seu filme até 20 de julho pelo www.animacinemacae.wordpress.com

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Macaé sediará ‘Encontro de Gestores de Cultura do estado do Rio’

Posted in Brasil, Cultura, Estado, Macaé, Região by ImprensaBR on 04/06/2013

Leonor Bianchi

A cidade de Macaé será cenário de um encontro estratégico para a Cultura do estado do Rio de Janeiro. {Todos} os gestores da pasta da Cultura foram convidados para uma grande reunião com o Ministério da Cultura e esse encontro acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de junho próximo.

Em sentido lato, o encontro pretende debater o Sistema Nacional de Cultura e como ele está sendo   ‘aplicado’ dentro dos modelos de gestão de cultura existentes nos municípios e no estado.

A ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura’, está sendo organizado por Marcelo Veloso, produtor cultural com formação pela UFF (IACS), ex-professor do Polo Universitário de Rio das Ostras (PURO), atual representante do MinC no estado do Rio de Janeiro.

Serão três dias de conversas, debates, apresentações de diagnósticos, dados, índices, e de proposições de caminhos para a integração dessa politica nacional de forma que a ela abarque as diferenças e especificidades de cada região do país. Quem coordena e dirige o encontro é a Secretaria de Articulação Institucional/ SAI/ do MinC do governo federal.

A meta número 1 do Plano Nacional de Cultura para 2020 é a de que o Sistema Nacional de Cultura esteja institucionalizado e implementado, com 100% das unidades da federação e 60% nos municípios.

Veja aqui mais informações sobre as ‘Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura

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Anima Cine Macaé recebe filmes: Premiados serão exibidos em Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 23/05/2013

cacinho premio melhor curta art deco

Começaram a chegar os filmes inscritos, até agora, para o Anima Cine Macaé. Na programação do primeiro Festival Internacional de Cinema de Macaé, os animadores brasileiros ganham destaque.

Nesta edição, o programa contará com longas e curtas animados por brasileiros, em laboratórios cem porcento brasileiros. É certo que já chegaram filmes de animadores brasileiros que moram fora e trabalham em laboratórios europeus, canadenses, norte-americanos, portugueses…

Segundo esta lógica, dentro do Panorama Animadores Brasileiros, destacamos as obras do realizador de Juiz de Fora, Cacinho.

Cacinho acaba de ganhar o prêmio de Melhor Animação como o filme ‘Terra, cuide dessa bola’, no Festival Art Deco de Cinema 2013, em São Paulo. A premiação aconteceu nesta terça-feira.

O trabalho de Cacinho, que escolheu a técnica stop motion para animar seus filmes, poderá ser visto durante o Anima Cine Macaé, de 19 a 25 de agosto, na cidade de Macaé RJ).

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Seth, o macaense que virou notícia no universo da Animação

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Macaé by ImprensaBR on 13/05/2013
Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V - edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V – edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V - edição 222).

Matéria feita em 1930 pela extinta revista Cinearte (Ano V – edição 222).

Para inscrever seu filme no primeiro festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé, acesse

www.animacinemacae.wordpress.com

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Orquestra Tabajara fecha I Encontro de Orquestras de Macaé em grande estilo

Posted in Macaé, Notas, Turismo by ImprensaBR on 12/05/2013

I Encontro de Orquestras de Macaé 2013 092

 

Com uma programação que contemplou do clássico ao moderno, o I Encontro de Orquestras de Macaé mostrou que é possível levar música de qualidade para todos os públicos.

Na noite de enceramento – o Encontrou rolou sexta e sábado -, depois da Camerata Rio, e da Cia. Filarmônica de São Paulo tocando The Beatles, a orquestra mais antiga do mundo em atividade, a Orquestra Tabajara, fez uma apresentação triunfal para ninguém duvidar do potencial do projeto.

O público macaense respondeu entusiasmado, transformando o Parque do Cidade num baile a céu aberto, sob a regência do maestro Jaime Araújo, irmão de Severino Araújo, fundador da Tabajara, em 1934, na Paraíba.

Sim, foi emocionante…

 

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Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 10/05/2013

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de animação. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé é a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé se orgulha deste marco ainda pouco conhecido, mas ainda não sabe a dimensão do que isso significa. Seth foi um ícone na ilustração brasileira, e a cidade, agora, com este Festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

Por ter nascido em Macaé e por consideramos que ele merece um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência em todo o Brasil e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser

Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

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Duplicação da BR-101 leva comissão de assuntos municipais a Macaé

Posted in Infraesturutura, Macaé by ImprensaBR on 09/05/2013

A Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pela deputada Clarissa Garotinho (PR), estará nesta sexta-feira (10/05), às 14h, na Câmara Municipal de Macaé, na Avenida Rui Barbosa, 197, Centro, para a realização de audiência pública sobre as condições da Rodovia BR-101, no trecho entre Rio da Ostras e Campos. “O número de acidentes é preocupante e, a cada dia, fica mais evidente a necessidade de o poder público tomar medidas que diminuam esses índices. Atualmente, diversos trechos da rodovia estão em obra para duplicação das pistas, mas os acidentes continuam cada vez mais frequentes”, comentou a parlamentar.

Foram convidados para a reunião os representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), do Consórcio Auto Pista Fluminense, além de técnicos da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp) e autoridades municipais de transporte das cidades de Itaboraí, Rio Bonito, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Macaé, Quissamã, Campos e Conceição de Macabu.

Fonte: Diretoria de Comunicação Social da Alerj

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Região ganhará unidade da Sociedade de Garantia de Crédito da Região Produtora de Petróleo, Gás e Bioenergia do estado do Rio de Janeiro

Posted in Economia, Macaé, Região, Rio das Ostras, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 26/04/2013

No próximo dia dois, será inaugurada, em Macaé, a Sociedade de Garantia de Crédito da Região Produtora de Petróleo, Gás e Bioenergia do estado do Rio de Janeiro (Garantinorte). O objetivo é facilitar a obtenção de crédito para qualquer empresa da região sudeste fluminense e, dessa forma, possibilitar acesso a linhas de financiamento para empreendedores da região.

A Garantinorte nasceu em 2011 com 49 associados e recursos financeiros do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam) e Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (Fumdec) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O núcleo de Macaé pretende atingir 300 associados na região da Costa do Sol, em 12 meses. os microempresários poderão contar com as contribuições financeiras já aprovadas pelos parceiros. O Fundecam disponibiliza R$ 1,5 milhão, o Fumdec, R$ 1 milhão, e o Sebrae, com R$ 2 milhões. Além do dinheiro, a Garantinorte possibilita assessoria técnicas as empresas.

De acordo com o gerente regional do Sebrae, Gilberto Soares, quando um empresário tenta pegar um crédito de 500 mil reais, por exemplo, os bancos pedem uma garantia de um R$ 1 milhão. Um valor inviável para a realidade de uma pequena empresa. “É aí que entra a Garantinorte. Ela pode oferecer essa garantia”.

Segundo Gilberto, o acesso ao crédito é um dos grandes desafios para pequenos e médios empresários brasileiros porque são caros e têm altas taxas de juros. Ele explica ainda que intermediar os projetos entre as empresas associadas e as agências bancárias, contribui para a expansão do crédito com segurança porque reduzem pela metade o risco de inadimplência. “Isso significa dinheiro a custo menor, com juros e tarifas bancárias mais baratas”.

Antes de estar apto para conseguir a garantia do crédito, o empresário deve se conveniar à Garantinorte e apresentar um projeto, onde deve constar o valor do empréstimo solicitado ao banco, a quantia a ser paga por mês, bem como discriminado quanto a empresa lucra ao ano. “O conselho da Sociedade de Garantia de Crédito irá analisar o projeto e sua viabilidade, depois disso, se for aprovado, o empresário já pode entrar em contato com o banco e iniciar os tramites normais”, disse Gilberto.

Um dos itens observados durante a análise é se o crédito solicitado não está fora da capacidade da renda anual da empresa. “Se a renda for de 100 mil reais ao ano, não é possível pedir um empréstimo de 2 milhões. É fora da realidade, e o empresário deve perceber isso”.

Essa é a quinta Sociedade de Garantia de Crédito (SGC) do país e a primeira ativa no sudeste. As empresas interessadas no convênio já podem fazer seu cadastro na avenida Rui Barbosa, 270, Centro –  Macaé. Mais informações pelo telefone: (22) 2772-2858.

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Conservação e Preservação do acervo da Hemeroteca do Solar dos Mellos

Página da Hemeroteca Digital de Macaé

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Sobre a realização do projeto Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

Página da Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

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Cadernos de Comunicação: Uma iniciativa original sobre a história e a memória da imprensa

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LB

Nestes três primeiros meses de 2013, o projeto dos Cadernos andou muito. Esteve nas mãos de pessoas das letras, de escritores e editores, de professores, estudantes, de grandes jornalistas… de amigos e simpatizantes, que querem ver os livros nas melhores livrarias do país, e porque não do mundo? Todos colaboraram com sugestões, dicas, com contrapontos e críticas… e isso só enriqueceu ainda mais o projeto.

Ainda estamos em busca de patrocínio e investidores que se interessem pelo escopo editorial dos Cadernos de Comunicação. Se você quer ajudar a publicar os Cadernos de Comunicação e seus volumes sobre a imprensa brasileira e a memória da imprensa no Norte fluminense (inicialmente, pois o projeto contempla outros estados e regiões do Brasil, que não apenas o Sudeste e o Rio de Janeiro), envie um e-mail para cadernosdecomunicacao@gmail.com para saber como pode colaborar, e CURTA a página dos Cadernos de Comunicação no Facebook.

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Vereador Welberth Rezende é o líder do PPS na Câmara de Macaé

Posted in Macaé, Política by ImprensaBR on 25/03/2013

Após reunião com o presidente da Câmara para o biênio 2013/2014, Dr. Eduardo Cardoso, o vereador novato, Welberth Rezende, foi escolhido para ser o líder da bancada do Partido Popular Socialista, o PPS, na Câmara dos Vereadores de Macaé.

Na última sessão, quarta-feira (20), o parlamentar se emocionou com a decisão e ressaltou que vai cumprir de maneira íntegra a missão, sempre mantendo em mente os projetos de interesse da população macaense.

Wleberth Rezende disse também que o processo da escolha foi fruto de uma boa discussão política entre ele próprio e o presidente da Câmara:

– Agradeço ao partido a minha indicação para líder da bancada, nesta Casa; agradeço ao presidente, Cosme da Paz, e a toda executiva do PPS. Fico feliz com a decisão é um grande desafio e não vou decepcionar! – acredita.

