!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Segue até domingo a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro

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Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins (Seth) em sessão especial de encerramento, nesta 5a feira, 29, no CIEMH2

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 28/08/2013

luz anima acao cartaz

O Anima Cine Macaé homenageia Alvaro Marins, Seth. Caricaturista macaense renomado atuante na primeira metade do século XX. Seth foi nada menos que o primeiro animador de cinema do Brasil.

A sessão que encerra o Anima Cine Macaé é uma homenagem a este que é considerado o Pai da Animação Brasileira e a primeira animação feita no Brasil, Kaiser.

Na sessão serão exibidos três curtas premiados este ano no recém findado Anima Mundi e em outros festivais de animação e o estreante ‘Luz, Anima, Ação’, um longa ainda inédito do grande público, que depois de passar pelas telas apenas do Anima Mundi, agira no começo de agosto, será exibido para o público do Anima Cine Macaé. Imperdível!!!

A sessão do Anima Cine Macaé nesta quinta feira, 29 de agosto, começa às 19 h no CIEMH2, em Macaé, no Sol Y Mar. Entrada é franca e a classificação indicativa livre. Rua Eleosina Pereira de Queiroz Mattoso, 105.

O Anima Cine Macaé 2013 – Festival Internacional de Animação de Macaé é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes. www.animacinemacae.wordpress.com

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Começa hoje o Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Internacional, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 24/08/2013

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Programação com 34 filmes de diversas nacionalidades segue até 29 de agosto na cidade do Pai da Animação Brasileira

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, começa hoje, às 18h, no distrito do Sana, em Macaé. Ao todo serão exibidos 34 filmes entre curtas, super curtas e longas. O festival continua amanhã no Sana, quarta-feira, dia 28, em Bicuda e quinta-feira, dia 29 de agosto, o Anima Cine encerra seu circuito no CIEHMH² no Sol Y Mar, em Macaé.

Toda a programação do festival é gratuita e pode ser baixada pelo site www.animacinemacae.wordpress.com

Filmes premiados em grandes festivais de animação serão exibidos em Macaé, durante o Anima Cine

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

Macaé: cidade onde nasceu Seth, o pai da animação brasileira

Muita gente ainda desconhece o fato, mas foi em Macaé, litoral norte do estado o Rio de Janeiro, que nasceu o primeiro animador de cinema do Brasil. Seu nome era Alvaro Marins, mais conhecido como Seth, apelido que criou para assinar seus trabalhos como caricaturista para a imprensa carioca da primeira metade do século XX. O ilustrador, desenhista, chargistas e caricaturista macaense foi o responsável pela animação de uma tirinha desenhada por ele mesmo e levada à tela do Cine Pathè em janeiro de 1917, no Rio de Janeiro. O filme animado era ‘Kaiser’, hoje considerado o primeiro filme de animação feito no Brasil por um brasileiro. Seth trabalhou em muitos Jornais cariocas Como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil e tem sua marca registrada na História da Animação Brasileira. Por ter nascido em Macaé e por considerarmos que ele merece ganhar um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade e da animação brasileira.

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Sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro foi um sucesso! Clementina de Jesus, Rainha Quelé, de Weriton Kermes emocionou o público

sessao de abertura do circuito cinema  popular brasileiro leonor bianchiAconteceu, na sexta-feira, 16 de agosto de 2013, a sessão de abertura do Circuito Cinema Popular Brasileiro. O projeto integra as ações de fomento ao cinema brasileiro, formação de público e educação do olhar propostas pela produção da 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontecerá entre 14 e 17 de novembro, em Lumiar, quinto distrito de Nova Friburgo (RJ/ BR).

O filme escolhido pela Curadoria de Cinema para a sessão de abertura do Circuito foi Clementina de Jesus, Rainha Quelé, um documentário de 75 minutos de Weriton Kermes, com muitas imagens de arquivo, bons depoimentos de grandes nomes da música brasileira, entre eles Paulinho da Viola, Cristina Buarque de Holanda, João Bosco, Paula Lima, e de Heron Coelho, autor do livro que deu origem ao argumento do filme.

A receptividade do público foi maravilhosa, tendo a fita emocionado a todos os presentes, que saíram da sessão reflexivos diante da memória da imagem, da vida e da obra da pessoa que foi Clementina de Jesus, personalidade de suma importância para a cultura e a música brasileiras.

As sessões do Circuito acontecerão até o dia 8 de novembro, sempre às sextas-feiras, às 19h30, com entrada franca.

No dia 14 de novembro começará a 10a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro. De 14 a 17 de novembro em Lumiar. As inscrições para a 10a Mostra Cinema Popular Brasileiro já estão abertas pelo site www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com 

A Mostra Cinema Popular Brasileiro e o Circuito Cinema Popular Brasileiro têm
Realização – Curadoria de CinemaEscola Livre de Comunicação e Artes,
Casa Cultural Mata AtlânticaVideoteca Cinema Popular Brasileiro
Assessoria de Comunicação – ImprensaBR Assessoria de Comunicação
Divulgação e Promoção – Jornal O Polifônico
Parceiros – Cineclube Lumiar e Tribuna Livre Cultural

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10a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre inscrições de filmes

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Videofonia by ImprensaBR on 12/08/2013

10a mostra cpb

Com o tema ‘Memória, Identidade e Pertencimento’, a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre, hoje, o período de inscrições de filmes para sua décima edição.

A mostra acontecerá entre 14 e 17 de novembro (feriado de Proclamação da República) em Lumiar, quinto distrito de Nova Friburgo.

Para inscrever seu filme gratuitamente, acesse o Regulamento e a Ficha de Inscrição no site da mostra http://mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com/ As inscrições vão até o dia 28 de setembro pelo site da mostra.

A única exigência para o filme participar da mostra é ser uma produção brasileira.

A mostra não é competitiva e toda sua programação terá entrada franca.

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Anima Cine Macaé divulga filmes selecionados para sua primeira edição

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Macaé, Região, Rio das Ostras, Turismo, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 07/08/2013

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé acontecerá de 24 a 30 de agosto

O Anima Cine Macaé, Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé divulga hoje a seleção dos filmes que serão exibidos na primeira edição do festival.

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Animação polonesa ‘Angel’, de Agnieszka Skolik.

 

Segundo a curadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, a programação foi pensada e construída em cima de uma demanda regional de contato e aproximação com o gênero. “Mesmo com os meios digitais de comunicação, muita gente no interior não conhece outro tipo de animação que não seja os desenhos da Disney e os mangás japoneses. Consideramos este aspecto e preferimos criar um panorama didático, digamos assim, para selecionar as obras. O formato pensado para esta curadoria seguiu a tendência das janelas dos festivais mais significativos de animação que existem hoje no mundo, mas não esquecemos de olhar para o nosso quintal, afinal somos interior, estamos no interior. Macaé é uma cidade transatlântica, mas aqui é interior do Brasil… Exibiremos filmes premiados em Annecy (o maior do gênero no mundo) e tantos outros que estão hoje, neste momento, sendo exibidos no Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil, mas também exibiremos animações locais, de gente de Macaé, a terra do pai da animação brasileira, o mote do Anima Cine Macaé, inclusive! Isso mostra a intenção da Curadoria em dialogar com as produções regionais sem desconsiderar que há uma grande escola de cinema de animação fora do Brasil. Uma escola mais antiga e que merece respeito, mas que hoje, com o acesso às ferramentas de produção de um filme animado, nada perde à criatividade dos animadores brasileiros. Alguns (muitos), inclusive, trabalham lá fora, mas assinam a realização de vários filmes como sendo feitos no Brasil. O Brasil tem se revelado um grande produtor de animação para cinema. A publicidade domina um nicho que acaba fomentando o surgimento de novos realizadores a cada dia”, comentou a curadora do festival.

Foram selecionados 32 filmes, dentre estes, três longas-metragens. A relação dos selecionados e os programas do Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé já está online no site www.animacinemacae.wordpress.com

O Anima Cine é uma realização de Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes.

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O Anima Cine invadiu a redação d’O Polifônico!!!! É tempo para uma reflexão social inteligente e provocadora, característica deste gênero cinematográfico, e o curta animado ‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ nos remete bem a esse estado de reflexão crítica sem perder o bom humor…

imagine

‘Imagine uma menina com cabelos de Brasil…’ A animação do ilustrador e animador Alexandre Bersot será exibida no Programa de abertura do Anima Cine Macaé, dia 25 de agosto, no CriaSana. Para ver toda a programação de filmes, acesse o site do festival aqui. O Anima Cine tem programação gratuita.

Realização: Curadoria de Cinema e Escola Livre de Comunicação e Artes
Comunicação: ImprensaBR

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Cinema no Sana: Distrito serrano de Macaé receberá sessão de abertura do Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Estado, Internacional, Macaé, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 25/06/2013

Iniciativa partiu da produção do festival após receber inscrições de filmes realizados por alunos da Escola Municipal do Sana

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Peito do Pombo. Símbolo do Sana e de sua maior riqueza: a natureza.

Após receber inscrições de filmes realizados no Sana durante uma oficina de fotografia ministrada pelo multi artista Moisés Bruno Heguedusch Santos, a produção do Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé, decidiu levar a abertura do projeto para o distrito serrano de Macaé. O objetivo é incentivar a produção local e prestigiar a comunidade, que ainda não conta com um cinema alternativo ou com um circuito cineclubista de exibição.

“Buscamos dialogar e conhecer a pessoa que tinha inscrito esses filmes no festival a fim de aproximar a produção da comunidade e saber se havia interesse desta em receber sessões do Anima Cine, e a resposta foi positiva”, conta a produtora executiva do Anima Cine, Leonor Bianchi.

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Planet of the apes, versão original, 1968, em Super 8, foi um dos filme exibidos no Sana, em 2001.

“O Sana tem tradição em produção cultural e artística desde os anos 60, mas ainda não aconteceu por lá um festival de cinema, o que, aliás, tem tudo a ver com a vocação turística do lugar. Conhecemos a Festa do Sana, a famosa banda Raiz do Sana, que tornou o lugarejo conhecido em todo o Brasil e até fora do país e motivou o aparecimento de muitos músicos e alguns festivais de música no arraial, sabemos da existência de diversos grupos e coletivos culturais que atuam na comunidade fazendo apresentações circenses, musicais, folclóricas, mas cinema ainda não vi chegar ao Sana. Em 2001, levei meu Super 8 para lá e exibi muita fita animada e uns curtas adultos no bar do Madeira, o Telektonon. Depois disso, com minha atuação em Lumiar e São Pedro da Serra com a Mostra Cinema Popular Brasileiro, acabei não retornando ao Sana para fazer mais exibições. Agora, com a presença do Anima Cine na comunidade, tenho expectativas de que consigamos criar um circuito exibidor alternativo no Sana. Estou em diálogo com pessoas da comunidade para começarmos a criar uma mobilização em torno do assunto e futuramente realizarmos uma oficina de cineclubismo, para que mais adiante possamos pensar em criar um cineclube no Sana. Um cineclube com programação permanente e gratuita. Minha intenção não é apenas levar o Anima Cine para o Sana e depois descer a serra sem deixar algo de concreto para a comunidade com a ida do projeto para lá. A ideia é que o festival tenha sim o seu papel enquanto formador de plateia, fomentador do turismo e do contato da comunidade local com a produção cultural macaense, brasileira e mundial de animação, mas que funcione também como um convite para a aproximação da comunidade com o cinema e a linguagem audiovisual, para que esta possa desfrutar do espetáculo cinematográfico permanentemente e não só no momento do festival”, observa a produtora executiva, que também assina a concepção do Anima Cine Macaé.

Abertura do festival será dia 24 de agosto

O Sana foi o local escolhido para abrir o Anima Cine Macaé. A comunidade do charmoso vilarejo incrustado na Mata Atlântica do norte-fluminense e os turistas que subirem a serra poderão participar das sessões de cinema e da Oficina de Sonoplastia durante o final de semana de 24 e 25 de agosto. Haverá exibições de filmes para todas as idades, com entrada franca.

Anima Cine exibirá produção local vencedora do Prêmio Menino Caranguejo

iza ajuda a natureza

Alunos da Escola Municipal do Sana durante a oficina de fotografia que originou o curta animado ‘Iza ajuda a natureza’, selecionado para o Anima Cine Macaé.