Em seu primeiro mandato, com uma votação expressiva – foram 1.594 votos espalhados por toda cidade e também na região serrana – Welberth conquistou a vaga através de um trabalho de base, principalmente junto às categorias dos Correios e da Saúde Pública.

Mas Welberth Rezende vem, já no início do mandato, ampliando suas bases de ação e apoio. Nas últimas semanas tem promovido agenda junto aos guardas municipais, que conquistaram a ajuda do vereador em suas reivindicações por melhores condições de trabalho.

Outra categoria que o parlamentar tem defendido é a dos pescadores, que Welberth considera marginalizada, apesar de sua importância histórica para Macaé. Os profissionais da pesca de Macaé lutam pela licença para o arrasto do camarão, mas o Ministério da Pesca e Aquicultura tem dificultado a resolução do problema que perdura.

Assim, foi sugerido pelo parlamentar uma comissão, formada também por outros vereadores da Câmara Municipal, que já realizaram reuniões com o objetivo de resolver o problema, juntamente com a Subsecretaria Municipal de Pesca, a Colônia e a Associação dos Pescadores.

Agora, o vereador encampou a luta dos bairros que sofrem com o abastecimento de água no município, principalmente o Lagomar e a Ajuda. Por duas vezes visitou a Cedae, onde obteve informações sobre o plano de metas da empresa para a regularização total do abastecimento.

Welberth tem uma trajetória de quase 20 anos por movimentos sociais, pela melhoria das condições de trabalho e vida da população. Foi diretor estadual do Sindicato dos Correios por duas gestões, já no período da formação universitária, representou os estudantes no transporte universitário e foi atuante no movimento estudantil, participando da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Na administração pública, Welberth Rezende foi coordenador do Programa Saúde da Família de Macaé (PSF), que considera uma das grandes experiências profissionais de sua vida. Na coordenação, atuou por uma melhor saúde pública para os macaenses, bem como lutou pelas categorias que compõem a grade profissional do Saúde da Família.

Já com relação ao seu partido, o PPS, o vereador Welberth Rezende avalia que, em 90 anos de história, é um dos poucos partidos oriundos da esquerda democrática que busca uma proposta viável para responder às angústias de grande parte da sociedade brasileira:

– Hoje, considero o PPS a chance de se concretizar de forma coerente os ideais democráticos, da cidadania e da justiça social. É o partido que disparou na frente em busca de novos modelos de desenvolvimento nacional e de soluções para a urgente necessidade de melhoria das condições de vida da grande maioria do povo. Não existe nenhuma luta de conteúdo democrático e de massa travada no Brasil ultimamente que não tenha contado, de alguma forma, com a participação do velho “Partidão”, atual PPS.

Welberth ainda lembra que na linha dos líderes históricos do seu partido, o mais destacado deles é Luis Carlos Prestes, que ocupou por várias décadas a secretaria geral do partido. Na vertente do novo PPS, o partido já foi dirigido por Giocondo Dias, Salomão Malina e, atualmente, pelo deputado federal Roberto Freire (SP).

Outra das grandes contribuições históricas do partido à organização da sociedade brasileira neste século, como ainda informa Welberth Rezende, circunscreve-se ao campo da cultura. Passaram pelo PCB/PPS, por exemplo, Patrícia Galvão (Pagu), Jorge Amado, Graciliano Ramos, Raquel de Queiróz e Carlos Drumond de Andrade.

O vereador finaliza dizendo que pretende trazer novas propostas para a cidade, no caminho da humanização e da qualidade de vida, mas sempre buscando estas propostas ao lado da população que o elegeu e é seu representante na Câmara dos Vereadores.

Fonte: Mônica Torres, Assessora de Imprensa, por e-mail. 

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Servidores Municipais de Macaé recebem atenção especial de vereador

Posted in Coluna do Servidor, Macaé by ImprensaBR on 20/03/2013

Através de indicações já protocoladas na Câmara Municipal, o vereador Marcel Silvano solicitou a elaboração de um estudo de viabilidade, com o objetivo de garantir a disponibilização de um Plano de Saúde para os servidores Públicos Municipais.

Segundo Marcel, acontecerá o início de um diálogo com o governo e o sindicato dos servidores, para buscar a possibilidade de garantir esse direito aos servidores municipais em Macaé. Direito que já existe em outros municípios, como Rio de janeiro, Campos e Rio das Ostras. “Acredito que Macaé possa começar a pensar com carinho nessa possibilidade”.

Sem esquecer da Guarda Municipal, Marcel pediu também a elaboração de um Plano de Modernização, Humanização e valorização desses profissionais, visando atender aos anseios dessa importante categoria de servidores.

A luta é para garantir a todos eles o acesso às práticas mais modernas, tanto na gestão de recursos humanos, quanto no desenvolvimento de suas atribuições típicas. “Defendo sempre que a guarda e o comando da guarda priorizem o diálogo, uma relação saudável, que possa garantir condições de respeito mútuo e trabalho parceiro entre gestão e todos os servidores” afirmou Marcel.

Para o vereador, o município tem em seu alicerce o esforço, a dedicação e o trabalho dos servidores públicos. São cidadãos que carregam a responsabilidade de estabelecer uma ligação entre o poder Público e a sociedade, prestando serviços que são essenciais à população. Sendo assim, os servidores públicos deverão ter o reconhecimento que merecem. Estando mais preparados, com a auto-estima recuperada e felizes com esta valorização, estarão naturalmente ainda mais motivados em todos os serviços que irão prestar ao cidadão macaense.

Assessoria de Comunicação – Marcel Silvano

assessoriamarcel@gmail.com

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Mulheres são flagradas vendendo CDs e DVDs piratas em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidade, Denúncia, Macaé, Rio das Ostras, Trabalho e Renda, Videofonia by ImprensaBR on 20/03/2013
Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que apreendeu cerca de 500 mídias piratas que seriam comercializadas por ambulantes ilegais.

Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que aconteceu no Centro da cidade.

Leonor Bianchi

A Avenida Amaral Peixoto (no trecho que corta a cidade ela não é chamada de rodovia) mais movimentada de Rio das Ostras, onde se concentra grande parte do comércio da cidade divide espaço com ambulantes piratas, há muito tempo. Casos de apreensão de produtos falsificados ou sem nota são notificados frequentemente no local.

Esta semana, vendedores ambulantes – duas mulheres de 35 e 45 anos – tiveram 1.400 mídias apreendidas pela Polícia Militar, enquanto tentavam vender CDs e DVDs,  que foram levados para a 128ª DP, em Rio das Ostras. Depois de autuadas e de pagarem a fiança na Delegacia, as mulheres surpreendidas pela PM com as mídias, foram liberadas e responderão em liberdade pelo crime de pirataria.

Venda de chips de celular acontece irregularmente à luz do dia, em Macaé

O comércio pirata não acontece apenas em Rio das Ostras. Em Macaé a atividade crece diariamente, é só caminhar pelo centro da cidade, nas orlas de Imbetiba e Cavaleiros para ver muitos mascates sem licença da prefeitura vendendo de um tudo.

Semana passada, uma mulher de aproximadamente 40 anos vendia chips de celular de uma operadora específica à luz do dia, no coração de Macaé, a metros da Câmara Municipal da cidade, a Rua Direita. Muitos guardas municipais fazem ronda no trecho, mas não vimos nenhuma abordagem á mulher que comercializava chips a R$ 5,00 sem nota fiscal e autorização legal para tanto.

Apreensão de mídias digitais piratas no DF subiu 11% em um ano, diz Comitê de Combate à Pirataria

A apreensão de mídias digitais (CDs e DVDs) em 2012 subiu 11% em relação ao mesmo período de 2011. Entre dezembro e janeiro do ano passado foram apreendidos 1.279.580 produtos, enquanto que, no ano retrasado, o saldo foi 1.143.364.

Os resultados das operações contra a pirataria e ao comércio irregular feitas em 2012 foram divulgadas hoje (8) pela Secretaria de Estado da Ordem Pública e Social do Distrito Federal (Seops), por meio do Comitê de Combate à Pirataria.

Houve um aumento de 57% nas fiscalizações feitas no mesmo período dos anos de 2011 e de 2012. Em 2011, foram feitas 633 fiscalizações, enquanto que no ano passado, o número aumentou para 998.

A operação Presença é uma ação preventiva e representa 47% desse total. Ela consiste na ocupação prévia dos agentes nas áreas de intensa movimentação, como os centros de Brasília, de Taguatinga, de Ceilândia e do Gama, e tem como objetivo fazer com que os fiscais permaneçam nos locais durante todo o dia.

A estratégia teve resultados positivos e registrou uma queda no número de apreensões nesses pontos. Na Feira dos Importados de Taguatinga, local considerado o maior ponto de comércio de mídias piratas do DF, a quantidade de mídias apreendidas diminuiu de 780 mil para 465 mil de 2011 para 2012, uma queda de 40%. 

Segundo o secretário da Seops, José Farias Rodrigues, o número é significativo, mas o foco é diminuí-lo cada vez mais. “A criação do comitê nos possibilitou trabalhar de forma integrada, trocando informações para que a gente possa combater com mais eficiência a pirataria e o comércio irregular”, disse Rodrigues.

O número de presos por pirataria, durante todo o ano de 2012 foi 183 pessoas, que foram indiciadas pelo crime de violação do direito autoral, que está previsto no Artigo 184 do Código Penal. Caso sejam condenadas, a pena pode variar de dois a quatro anos de prisão, além do pagamento de multa.

Fonte: Agência Brasil

 

Números da Pirataria no Brasil

A Câmara de Comércio dos Estados Unidos e o Conselho Empresarial Brasil Estados Unidos, em parceria com a Associação Nacional pela Garantia dos Direitos Intelectuais (Angari), apresentaram, em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, relatório sobre o consumo de produtos piratas no Brasil realizado pelo IBOPE. A pesquisa “O impacto da pirataria no setor de consumo” revela que, neste ano, houve urna redução na compra dos falsificados em diversas categorias, em comparação com 2007. A pesquisa mostra ainda que o Brasil deixou de arrecadar, só nos primeiros dez meses deste ano, R$ 18,6 bilhões em impostos, quase 5% do total arrecadado entre janeiro e setembro deste ano, que foi de cerca de R$ 480 bilhões.

No período de 17 a 22 de setembro foram entrevistadas 1.715 pessoas, com idade acima de 16 anos, residentes nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo e constatou-se que 63% dos consultados consomem produtos piratas sempre, às vezes ou já comprou algum item falsificado. No ano passado, este índice foi de 75%. “Essa redução se deve, principalmente, à atuação apreensiva da Receita Federal e de órgãos competentes. No Rio, por exemplo, há delegacias especializadas na pirataria”, avalia o diretor do Angari, José Henrique Werner.