A programação de filmes do Anima Cine ainda não está fechada porque as inscrições ainda estão abertas através do site do festival, até 29 de junho. Ainda não há confirmação da Curadoria a respeito dos filmes que serão exibidos, mas, considerando a relevância e especificidade de uma animação produzida no Sana, distrito macaense, inscrita no festival, a Curadoria Nacional do Anima Cine considerou que a obra audiovisual já estaria classificada. “Um dos objetivos do Anima Cine é incentivar as produções locais e regionais. Quando vi que o distrito do Sana tinha duas produções inscritas no festival, procurei assistir os filmes e considerei pertinente selecionar um das obras. Trata-se de um filme cujo tema levantado é a preservação ambiental. Tenho dito sempre, que o Sana pode ser o lugar ideal para o Anima Cine abrir uma janela de exibição voltada para a temática socioambiental. E como existem produções do gênero voltadas para essa temática! Daria para fazer um festival só de animações sobre o assunto. A inscrição espontânea do curta-metragem ‘Iza ajuda a natureza’ (2’24’’/ 2011) no Anima Cine é a prova disso. O filme foi feito por sete alunos do primeiro grau da Escola Municipal do Sana durante uma oficina de fotografia ministrada por Moisés Bruno Heguedusch Santos. A animação ganhou o 6º lugar no Prêmio Menino Caranguejo, do Instituto Caranguejo de Educação Ambiental, de Joinvile (SC) e será exibida junto com outros curtas na sessão de abertura do Anima Cine Macaé, dia 24 de agosto.

A animação é feita com técnica stop motion e bonecos de massinha. A direção de arte do filme trabalhou com cenários produzidos a partir de materiais reutilizáveis, como papelão e recortes de tecidos. O professor da oficina, Moisés Bruno Heguedusch, assina a edição do curta, mas as crianças da escola criaram o argumento e o roteiro do filme, nomearam a personagem e construíram toda a evolução da estória.

Sambando dará uma Oficina de Sonoplastia

Durante o Anima Cine haverá uma Oficina de Sonoplastia oferecida pelo Sambando – Núcleo Social de Cultura e Arte – um dos principais fomentadores ativos da cultura no Sana e entidade parceira do Anima Cine. O Sambando será a sede do Anima Cine no Sana.

A oficina será ministrada por Rodrigo Bucair, percussionista, fundador, presidente e professor do Sambando.

Poderão participar jovens com mais de 13 anos. As inscrições serão gratuitas e começarão uma hora antes do início da oficina, na base da produção do Anina Cine no Sana, no sábado, 24 de agosto. A Oficina de Sonoplastia terá duração de três horas diárias dividas entre os dias 24 e 25 de agosto.

Participe do Anima Cine Macaé! De 24 e 25 (Sana), de 26 a 30 de agosto de 2013 no Sana e no Solar dos Mellos, em Macaé, Rio de Janeiro (BR).

Curta a Fan Page do projeto.

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Curso de Cinema Ambiental em Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Meio Ambiente, Região, Rio das Ostras, Videofonia by ImprensaBR on 25/06/2013

O Curso de Cinema Ambiental (CUCA) é um projeto desenvolvido pelo Núcleo de Arte, Mídia e Educação (AME) da UFRJ-Macaé. É um curso prático que mistura diversas áreas do conhecimento, uma forma coletiva e criativa de fazer pesquisa com o outro.

O CUCA busca proporcionar uma experiência em equipe visando à elaboração coletiva de filmes ambientais. Uma construção subjetiva das relações entre sociedade, natureza e políticas públicas.

Cada curso é realizado em uma semana, durante esta semana criamos coletivamente o nosso olhar com “personagem” registrado.

PRÓXIMO CURSO: 12 a 16 de agosto de 2013.

Período de inscrição: 01 a 31 de julho de 2013.

SELEÇÃO 6º CUCA

Clique AQUI para baixar o EDITAL DE SELEÇÃO.  

Clique AQUI para baixar a FICHA DE INSCRIÇÃO.

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Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de sonoplastia. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé orgulha-se de ser a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé tem orgulho deste marco ainda pouco conhecido no mundo. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser
Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

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Faculdade de Educação da UFF promove debate com Maria Prestes, viúva de Luiz Carlos Prestes, nesta quarta-feira

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Cultura, Educação, Estado, Videofonia by ImprensaBR on 17/06/2013

A Faculdade de Educação da UFF promove no dia 19 de junho um debate sobre a vida de ambos e a restituição do cargo de Prestes como senador. O evento ocorrerá às 14h, no Auditório Florestan Fernandes da Faculdade de Educação, Bloco D, Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói. Haverá projeção dos filmes “O Capitão e o Poeta” e “Maria Prestes: Filme sobre a Vida da Viúva do Líder Luiz Carlos Prestes”, momento de autógrafos do livro “Meu companheiro: 40 anos ao lado de Luiz Carlos Prestes”. Toda a programação é aberta ao público.

Fonte: Agência UFF de Notícias

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Anima Cine Macaé terá lançamento de longa-metragem sobre a animação no Brasil

O filme Luz, anima, ação será exibido durante o festival e após a sessão haverá debate com a equipe de realização. Em breve mais detalhes…

Documentário longa-metragem coproduzido pelo Canal Brasil, que resgata a fabulosa trajetória da animação brasileira desde o pioneiro “O Kaiser” ao boom produtivo que expande fronteiras!

O filme tem direção de Eduardo Calvet, produção de Felipe Haurelhuk. Veja no link do teaser a equipe completa.

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Termina hoje o período de inscrição para o Festival de Cinema Ambiental da UFRJ Macaé

Posted in Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Meio Ambiente, Videofonia by ImprensaBR on 11/06/2013

A programação será composta por mostras competitivas e programas especiais

festival cinema ambiental ufrj macae

Terminam hoje as inscrições de curtas-metragens para a 2ª edição do Festival Cinema Ambiental UFRJ Macaé, que acontece no dia 28 do mesmo mês no campus da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Macaé. O festival, por meio da difusão da produção cinematográfica no formato curta-metragem, objetiva incentivar a produção local de filmes e estimular a reflexão e o debate sobre os temas Meio ambiente, Poluição e Impactos ambientais, Indústria de exploração dos recursos naturais e suas consequências, e Imigrações urbanísticas e o crescimento das cidades. As inscrições são gratuitas.

Para realizar a inscrição, o candidato deve ler atentamente o regulamento, preencher a ficha de inscrição disponível no site e enviá-la para o e-mail cineambientalmacae@gmail.com. Será necessário enviar também uma cópia do filme em CD ou DVD por via postal, para o endereço que se encontra no regulamento, ou pessoalmente. Podem se inscrever curtas-metragens de ficção, animação ou documentário, com duração máxima de 15 minutos, produzidos a partir de 2011, e que versem sobre os temas propostos para esta edição do evento. Não serão aceitos filmes jornalísticos nem publicitários.

A mostra competitiva se divide em três categorias: Profissional, destinada à exibição de produções realizadas profissionalmente; Estudante, que exibirá produções realizadas exclusivamente por alunos de nível fundamental, médio ou superior, que estejam cursando seus respectivos anos letivos e devidamente matriculados; e Amador, para a qual não serão exigidos filmes em alta definição, priorizando-se a mensagem passada pela obra. Os vencedores de cada categoria receberão premiação simbólica, um certificado assinado pelo coordenador de extensão da UFRJ Macaé e eventuais prêmios extras. O resultado da seleção será comunicado em 21 de junho, e os selecionados serão informados por e-mail. Para mais informações, acesse o site oficial do Festival Cinema Ambiental UFRJ Macaé.

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De Seth aos Malditos Caricaturistas: Vem aí o Anima Cine Macaé

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Macaé, Notas, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 10/06/2013

Seth, o macaense caricaturista que fez a primeira animação brasileira e que inspira o Anima Cine Macaé  -Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé -, inspirou também uma enorme geração de caricaturistas brasileiros. O longa-metragem Malditos Cartunistas é um documentário imperdível para quem curte o assunto. No filme, as últimas três, quatro gerações de ilustradores e caricaturistas de nosso país contam como começaram a trabalhar como desenhistas… No link, assista uma entrevista com Daniel Paiva, Diretor do Documentário.

Plano Geral 796 – 22/12/12 from Cine Magazine on Vimeo.

Inscreva seu filme até 20 de julho pelo www.animacinemacae.wordpress.com

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Primeira animação feita na Bahia, Boi Aruá, está na sessão do Anima Cine Macaé Especial para o Cineclube Cinemofônico

Posted in Cineclube Cinemofônico, Cinema, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 16/05/2013

LB

Nossa região está recebendo um projeto de relevante interesse no setor cultural. Trata-se do Anima Cine Macaé, o primeiro festival internacional de cinema de animação da região Norte Fluminense.

O Polifônico é realizador do Anima Cine e, a partir de hoje, prestigiará o gênero Animação em suas sessões do Cineclube Cinemofônico.

Abrindo a programação especial do Anima Cine Macaé no Cinemofônico, apresentamos a obra-prima Boi Aruá (1984), longa-metragem de animação brasileiro dirigido por Chico Liberato.

Boi_Aruá

O desenho animado inspirado na literatura de cordel conta a história de um fazendeiro cujo poder é desafiado sete vezes pela extraordinária aparição de um boi misterioso, o Boi Aruá.

Baseado no imaginário do sertanejo nordestino, Boi Aruá é muito mais do que uma simples e didática adaptação do universo nordestino: é uma transposição extremamente criativa desta cultura para o audiovisual. Com um traço típico dos desenhos de cordel, mas à diferença de J. Borges, tem uma estética própria, singela e poética. A própria narrativa é peculiar, nada óbvia e com diálogos soltos, ficando completamente justificada dentro do mergulho mitológico desejado.

Boi Aruá é a primeira animação produzida na Bahia. O filme tem trilha orquestrada por Ernest Widmere e música de Elomar.

O enredo conta a história de um vaidoso e austero vaqueiro (Tibúrcio), que cisma em capturar um boi selvagem e encantado (Aruá). O desejo de laçar o boi mandinguento se torna uma obsessão que diz muito sobre a personagem. O boi é metamórfico – ora é um simples animal, ora uma espécie de Exu, ora vira uma constelação, ora é o próprio vaqueiro. No curso da história, a verdadeira natureza do Boi se revela ao vaqueiro Tibúrcio.

Sobre o diretor

Francisco Liberato já realizou 10 curtas. Sua carreira começa em 1972 filmando “Anti-strofe”, e seu o último, curta é “Um Outro”, de 2008.

Seu recente projeto é o longa-metragem “Ritos de Passagem”, no qual lançou mão da computação gráfica pela primeira vez um de seus filmes. Na produção, que já correu muitos festivais de cinema de animação, seu filho, João Liberato, assina a trilha sonora, que mistura música erudita com instrumentos regionais como alfaia e agogô.

ritos_de_passagem_chico_liberato

Em entrevista ao IRDB Instituto de Radiodifusão da Bahia, Chico contou quais são seus planos para o próximo projeto: “Resgatar a história da fundação do Brasil. Desenhar e animar tribos indígenas, o tráfico de escravos e a colonização portuguesa até desembocar nos dias atuais, cujo símbolo maior de encontro cultural é o carnaval”, disse.

Assista o trailer de Ritos de Passagem

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Quissamã tem cinema, mas o cinema não está em Quissamã

Posted in Brasil, Cidadania, Cinema, Cultura, Denúncia, Editorial, Educação, Região, Videofonia by ImprensaBR on 12/05/2013
cinema quissamã

Quissamã tem cinema. Este foi construído há menos de 10 anos e funciona no Sobradinho, onde acontece uma cena cultural. Quero assistir cinema brasileiro no cinema de Quissamã e não home vídeo estadunidense, e infantis que só deseducam meus filhos… @Videoteca Cinema popular Brasileiro

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Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Educação, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 10/05/2013

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de animação. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé é a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé se orgulha deste marco ainda pouco conhecido, mas ainda não sabe a dimensão do que isso significa. Seth foi um ícone na ilustração brasileira, e a cidade, agora, com este Festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

Por ter nascido em Macaé e por consideramos que ele merece um lugar de destaque na História da Animação Brasileira, Seth e a Animação ganharam este projeto como forma de resgate a esta parte da história da cidade.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência em todo o Brasil e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser

Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

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Conservação e Preservação do acervo da Hemeroteca do Solar dos Mellos

Página da Hemeroteca Digital de Macaé

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Sessão Clássica Musical no Cineclube Lumiar

Posted in Cinema, Nova Friburgo, Videofonia by ImprensaBR on 26/03/2013

CLASSICA MARÇO

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Realizador de curtas-metragens exibidos em diversas edições da Mostra Cinema Popular Brasileiro vira pauta de programa no Canal Brasil

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Mostra Cinema Popular Brasileiro, Videofonia by ImprensaBR on 25/03/2013

esquinas 6

LB

O Programa Esquinas, do Canal Brasil fez um documentário sobre o cineasta e empresário Ricardo Rodrigues, de São João de Meriti, RJ, que vem se destacando na realização de materiais audiovisuais na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, em São João de Meriti, onde segundo o próprio roteirista e realizador, não há nenhum projeto voltado à cinema tanto no que tange à produção de filmes ou exibição de produções locais.  

O documentário mostra Ricardo atendendo seus fregueses em seu açougue (sim, ele tem um açougue!!!), até a realização do curta “Tela Preta” feito com os produtores e atores do seu movimento Cinema de Guerrilha da Baixada.

O programa será exibido em maio, no Canal Brasil.

Ricardo já teve alguns de seus curtas exibidos na Mostra Cinema Popular Brasileiro, entre eles, ‘O Mendigo’ e ‘Gigantes da Alegria’, que marcou o segundo dia de exibição da mostra, no ano passado, em São Pedro da Serra, pelo fato de tratar de um tema ainda pouco abordado pela cinematografia brasileira; o nanismo e a inserção social dos que nasceram anões.

Para saber mais sobre o filme e sobre a mostra: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com  

Para conhecer o Cinema de Guerrilha da Baixada: http://www.cinemadeguerrilha.com.br

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ANCINE lança pacote de editais de incentivo à coprodução com quatro países

Posted in Brasil, Cinema, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 20/03/2013

A ANCINE abriu nesta segunda-feira, dia 18, as inscrições para três editais de coprodução com Argentina, Uruguai e Portugal, além de um edital de desenvolvimento de projetos em parceria com a Itália. No total, serão investidos, pela ANCINE e pelas instituições correspondentes dos demais países envolvidos, R$ 4 milhões na produção de dez projetos de longa-metragem e no desenvolvimento de outros seis projetos.

Os editais com Argentina, Uruguai e Portugal preveem concursos para a concessão de apoio financeiro a projetos de produção de longas-metragens dos gêneros ficção, documentário ou animação, cujas filmagens ainda não tenham sido iniciadas até a data de abertura das inscrições. No Brasil, concorrem projetos apresentados por produtoras brasileiras que participem na condição de coprodutoras minoritárias. Projetos de coprodução com participação majoritária brasileira devem ser apresentados pelos sócios locais na Argentina, Uruguai e Portugal.

Com o Uruguai e a Argentina, os editais acontecem pelo terceiro ano consecutivo. No caso da Argentina, serão selecionados dois projetos de coprodução majoritariamente brasileiros, e dois projetos majoritariamente argentinos. Cada projeto selecionado receberá, em moeda local, recursos de valor correspondente a 250 mil dólares. As inscrições na Argentina são feitas através do Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales – INCAA.

Já o concurso relativo ao Uruguai contemplará dois projetos, sendo um majoritário de cada país, e cada um deles receberá o equivalente a 150 mil dólares. No Uruguai, a instituição responsável pelo edital é o Instituto do Cinema e do Audiovisual do Uruguai – ICAU.

O edital de coprodução com Portugal retoma, após hiato de um ano, a mais antiga e tradicional parceria desse tipo mantida pela ANCINE. Em moldes parecidos com os acordos com os países sul-americanos, a ANCINE e o Instituto do Cinema e do Audiovisual – ICA investirão, em moeda local, um total correspondente a 600 mil dólares em quatro projetos, dois deles com participação majoritária de produtoras brasileiras, e dois com participação majoritária portuguesa.

Finalmente, o acordo com a Itália diz respeito ao apoio para desenvolvimento de projetos com potencialidade para coprodução entre os dois países. É a segunda vez que a ANCINE e a Direzione Generale per Il Cinema da Itália estabelecem um programa conjunto desse tipo. O edital contemplará um total de seis projetos, sendo três a serem escolhidos pela ANCINE e três pelos italianos. No total, caberá às duas entidades um aporte de 160 mil euros (convertidos em moeda local) a serem utilizados para o desenvolvimento dos projetos de coprodução. A ANCINE escolherá dois projetos de autores iniciantes, cada um beneficiado com 25 mil euros, e um projeto de autor não iniciante que receberá 30 mil euros. De acordo com a definição do edital, é considerado autor iniciante aquele que teve produzido, no máximo, um roteiro de sua autoria ou dirigido, no máximo, uma obra de longa-metragem.

O prazo de inscrição para os quatro editais se encerra no dia 2 de maio de 2013. Os projetos devem ser encaminhados em envelope lacrado, por portador ou serviço de encomenda expressa para o endereço do Escritório Central da ANCINE. Os regulamentos dos concursos, os formulários e a documentação necessária para a inscrição podem ser consultados no portal da ANCINE www.ancine.gov.br.

Fonte: Revista de Cinema

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Mulheres são flagradas vendendo CDs e DVDs piratas em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidade, Denúncia, Macaé, Rio das Ostras, Trabalho e Renda, Videofonia by ImprensaBR on 20/03/2013
Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que apreendeu cerca de 500 mídias piratas que seriam comercializadas por ambulantes ilegais.

Foto de Maurício Rocha (Secom PMRO), feita em 2011 depois de uma operação da Secretaria de Ordem Pública e Controle Urbano e da Coordenadoria de Fiscalização, ligada à Secretaria de Fazenda de Rio das Ostras, que aconteceu no Centro da cidade.

Leonor Bianchi

A Avenida Amaral Peixoto (no trecho que corta a cidade ela não é chamada de rodovia) mais movimentada de Rio das Ostras, onde se concentra grande parte do comércio da cidade divide espaço com ambulantes piratas, há muito tempo. Casos de apreensão de produtos falsificados ou sem nota são notificados frequentemente no local.

Esta semana, vendedores ambulantes – duas mulheres de 35 e 45 anos – tiveram 1.400 mídias apreendidas pela Polícia Militar, enquanto tentavam vender CDs e DVDs,  que foram levados para a 128ª DP, em Rio das Ostras. Depois de autuadas e de pagarem a fiança na Delegacia, as mulheres surpreendidas pela PM com as mídias, foram liberadas e responderão em liberdade pelo crime de pirataria.

Venda de chips de celular acontece irregularmente à luz do dia, em Macaé

O comércio pirata não acontece apenas em Rio das Ostras. Em Macaé a atividade crece diariamente, é só caminhar pelo centro da cidade, nas orlas de Imbetiba e Cavaleiros para ver muitos mascates sem licença da prefeitura vendendo de um tudo.

Semana passada, uma mulher de aproximadamente 40 anos vendia chips de celular de uma operadora específica à luz do dia, no coração de Macaé, a metros da Câmara Municipal da cidade, a Rua Direita. Muitos guardas municipais fazem ronda no trecho, mas não vimos nenhuma abordagem á mulher que comercializava chips a R$ 5,00 sem nota fiscal e autorização legal para tanto.

Apreensão de mídias digitais piratas no DF subiu 11% em um ano, diz Comitê de Combate à Pirataria

A apreensão de mídias digitais (CDs e DVDs) em 2012 subiu 11% em relação ao mesmo período de 2011. Entre dezembro e janeiro do ano passado foram apreendidos 1.279.580 produtos, enquanto que, no ano retrasado, o saldo foi 1.143.364.

Os resultados das operações contra a pirataria e ao comércio irregular feitas em 2012 foram divulgadas hoje (8) pela Secretaria de Estado da Ordem Pública e Social do Distrito Federal (Seops), por meio do Comitê de Combate à Pirataria.

Houve um aumento de 57% nas fiscalizações feitas no mesmo período dos anos de 2011 e de 2012. Em 2011, foram feitas 633 fiscalizações, enquanto que no ano passado, o número aumentou para 998.

A operação Presença é uma ação preventiva e representa 47% desse total. Ela consiste na ocupação prévia dos agentes nas áreas de intensa movimentação, como os centros de Brasília, de Taguatinga, de Ceilândia e do Gama, e tem como objetivo fazer com que os fiscais permaneçam nos locais durante todo o dia.

A estratégia teve resultados positivos e registrou uma queda no número de apreensões nesses pontos. Na Feira dos Importados de Taguatinga, local considerado o maior ponto de comércio de mídias piratas do DF, a quantidade de mídias apreendidas diminuiu de 780 mil para 465 mil de 2011 para 2012, uma queda de 40%. 

Segundo o secretário da Seops, José Farias Rodrigues, o número é significativo, mas o foco é diminuí-lo cada vez mais. “A criação do comitê nos possibilitou trabalhar de forma integrada, trocando informações para que a gente possa combater com mais eficiência a pirataria e o comércio irregular”, disse Rodrigues.

O número de presos por pirataria, durante todo o ano de 2012 foi 183 pessoas, que foram indiciadas pelo crime de violação do direito autoral, que está previsto no Artigo 184 do Código Penal. Caso sejam condenadas, a pena pode variar de dois a quatro anos de prisão, além do pagamento de multa.

Fonte: Agência Brasil

 

Números da Pirataria no Brasil

A Câmara de Comércio dos Estados Unidos e o Conselho Empresarial Brasil Estados Unidos, em parceria com a Associação Nacional pela Garantia dos Direitos Intelectuais (Angari), apresentaram, em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, relatório sobre o consumo de produtos piratas no Brasil realizado pelo IBOPE. A pesquisa “O impacto da pirataria no setor de consumo” revela que, neste ano, houve urna redução na compra dos falsificados em diversas categorias, em comparação com 2007. A pesquisa mostra ainda que o Brasil deixou de arrecadar, só nos primeiros dez meses deste ano, R$ 18,6 bilhões em impostos, quase 5% do total arrecadado entre janeiro e setembro deste ano, que foi de cerca de R$ 480 bilhões.

No período de 17 a 22 de setembro foram entrevistadas 1.715 pessoas, com idade acima de 16 anos, residentes nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo e constatou-se que 63% dos consultados consomem produtos piratas sempre, às vezes ou já comprou algum item falsificado. No ano passado, este índice foi de 75%. “Essa redução se deve, principalmente, à atuação apreensiva da Receita Federal e de órgãos competentes. No Rio, por exemplo, há delegacias especializadas na pirataria”, avalia o diretor do Angari, José Henrique Werner.

Segundo o relatório, nos últimos dez meses foram apreendidos pela Receita Federal R$ 1 bilhão em produtos piratas, 22% a mais do que em 2006. Os itens mais apreendidos foram os eletroeletrônicos (R$ 79 milhões), cigarros (R$ 77 milhões), óculos (R$ 73 milhões), calçados (R$ 35 milhões) e artigos de informatica (R$ 58 milhões), entre outros. “É um trabalho de quatro anos que começa a dar resultados”, comenta a representante do Conselho Empresarial Brasil EUA, Solange Mata Machado. “Ações integradas entre as autoridades, em diversas cidades, estão proporcionando uma diminuição no consumo ilegal”, completa.

Compras

A pesquisa aponta ainda um crescimento de 24%, em 2007, para 34% neste ano de pessoas que nunca compraram produtos piratas. “Esse aumento pode ser avaliado de duas formas. A primeira é que houve uma mudança no hábito das pessoas porque há urna maior conscientização dos impactos negativos do consumo de falsificado. A segunda é que mudou a logística da rota dos piratas”, explica Werner. Para ele, devido a maior fiscalização nas fronteiras, os traficantes tiveram que alterar sua rota de distribuição, concentrada antes em São Paulo, o que possibilitou uma diminuição dos lugares conhecidos de vendas.

Solange avalia que um dos principais resultados da pesquisa, e que serve como base para aumentar ainda mais o número de não-consumidores de mercadorias falsificadas, é que surgiram dois tipos de perfis: 76% dos entrevistados são compradores eventuais, mulheres da classe média, que se soubessem que a compra ajuda o crime organizado, o tráfico de drogas ou fosse usados para propinas ou prejudicasse sua família, deixariam de consumir. E 24% são compradores convictos, homens de classe mais baixa, que não são sensibilizados com o fato do ato beneficiar práticas criminosas.

Pontos negativos

Werner, porém, entende que as reduções não são significativas. “Existem muitas pessoas que, mesmo conscientes dos impactos na economia brasileira, preferem comprar produtos piratas por ter preço mais acessível. Apenas 3 em cada 10 pessoas não compram falsificados”. A pesquisa revela que, como nos anos anteriores, 84% dos entrevistados alegam que os produtos ilegais custam menos que a metade do preço dos originais e que isto torna a compra atrativa.

De acordo com a Interpol (International Criminal Police Organization — ICPO), o Brasil movimenta entre R$ 60 bilhões e R$ 70 bilhões com o comércio pirata. No entanto, o que aconteceu nos últimos quatro anos foi uma intensa fiscalização pela Receita Federal. “Há muita coisa a ser feita, mas descobrimos, com este relatório, novos ganchos para atuar”.