Segundo o relatório, nos últimos dez meses foram apreendidos pela Receita Federal R$ 1 bilhão em produtos piratas, 22% a mais do que em 2006. Os itens mais apreendidos foram os eletroeletrônicos (R$ 79 milhões), cigarros (R$ 77 milhões), óculos (R$ 73 milhões), calçados (R$ 35 milhões) e artigos de informatica (R$ 58 milhões), entre outros. “É um trabalho de quatro anos que começa a dar resultados”, comenta a representante do Conselho Empresarial Brasil EUA, Solange Mata Machado. “Ações integradas entre as autoridades, em diversas cidades, estão proporcionando uma diminuição no consumo ilegal”, completa.

Compras

A pesquisa aponta ainda um crescimento de 24%, em 2007, para 34% neste ano de pessoas que nunca compraram produtos piratas. “Esse aumento pode ser avaliado de duas formas. A primeira é que houve uma mudança no hábito das pessoas porque há urna maior conscientização dos impactos negativos do consumo de falsificado. A segunda é que mudou a logística da rota dos piratas”, explica Werner. Para ele, devido a maior fiscalização nas fronteiras, os traficantes tiveram que alterar sua rota de distribuição, concentrada antes em São Paulo, o que possibilitou uma diminuição dos lugares conhecidos de vendas.

Solange avalia que um dos principais resultados da pesquisa, e que serve como base para aumentar ainda mais o número de não-consumidores de mercadorias falsificadas, é que surgiram dois tipos de perfis: 76% dos entrevistados são compradores eventuais, mulheres da classe média, que se soubessem que a compra ajuda o crime organizado, o tráfico de drogas ou fosse usados para propinas ou prejudicasse sua família, deixariam de consumir. E 24% são compradores convictos, homens de classe mais baixa, que não são sensibilizados com o fato do ato beneficiar práticas criminosas.

Pontos negativos

Werner, porém, entende que as reduções não são significativas. “Existem muitas pessoas que, mesmo conscientes dos impactos na economia brasileira, preferem comprar produtos piratas por ter preço mais acessível. Apenas 3 em cada 10 pessoas não compram falsificados”. A pesquisa revela que, como nos anos anteriores, 84% dos entrevistados alegam que os produtos ilegais custam menos que a metade do preço dos originais e que isto torna a compra atrativa.

De acordo com a Interpol (International Criminal Police Organization — ICPO), o Brasil movimenta entre R$ 60 bilhões e R$ 70 bilhões com o comércio pirata. No entanto, o que aconteceu nos últimos quatro anos foi uma intensa fiscalização pela Receita Federal. “Há muita coisa a ser feita, mas descobrimos, com este relatório, novos ganchos para atuar”.

Dados atuais

Segundo o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, o Brasil deixa de arrecadar hoje R$ 40 bilhões por ano com pirataria e contrabando. Além disso, dois milhões de empregos formais deixam de ser criados por conta desse problema.

Fonte: Firjan

 

Comentários desativados em Mulheres são flagradas vendendo CDs e DVDs piratas em Rio das Ostras

O Forte de Imbetiba nas páginas do jornal A Província

Edicao 82 Inauguração do forte de Imbetiba

LB

Uma década após ser publicado o primeiro jornal de Macaé – o Monitor Macahense – uma das folhas mais importantes da imprensa brasileira – A Província – era editada pelo corajoso pensador, poeta, advogado, escritor, jornalista e abolicionista pernambucano José Mariano. O periódico era produzido na capital Recife, que naquela época disputava um bom posto na comercialização de açúcar com muitas outras cidades produtoras da iguaria, dentre elas, Campos dos Goytacazes, próxima a Macaé, de quem se desvinculou política e administrativamente em 1813.

Atentos à produção do açúcar em todos os pontos do Brasil, seus editores expõem em suas páginas notas sobre a balança comercial dos portos de diversas cidades brasileiras e tudo o que diz respeito à produção e comercialização de açúcar no país e fora dele. Neste contexto, Macaé aparece em muitas páginas do jornal A Província, ora com seu movimento portuário despontando entre os mais impulsionados daqueles tempos, ora como cidade de relevante interesse estratégico para a política econômica nacional, por diversos aspectos. Estar próxima à Capital Federal era um. Ser vizinha de Campos e estar localizada ‘no pé’ das Minas Gerais, outro. O jornal A Província, por isto, destaca Macaé em diversas edições ao longo de sua existência.

Editado entre 1872 e 1933, A Província atravessou o século que abriria as portas da modernidade e desvelou vez por todas a surpreendente cultura dos povos das Américas. Foi o século das ciências da mente e do homem. O século das guerras marcadas por destruições em massa. Guerras criadas com o auxílio do advento de máquinas poderosas, que só puderam existir com o aperfeiçoamento do domínio que o homem passou a exercer sobre a natureza e suas leis.

Dentre as diversas menções que A Província dedicou a Macaé, destaco a primeira, que aparece em 1875 e diz respeito a uma nova tecnologia: o processo de produção de açúcar cristalizado desenvolvido na Fazenda Atalaia. A nota foi publicada na página 2 da edição 680, uma quarta-feira, 15 de setembro.

Porém, meu grifo neste artigo vai para a citação que a folha pernambucana fez à inauguração do Forte de Imbetiba, na edição de quarta-feira, 13 de abril de 1910. A nota chamou atenção para a festa que aconteceria no dia 15 daquele mês por ocasião da inauguração do Forte. E não foi nota telegrafada não, como costumava acontecer naqueles tempos! Foi nota do editor José Mariano, um dos maiores jornalistas – com o rigor da palavra e a ética que a profissão exige – que o Brasil já conheceu.

Monte Frio comemora 400 anos, hoje 

No dia 16 deste mês, o Forte Santo Antônio do Monte Frio (que alguns chamam erroneamente de Monte Feio, segundo a assessoria de comunicação do Exército) comemorou 400 anos de fundação, e hoje, terça-feira, dia 19 de março de 2013, haverá uma grande festa no local para celebrar a data. Porém, mesmo quatro séculos passados, há quem desconheça – macaense ou não – a história deste importante patrimônio arquitetônico tão imponente e simbólico de Macaé.

Logicamente, pelo fato de não haver imprensa no Brasil há quatro séculos, não poderíamos nunca encontrar citação à inauguração do Monte Frio durante esta pesquisa, que neste momento debruça-se apenas em periódicos publicados no Brasil.

Esta primeira fortificação, o Monte Frio, virou ruína e hoje não existe mais. Deste antigo forte erguido com pedras pelos negros escravos, no lado de trás do monte onde hoje está a sede do Forte Marechal Hermes, só restaram a muralha de pedra centenária erguida pelos escravos e os canhões que compunham a artilharia da fortaleza, hoje desativados. Uma prainha discreta precipita-se abaixo de um rochedo, ao lado do Monte Frio, formando uma agradável baía a qual batizaram de Praia das Tartarugas. Área militar, restrita ao acesso do exército.

O Forte Santo Antônio de Monte Frio foi inaugurado em 1613 e desativado em 1859. “No século XVII, o Governo espanhol, ao qual Portugal estava submisso, teve a sua atenção despertada no sentido de combater piratas, que agiam com a cumplicidade de índios e mamelucos.

Na extração do pau-brasil por volta de 1614, o diplomata Gondomar, embaixador da Espanha em Londres, alertava o monarca Felipe II de que aventureiros ingleses se apresentavam para estabelecer e fortificar um porto entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo, auxiliados pelos mamelucos Gaspar Ribeiro, João Gago e Manoel de Oliveira, que habitavam o lugar.

Foram tomadas providencias, a fim de prevenir-se contra novas tentativas dos corsários: o Governo de Madri transmitiu instruções ao governador-geral Gaspar de Sousa para que “estabelecesse de cem a duzentos índios numa aldeia sobre o rio Macaé (Miquié na linguagem dos indígenas, primitivamente chamado rio dos bagres) em frente à ilha de Santana e que fundasse um estabelecimento semelhante sobre o rio Seripe (ou Leripe) (atual rio das Ostras), onde o inimigo cortava as madeiras corantes”. E mais: “A cada aldeamento se daria um jesuíta. Devia comandar o primeiro, Amador de Sousa, filho do célebre Arariboia, e o segundo, seu sobrinho Manoel de Sousa”.

A fundação daquelas aldeias muito concorreu para o povoamento de parte até então abandonada da Capitania de São Tomé. Dando sentido prático às determinações do soberano, os jesuítas aldearam no local indígenas de Cabo Frio e os da nação Aitacás (provavelmente um ramo dos goitacás). Já Em 1630 aqueles religiosos que possuíam uma fazenda, que contava com um engenho, colégio e capela, construídos no morro de Santana.

Após 1759, quando foram expulsos os jesuítas em virtude de campanha movida contra sua Ordem pelo marquês de Pombal, ministro de D. José I, as terras foram redistribuídas e, à medida que se fundavam novas fazendas, a população aumentava, desdobrando-se em outras povoações com elementos vindos de Cabo Frio e Campos, na sua maior parte.

Durante longo período Macaé teve papel importante na economia norte-fluminense, funcionando o porto de Imbetiba como escoadouro da produção açucareira da zona campista, para ali transportada através do Canal Campos a Macaé, construído em 1874, e por diversos ramais ferroviários então existentes (Estradas de Macaé, Barão de Araruama, Urbana de Macaé e Quissamã). Essa função extinguiu-se, porém, com a construção da Estrada de Ferro Leopoldina, cujos trilhos passaram a ter preferência para o transporte da mercadoria, o que acarretou o declínio do porto” (1).

O Forte de Santo Antônio de Monte Frio teve suas obras concluídas em 1613. Posteriormente, em 1762, a fortaleza foi reconstruída por Conde de Cunha, por ordem do então Governador do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Moraes. Em 19 de novembro de 1859 a fortificação foi desativada por ordem do Ministro da Guerra, Cel. Reformado Sebastião do Rego Barros, por este considerar que o Forte não servia mais à segurança daquele porto e por ser sua conservação extremamente onerosa para o Tesouro Nacional. Em 1893, foi reativado pelo então Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto. Nesse tempo, cresciam a cada dia as operações do porto de Macaé e isso fez com que mais atenção fosse dada ao mesmo. A construção de um novo forte é iniciada. Entretanto, a estrada de ferro Leopoldina, com a ligação Rio Bonito – Macaé – Campos absorveu todo o transporte da produção agrícola dessa região, e isso consequentemente acabou baixando os custos desse transporte de mercadorias. É assim, que Macaé vê o comércio marítimo declinar até o fim da licença alfandegária do porto de Imbetiba, em 1903. As obras da Fortaleza seguiram o declínio do Porto. Em consequência dos vultosos gastos públicos (231 contos), entre 1898 e 1900, e, também, por falta de verba, a obra acabou sendo suspensa em meados de 1900.