Dados atuais

Segundo o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, o Brasil deixa de arrecadar hoje R$ 40 bilhões por ano com pirataria e contrabando. Além disso, dois milhões de empregos formais deixam de ser criados por conta desse problema.

Fonte: Firjan

 

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UFF divulga resultado do concurso de ideias para revitalização do Cine Icaraí

Posted in Cultura, Educação, Videofonia by ImprensaBR on 11/03/2013
19 - Cinema Icaraí, Icaraí, Niterói (A)
Após se reunir entre os dias 4 e 6 de março, a Comissão Julgadora anuncia o resultado do concurso de ideias da Universidade Federal Fluminense para recuperação e revitalização arquitetônica do prédio do Cinema Icaraí. Os avaliadores elegeram como primeira colocada uma equipe formada por estudantes da UFF e da UFRJ, sob a orientação da professora Rosina Trevisan Martins Ribeiro, com a coorientação de Andrés Martín Pássaro e a consultoria de Maria Lygia Alves de Niemeyer e Patrizia Di Trapano. A ideia vencedora foi elaborada pelos estudantes Bruno Amadei Machado, David Baptista Lima de Mendonça, Lívia Borges Romariz, Natália Asfora Moutinho e Raissa Macedo Gerheim. O grupo será contemplado com um prêmio de R$ 5 mil.
Conheça as ideias da equipe vencedora e das que ficaram em 2º e 3º lugar: (more…)

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Cinco anos de Cineclube Lumiar

Posted in Cidadania, Cultura, Editorial, Educação, Nova Friburgo, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 25/02/2013

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O último domingo foi um dia especial para os militantes do cinema de Lumiar (Nova Friburgo, RJ) e para a comunidade local. Foi comemorado em grande estilo o aniversário de cinco anos de atividade do Cineclube Lumiar.

Muitas pessoas compareceram para compartilhar a alegria dos gestores do Cineclube. Dentre elas, eu, que fui convidada também a exibir na ocasião o documentário O povo do cinema de Lumiar. Emocionante.

São momentos como os que vivi ontem que sinalizam que o caminho é este e que a militância não pode parar.

Vida longa ao Cineclube Lumiar. Vida longa ao cinema nacional.

Parabéns a todos aqueles que trabalham para este movimento acontecer, mas, principalmente, parabéns ao público, que nesses cinco anos tem sido fiel ao Cineclube levando sugestões, críticas e o fundamental para que tudo isto aconteça: sua presença a cada nova sessão.

Que venham muitos, mas muitos outros anos…

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Comemoração de cinco anos do Cineclube Lumiar exibirá o clássico ‘O povo do cinema de Lumiar’

Flávio Nascimento e Luisa são personagens do filme que abriu uma nova possibilidade para o cinema em Lumiar, em 2004.

Flávio Nascimento e Luisa são personagens do filme que abriu uma nova possibilidade para o cinema em Lumiar, em 2004.

As comemorações do quinto ano de atividades do Cineclube Lumiar (Nova Friburgo), acontecerão no próximo domingo, no próprio cineclube.

Entre as atrações artísticas que estão programadas para o dia, não poderiam faltar as exibições de cinema. E neste dia o filme rodado em 2004 no vilarejo ‘O povo do cinema de Lumiar’ será exibido junto a outras fitas-surpresa.

O filme é um documentário de 20 minutos dirigido pela jornalista e produtora da Mostra Cinema Popular Brasileiro, Leonor Bianchi. Ambos, o filme e a Mostra comemoram dez anos em 2013 e a ocasião certamente será de muita emoção não apenas para a realizadora, que depois de apresentar o filme em 2004 na Ação Rural, em Lumiar, nunca mais voltou a exibir o curta no vilarejo onde foi gravado, mas principalmente para a comunidade local, que vem demandando há tempos da diretora do doc. uma nova exibição do filme. Ano passado, em novembro, o curta foi exibido na abertura da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, mas não em Lumiar e sim na cidade vizinha, São Pedro da Serra, na Casa Cultural Mata Atlântica.

O filme tem depoimentos de moradores antigos e de pessoas que vieram de outras cidades para Lumiar, como Maria Cristina (da Oficina Escola As Mãos de Luz), Flávio Nascimento (o Poeta), Luisa (contadora de histórias), o professor Ari Celso, professores do Colégio Estadual Carlos Maria Marchon, Mestre Messias (violeiro e artista plástico já falecido), assim como Seu Denir Klein, pai do Vovô (do bar do Vovô), que também já se foi, entre outros.

O filme indaga o que o povo de Lumiar assiste na TV e no cinema e como a comunidade e a escola assumem o papel de protagonistas da narrativa histórica dos fatos locais utilizando o cinema e o audiovisual.

A sessão começa às 19h, a classificação indicativa é livre e a entrada é franca. O Cineclube Lumiar fica na Rua Dep. Amâncio Mario de Azevedo, 145, (em frente ao lago de Lumiar).

Não perca ‘O povo do cinema de Lumiar’ no próximo domingo, dia 24 de fevereiro, nas comemorações de cinco anos do Cineclube Lumiar.

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Curta Criatura na sessão desta terça-feira no Cineclube Cinemofônico

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 22/01/2013

O curta Criatura, de Márcia Bretas, é nossa sugestão de hoje para a sessão de cinema do Polifônico, no Cineclube Cinemofônico.

O vídeo foi realizado na oficina do Festival do Recine, em 2005, ano em que foram restauradas imagens em 16 mm da antiga e extinta TV Tupi. Kinescopado, esse material, essas imagens, sem data, sem som, sem contexto (com cerca de dois segundos e meio no máximo) virou um filme. Na verdade, vários filmes, pois além do curta de Márcia, outros foram realizados ao longo da oficina Recine por quem participou da mesma.

“O festival do ano tinha como proposta central (re)significar essas imagens dentro de um cotexto atual e eu trabalhei em cima disso realizando um documentário que retrata um comportamento do ser humano que se repete em todos os lugares e através dos tempos”, comenta a diretora do curta.

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São Pedro da Serra ganha novo espaço de cultura

casa_da_mata_atlanticaFoi inaugurada, no dia 1 de novembro, a Casa Cultural Mata Atlântica. A Casa fica em São Pedro da Serra, Nova Friburgo e está aberta com uma extensa programação cultural.

Na Casa funciona o Empório Mata Atlântica com seu restaurante e a venda de produtos orgânicos, vinhos, pães e bolos integrais, compotas, conservas, cachaças de todo o Brasil e cervejas artesanais. Ainda na lojinha do Empório, podem ser encontrados artigos de vestuário feitos por artesãos de Nova Friburgo, artesanatos brasileiros e uma livraria especializada em história regional e meio ambiente.

Na última semana do ano (data a confirmar) acontecerá uma roda de choro com grandes instrumentistas. Além da música, a programação se estende ao cinema com o Cineclube Mata Atlântica, que realiza sessões aos sábados e domingos com entrada franca (acompanhe a programação do Cineclube através da fan page da Casa).

Videoteca Cinema Popular Brasileiro

A Casa Cultural Mata Atlântica guarda o acervo da Videoteca Cinema Popular Brasileiro. São centenas de títulos que podem ser assistidos na própria Casa, nas sessões do Cineclube ou em sessões pré-agendadas.

Os filmes da Videoteca podem ser solicitados para exibições em associações de diversas naturezas, escolas públicas e projetos de diversas naturezas. Para solicitar algum título é necessário enviar um e-mail para a Casa.

A Casa recebe reservas para hospedagem e camping.

Para saber mais sobre a Casa Cultural Mata Atlântica, acesse http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689, ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

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Beira Rio, documentário de Diogo Costa, vencedor da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é o filme da sessão do Cinelube Cinemofônico desta terça-feira

Posted in Cineclube Cinemofônico, Cultura, Meio Ambiente, Videofonia by ImprensaBR on 27/11/2012

BEIRA RIO (documentário, 2011) from Diogo Costa Pinto on Vimeo.

Direção: Diogo Costa Pinto

Tempo de duração: 43min, Brasil, 2011

Gênero: Documentário

Ano: 2011

País de origem: Brasil

Estado/ Cidade: São Paulo/ São Jose dos Campos

Sinopse: No município de São José dos Campos uma comunidade se instala à beira rio para sobreviver dos benefícios da pesca. São 140 pessoas, a maioria ligada por laços de parentesco, que contam sobre sua identidade, suas dificuldades, sua relação com a família e os vizinhos, suas crenças e aspirações futuras.

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Segue online a 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Editorial, Educação, Estado, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 07/11/2012

LB

Começou na quinta-feira dia 1 a 9a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro. Este ano a mostra acontece presencialmente em espaços culturais de São Pedro da Serra e no Sarau Monster, dia 11, em Barra de São João, e também online, através do site da mostra (www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com).

Mais um ano de sucesso e reconhecimento do público são pedrense, que na noite de sábado lotou o espaço da sala de cinema da Casa dos Saberes e aplaudiu de pé a sessão!

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é competitiva para os filmes que estão no site, e o público pode curtir através do botãozinho do Facebook os filmes que mais gostar. Os três filmes mais curtidos ganharão a tradução do roteiro para o inglês. a premiação é oferecida pela empresa BVaz Idiomas, parceira da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro.

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro passou ainda pela Casa Cultural Mata Atlântica, na Bocaina dos Blaudts, em São Pedro da Serra, onde foi exibido no dia 1, durante a abertura da mostra, o curta-metragem dirigido por mim ‘O Povo do Cinema de Lumiar’. O filme foi gravado em 2004 e exibido naquele ano na primeira edição da mostra no vilarejo friburguense. Com depoimentos de muitos moradores tradicionais da cidadezinha, o filme é um documento importante para a memória local e ficou marcado na história de Lumiar como sendo o segundo filme a ser rodado no lugar. Nos anos 70 uma obra abordando a Coluna Prestes, que esteve ali, foi gravado em Lumiar. Depois de sua exibição em 2004, o curta O povo do Cinema de Lumiar não tinha mais sido exibido para o público local, oque transformou a sessão de abertura da 9a Mostra cinema Popular Brasileiro um momento muito especial.

Para assistir aos filmes da mostra, acesse http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com.

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9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro começa nesta quinta-feira, dia 1°

Posted in Brasil, Cineclube Cinemofônico, Cultura, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 30/10/2012

Sessão de abertura será durante a pré-inauguração da Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra 

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro começa nesta quinta-feira dia 1°, véspera de feriado nacional de finados, e segue até 12 de novembro. Este ano, pela primeira vez a mostra acontece também pela Internet. Na programação presencial duas cidades participam damostra: Nova Friburgo, onde a mostra começou, em 2004, e Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu, inseridaeste ano no circuito de exibição da mostra.

Exibições pela Internet possibilitarão ampliação do público

No dia 1°, a mostra abre o calendário 2012 pela Internet,pelo site www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.comonde todos que assistirem aos filmes poderão votar através do botão Curtir e ajudar a eleger os três melhores filmes da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro.

E embora a Internet tenha mudado um pouco o perfil da mostra, sua idealizadora e coordenadora geral, Leonor Bianchi, acredita que o ponto positivo dessa mudança seja a ampliação do acesso do público aos filmes da mostra, possibilitado pela exibição online dos mesmos. Ela afirma, que esta é uma nova maneira de assistir cinema, que se impõe cada vez mais, e a mostra quer conhecer quem são os realizadores que trabalham também para o ambiente virtual,e quem é o público do cinema exibido na rede.

Segundo a produção da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, este ano a mostra recebeu filmes de todas as regiões do Brasil, mas pelo fato de ter aberto sua programação também de forma online, houve uma redução significativa do número de filmes inscritos. “Sempre fizemos a mostra de maneira não competitiva e sempre recebemos filmes de excelente nível de todo o Brasil. De dois anos para cá escolhemostentar desenvolver um perfil competitivo além dos Panoramas Informativo, e Regional e isso atraiu mais inscrições, o que é um dado; as pessoas procuram inscrever seus filmes em mostras e festivais que tenham premiações. Este ano, pelo fato de termos levado a plataforma de exibição da mostra para o ambiente virtual, extrapolando as janelas das salas de cinema convencionais, comerciais ou em salas de cinema digital de centros culturais e educativos recebemos menos filmes que nos anos anteriores, cerca de 30% a menos”, comenta a idealizadora da Mostra Cinema Popular Brasileiro, Leonor Bianchi, explicando que muitos realizadores não inscrevem seus filmes porque em nível nacional e internacional centenas de mostras e festivais de cinema exigem que a obra seja inéditainclusive e, sobretudo, na Internet.

Mostra volta para Friburgo, na serra, mas terá sessão em Barra de São João, no mar

Ela comenta ainda, que depois de um ano sem acontecer em Nova Friburgo a mostra volta para o município para ficar e consolidar seu espaço no cenário das atividades artísticas, culturais e turísticas de São Pedro da Serra. “Ano passado a mostra aconteceu em Macaé e Rio das Ostrasquebrando um ciclo de sete anos sem interrupção de sua realização em Friburgo,nos distritos de Lumiar e São Pedro da Serra. A mostra aconteceu em 2004 em Lumiar e já no ano seguinte foi para o Espaço Cultural São Pedro da Serra, onde ficou até 2010.

Este ano conquistamos uma nova parceria em São Pedro da Serra; a Casa dos Saberes. A Casa é coordenada pela advogada e educadora ambiental, Lia Caldas, e por Reinaldo Queiroz, morador antigo de São Pedro,pessoa envolvida desde sempre com as atividades culturais locais, e conta ainda com a colaboração de um extenso coletivo de militantes e ativistas ambientais e culturais de são Pedro da Serra e região. Seu público frequentador é eclético e vai desde o morador local, o agricultor, os educadores, os estudantes, as crianças… chegando aos turistas, atraindoos curiosos. Só por essa variedade de possibilidades de público que encontramos na Casa dos Saberes para dialogar com a mostra já estou empolgada com a parceria e com as exibições que acontecerão lá. Tenho certeza que serão dois dias intensos de exibição, além de estarmos dentro de um feriado nacional quando a mostra passar por lá”, destaca Leonor.

Ao todo serão exibidos 48 filmes durante a mostra. Escolha a sua sessão presencial ou virtual… e curta!

Os três filmes mais curtidos pelo público ganharão a tradução de seu roteiro para o inglês. Os prêmios são oferecidos pela empresa Bvaz Idiomas, parceira da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro é realizada pelo jornal O Polifônico – Jornalismo de Intervenção (www.opolifonico.wordpress.com), Escola Livre de Comunicação e Artes (ELCA) (www.escolalivredecomunicacaoeartes.wordpress.com), com apoio da Associação Cultural Rio das Artes (ACRA,) (www.associacaoculturalriodasartes.wordpress.com), Bvaz idiomas (www.bvazidiomas.com.br) e Videolog.

Casa Cultural Mata Atlântica faz sua pré-inauguração com exibição do documentário ‘O povo do cinema de Lumiar’ gravado há nove anos e nunca mais exibido em público

Ainda na abertura da mostra haverá uma sessão especial durante a pré-inauguração da Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra. Na sessão será exibido o curta-metragem documentário da jornalista e idealizadora da Mostra Cinema Popular Brasileiro ‘O povo do cinema de Lumiar’,realizado em 2004 e exibido apenas na primeira edição da mostra e nunca mais assistido novamente pelos moradores locais,que participaram do filme e pelas novas gerações. Na sequencia serão exibidos outros curtas. A sessão está marcada para às 18h00, e o endereço é Estrada Manoel Kinupp S/N°, Bocaina, São Pedro da Serra, Nova Friburgo (RJ).

No final de semana seguido do feriado de finados, nos dias 3 e 4 a mostra acontecerá na Casa dos Saberes, em São Pedro da Serra, às 19h, mantendo sua programação na Serra do Alto Macaé.

Mostra também terá sessão especial no Monster sarau, em Barra de São João

No dia 11, durante o Sarau promovido pelo Coletivo Monsterem Barra de São,mais curtas serão exibidos dentro da programação da 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, que termina no dia 12 de novembro.Neste dia, a mostra acontecerá na Av. Oceânica N°, 249, Pousada da Barra, N◦ 249. A sessão vai acontecer dentro da programação do Sarau, marcado para começar a partir das 16h.

O coletivo Monster é formado por alunos do curso de produção Cultural da UFF PURO de Rio das Ostras e por moradores e agentes culturais de Rio das Ostras, Barra de São João e outras cidades da região. Leia mais sobre (link sobre o coletivo publicada em O Polifônico em meados de setembro).

Todas as sessões da 9ª Mostra Cinema popular Brasileiro têm entrada franca. A Classificação Indicativa dos filmes deve ser verificada na Programação.

Veja a Programação:

http://mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com/programacao-9a-mostra-cinema-popular-brasileiro/

Contato para mais informações: cinemapopularbrasileiro@gmail.com

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Mostra de Cinema de Rio das Ostras apresentará filmes selecionados no próximo final de semana

Posted in Cidade, Cultura, Macaé, Videofonia by ImprensaBR on 02/10/2012

Por LB

A equipe de produção da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro, que acontece em Rio das Ostras, Macaé, Nova Friburgo e através da Internet em novembro próximo está na reta final da seleção das obras inscritas para a edição 2013.

Este ano a Mostra recebeu mais de 700 filmes de todas as regiões do Brasil. Destes, a Curadoria escolherá aproximadamente 60 para serem exibidos este ano. São produções que infelizmente não chegam às salas de cinema e que, através da mostra, o público dessas três cidades tem a oportunidade de conhecer.

Este ano a Mostra Cinema Popular Brasileiro inova e leva as exibições dos filmes para o ambiente virtual. Sim, a Mostra Cinema Popular Brasileiro acontecerá também pela Internet e o público ajudará a escolher os três melhores filmes da mesma. Os três vencedores ganharão a tradução de suas obras para o inglês pela empresa BVaz Idiomas, parceira da Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Se você inscreveu seu filme na Mostra, fique atento; no próximo sábado os selecionados serão divulgados no site do projeto: http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro é uma produção do jornal O Polifônico com apoio cultural da Associação Cultural Rio das Artes (ACRA).

Além da BVaz Idiomas, é parceiro da 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro a plataforma Videolog.

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro, em Rio das Ostras, recebe inscrições de filmes até 22 de setembro

Posted in Cidade, Cultura, Educação, Região, Videofonia by ImprensaBR on 04/09/2012

Projeto provilegia o cinema nacional independente e este ano acontecerá também pela Internet

A 9a edição da Mostra Cinema Popular Brasileiro está com isncrições abertas para recebimento de filmes até 22 de setembro. A mostra terá sessões competitivas e não competitivas, online e presenciais, na cidade de Rio das Ostras (RJ). Podem ser inscritos filmes de curta, média e longa-metragem.

Mostra dá destaque a produções regionais

A mostra permanece incentivando a exibição das produções locais e regionais através do Panorama Produções Regionais, que existe desde sua primeira edição. “Temos muita gente fazendo cinema aqui na região da Baixada Litorânea. Há cineclubes consolidados em Cabo Frio, Búzios, Araruama e Iguaba, por exemplo, que saíram da dinâmica das exibições seguidas de debates (apenas) e estão fazendo filmes também. Em Casimiro de Abreu há um grupo de jovens que já vive de cinema e até saiu do Brasil com um de seus filmes. Mas há uma vasta produção também em outras cidades vizinhas como Macaé, Conceição de Macabu, Trajano de Moraes, Cordeiro, Campos dos Goytacazes, entre outras. A Mostra Cinema Popular Brasileiro atua como uma janela para essas produções, como um momento inicial de apresentação dessas obras audiovisuais, como um momento de o realizador se encontrar com o público que está assistindo pela primeira vez seu filme. Além disso, queremos incentivar essas produções audiovisuais, o estudo e a especialização dos jovens realizadores da região”, destacada a jornalista Leonor Bianchi, idealizadora e curadora da mostra.

Panorama Cinema na Escola integra programa da mostra com estudantes e professores da rede pública
Além das produções regionais, outro destaque da mostra são as produções feitas em ambientes educativos formais, ou não, privilegiadas no Panorama Cinema na Escola. Nele são exibidos, em escolas públicas de Rio das Ostras, filmes produzidos por estudantes através de atividades escolares. O panorama prioriza produções de projetos sociais e/ou de alunos das redes públicas de ensino de todo o Brasil.

O Panorama Cinema na Escola é um espaço especial dentro da mostra, considera a curadora, uma vez que é o momento de o projeto dialogar com um público bastante específico, um novo púbico e um público novo, mas, sobretudo, um momento que revela muitas surpresas quando se trata de mostrar o aluno como protagonista do fazer fílmico, o envolver-se com a realização da obra audiovisual”, considera Bianchi.

Panorama Cinema Socioambiental
Desde que 2007 a Mostra Cinema Popular Brasileiro exibe obras que apontam os debates sobre o homem e o meio, sua cultura e suas tradições, no Panorama Cinema Socioambiental. Este panorama foi tão bem recebido, que em 2007 acabou ganhando uma mostra específica; a Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico, que hoje não existe mais, sendo o Panorama Cinema Socioambiental sua representação dentro da programação da Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Por ser a região onde acontece a mostra, uma área de fortes impactos ambientais pela extração de petróleo na Bacia de Campos, de onde são extraídos cerca de 85% do petróleo brasileiro, muitas iniciativas têm trazido à luz novas produções de filmes que pautam o meio ambiente como tema central. Não só o meio ambiente acaba sendo o tema do panorama, mas em sua órbita, o crescimento das cidades emergentes em função do arranjo produtivo do petróleo e gás, o surgimento das cidades médias e as sequelas das cidades que sofrem com a falta de planejamento, ordenamento e infraestrutura. Nos últimos anos, documentários de cineastas brasileiros renomados ilustraram com peso crítico o Panorama Cinema Sociomambiental na Mostra Cinema Popular Brasileiro.

Da serra para o mar
Com o propósito de levar o cinema para a comunidade de Lumiar e São Pedro da Serra, distritos rurais de Nova Friburgo, a mostra consolidou-se no município como um projeto pioneiro de exibição de cinema, desde sua primeira edição, em novembro de 2004.

Em 2011, depois de sete anos acontecendo em Friburgo, a Mostra Cinema Popular Brasileiro desceu a serra e veio para a praia trazendo sua programação para Rio das Ostras, cidade onde ainda não há projetos desta natureza e onde há uma crescente demanda por cursos de cinema e vídeo, por cineclubes e por circuitos exibidores que estejam fora dos modelos comerciais vigentes.

Inscreva seu filme agora!
www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

 

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro: Para aonde e porquê marcha a humanidade?

Posted in Brasil, Cidade, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 29/08/2012

LB

Quem já participou ou participa de algum movimento social ou partido político, provavelmente, já se perguntou sobre o que é capaz de mobilizar as pessoas. Ao mesmo tempo em que a resposta parece escorregadia se mostra bastante palpável em alguns eventos que têm sido amplamente noticiados. No Brasil e no mundo se fala de marcha da maconha, marcha contra as drogas, marcha de Jesus, enfim, eventos que têm mobilizado uma quantidade significativa de pessoas.

Entre março e abril de 1930, Mahatma Ghandi e vários de seus discípulos iniciam uma marcha de protesto contra o domínio britânico na Índia. Naquele contexto, a metrópole britânica havia obrigado a Índia, sua colônia, a comprar bens manufaturados apenas do Reino Unido, proibindo os indianos inclusive de extrair sal em seu país. A marcha durou 25 dias, tinha cerca de 400 quilômetros do interior em direção ao litoral e o grupo parava de cidade em cidade para descansar, de maneira que conquistavam cada vez mais adeptos. Em 6 de abril, junto com cerca de 50 mil indianos, Gandhi foi preso, o que não impediu que a marcha chegasse a seu destino nas salinas em direção a Bombaim.

Antes disso, no Brasil, a Coluna Miguel Costa Prestes, mais conhecida como Coluna Prestes, foi um movimento liderado por militares, que faziam oposição à Republica Velha e às classes dominantes da época. Teve início em abril de 1925, no governo de Artur Bernardes (1922-1926).

No início da década de 1920, o Brasil vivia sob o domínio das oligarquias rurais e setores médios urbanos, como os militares, por exemplo, que começaram a questionar este poder e a pressionar por mais investimentos nas forças armadas.

O primeiro levante militar ocorreu no Rio de Janeiro, em 1924. Liderado pelos tenentes do exército, ficou conhecido como Tenentismo. surgiu uma nova rebelião, desta vez em São Paulo. Depois de muitos combates contra as tropas fiéis ao governo, os revoltosos se refugiaram no interior do Estado.

Enquanto isso, Luis Carlos Prestes, também militar, organizava outro grupo no Rio Grande do Sul. Em abril de 1925; as duas frentes de oposição: a Paulista liderada por Miguel Costa, e a Gaúcha, por Prestes, uniram-se em Foz do Iguaçu e partiram para uma caminhada pelo Brasil.