“Em 1908, o Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca, então Ministro da Guerra, esteve na cidade por ocasião de uma das recepções semanais realizadas no Solar de Monte Elíseo, residência do Coronel José de Lima Carneiro da Silva, neto de Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. Estavam presentes, além do coronel, outros descendentes do Patrono do Exército Brasileiro. Na ocasião, ficou decidido, como consta em documentos do arquivo do Distrito Federal, que a família de Caxias doaria 30 contos de réis para a conclusão das obras, agora sob um projeto mais reduzido do que o orçado originalmente. O governo, por sua vez, comprometeu-se com mais 15 contos de réis.

Ainda em 1908, o Ministro da Guerra, Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca, determinou a construção de uma bateria alta, no topo do morro da Fortaleza, numa cota de 41 metros. Tal opção deveu-se à exiguidade de recursos para o melhoramento e bem assegurar a sua defesa.

Em 21 de dezembro de 1908, depois de locada a bateria alta no topo do morro pelo tenente-coronel de engenharia José Bevilacquia, as obras foram reiniciadas, dirigidas pelo capitão de engenharia Alberto Lavenére Wanderley. Em 13 de fevereiro de 1909 o primeiro-tenente Feliciano Sodré assumiu as obras até o seu término, com a instalação de quatro canhões Armstrong 152 mm, c/50 TR, montados em reparos Wavasseur, recentemente desativados do Cruzador Tamandaré, da Marinha Brasileira.

O Forte foi inaugurado em 15 de abril de 1910, pelo então Ministro da Guerra o Exmo General José Bernadino Bormann, na presença do Marechal Hermes da Fonseca, Presidente Eleito da República e demais autoridades civis e militares. O presidente eleito e sua comitiva foram recebidos pelo Coronel José de Lima, neto de Caxias, seguindo, posteriormente, de carruagem, até o local da inauguração”. (2)

O jornal macaense O Regenerador deu destaque à inauguração do Forte Marechal Hermes com a seguinte nota: “Ficará gravada, com caracteres indeléveis na história de Macaé, e sua população jamais poderá esquecer tão grandiosa e espontânea vibração de sua alma patriótica”.

Um homem e um jornal republicanos

O editor do jornal A província, José Mariano Carneiro da Cunha, foi um abolicionista com uma história vitoriosa e morreu com homenagens de um herói para o povo do Recife. Nasceu em 1850, no engenho Caxangá, distritozinho de Ribeirão, lugarejo que na época pertencia ao município de Gameleira. O cenário dos engenhos e canaviais permeariam para sempre seu imaginário.

Estudou na Faculdade de Direito de Pernambuco – uma das mais antigas do Brasil – e teve como companheiro de classe Joaquim Nabuco com quem flanava pelas marginais do rio Capibaribe na companhia do amigo em comum Rui Barbosa.

Muito ligado ao seu tempo e aos ideais republicanos, José Mariano começou a escrever para jornais, agremiações, revistas, até que em 1872, no dia 6 de setembro, publica a primeira edição de seu próprio jornal: A Província. O jornal tinha cunho abolicionista e reuniu exponentes da época em sua tipografia, como o escritor Gilberto Freyre, que assumiu sua redação em 1928.

Com um ideal de combate à escravidão, a folha tinha discurso acirrado na defesa dos escravos e acabou ganhando a devida atenção da opinião pública na campanha abolicionista em Pernambuco.

O jornal sairia das ruas em 27 de novembro de 1878 para ser novamente editado seis anos mais tarde. Com o argumento de dar férias aos trabalhos jornalísticos e por outros motivos preponderantes, tais como a necessidade de mudanças de seu formato, que passou a ser maior depois, A Província parou de circular. A folha voltou a ser publicada posteriormente como órgão do Partido Liberal, em 1 de dezembro de 1885. Nesta fase a tipografia estava instalada na rua do Imperador, em Recife, uma das principais galerias por onde transitavam na cidade os homens do poder daquele tempo. Na última década do século XIX, A Província conquistou tanta reputação, que chegou a ser o maior jornal do Nordeste brasileiro, suplantando até o jornal mais antigo de Recife, O Diário de Pernambuco, fundado em 1825 e hoje o jornal Há mais tempo em circulação ininterrupta da América Latina.

Sem interromper sua circulação, uma nova e importante fase d’A Província foi iniciada em 19 de agosto de 1928, quando assume sua direção os jornalistas Gilberto Freyre e José Maria Belo. Lia-se na definição do pensamento dos novos dirigentes: “…tanto quanto órgão de informação e crítica, será A Província um jornal político, ligado pela mais consciente simpatia ao Partido Republicano de Pernambuco”. O jornal passa a ser diário e apoia o governo de Estácio Coimbra, “um jornal quase governista. Mas um jornal governista de métodos os mais puros e limpos”, segundo Gilberto Freyre.

Entretanto, sob a direção, tendo como redator-secretário Sousa Barros e gerente Otávio Morais, findando com a edição de 4 de junho de 1933, sendo vendidos o material tipográfico e a maquinaria.

Um jornalista embalsamado

Dono de uma história política e social magnífica, José Mariano é lembrado pelos pernambucanos e jornalistas de todo o Brasil até hoje. Ano passado fez um século de sua morte, em 8 de junho de 1912. Como legado deixou seus ideal de justiça, igualdade e liberdade.

José mariano integrou um importante núcleo progressista de Recife: o Clube do Cupim, fundado em 1884 e do qual também faziam parte ilustres simpatizantes, como Joaquim Nabuco, Barros Sobrinho, João Ramos, Alfredo Pinto, Phaelante da Câmara, Vicente do Café, e Leonor Porto (esta, fundaria e presidiria, depois, uma outra associação com intuitos semelhantes: a Aves Libertas).

Nessa época, uma pessoa de grande importância na comunidade era a esposa de José Mariano, a recifense Olegaria da Costa Gama. Pela sua bondade e dedicação aos escravos foi chamada de “mãe dos pobres” e “mãe do povo”. Olegaria sempre apoiava os escravos fugidos, roubados das senzalas, ou alforriados. Mesmo quando José Mariano foi preso e sofreu inúmeras humilhações e torturas terríveis, D. Olegaria continuou lutando em prol da abolição da escravatura. Em 1887, durante a campanha ao cargo de deputado geral de Joaquim Nabuco – colega abolicionista – D. Olegaria empenha suas joias para financiar as despesas da eleição.

José Mariano é considerado um orador comunicativo, um abolicionista corajoso, e um dos homens públicos que mais desfrutavam da simpatia popular em Pernambuco. Mesmo quando estava separado do povo e preso, demonstrava suas tendências abolicionistas e republicanas. Possuía atitudes corajosas e o seu nome representava uma bandeira. Conseguiu ser eleito deputado em 1886, mas a eleição é impugnada e José Mariano perde a cadeira.

No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assina a Lei Áurea que declara extinta a escravidão no Brasil. Junto à opinião pública nacional, consagram-se os líderes da campanha redentora: Joaquim Nabuco, José Mariano, José do Patrocínio, André Rebouças. Pouco mais de um ano depois, a República é proclamada pelo Marechal Deodoro da Fonseca, em 15 de novembro de 1889. A gestão de Deodoro dura somente dois anos e com sua renuncia, o Marechal Floriano Peixoto assume a Presidência da República.

O nome de José Mariano figura entre os deputados à Constituinte, em 1890, e, em 1891, ele é eleito Prefeito do Recife. Pouco tempo depois, Alexandre José Barbosa Lima – considerado um autoritarista e florianista – assume o Governo de Pernambuco. José Mariano lança-se de imediato em sua oposição, publicando uma série de artigos contra o Marechal Floriano Peixoto. Em decorrência disto, ele é preso em sua residência (no Poço da Panela), e trancafiado na fortaleza do Brum sob a acusação de pactuar com a Revolta da Armada.

Entretanto, liberto da prisão, José Mariano assume a cadeira de deputado. A população do Recife gosta muito dele. Todas as ruas e casas, desde o cais do porto até o Poço da Panela ficaram ornamentadas e embandeiradas para saudar o retorno do abolicionista. Na época, inclusive, ele fez um discurso célebre na Câmara, com cinco horas de duração, narrando o martírio vivenciado como prisioneiro.

Mas o clima geral era de muitos conflitos políticos. Nesse contexto, foi covardemente assassinado o famoso jornalista político José Maria de Albuquerque Melo, na rua 24 de Maio, enquanto visitava uma seção eleitoral e protestava contra ilegalidades praticadas pelo presidente da mesa, o chamado Major Pataca. O mesmo dispara vários tiros contra o jornalista e, como não lhe foi permitido o socorro médico, José Maria vem a falecer pouco depois. O incidente abala muito o Recife e repercute em todo o País. De imediato, José Mariano escreve um artigo sobre o assunto, intitulado A tragédia de Pernambuco, que sai publicado no Jornal do Comércio do Rio.

No dia 24 de abril de 1898, em decorrência das complicações de uma gripe, morre dona Olegaria. Ele se achava no Rio de Janeiro e sequer pode assistir aos funerais prestados pela população pernambucana. Esta, que a divinizava, se condoeu muito com o fato. Fala-se que foram muitos os pretos que se suicidaram, envenenando-se ou jogando-se no rio Capibaribe.

Após tal dolorosa perda, José Mariano se afasta das lutas políticas. Em 1899, ele é nomeado Oficial do Registro de Títulos, pelo Presidente Rodrigues Alves, e também é presenteado com um Cartório de Títulos e Documentos, na rua do Rosário, no Rio de Janeiro.

Infelizmente, não muito tempo depois, José Mariano adoece e vem a falecer no dia 8 de junho de 1912. Custeado pelo Estado, o navio Ceará transportou seu corpo embalsamado do Rio de Janeiro para o Recife. No Estado de Pernambuco foi decretado luto por três dias, e houve uma comoção geral em seu enterro. As pessoas jogavam flores em seu esquife e muitas choravam. Para homenagear esse ilustre abolicionista pernambucano, o periódico A Lanceta publica alguns versos, em sua edição de 12 de junho de 1912, que terminam assim: “Chore…chore o Brasil sua grande desdita. Porque o cedro tombou!

Foi erigida em sua homenagem, posteriormente, uma estátua no Poço da Panela, e deram o seu nome ao cais que ladeia uma das margens do rio Capibaribe, no centro do Recife. Seus contemporâneos, contudo, sempre desejaram que ele fosse lembrado como um excelente orador popular, um grande abolicionista e republicano, e, principalmente, um pernambucano que deu tudo de si ao próximo e à Pátria.

Fonte do trecho citado:

(1) IBGE
(2) Ascom Forte Marechal Hermes
Ilustração do jornal: Fundação Biblioteca Nacional

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Agentes culturais de Macaé elegem diretoria para o Conselho Municipal de Cultura

Posted in Brasil, Cidadania, Cultura, Estado, Macaé, Notas, Região by ImprensaBR on 14/03/2013

Dilma Negreiros (conselheira representante do Centro Integrado de Estudos do Movimento Hip Hop (CIEMH2)), Marcos Kuika (representante da Usina de Fomento Cultural) – 2° Secretário, Jones Rodrigues (representando a Associação de Músicos, Bandas e Entretenimentos de Macaé (AMUBAE)), Paulo de Tarso Peixoto (Vice-Presidente da Fundação Macaé de Cultura) – Presidente, Gilberto Alves – Vice-Presidente, Rúben Pereira (represente da vice-presidência de Acervo e Patrimônio Histórico da Fundação Macaé de Cultura) – 1◦ Secretário, e Raul Lavour (conselheiro representante da Missão Kerigma).

Por ErrePê*

Construído com a colaboração dos agentes culturais de Macaé (RJ), o Conselho Municipal de Cultura (gestão 2013 – 2014) foi eleito, ontem, numa Assembleia Ordinária, da qual saiu a seguinte chapa única, aclamada pelos presentes:

Paulo de Tarso Peixoto – Presidente

Gilberto Alves – Vice-Presidente

Rúben Pereira – 1◦ Secretário

Marcos Kuika – 2° Secretário

O Conselho Municipal de Cultura de Macaé foi criado em 2012 e sua primeira diretoria fez um “mandato tampão”, que terminaria em 31 de dezembro de 2012, mas foi mantido até ontem, quando a nova diretoria foi eleita para o biênio 2013 – 2014.

O Conselho Municipal de Cultura de Macaé surgiu de uma luta de muitos anos dos agentes culturais da cidade e tem como finalidade colaborar com a construção das políticas públicas municipais do setor.

Um ganho para toda a cidade que poderá ter em curto prazo um Plano Municipal de Cultura realmente discutido com os representantes das diversas vertentes culturais, integrantes da paisagem cultural local.

*Editor do Caderno de Cultura de O Polifônico 

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Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra, faz Roda de Choro com grandes instrumentistas, neste sábado

Num ambiente natural, bem no seio da Mata Atlântica, encontro reúne Chorões para celebrar os ‘novos tempos vindourouros’ e o lançamento das exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

Para celebrar o fim de um ciclo e o recomeço de outro com o ‘renascimento do mundo’, a Casa Cultural Mata Atlântica promoverá uma Roda de Choro, neste sábado, 22/12/2012. A iniciativa é do violonista e um dos coordenadores da Casa Cultural Mata Atlântica, Rúben Pereira. Rubinho como é conhecido e integra o grupo de choro Coletivo Só Pra Moer, entre tantas outras ações envolvendo o gênero musical brasileiro.

A roda reunirá instrumentistas de Nova Friburgo, Lumiar, Macaé e de diversas cidades da região. Entre eles, Maurício Barreto, arranjador, professor de música e diretor do Estúdio de Música Livre, em Lumiar.

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Exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras começam neste final de semana e seguem até fevereiro

Além da roda de choro, quem for à Casa Cultural Mata Atlântica neste dia poderá ver a abertura das exposições ‘Memória Macaense’, feita também pesquisador de história regional, Rúben Pereira, criador do Observatório da Memória Macaense, e ‘Hemeroteca Digital de Rio das Ostras’, organizada pela jornalista e diretora d’O Polifônico (www.opolifonico.wordpress.com), Leonor Bianchi.

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Citação mais antiga feita a Rio das Ostras num livro impresso no Brasil. Foi em 1834. O Volume: Annaes do Rio de Janeiro, escrito por Balthazar da Silva Barbosa.

Ambas as exposições ficarão expostas na galeria de artes da Casa até o início de fevereiro, mas fora dos finais de semana e feriados é preciso agendar a visitar.

A Casa conta ainda com o Empório Mata Atlântica, que serve pratos típicos da serra friburguense, comidas naturais, cachaças especiais e cervejas artesanais. Na lojinha do Empório é possível encontrar produtos artesanais, vinhos, cachaças, cafés especiais, pimentas, chocolates, compotas, geleias, orgânicos, e uma livraria especializada em obras sobre meio ambiente e história fluminense.

Para saber mais sobre a Hemeroteca Digital de Rio das Ostras acesse:

http://www.facebook.com/HemerotecaDigitaldeRiodasOstras

Para conhecer o Observatório da Memória Macaense, acesse:

http://www.facebook.com/memoriamacaense

Para mais informações, acesse a Fan Page da Casa Cultural Mata Atlântica:

http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689

ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

 

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Prefeito e vereadores eleitos em Rio das Ostras são diplomados

Posted in Brasil, Cidade, Editorial, Eleições 2012, Estado, Macaé, Notas, Política, Rio das Ostras by ImprensaBR on 19/12/2012

O Polifônico tem mudado paulatinamente seu viés editorial de política para cultura, arte, educação e meio ambiente. Ainda assim, interessa-nos registrar momentos importantes da vida política de Rio das Ostras, nossa principal praça (hoje) de atuação. Por isso, só por isso, posto agora algumas imagens do dia de ontem em Rio das Ostras… a diplomação do prefeito eleito para a gestão 2013 – 2016, Alcebíades Sabino, dos vereadores e suplentes que legislarão no período.

Não farei análise dos fatos, por hora, vou deixar os fatos falarem por si.

Gravei um vídeo, editei, mas nada dessas plataformas online aceitarem um curta em HD de 20 minutos. Demora muito e preciso ir à outra diplomação hoje, a do prefeito eleito em Macaé, Aluizio.

Sobre a diplomação de Sabino, vi sim a Câmara lotada como vi ontem em uma única ocasião nesses nove anos de imprensa local; em 2006 quando Cabral esteve em Rio das Ostras para a assinatura da primeira parceria público privada do Brasil para a área de saneamento básico. Esse mesmo povo que marcou presença ontem na diplomação dos próximos administradores, legisladores, gestores de Rio das Ostras, serão os mesmos a exigir que a cidade funcione nos próximos anos. Bem, assim espero…

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São Pedro da Serra ganha novo espaço de cultura

casa_da_mata_atlanticaFoi inaugurada, no dia 1 de novembro, a Casa Cultural Mata Atlântica. A Casa fica em São Pedro da Serra, Nova Friburgo e está aberta com uma extensa programação cultural.

Na Casa funciona o Empório Mata Atlântica com seu restaurante e a venda de produtos orgânicos, vinhos, pães e bolos integrais, compotas, conservas, cachaças de todo o Brasil e cervejas artesanais. Ainda na lojinha do Empório, podem ser encontrados artigos de vestuário feitos por artesãos de Nova Friburgo, artesanatos brasileiros e uma livraria especializada em história regional e meio ambiente.

Na última semana do ano (data a confirmar) acontecerá uma roda de choro com grandes instrumentistas. Além da música, a programação se estende ao cinema com o Cineclube Mata Atlântica, que realiza sessões aos sábados e domingos com entrada franca (acompanhe a programação do Cineclube através da fan page da Casa).

Videoteca Cinema Popular Brasileiro

A Casa Cultural Mata Atlântica guarda o acervo da Videoteca Cinema Popular Brasileiro. São centenas de títulos que podem ser assistidos na própria Casa, nas sessões do Cineclube ou em sessões pré-agendadas.

Os filmes da Videoteca podem ser solicitados para exibições em associações de diversas naturezas, escolas públicas e projetos de diversas naturezas. Para solicitar algum título é necessário enviar um e-mail para a Casa.

A Casa recebe reservas para hospedagem e camping.

Para saber mais sobre a Casa Cultural Mata Atlântica, acesse http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689, ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

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Macaé recebe o concerto “As Alquimistas: Déa Trancoso CONVIDA Paula Pi”

Posted in Macaé by ImprensaBR on 13/12/2012

as alquimistas - déa trancoso convida paula pi - foto raíra moraesNos dias 15 e 16 de dezembro, Macaé recebe o concerto “AS ALQUIMISTAS Déa Trancoso CONVIDA Paula Pi”. A apresentação acontece às 19h30, nos dois dias, no Centro Cultural Rinha das Artes (Rua Dr. Júlio Olivier, nº 633, no Centro de Macaé). A entrada é franca e os convites devem ser retirados na bilheteria do local, a partir do dia 11 de dezembro, das 13h às 18h.

Neste concerto, a cantora e compositora Déa Trancoso recebe a musicista e bailarina Paula Pi (rabeca, violino, percussão corporal e dança). A apresentação tem participação especial do cantor, compositor e violeiro (viola caipira), Wilson Dias. Como informam os organizadores do evento, na apresentação, a voz de Déa Trancoso e a presença de Paula Pi criam uma ambientação e sonoridade para mostrar um Brasil profundo que, de acordo com Déa, o próprio país ainda desconhece. “Um Brasil que pulsa, caminha e resiste”, diz.

O espetáculo “As Alquimistas” estreou dia 15 de setembro de 2012 na Inglaterra (Birmingham) e passou ainda pela Bégica (Bruxellas), Holanda (Amsterdã), França (Paris) e Espanha (Santiago de Compostela), na terceira turnê europeia de Déa Trancoso, cujo encerramento foi em Belo Horizonte, no Teatro de Bolso do SESC PALLADIUM.

No repertório, além de canções autorais como “Água Serenada” (Déa Trancoso), “Bordado” (Chico César e Déa Trancoso), “Olho D’Água (Wilson Dias e Déa Trancoso), há peças tradicionais da cultura popular brasileira, como “Rainha” (catimbó tradicional recolhido por Déa Trancoso) e “Cajueiro Pequenino” (Nelson da Rabeca, mestre de Paula Pi).

O espetáculo é patrocinado pela VICEL, empresa nacional com sede na ZEN de Rio das Ostras/RJ, especializada em produtos e serviços de prevenção da poluição marinha e de geração, dessalinização e tratamento de água em navios e plataformas de petróleo e gás.