Com aproximadamente mil e quinhentos homens, a Coluna Prestes percorreu 25.000 quilômetros. Durante dois anos e meio atravessou 11 estados. Do sul, o grupo rumou para centro-oeste do país, percorreu o nordeste, até o estado do Maranhão. Na volta, os combatentes refizeram o caminho, até chegar à fronteira com Bolívia.

Nas cidades por onde passava, a Coluna Prestes despertava apoio da população e a atenção dos coronéis, que também eram alvo das críticas do movimento. Sempre vigiados por soldados do governo, os revoltosos evitavam confrontos diretos com as tropas, por meio de táticas de guerrilha.

Por meio de comícios e manifestos, a Coluna denunciava à população a situação política e social do país num ato quixotesco de Prestes. Quixotesco, mas qual visionário não seria um Don Quixote? Com sua marcha, a Coluna ajudou a abrir os caminhos para a Revolução de 30, enfraquecendo ainda mais o já fragilizado  sistema oligárquico vigente.

Luís Carlos Prestes tornou-se o ícone desta Marcha e ficou conhecido como “O cavaleiro da esperança”. Ele não foi o principal líder da Coluna. Quem tomou a frente do percurso foi Miguel Costa. Mas Prestes era o idealizador, aquele que alimentava o sentimento de liberdade política, voto secreto e justiça social.

Ainda no Brasil, em 1964, o Presidente João Goulart anunciou suas reformas de base. Em resposta, um movimento denominado Marcha da Família com Deus pela Propriedade conseguiu mobilizar cerca de 300 mil pessoas em repúdio a Goulart e suas reformas. A mobilização surpreendeu e sinalizou aos militares brasileiros que uma fração significativa da população era avessa às políticas de Goulart. Cientes do apoio da classe média e pressionados pelo governo estadunidense, os militares promovem um golpe de estado que lhes dão o comando das rédeas da nação até 1985. O Brasil passa a ser governado através de Atos Institucionais. Nossos avós e pais viveram um período em que valores democráticos, como a liberdade de expressão e participação política foram absolutamente cerceados. Pessoas foram mortas e muitas famílias desconhecem até hoje o destino que tiveram seu parentes, filhos, irmãos senão silenciados nos porões da Ditadura Militar.

No final da década de 1970, tem inicio um lento processo de redemocratização. Nos dias 10 e 16 de abril de 1984 os opositores do regime mobilizam uma enorme massa populacional, integrada também pela mesma classe média que serviu de base para os militares em 1964. Primeiro na Praça da Candelária, no Rio, depois na Praça do Anhangabaú, em São Paulo, são mobilizadas cerca de um milhão de pessoas. É o movimento das “Diretas Já”. Em 1985 a eleição presidencial não foi direta. Foi eleito por voto indireto Tancredo Neves, assumindo a presidência José Sarney, já que Tancredo faleceu antes de tomar posse. Ambos políticos chancelados pelos militares.

No início de 2011, um protesto chamado “marcha das vadias” se espalhou de Toronto, no Canadá, para outras capitais mundiais como um viral. A causa inicial teria sido o fato de um policial ter dito que as mulheres, na Universidade de Toronto, não deviam se vestir como vadias para evitar os estupros no campus.

Em 1987 teve início em Londres a “Marcha de Jesus”, que chegou ao Brasil e hoje coloca em marcha mais de sete milhões de fiéis.

A Primavera Árabe e a Marcha dos Indignados

André Gregório

O ocidente criou para si uma imagem tão forte de ter alcançado democracia perfeita que perdeu por completo a capacidade da autocrítica. No momento que o mundo árabe se rebelou contra seus governantes autoritários e conservadores, através de protestos e até mesmo luta armada, todos os países ocidentais se manifestaram a favor da luta do povo árabe pela liberdade e pelos seus direitos. O ocidente deu até mesmo um nome à essa luta: a Primavera Árabe. No primeiro momento uma atitude nobre por parte do ocidente. Alguns países até se uniram para apoiar a luta do povo líbio contra seu líder.

Alguns meses depois, os representantes dos governos ocidentais vêem o mesmo acontecer em seu próprio quintal. Com protestos na Inglaterra, nos Estados Unidos (Washington, Boston, Chicago, Los Angeles, Miami), no Canadá, Espanha, França, Itália entre outros, a Marcha dos Indignados dá forma de protesto ao grito por liberdade e direitos do povo ocidental. E os mesmos representantes que deram armas à luta pela liberdade do povo árabe , viraram as mesmas armas contra a luta de “seu” próprio povo. Calaram o direito do seu próprio povo de contestar e transformar. Assim como fizeram e estão fazendo os tão criticados líderes árabes.

Sem entrar muito no mérito ideológico, cabe ao ocidente perceber que está longe do ideal. Cabe ao ocidente perceber que a evolução social de cada cultura se da a partir dela mesma, e não imposta por uma cultura que se considera superior sem sequer notar que está ruindo de dentro pra fora; apodrecendo.

Primaveras audiovisuais

LB

Temos acompanhado a crescente adesão da juventude nas redes sociais através da Internet e o crescimento, nos últimos anos, de uma série de atos e mobilizações sociais marcadas pela grande rede de comunicação. Ao sair do espaço das redes virtuais e chegar às ruas, os movimentos sociais ganharam força e popularidade, e com eles muitos registros dessas ações cívicas vêm sendo realizados Brasil à dentro.

Um dos temas abordados pelos novos cineastas, documentaristas, são as manifestações sociais, as populações insatisfeitas nas ruas exigindo mudanças de governo, de leis, de sistemas econômicos.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, querendo dar visibilidade a produções audiovisuais e cinematográficas que tiveram origem em algum manifesto popular.

Pretendemos lançar uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais.

O fato de termos estabelecido este tema não significa que apenas filmes relacionados a ele possam participar da Mostra. O tema é uma inspiração, não deve ser restritivo.

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Fora do horário eleitoral na TV, candidato a majoritária de Rio das Ostras coloca nova série de vídeos na Internet

LB

Ninguém viu ainda

Hoje cedo quando assisti aos vídeos que a equipe de MKT político do candidato do PSC ao governo municipal de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino, tinha postado no youtube anteontem quando começou o horário político na TV, o índice de visualizações dos mesmos era zero (O).

Fui a primeira a assistir na rede a série de vídeos onde Sabino aparece contando sua história de vida e fala muito da mãe, Dna. Georgina, que dizia que ele tinha boas mãos pras flores.

No que quase podemos chamar de ‘curta-documentário’ sobre a vida pública e privada do candidato, ele conta histórias de sua infância, lembra dos tempos do gerador de luz no Iate Clube de Rio das Ostras, desligado meia noite, recorda a capina com os amigos de pelada para abrir a pequena várzea que depois virou o campo oficial do Rio das Ostras Futebol Clube…

Sentimentalista, o clima do depoimento do candidato. Ele lembra de quando os primeiros veranistas começaram a chegar em Mariléa, que era ainda a antiga fazenda do Bazim.

Lembra do Clube Cerro, mas não lembra que até hoje nunca fizeram um livreto sequer para que sua história fosse contada. Ano que vem o clube fará 50 anos de fundação.

Disse que ele e seus irmãos sustentaram a família catando ostras dos manguezais, diz saber que hoje já não há mais tantas ostras no rio, mas não admite que o rio das Ostras está poluído.

A quem se dirige a fala do vídeo?

O documentário fala diretamente com o novo morador de Rio das Ostras. Pessoas que vieram morar na cidade nos últimos oito, nove, dez anos. Nele, Sabino chega a chorar várias vezes enquanto relembra fatos de sua vida em Rio das Ostras.

Fiquei apreensiva quando o escutei dizer que deseja retomar com alguns projetos na cidade, como o de cinema…

Ah, sim, quem está COLADO em Sabino e aparece em quase todos os vídeos que o candidato postou na rede é o ator Cosme dos Santos, indicado por ele para comandar a Fundação de Cultura de Rio das Ostras caso seja eleito.

Olha, que precisamos retomar alguns projetos, sim, precisamos, mas não devemos insistir no que deu errado, e o modelo usado no passado para a execução de políticas para o setor audiovisual  em Rio das Ostras, foi horroroso.

Muito sentimentalista e pouco propositivo o vídeo.

Voltando ao cinema e ao nome que vem sendo indicado para lidar tão diretamente com cinema em Rio das Ostras, fica minha pergunta: que roteiro balela foi esse dese documentário? O cidadão, o eleitor não aceita mais documentários políticos mamão com açúcar como esse não. O vídeo pode ter cumprido uma função de liga identitária entre os antigos e novos moradores… sim, pode!… eu daqui quase chorei com Sabino quando ele contou que seu falecido irmão vinha do Rio e se emocionou ao ver o mar chegando na estrada Serra Mar. Passei minha infância brincando no banco de trás do carro com meu irmão de quem via o mar primeiro quando chegasse nesse mesmo ponto da estrada, quando vinha para Mariléa com minha família nos veraneios dos anos 70 e 80…

De fato, quem não conhece a cidade há mais de 30 anos como eu conheço tende a ficar emocionado com a história do candidato, que mais parece uma saga homérica de quem home (teria que profissão se não fosse político?) do que a trajetória de um pescador muito humilde, como ele mesmo afirma ter sido quando criança e durante a juventude em um dos capítulos do documentário.

Fica a sugestão para o eleitor de Rio das Ostras: Vejam o vídeo com olhos críticos e se perguntem onde foram parar nesse roteiro as questões mais sérias sobre Rio das Ostras? Onde foram parar nesse roteiro os problemas com a educação, a saúde, a cultura, a habitação, o meio ambiente, a empregabilidade, a infraestrutura, a distribuição de água, a segurança pública?

Chega a ser patética a situação que um desses roteiristas contratados pelo candidato criou em um outro vídeo da campanha intitulado “O povo pergunta, Sabino responde”. O roteirista tenta dar um clima de naturalização à repulsa pelo morador de rua quando coloca na fala de uma senhora que faz a pergunta a Sabino, o temor a estes. Ela chega a afirmar que tem medo dos moradores de rua que dormem ao relento na rodoviária e não quer que seus filhos vejam ‘essas pessoas’.

Para quem não faz ideia, em Rio das Ostras há um grupo de pessoas, muitas delas da maçonaria, que querem ver liquidados todas as ciganas e moradores de rua que vem parar na cidade. Eles e seus cachorros de rua… Essa posição já foi inclusive argumento para muita matéria levantada pelo jornal O Polifônico. O fato é que no vídeo, Sabino, para poder falar um pouco sobre sua política assistencialista aos moradores de rua já começa falando: ‘Olha, fulana… nós precisamos entender que essas pessoas são nossos irmãos, eles não tem culpa de serem moradores de rua…”, mas não fala absolutamente nada sobre criar políticas de base para dar condições mínimas de acesso a emprego e moradia a essas pessoas. O resultado no vídeo foi uma interpretação forçosa feita pelo candidato em sua resposta, indicada no péssimo roteiro sugerido pela equipe de redação e vídeo. Não funcionou pra mim, mas tem gente que cai! E como tem! Nesse vídeo mesmo… o povo pergunta e Sab.. responde, há vários jovens se apresentando como defensores mesmo do cara, de suas propostas, de seu retorno ao governo municipal de Rio das Ostras.

De fato a situação não está nada razoável, eleitor riostrense. Serão mais oito anos de cineminha mau redigido nas ruas da cidade. Cinema de Rua com filme estadunidense e roteiros tão ruins como estes desses videozinhos que vi esta manhã sobre nosso provável futuro prefeito.

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Mostra de Cinema em Rio das Ostras recebe inscrições até setembro

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Cultura, Educação, Região, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 15/08/2012

Este ano o tema da Mostra Cinema Popular Brasileiro são as ‘Primaveras Audiovisuais’

[videolog 805671]

Para aonde e porquê marcha a humanidade?

LB

Quem já participou ou participa de algum movimento social ou partido político, provavelmente, já se perguntou sobre o que é capaz de mobilizar as pessoas. Ao mesmo tempo em que a resposta parece escorregadia se mostra bastante palpável em alguns eventos que têm sido amplamente noticiados. No Brasil e no mundo se fala de marcha da maconha, marcha contra as drogas, marcha de Jesus, enfim, eventos que têm mobilizado uma quantidade significativa de pessoas.

Entre março e abril de 1930, Mahatma Ghandi e vários de seus discípulos iniciam uma marcha de protesto contra o domínio britânico na Índia. Naquele contexto, a metrópole britânica havia obrigado a Índia, sua colônia, a comprar bens manufaturados apenas do Reino Unido, proibindo os indianos inclusive de extrair sal em seu país. A marcha durou 25 dias, tinha cerca de 400 quilômetros do interior em direção ao litoral e o grupo parava de cidade em cidade para descansar, de maneira que conquistavam cada vez mais adeptos. Em 6 de abril, junto com cerca de 50 mil indianos, Gandhi foi preso, o que não impediu que a marcha chegasse a seu destino nas salinas em direção a Bombaim.

Antes disso, no Brasil, a Coluna Miguel Costa Prestes, mais conhecida como Coluna Prestes, foi um movimento liderado por militares, que faziam oposição à Republica Velha e às classes dominantes da época. Teve início em abril de 1925, no governo de Artur Bernardes (1922-1926).

No início da década de 1920, o Brasil vivia sob o domínio das oligarquias rurais e setores médios urbanos, como os militares, por exemplo, que começaram a questionar este poder e a pressionar por mais investimentos nas forças armadas.

O primeiro levante militar ocorreu no Rio de Janeiro, em 1924. Liderado pelos tenentes do exército, ficou conhecido como Tenentismo. surgiu uma nova rebelião, desta vez em São Paulo. Depois de muitos combates contra as tropas fiéis ao governo, os revoltosos se refugiaram no interior do Estado.

Enquanto isso, Luis Carlos Prestes, também militar, organizava outro grupo no Rio Grande do Sul. Em abril de 1925; as duas frentes de oposição: a Paulista liderada por Miguel Costa, e a Gaúcha, por Prestes, uniram-se em Foz do Iguaçu e partiram para uma caminhada pelo Brasil.

Com aproximadamente mil e quinhentos homens, a Coluna Prestes percorreu 25.000 quilômetros. Durante dois anos e meio atravessou 11 estados. Do sul, o grupo rumou para centro-oeste do país, percorreu o nordeste, até o estado do Maranhão. Na volta, os combatentes refizeram o caminho, até chegar à fronteira com Bolívia.

Nas cidades por onde passava, a Coluna Prestes despertava apoio da população e a atenção dos coronéis, que também eram alvo das críticas do movimento. Sempre vigiados por soldados do governo, os revoltosos evitavam confrontos diretos com as tropas, por meio de táticas de guerrilha.

Por meio de comícios e manifestos, a Coluna denunciava à população a situação política e social do país num ato quixotesco de Prestes. Quixotesco, mas qual visionário não seria um Don Quixote? Com sua marcha, a Coluna ajudou a abrir os caminhos para a Revolução de 30, enfraquecendo ainda mais o já fragilizado  sistema oligárquico vigente.

Luís Carlos Prestes tornou-se o ícone desta Marcha e ficou conhecido como “O cavaleiro da esperança”. Ele não foi o principal líder da Coluna. Quem tomou a frente do percurso foi Miguel Costa. Mas Prestes era o idealizador, aquele que alimentava o sentimento de liberdade política, voto secreto e justiça social.

Ainda no Brasil, em 1964, o Presidente João Goulart anunciou suas reformas de base. Em resposta, um movimento denominado Marcha da Família com Deus pela Propriedade conseguiu mobilizar cerca de 300 mil pessoas em repúdio a Goulart e suas reformas. A mobilização surpreendeu e sinalizou aos militares brasileiros que uma fração significativa da população era avessa às políticas de Goulart. Cientes do apoio da classe média e pressionados pelo governo estadunidense, os militares promovem um golpe de estado que lhes dão o comando das rédeas da nação até 1985. O Brasil passa a ser governado através de Atos Institucionais. Nossos avós e pais viveram um período em que valores democráticos, como a liberdade de expressão e participação política foram absolutamente cerceados. Pessoas foram mortas e muitas famílias desconhecem até hoje o destino que tiveram seu parentes, filhos, irmãos senão silenciados nos porões da Ditadura Militar.

No final da década de 1970, tem inicio um lento processo de redemocratização. Nos dias 10 e 16 de abril de 1984 os opositores do regime mobilizam uma enorme massa populacional, integrada também pela mesma classe média que serviu de base para os militares em 1964. Primeiro na Praça da Candelária, no Rio, depois na Praça do Anhangabaú, em São Paulo, são mobilizadas cerca de um milhão de pessoas. É o movimento das “Diretas Já”. Em 1985 a eleição presidencial não foi direta. Foi eleito por voto indireto Tancredo Neves, assumindo a presidência José Sarney, já que Tancredo faleceu antes de tomar posse. Ambos políticos chancelados pelos militares.

No início de 2011, um protesto chamado “marcha das vadias” se espalhou de Toronto, no Canadá, para outras capitais mundiais como um viral. A causa inicial teria sido o fato de um policial ter dito que as mulheres, na Universidade de Toronto, não deviam se vestir como vadias para evitar os estupros no campus.

Em 1987 teve início em Londres a “Marcha de Jesus”, que chegou ao Brasil e hoje coloca em marcha mais de sete milhões de fiéis.

A Primavera Árabe e a Marcha dos Indignados

André Gregório

O ocidente criou para si uma imagem tão forte de ter alcançado democracia perfeita que perdeu por completo a capacidade da autocrítica. No momento que o mundo árabe se rebelou contra seus governantes autoritários e conservadores, através de protestos e até mesmo luta armada, todos os países ocidentais se manifestaram a favor da luta do povo árabe pela liberdade e pelos seus direitos. O ocidente deu até mesmo um nome à essa luta: a Primavera Árabe. No primeiro momento uma atitude nobre por parte do ocidente. Alguns países até se uniram para apoiar a luta do povo líbio contra seu líder.

Alguns meses depois, os representantes dos governos ocidentais vêem o mesmo acontecer em seu próprio quintal. Com protestos na Inglaterra, nos Estados Unidos (Washington, Boston, Chicago, Los Angeles, Miami), no Canadá, Espanha, França, Itália entre outros, a Marcha dos Indignados dá forma de protesto ao grito por liberdade e direitos do povo ocidental. E os mesmos representantes que deram armas à luta pela liberdade do povo árabe , viraram as mesmas armas contra a luta de “seu” próprio povo. Calaram o direito do seu próprio povo de contestar e transformar. Assim como fizeram e estão fazendo os tão criticados líderes árabes.

Sem entrar muito no mérito ideológico, cabe ao ocidente perceber que está longe do ideal. Cabe ao ocidente perceber que a evolução social de cada cultura se da a partir dela mesma, e não imposta por uma cultura que se considera superior sem sequer notar que está ruindo de dentro pra fora; apodrecendo.

Primaveras audiovisuais

LB

Temos acompanhado a crescente adesão da juventude nas redes sociais através da Internet e o crescimento, nos últimos anos, de uma série de atos e mobilizações sociais marcadas pela grande rede de comunicação. Ao sair do espaço das redes virtuais e chegar às ruas, os movimentos sociais ganharam força e popularidade, e com eles muitos registros dessas ações cívicas vêm sendo realizados Brasil à dentro.

Um dos temas abordados pelos novos cineastas, documentaristas, são as manifestações sociais, as populações insatisfeitas nas ruas exigindo mudanças de governo, de leis, de sistemas econômicos.

A 9ª Mostra Cinema Popular Brasileiro, querendo dar visibilidade a produções audiovisuais e cinematográficas que tiveram origem em algum manifesto popular.

Pretendemos lançar uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais.

O fato de termos estabelecido este tema não significa que apenas filmes relacionados a ele possam participar da Mostra. O tema é uma inspiração, não deve ser restritivo.

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9a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre período de inscrições – Este ano a mostra inova e acontece também pela Internet

Posted in Cidade, Cultura, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 13/08/2012

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro abre hoje, dia 12 de agosto de 2012, o calendário das atividades deste ano. As inscrições de filmes podem ser feitas através do site da mostra http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com.

É a primeira vez que um projeto de exibição de cinema e vídeo da Região dos Lagos acontece presencialmente e também pela Internet. A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro deste ano acontecerá em espaços públicos e privados da cidade, em uma escola municipal, e no site da mostra, possibilitando o maior acesso do público aos filmes participantes com esta última opção.

Homenagem ao jornalista Benoni Alencar

Propondo uma reflexão sobre a democratização das novas mídias digitais no Brasil, a maior capacidade de acesso da juventude aos novos suportes de captação de imagem, e a difusão audiovisual no cenário das mobilizações sociais, a mostra presta uma homenagem ao militante e jornalista morto ano passado em Rio das Ostras, Benoni Alencar.

A iniciativa foi da organizadora da mostra, a também jornalista, Leonor Bianchi. Segundo ela, a homenagem ‘in memorian’ a Benoni Alencar foi criada para que a data de sua morte não seja esquecida e para que seu pensamento não seja silenciado. “Benoni teve uma vida dedicada à busca pelos diretos humanos, pela liberdade, pela democracia, tudo o que estamos tratando nesta mostra. Não poderíamos nos furtar a mencionar seu nome na edição da mostra e fazer ecoar seu grito, que soará eternamente nas mentes dos estudantes, dos ativistas socialistas, dos homens bem. É preciso que Rio das Ostras valorize seus homens de bem e permita que suas histórias não sejam apagadas pelo tempo ou por condições ideológicas conflitantes com as de quem conta a história oficial”, ressalta a jornalista e organizadora da mostra.

Benoni foi líder estudantil na época da ditadura militar e por sua intensa atuação no movimento estudantil foi preso em Teresina. Nesse tempo criou o codinome “Geovane de Valença”. Após perseguições políticas, veio para o Rio de Janeiro, e escolheu a cidade de Niterói para viver com sua família. Na chamada Região Oceânica, em Niterói, escreveu para diversos jornais locais, foi ícone das lutas dos trabalhadores, atuou em partidos de esquerda.

Nos últimos anos vinha defendendo a linha de pensamento apresentada por militantes do PSOL e tornou-se fundador do Núcleo do PSOL Serramar ao lado de jovens militantes de Rio das Ostras e Macaé.

Em sua casa, no Palmital (Rio das Ostras), promovia verdadeiros seminários sobre política, filosofia, sociologia… foram muitos os amigos que ali compartilharam momentos inesquecíveis de grande troca e aprendizagem.

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Rio das Ostras, Rosemberg Cariry, e os Núcleos Audiovisuais de Desenvolvimento Sustentável

Posted in Brasil, Cidade, Comunicações, Cultura, Economia, Videofonia by ImprensaBR on 01/08/2012

LB

O Conselho Superior de Cinema terá sua diretoria renovada. Rosemberg Cariry, que presidia a atual gestão enviou um e-mail, que deveria ser lido por todos que pleiteiam cargos no setor de Cultura nos próximos mandatos políticos.

Estou temerosa pelos rumos que as discussões sobre cultura – e dentro dela o setor audiovisual -, vem tomando em Rio das Ostras. Pelo que consta, querem transformar Rio das Ostras numa ‘roliúdi’ roceira metida à besta e superfaturada. Vejo o caminho inverso do que Rosemberg fala em seu documento acontecer aqui em casa, por que seria?

Em tempo… a…

Cultura (gestão) tem que ser feita e pensada por gente do lugar. Não adianta falar de glocalização, de absorção de culturas e transcriação de saberes e tradições porque isso não funciona na vida burocrática. Fica lindo apenas nos livros densos de antropologia, mas no gabinete e nas ruas, nos muros, nas telas, a cultura é feita de outra maneira. E quem pensa essa cultura, para vibrar por ela, precisa sentir-se pertencente ao lugar, a essa cultura. A afirmativa não é hermética, apenas uma identificação do que funciona e do que não funciona na gestão deste setor.

Não gostaria de ver a nova gestão que virá – seja qual for – suplantar as iniciativas culturais que brotam do povo, dos agentes culturais locais, mas sei que o caminho para que o setor tenha uma gestão coletiva e coerente com o modelo mais básico de gestão cultural que está rolando mundo afora e Brasil a dentro, será de muita luta e alguns desgaste, prevejo.

Leia a carta e-mail enviado por Cariry.

IDEIA PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DOS NÚCLEOS AUDIOVISUAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (correspondentes aos núcleos de agricultura familiar)

Valorização, consolidação e inclusão das micro, pequenas e médias empresas, voltadas para a produção audiovisual regional, já instaladas ou que venham a ser instaladas, de forma a integrá-las no processo nacional de desenvolvimento sustentável do audiovisual.

Um breve diagnóstico aponta que muitas destas micro, pequenas e médias empresas, ONGs e núcleos familiares, ligadas a atividades audiovisuais, tematicamente especializadas na produção de vídeos (cantorias, romarias, turismo, religiões afro-brasileira, espiritismo, música, futebol e etc) devem ser atraídas para a inclusão legal, através do apoios às suas atividades produtivas e treinamento especializado das suas equipes.