O Diretor Comercial da empresa, Sergio Arruda, comenta a iniciativa de patrocinar o concerto. “A musicóloga e bailarina Paula Pi já foi patrocinada pela VICEL numa visita a Macaé em 2009 e agora volta a cidade para apresentar-se no duo As Alquimistas, com a cantora Déa Trancoso, após turnê de sucesso pela Europa. A VICEL escolheu este show entre outros que nos foram oferecidos como forma de presentear as comunidades de Rio das Ostras e Macaé. É um agradecimento ao apoio e incentivo que temos recebido durante o ano de 2012, especialmente dessas comunidades, expressos pelo crescimento de visitas e participações em nosso BLOG (www.vicel.com.br/blog)  e em nossas mídias sociais (Facebook: aguastratadas; Twitter: @aguastratadas; e Linkedin: aguastratadas), que tratam de nossa paixão, a água e os oceanos, visando a conscientização ambiental, tratam das competências da VICEL e de assuntos e dicas que visam fomentar o desenvolvimento profissional e contribuir para a carreira e vida daqueles que nos seguem. A recepção das pessoas tem sido muito boa e a VICEL quer retribuir esse apoio”, diz.

O concerto é uma realização da Tum Tum Tum Produções, com patrocínio da VICEL e apoio do Centro Cultural Rinha das Artes.

Fonte: logomarca Fv2 baixa

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Mostra de Cinema de Rio das Ostras apresentará filmes selecionados no próximo final de semana

Posted in Cidade, Cultura, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 02/10/2012

Por LB

A equipe de produção da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontece em Rio das Ostras, Macaé, Nova Friburgo e através da Internet em novembro próximo está na reta final da seleção das obras inscritas para a edição 2013.

Este ano a Mostra recebeu mais de 700 filmes de todas as regiões do Brasil. Destes, a Curadoria escolherá aproximadamente 60 para serem exibidos este ano. São produções que infelizmente não chegam às salas de cinema e que, através da mostra, o público dessas três cidades tem a oportunidade de conhecer.

Este ano a Mostra Cinema Popular Brasileiro inova e leva as exibições dos filmes para o ambiente virtual. Sim, a Mostra Cinema Popular Brasileiro acontecerá também pela Internet e o público ajudará a escolher os três melhores filmes da mesma. Os três vencedores ganharão a tradução de suas obras para o inglês pela empresa BVaz Idiomas, parceira da Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Se você inscreveu seu filme na Mostra, fique atento; no próximo sábado os selecionados serão divulgados no site do projeto: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é uma produção do jornal O Polifônico com apoio cultural da Associação Cultural Rio das Artes (ACRA).

Além da BVaz Idiomas, é parceiro da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro a plataforma Videolog.

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Em Macaé grafite é arte tratada por marginais como atitude marginal

Posted in Articulistas, Cidadania, Macaé, Matheus Thomaz by ImprensaBR on 21/08/2012

Por Matheus Thomaz*

Na última semana de julho, aconteceu em Macaé o 2º Encontro Kolirius Internacional de Grafite. O encontro reuniu artistas grafiteiros de algumas partes do mundo e do Brasil. O evento foi, conforme consta no material de divulgação, realizado pela prefeitura municipal. Teve ampla cobertura da imprensa e das TV’s locais. Acredito que uma das finalidades de se realizar um evento como esse na cidade seria impulsionar a atividade localmente.

O Grafite ganhou força no início dos anos 1970 com movimentos tanto na Europa quanto nos EUA. No Velho Mundo, foi impulsionado pelo movimento do Maio Francês de 1968, onde a juventude se expressava com citações poéticas e políticas. Já nos Estados Unidos vem do gueto negro e chicano e com muita influência do Hip-Hop. Em ambos os casos são gritos contra opressões e violências, por isso o grafite exprime uma crítica. Além desse contexto social, têm um simbolismo de dar vida lugares da cidade antes mortos pela urbanização. É uma arte que possui uma beleza lúdica, com cores vivas e revolucionárias.

Macaé é um município que cresce de forma acelerada e desordenada com uma industrialização forte nos últimos anos. Passou de uma região praticamente rural no final da década de setenta para um pólo da indústria do petróleo, concentra a maior parte da produção nacional e apresenta cada vez mais sinais das contradições no bojo dessa transformação: pobreza aparente, violência e muitos novos ricos. Os royalties do petróleo transformaram a cidade. Que padece com uma especulação imobiliária feroz que movimenta milhões na cidade de belas praias.

E foi aqui, nesse contexto e cenário que se reuniram artistas grafiteiros do mundo e do Brasil. O Evento aconteceu na periferia da cidade em muros vizinhos ao Batalhão de Polícia e foi realizado pela prefeitura municipal. Ilustrado, o poder público impulsionando uma atividade crítica e reflexiva da juventude de viés transgressor e perspectiva transformadora, mas algum significado há de ter essa realização tão próxima à sede da polícia militar.

E agora a tragédia, em menos de duas semanas um grafiteiro, Yuri Alves Neves, jovem de 22 anos é morto com um tiro pelas costas durante tentativa de grafitar um imóvel abandonado no outro lado da cidade, em uma das regiões mais valorizadas pelo mercado imobiliário macaense. Foi uma legítima tentativa de dar vida a uma casa abandonada que terminou em morte pela estupidez armada.

Mas como é possível existir, num local cujo m² é dos mais caros de Macaé, casas abandonadas que transformam uma cidade de belas paisagens naturais em fotografias sombrias de abandonos lucrativos.  Essa casa provavelmente deve ter um dono, cuja principal serventia é ter seu valor especulado para se conseguir uma boa grana, para esse dono, e depois de vendida. Quando inventadas pelo homem a habitação tinha no principal sentido de sua realização de existência ter alguém morando dentro dela. Reinterpretada pelo capitalismo se fez normal deixá-la vazia, abandonada, até que atinja um bom preço e se torne uma oportunidade de negócio. Processo também conhecido como especulação imobiliária.

E assim mais um jovem entrou para as estatísticas de violência. É preciso que haja investigação séria sobre a autoria do delito, nossa justiça seletiva não pode deixar impune isso. Uma vez que a suspeição da autoria do crime recai sobre um perfil de cidadão, pertencente a uma classe social que não costuma sofrer condenações e punições da justiça brasileira. Um tiro pelas costas não sugere qualquer tipo de enfrentamento. Certamente se ouvirá das vozes do senso comum típico da aspirante a burguesa classe média conservadora brasileira que pensaram se tratar de um bandido. O que não dá nenhuma autorização a nenhum cidadão de atirar e executar outro, conforme sabido por todos não há pena de morte no Brasil.

A cidade de Macaé precisa mais da vida colorida, pulsante e revolucionária da arte urbana do grafite, do que do aspecto sombrio de casas e terrenos abandonados ao léu, mas protegidos de perto por armas mortais.

*Matheus Thomaz é assistente social e articulista do jornal O Polifônico desde sua fundação, em 2009.

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Sobre Macaé e as eleições

Posted in Articulistas, Eleições 2012, Macaé, Matheus Thomaz by ImprensaBR on 09/08/2012

Por Matheus Tomaz*

O município de Macaé é de importância estratégica para o Estado do Rio de Janeiro. É onde está localizada a principal base de operações da Petrobrás, maior empresa estatal brasileira. A cidade vivencia um crescimento econômico e um processo de industrialização acelerado nos últimos anos, cujo impacto direto é a migração de muitos trabalhadores, crescimento demográfico e a emergência da questão social[1] como conseqüência do processo.

Conforme aponta o censo IBGE 2010, a população residente ultrapassou os 200 mil habitantes. A densidade demográfica passou de 100 hab/km², em 1991, para, aproximadamente, 174 hab/km². Trata-se de um dos municípios mais ricos do Estado, devido à parcela dos Royalties recebida por aqui. Mas essa riqueza toda somada ao volume de pessoas que habitam essas terras têm proporcionado também um crescimento acelerado de desigualdade, expressa na tal questão social.

Uma clara expressão dessa desigualdade é que, segundo dados do IBGE, o PIB per capita do município é de cerca de R$ 42 mil, um dos maiores do país e entre os cinco maiores do Estado do Rio de Janeiro. No entanto, o IDH (índice de desenvolvimento humano) é o 15º do Estado e o 82º do país. É visível como o desenvolvimento local segue a lei geral da acumulação capitalista[2], que afirma que enquanto uma ponta acumula bens e riquezas na outra cresce as expressões da pobreza e das mazelas humanas.

É nesse contexto que acontece a eleição para prefeito e para as cadeiras da casa legislativa municipal. E embora, residente, há 10 meses na cidade (sou mais um trabalhador que migrou com a família para a cidade). Mas com mais de dez anos de efetiva participação e militância tanto em movimentos sociais quanto em partidos políticos, vou arriscar alguns comentários sobre o processo atual e alguns de seus personagens. Hoje vou centrar na Eleição majoritária, são sete os candidatos que se apresentaram para concorrer à vaga de prefeito da cidade.

No campo da esquerda, houve uma divisão que acaba fragilizando ainda mais a atuação política de ambos os partidos, ainda incipientes na cidade. O PSTU aposta na candidatura do jovem petroleiro Mateus Ribeiro, deverão obter êxitos diante de suas expectativas para as eleições. Devem conseguir consolidar um bom núcleo partidário na cidade, ampliar o trabalho nos petroleiros e criar um lastro entre professores e juventude. Já o PSOL, passou por um período pré-eleitoral agitado e de intensa de movimentação interna. Foi desde a tentativa de filiação ao partido de Fred Kholer, passou por conversas com setores radicalizados do PT para ingresso no partido e terminou com prévias que, por uma apertada diferença de três votos, fez de Rafael Anunciação o candidato a prefeito pelo partido.

Há a candidatura de Zezé Abreu, do PPS, radialista com um programa de audiência significativa na cidade. Eu mesmo eventualmente ouvia por esse canal as noticias locais durante o trajeto para o trabalho, confesso que mais por falta de opção do que pela qualidade do serviço prestado, pois tem uma forte expressão assistencialista e demagoga. Uma vez ouvi o mesmo se desculpar por usar o Sistema Único de Saúde, que supostamente ele tiraria a vaga de um ‘necessitado’, postulante a político deveria ter algum entendimento sobre o que diz a constituição sobre direito à saúde.

Já na extrema direita, tem a candidatura do Pastor Nilson representando o DEM, o mesmo se coligou com o PR de Garotinho. Deve-se se pautar em idealizações conservadoras e religiosas. Por fim há a candidatura de Fred Kholer, pela legenda de aluguel PTN, que não tem tido muita sorte nesse processo. Primeiro teve a filiação no PSOL barrada pela militância do partido e agora tem seu registro de candidatura considerado indeferido pelo TER-RJ.

Mas a disputa que tem movimentado a cidade, as redes sociais e provocado fortes emoções e debates acalorados é entre os candidatos Christino Áureo e Dr. Aluizio.

O primeiro representa a situação, é o candidato do prefeito, e a continuidade do grupo político que dá a direção política e executa a gestão municipal pelo menos nos últimos 25 anos, mesmo com pequenas disputas e divergências entre eles, no fundo sempre estiveram ali juntos. Não é por acaso que diante de ameaça real de derrota todos se juntaram bem no espírito do nome da coligação: “De mãos dadas no presente e de olho no futuro”. Talvez tenha faltado um pequeno complemento, e, por favor, não pergunte nada do passado. Candidato pelo recém fundado PSD do cacique Kassab, Christino reflete as mesmas características do governo Sérgio Cabral de onde foi secretário, quer transformar tudo em negócio ao mesmo tempo em que faz obras de grande porte, preferencialmente pela DELTA.

Enquanto que o segundo surge no horizonte como o novo e se apresenta como a mudança nos rumos da política macaense. Deputado Federal pelo PV, Dr. Aluisio, que já esteve trabalhando diretamente na gestão municipal, concentra toda uma expectativa de mudança na cidade. Um dado interessante sobre o que mais ouvi nas ruas da cidade é que a situação não está boa e que precisa mudar. Tanto é assim que a coligação do atual prefeito tem um pouco de vergonha de se assumir.

A candidatura Verde apresenta um discurso moderno e vinculado ao desenvolvimento sustentável apostou em uma imagem mais radicalizada, que acaba também refletindo na construção programática, ao coligar com o PT e promover o vereador Danilo Funke como seu candidato a vice. Pode – se dizer que foi o único vereador que tinha ousadia em desobedecer ao prefeito, posto que os outros se portavam muito mais como garotos de recados do alcaide, sem qualquer independência ou coerência, do que representantes do poder legislativo. A vitória deste setor representaria quase uma revolução burguesa no município.

Assim vai acontecendo o processo eleitoral na cidade, as placas começar a surgir nas esquinas, carros e casas com seus grandes adesivos. Os burburinhos e intensa movimentação na rede social. Esta última tem provocado debates ora inflamados, ora apaixonados. Porém, substancialmente esses debates têm seguidos caminhos tortos, se discute muito mais a pessoa, sujeito candidato, do que efetivamente a idéia, proposta política e planejamento para gestão da cidade. Não há grandes grupos para debate e discussão de representatividade da cidade, mas grupos formados e administrados por militantes/cabo eleitorais, em geral pago para isso. Os debates se perdem numa política despolitizada que parece existir mais para confundir do que servir como instrumento de liberdade e escolha.

Enfim, acompanharei esse processo como um aprendizado sobre a cidade, seus cidadãos e suas figuras refletidas no plano político municipal. Não somente como expectador, mas também como sujeito morador da cidade e parte de tudo isso. Se há piora na qualidade de vida, na prestação dos serviços públicos ou na organização da cidade sou afetado, por isso essa idéia da observação participante, sempre com uns pitacos vez ou outra.

Fontes consultadas:

IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na contemporaneidade; trabalho e formação profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

IBGE cidades http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1

MARX, Karl. A lei geral da acumulação capitalista. O capital. Livro I, volume I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2009

[1] Segundo Iamamoto (1999, p. 27), a Questão Social pode ser definida como: O conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista madura, que têm uma raiz comum: a produção social é cada vez mais colectiva, o trabalho torna-se mais amplamente social, enquanto a apropriação dos seus frutos se mantém privada, monopolizada por uma parte da sociedade.

[2] “Mas os métodos de extrair mais-valia são, ao mesmo tempo, métodos de acumular, e todo aumento da acumulação torna-se reciprocamente, meio de desenvolver aqueles métodos. Infere-se daí que, na medida em que se acumula o capital, tem de se piorar a situação do trabalhador […] Determina uma acumulação de miséria correspondente à acumulação de capital. Acumulação de riqueza num pólo é, ao mesmo tempo, acumulação de miséria, de trabalho atormentante, de escravatura, ignorância, brutalização e degradação moral, no pólo oposto.” (Marx, 2009: 749)

*Matheus Tomaz é assistente social e articulista do jornal O Polifônico desde 2009.

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150 anos da imprensa em Macaé – A visão do historiador

Por Ivana Matos Pinheiro Tavares

“A Imprensa em Macaé nasceu numa terça-feira, 1° de julho de 1862, dia em que da tipografia de Seraphim Tavares de Oliveira Nichteroy, à Rua da Boa Vista, saiu o primeiro exemplar de ‘O Monitor Macahense”. O pioneiro do jornalismo nosso, que obedecia à orientação política do Partido Conservador e se intitulava “político, literário, comercial e agrícola” circulava duas vezes por semana; às terças e sextas. Durou até 1870, quando sua tipografia foi à praça, ao que tudo indica por dificuldades financeiras. Como fato importante de sua existência pode ser citada a visita que lhe foi feita, em 5 de julho de 1868, pela Princesa Isabel e pelo Conde d’Eu, quando por aqui estiveram. Visita discriminatória, já que na ocasião circulava outro jornal macaense, “O Telegrapho”.

Discriminação explicável, porém. “Este último era publicação de tendências liberais.” [1]

Em Macaé, na segunda metade do século XIX, mais precisamente 1862, quando um movimento em direção à informação tomou corpo no jornal “O Monitor Macahense”, a sociedade, ainda pouco letrada da época, não imaginava que recebia um instrumento valioso e único na formação da sua expressão cultural.

Entrávamos aos poucos nas transformações tecnológicas que o mundo já rapidamente absorvia e uma nova mentalidade se construiria, mesmo que lentamente, modificando concepções e criando as imposições de uma nova ordem capitalista contemporânea.

O jornal é um veículo que trabalha na difusão de ideias, na transmissão de conceitos, entretenimento e, sem dúvida nenhuma, na acumulação de conhecimento. Ele  em parte se torna  o espelho da sociedade de sua época.

Mesmo com ressalvas à sua parcialidade, pois o jornal é uma fonte indutora à formação da opinião pública, cabendo a cada linha editorial a defesa de interesses de segmentos da sociedade, a importância da mídia escrita se tornou imprescindível a partir de 1929, com o movimento dosAnnales[2], na construção de uma Nova História.

A partir da década de 80, a micro-história ou a História “contada em migalhas” passou a ser observada e utilizada no desenvolvimento historiográfico de modo mais abrangente, onde o papel do jornal passa a ser o de mostrar sua subjetividade e produzir questionamentos que viriam compor um quadro social.

A micro-história revela os conflitos, as negociações, a incerteza do vínculo social. (…) Na historiografia dos últimosAnnales, há um retorno da subjetividade, descentrada, excêntrica, capaz de produzir inovações de sentido.[3]

O surgimento desse novo conceito, menos factualista, não mais fechado em decisões e ideias de grandes homens, passa a ser o instrumento de alargamento das abordagens possíveis dentro de um texto, antes engessado por uma concepção que não abrangia todos os aspectos sociais. Os Annales rompem o padrão da História Política tradicional para a escrita de uma história social, o que iria influenciar na formação de uma nova história política mais antenada com as relações de poder na sociedade. Com isso o historiador pôde problematizar e buscar preencher as lacunas deixadas pela metodologia anterior, descobrindo fatos ou sugerindo questionamentos que ajudam a reconhecer o papel do indivíduo no seu contexto histórico, sua consciência e a sua interligação na construção historiográfica.

Para entendermos melhor o papel do historiador, podemos usar como exemplo um simples anúncio do Jornal Monitor Macahense de 10 de maio de 1867.

Figura 1- Anúncio do Jornal Monitor Macahense 10 de maio de 1867

À primeira vista nos parece um simples anúncio comercial de alguém que quer vender seu produto. Mas acurando o olhar, observando com mais atenção, o historiador pode fragmentar essas informações fazendo uso da hermenêutica / fenomenologia[4]. A hermenêutica mostra o pertencimento do interprete ao seu mundo, habitando e interagindo com ele, interpretando o fenômeno que aparece e não se mostra.

O passado tal como foi só pode ser abordado com a contribuição da imaginação. Não se trata de confundir o real com o irreal, mas de mostrar como o imaginário faz parte da visada do ter-sido, sem enfraquecer o seu realismo. O imaginário tem seu lugar na História na medida em que o passado não é observável.[5]

O anúncio nos fala de alguém, com o nome de Gervasio, que mora na Rua Direita e vende um gênero alimentício que ele alega ser de grande qualidade.  Porém podemos ir além dessas informações.

O anúncio não nos informa o número da casa nem o sobrenome desse indivíduo, o que sugere ao historiador se tratar de alguém bastante conhecido na região e que provavelmente possuía recursos financeiros por morar na principal rua da cidade.

Outro fator que também chama a atenção é a venda desse produto em sua casa, posicionando assim um modelo de produtor rural ( agricultor/ pecuarista) que pode ser ou não um latifundiário ,  produzindo  e comercializando em sua residência, criando um comércio paralelo que não se restringia ao comércio praticado nos empórios. Ou ainda, um intermediário que fazia a ponte com outros produtores da região ou de áreas distantes.

Logo, podemos ter uma nova perspectiva na construção econômica da cidade desse período, confluindo com as variadas vertentes já existentes e resultando em um somatório de dados que fecham os espaços deixados pela macro-história e que revelam tendência e desconstroem mitos como o de se tratar a cidade como uma vila de pescadores antes da chegada da Petrobrás.

Vivenciamos no passado uma economia ativa que nos colocou em 6º lugar em movimentação portuária, escoando os produtos da região para todo o país. E a maldição de Mota Coqueiro nunca passou de uma história triste e mal resolvida do passado Imperial, alimentada pelos folhetins.

Os jornais , juntamente com os documentos  que sobreviveram ao descaso do poder público, nos ajudam a construir essa história social/econômica, proporcionando  uma quadro próximo do real, onde as formas e  as cores vão surgindo conforme as descobertas propostas pelo seu investigador.

Obviamente que a metodologia dos Annales não é única na análise crítica da construção historiográfica, mas com certeza é a que mais nos aproxima do aspecto individual, problematizando a dualidade da natureza/cultura, o lugar do sujeito como ator social e sua responsabilidade direta na multiplicidade das interpretações.

Assim, podemos contar uma nova história macaense, ajudados pela elaboração crítica dos jornais de diferentes épocas e contribuindo com o fechamento de brechas deixadas pelo tempo e que hoje podem ser descritas e mostradas, ajudando a pensar o presente- futuro, orientado pelos passos do passado de um modo problematizante, polêmico, sem, entretanto, legitimá-lo como continuidade, pelo contrário, mas como tempo de aspectos diferentes e de alteridade própria.

Os jornais sejam eles do passado ou os que acompanham os fatos do presente, constituem uma importante fonte na preservação do conhecimento, da história e na concentração de diferentes culturas.  Mesmo sabendo que existe uma dualidade intencional no papel que ele exerce, formando ou deformando opiniões, cuja informação é manipulada conforme os interesses políticos/ econômicos /sociais, ainda assim podemos utiliza – lo na construção de teias que, interligadas estruturariam uma fonte de pesquisa importante, integrando hoje a sociedade ao cotidiano mundial, informando e proporcionando uma análise do comportamento, transformando e gerando pensamentos que contribuem para enriquecer o coletivo, sem entretanto excluir  o individual.

[1] PARADA, Antônio Alvarez. Histórias Curtas e Antigas de Macaé, vol. I. Rio de Janeiro: Ed. Artes Gráficas, 1995, crônica 27, pág. 22.

[2] A chamada escola dos Annales é um movimento historiográfico que se constitui em torno do periódico acadêmico francês Annales d’histoire économique et sociale, tendo se destacado por incorporar métodos das Ciências Sociais à História; A escola des Annales renovou e ampliou o quadro das pesquisas históricas ao abrir o campo da História para o estudo de atividades humanas até então pouco investigadas, rompendo com a compartimentação das Ciências Sociais (História, Sociologia, Psicologia, Economia,Geografia humana e assim por diante) e privilegiando os métodos pluridisciplinares.
[3] REIS, José Carlos. O desafio historiográfico. Rio de janeiro. Ed. FGV, 2010. Pg.54
[4] Hermenêutica é ciência que estuda a arte e a teoria da interpretação. Fenomenologia e o sistema filosófico em que se estudam os fenômenos interiores, a essência do ser, da existência.
[5] REIS, José Carlos. Op. Cit., pp.79
IVANA MATOS PINHEIRO TAVARES
Professora de História na rede particular de ensino de Macaé
Graduada em História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé

Publicado originalmente em

http://pontonulonotempo.blogspot.com.br/2012/07/150-anos-da-imprensa-em-macae-visao-do.html

Comentários desativados em 150 anos da imprensa em Macaé – A visão do historiador

Os 150 anos da imprensa macaense serão lembrados em seminário

O jornal O Polifônico, a Escola Livre de Comunicação e Artes de Rio das Ostras e o Observatório da Memória Macaense convidam a sociedade a participar e a se mobilizar para a realização do seminário: 150 Anos da Imprensa Macaense: Do Monitor Macahense à Era da Informação Compartilhada e dos Blogs de Jornalismo Independente.

Infelizmente esquecido por toda a imprensa local e regional, que sequer deu uma nota sobre o tema na edição de ontem, o dia em que fora publicado o primeiro jornal macaense, 1 de julho de 1862, é lembrado por nós do jornal O Polifônico como um marco que merece atenção e estudo.

Leia o projeto e participe.

Projeto 150 Anos da Imprensa Macaense

Lembro que os convidados citados no projeto ainda estão sendo contatados por nós, não tendo os mesmos assumido ainda nenhum compromisso definitivo para com o mesmo.

LB

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Deixa o sol entrar

Posted in Articulistas, Cidadania, Macaé, Matheus Thomaz, Meio Ambiente by ImprensaBR on 29/06/2012

Por Matheus Thomaz

Deixa o sol entrar, com este mote as Associações de moradores dos bairros Vivendas da Lagoa e Moradas das Garças somadas à ONG SOS Pecado impulsionaram uma mobilização e luta em defesa da Praia do Pecado. Um trabalho de formiguinha sem demagogias políticas e encampado pelos próprios moradores irá se materializar no sábado dia 30 de junho num grande encontro com corrida, caminhada e passeio ciclístico, a partir das 9h.

O objetivo central da mobilização é reduzir o limite máximo da altura dos prédios construídos nesses bairros. Hoje de acordo com a legislação municipal de Macaé a altura máxima seria de 20 m, embora haja uma desconfiança profunda de que alguns prédios ultrapassem esses limites. Os bairros começam a ficar como paliteiros com prédios e mais prédios que não param de brotar do chão. A especulação imobiliária, uma praga urbana, não se sensibiliza nem um pouco com a preservação de qualquer natureza que não seja sua conta bancária. Esse crescimento desordenado produz num impacto ambiental nessa região que sequer tem seu esgoto tratado, além de logo no início da tarde produzir grandes marcas de sombra na areia atrapalhando o lazer em geral.

A Praia do Pecado é uma das mais belas paisagens de Macaé que deve ser preservada, mas será uma luta árdua que vai precisar de muito mais cidadãos que somente os moradores dos bairros, principalmente por se tratar de um patrimônio da humanidade. Aquela área não é exclusividade dos moradores, pertence a todos! Vamos nos somar a essa ação, participar das atividades que irão acontecer: caminhada, passeio ciclístico e uma corrida. Depois curtir um chorinho na praia e fechar com o bom e velho rock and roll. Mais que só uma praiada é uma ação em defesa deste belo cartão postal.

Maiores informações: http://www.ammgar.blogspot.com.br/

Vamos deixar o sol e preservar essa maravilha de cenário!

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Rio das Ostras e região contam com proposta inovadora na Educação

Posted in Cinema, Educação, Macaé, Região, Videofonia by ImprensaBR on 22/05/2012

Projeto ‘O Cinema na Escola’ propõe um novo olhar sobre a educação formal levando as tecnologias audiovisuais para o ambiente escolar

O Cinema na Escola, projeto criado pela jornalista e produtora de mostras e oficinas de cinema e vídeo, Leonor Bianchi, lança esta semana seu portal na Internet. Criado em 2001, quando foi ministrada a primeira oficina de cinema na escola no Instituto de Educação Ismael Coutinho – primeira escola de formação de professores da América Latina -, O Cinema na Escola chega a Rio das Ostras e região.
Utilizando uma plataforma ágil, simples e gratuita, o site do projeto O Cinema na Escola contém sugestões de atividades e oficinas para educadores e alunos, propostas de sessões de cinema voltadas para os objetivos do Projeto Político Pedagógico da escola, dicas de leituras sobre o tema e sugestões de atividades essenciais para quem deseja conhecer mais sobre a utilização do cinema e dos recursos audiovisuais no processo de ensino-aprendizagem.
Os objetivos do Cinema na Escola são: ´
– Inserir a arte do cinema no processo de ensino-aprendizagem por meio de uma visão multidisciplinar como um meio de aproximar o público estudantil da narrativa audiovisual;
– Oportunizar aos educadores e educandos o acesso ao conhecimento da linguagem audiovisual;
– Apresentar o cinema aos estudantes como sendo uma fonte de cultura e agente transmissor de conhecimento;
– Desenvolver a partir do gosto pelo cinema, o senso crítico, estético e cultural sobre nossa localidade, nosso país e o mundo de modo geral;
– Possibilitar o debate inter e transdisciplinar em torno de temáticas atuais apresentadas através de filmes e documentários;
– Estimular que os alunos da rede pública municipal criem o hábito de freqüentar o Cinema, estimulando assim o aprendizado cultural e artístico;
– Promover a integração e o desenvolvimento social, além de oferecer momentos de lazer aos alunos das redes públicas e privadas de ensino
Exibição de cinema brasileiro pode ser obrigatória nas escolas de ensino fundamental, segundo nova lei
Segundo Leonor Bianchi, o aprendizado na escola não pode se restringir unicamente ao cumprimento de horários, tarefas e exercícios, devendo ir muito além do simples formalismo presente no repasse de conteúdos e trabalhos. O aprendizado para ser plenamente alcançado necessita, muitas vezes, sair da rotina do dia-a-dia escolar. Assim, cabe as equipes pedagógica e administrativa da escola buscar alternativas, o que pode ser feito através de uma proposta como esta, pois o cinema serve como um instrumento de debate e reflexão, importante na formação das crianças e adolescentes.Além disso, está em vias de seu sancionada pela presidenta Dilma a lei do senador Cristovan Buarque que torna obrigatória a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica, ressalta a comunicóloga. “A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 14 de maio, por unanimidade o Projeto de Lei nº 7507, de 2010, do Senador Cristovam Buarque, que torna obrigatória a exibição de filmes brasileiros nas escolas de educação básica. Defendido por todas as entidades do setor audiovisual, o projeto altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. O projeto já foi aprovado pelo Senado e agora vai para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Caso seja aprovado sem qualquer alteração será encaminhado para ser sancionado pela Presidenta Dilma Roussef”, destaca Bianchi.
O Cinema na Escola conta com acervo próprio
Além de usar o cinema nacional em todas as suas atividades (oficinas e sessões de cinema na escola), O Cinema na Escola conta com um acervo próprio; o da Videoteca Cinema Popular Brasileiro, que resguarda desde 2004 os filmes inscritos na Mostra Cinema Popular Brasileiro, Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras e obras audiovisuais inscritas espontaneamente por seus realizadores.São quase três mil títulos de curtas, médias e longas-metragens de diversos gêneros, que podem ser inseridos em sessões temáticas para estudantes e alunos.   
Para conhecer mais sobre O Cinema na Escola acesse:
Para conhecer a Videoteca Cinema Popular Brasileiro, acesse:
Para conhecer a Mostra Cinema Popular Brasileiro, acesse:
Para conhecer a Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras, acesse:

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Neste sábado tem Coletivo Só Pra Moer em Macaé

Posted in Cultura, Estereofonia, Macaé by ImprensaBR on 03/05/2012

O grupo de Choro e música popular brasileira Coletivo Só Pra Moer se apresenta no próximo sábado, na cervejaria Devassa, em Macaé, a partir das 12h00.

Para quem não conhece o Coletivo, ou não está juntando ‘o nome à pessoa’, ele é o grupo que toca na Roda Rio de Choro que acontece em Rio das Ostras na praia do Centro.

O grupo tem Luiz Felipe Oliveira na flauta, Rúben Pereira no violão de 7 e Jansen Queiroz no pandeiro.

Vale muito a pena conferir!

A cervejaria Devassa fica na Av. Aluísio da Silva Gomes, 800, Loja 113A, Glória
Entrada principal do Shopping Plaza Macaé
Reservas: 2763 7214

 

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