Isto significará milhares de micro, pequenas e médias empresas incluídas ao processo de legal do crescimento econômico brasileiro e as pequenas e micro empresas irão produzir centenas de horas de conteúdo audiovisual, tecnicamente melhorado, que poderão fluir não apenas no mercado informal de DVDs (como acontece agora), mas também nas TVS comunitárias e públicas e mesmo em algumas salas, através de circuito popular de exibição digital, a exemplo de alguns filmes de longas-metragens que fazem imenso sucesso no mercado informal. Terá especial atenção, neste programa, as pequenas produtoras de filmes de Arte que trazem prestígio para a nação e valorizam o nosso capital simbólico, neste caso se aposta também na juventude e na renovação de linguagem.

Através de uma ação interministerial (Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Ministério da Indústria e Comércio, Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério do Trabalho, Ministério da Economia e etc) seriam criadas linhas de créditos específicos, editais específicos, programas de inclusão e de melhoramentos para as micro, pequenas e médias empresas, nas cinco regiões do país. A SAV e o SEBRAE, junto com outros ministérios e secretárias, podem trabalhar juntos neste projeto. Uma ação como esta vem de encontro aos esforços do governo federal para o crescimento e sustentabilidade da indústria e do processo econ�?mico brasileiro.

É preciso criar novos paradigmas e tirar do audiovisual o seu escopo excludente e a sua aura de inatingível, reservada apenas para as empresas de maior porte e os grandes produtores, em uma concentração de renda antissocial e contrária à integração nacional e ao pacto federativo.

Temos duzentos milhões de habitantes neste país e um filme nacional considerado de sucesso tem um 2 milhões de espectadores, portando todo o dinheiro investido na cultura vai para financiar o privilégio de 1% fs população, confinada ao espaço do shopping center. A pergunta que não quer calar é: existe vida inteligentes fora dos shoppings center? Por que não fazemos o menor esforço para que o cinema saia dos guetos dos shoppings center? A quem interessa este atual modelo? Perguntem ao homem Aranha e a resposta virá no extrato da sua conta bancária.

É preciso seguir o exemplo da agricultura familiar, responsável pela parte do alimento que chega à mesa do cidadão brasileiro. No caso do audiovisual estamos falando do pão do espírito, em “Padaria espiritual”, como queriam os modernistas cearenses, no ano de 1892, antecipando em 30 anos a semana de arte de 22.

No novo modelo, seriam financiadas também micro, pequenas e médias empresas de distribuidores e exibidores, com atuação regional e nacional. Volta-se à ideia dos cinemas de família (3 a 10 salas por empresa), em cidades pequenas e de porte médio, bem como os cinemas itinerantes (centenas de cinemas ambulantes, como na Índia), rodoviários e hidroviários, com apoio do BNDS, Banco do Nordeste e outros bancos de desenvolvimento regionais, SEBRAE, da SAV, da ANCINE e de outros ministérios através de um programa comum. Também os cineclubes seriam convidados a participar deste processo, retomando o exemplo do projeto do CINEPOP. Seriam assim financiadas, por todo o país, núcleos sustentáveis de micro, pequenas e médias empresas regionais de exibição e distribuição, de modo a criar um novo modelo social, econ�?mico e cultural para o cinema brasileiro. Podemos ser a Nova Índia, assegurando para o produto audiovisual brasileiro mais de 60% do mercado interno. Isto
significaria também uma grande injeção de recursos na economia popular, podendo tal projeto ser compreendido dentro das políticas de distribuição de renda e de compensação postas em prática pelo Governo brasileiro. Todas as salas seriam com exibição digital através de tecnologias já existentes, desenvolvidas pelas universidades brasileiras. Os cinturões digitais instalados no diversos estados contribuiriam para a difusão destes conteúdos audiovisuais.

Outra proposta que pode transformar por completo o panorama atual do audiovisual no Brasil e que, no mínimo, 50% de todos os filmes realizados no país, depois de cinco anos do seu lançamento, fossem submetidos a uma comissão pública, com membros de diferentes áreas da cadeia produtiva e das representações sociais, �?para serem licenciados, ao custo médio – por exemplo – de R$200.000,00 ou R$ 300.000,00 cada um, para exibição em todo os circuitos de TVs públicas, TVs Educativas, TVs comunitárias, de infovias (banda larga), hospitais, asilos de terceira idades, creches, sindicatos, comunidades quilombolas, etc e etc. Sendo também acessível o seu uso pelas escolas públicas e universidades brasileiras. Este programa será desenvolvido pela Programadora Brasil, devidamente transformada, com um conselho com representante de todas as regiões do país e não apenas do sudeste, que ampliará a compra de direitos também para distribuição em bancas de revistas e livrarias da produção nacional, a preços populares (tipo cinco reais um DVD). Ao mesmo tempo em que o produtor audiovisual brasileiro estaria sendo visto por milhões, estaria também sendo reforçadas as produtoras como pequenos núcleos sustentáveis de produção. Este dinheiro obtido com a venda das licenças financiaria ou ajudaria a financiar o novo projeto da pequena empresa e o surgimento de uma indústria sustentável e de um cinema verdadeiramente popular. Viveríamos um boom de desenvolvimento no setor.

PROJETO SUSTENTÁVEL DE DESENVOLVIMENTO AUDIOVISUAL REGIONAL

A SAV, juntamente com a ANCINE, cuidará de articular novos arranjos produtivos, através de Fundos Regionais Audiovisuais e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual nas cinco regiões do Brasil.

A ideia de criação destes fundos e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual, nas regiões, parte da premissa de que é preciso mudar o quadro que se está desenhando de forma concentracionário e asfixiante da diversidade, ampliando a produção audiovisual em todo o país, incentivando novos modelos de produção (novos arranjos produtivos) e de construção estética.

No Nordeste, a sugestão é de que o fundo seja composto por recursos do FSA, do FNE (Fundo Constitucional para Desenvolvimento do Nordeste), do Banco do Nordeste, do BNDES e por empresas públicas e privadas que já participam de muitas produções cinematográficas (trata-se agora de ordenar, de racionalizar, de melhor operacionalizar estes investimentos).

O Nordeste (assim como as outras regiões do Brasil) pode se tornar uma Nova Índia, no que se refere à produção do audiovisual popular. É preciso lembrar que a indústria do forró, do axé, dos festejos de São João (incluindo o mega negócio que é o carnaval no Nordeste), independente dos poucos méritos culturais e estéticos, cresceu à margem de todas as multinacionais do disco e mesmo das grandes redes de televisão e é hoje um negócio de milhões e milhões de reais, forçando a indústria de entretenimento do sudeste a ficar como seu reboque.
Se foi possível para estes setores é possível também para o audiovisual.

Quando falamos em região não estamos falando em espaços fechados e em econ�?micas estáticas. É preciso pensar os fundos regionais abertos para a produção inter-regional. Tudo isto, somado aos editais estaduais existentes, voltado apenas para os realizados dos estados, seria de grande importância e ajudaria a mudar o atual perfil da produção brasileira.

Uma outra ideia que toma corpo é que cada uma das regiões tenham uma TV Pública (TV NORDESTE, por exemplo), via satélite, reunindo o melhor das programações das TVs educativas, culturais, comunitárias e universitárias regionais. Em cada um destas TVS regionais haverá reserva de conteúdo para outras regiões, de tal forma que seja estabelecida uma grande e generosa rede de produção e exibição de conteúdo brasileiro. Todo o país poderia se ver via satélite.

O produtor Luiz Carlos Barreto apoia e integra todas estas ideias ao plano que ele está propondo, juntamente com várias entidades do cinema brasileiro, para discussão junto ao Governo Federal, ao MinC, à Ancine, à SAV e outras instituições.

Peço à secretaria do Conselho Superior de Cinema que deixe devidamente registrada em ata estas propostas que não são minhas. Em verdade, são propostas democráticas e transformadoras de amplos segmentos sociais da nação brasileira.

 

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Mostra Cinema Popular Brasileiro seleciona currículos de produtores culturais para edição 2012

Posted in Cidade, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 27/06/2012

A 9a Mostra Cinema Popular Brasileiro está recebendo currículos de captadores de recursos para projetos culturais e interessados em atuar na equipe de produção da mostra deste ano.

A mostra acontece na cidade de Rio das Ostras em novembro próximo.

Interessados devem residir em Rio das Ostras, Macaé ou Barra de São João.

Enviar currículo com carta de apresentação argumentando o por quê quer atuar no projeto e qual a relação com a produção audiovisual para cinemapopularbrasileiro@gmail.com até 1 de julho de 2012.

Saiba mais sobre a Mostra Cinema Popular Brasileiro em:

http://www.mostracinemapopularbrasileiro.wordpress.com

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Rio das Ostras e região contam com proposta inovadora na Educação

Posted in Cinema, Educação, Macaé, Região, Videofonia by ImprensaBR on 22/05/2012

Projeto ‘O Cinema na Escola’ propõe um novo olhar sobre a educação formal levando as tecnologias audiovisuais para o ambiente escolar

O Cinema na Escola, projeto criado pela jornalista e produtora de mostras e oficinas de cinema e vídeo, Leonor Bianchi, lança esta semana seu portal na Internet. Criado em 2001, quando foi ministrada a primeira oficina de cinema na escola no Instituto de Educação Ismael Coutinho – primeira escola de formação de professores da América Latina -, O Cinema na Escola chega a Rio das Ostras e região.
Utilizando uma plataforma ágil, simples e gratuita, o site do projeto O Cinema na Escola contém sugestões de atividades e oficinas para educadores e alunos, propostas de sessões de cinema voltadas para os objetivos do Projeto Político Pedagógico da escola, dicas de leituras sobre o tema e sugestões de atividades essenciais para quem deseja conhecer mais sobre a utilização do cinema e dos recursos audiovisuais no processo de ensino-aprendizagem.
Os objetivos do Cinema na Escola são: ´
– Inserir a arte do cinema no processo de ensino-aprendizagem por meio de uma visão multidisciplinar como um meio de aproximar o público estudantil da narrativa audiovisual;
– Oportunizar aos educadores e educandos o acesso ao conhecimento da linguagem audiovisual;
– Apresentar o cinema aos estudantes como sendo uma fonte de cultura e agente transmissor de conhecimento;
– Desenvolver a partir do gosto pelo cinema, o senso crítico, estético e cultural sobre nossa localidade, nosso país e o mundo de modo geral;
– Possibilitar o debate inter e transdisciplinar em torno de temáticas atuais apresentadas através de filmes e documentários;
– Estimular que os alunos da rede pública municipal criem o hábito de freqüentar o Cinema, estimulando assim o aprendizado cultural e artístico;
– Promover a integração e o desenvolvimento social, além de oferecer momentos de lazer aos alunos das redes públicas e privadas de ensino
Exibição de cinema brasileiro pode ser obrigatória nas escolas de ensino fundamental, segundo nova lei
Segundo Leonor Bianchi, o aprendizado na escola não pode se restringir unicamente ao cumprimento de horários, tarefas e exercícios, devendo ir muito além do simples formalismo presente no repasse de conteúdos e trabalhos. O aprendizado para ser plenamente alcançado necessita, muitas vezes, sair da rotina do dia-a-dia escolar. Assim, cabe as equipes pedagógica e administrativa da escola buscar alternativas, o que pode ser feito através de uma proposta como esta, pois o cinema serve como um instrumento de debate e reflexão, importante na formação das crianças e adolescentes.Além disso, está em vias de seu sancionada pela presidenta Dilma a lei do senador Cristovan Buarque que torna obrigatória a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica, ressalta a comunicóloga. “A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 14 de maio, por unanimidade o Projeto de Lei nº 7507, de 2010, do Senador Cristovam Buarque, que torna obrigatória a exibição de filmes brasileiros nas escolas de educação básica. Defendido por todas as entidades do setor audiovisual, o projeto altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. O projeto já foi aprovado pelo Senado e agora vai para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Caso seja aprovado sem qualquer alteração será encaminhado para ser sancionado pela Presidenta Dilma Roussef”, destaca Bianchi.
O Cinema na Escola conta com acervo próprio
Além de usar o cinema nacional em todas as suas atividades (oficinas e sessões de cinema na escola), O Cinema na Escola conta com um acervo próprio; o da Videoteca Cinema Popular Brasileiro, que resguarda desde 2004 os filmes inscritos na Mostra Cinema Popular Brasileiro, Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras e obras audiovisuais inscritas espontaneamente por seus realizadores.São quase três mil títulos de curtas, médias e longas-metragens de diversos gêneros, que podem ser inseridos em sessões temáticas para estudantes e alunos.   
Para conhecer mais sobre O Cinema na Escola acesse:
Para conhecer a Videoteca Cinema Popular Brasileiro, acesse:
Para conhecer a Mostra Cinema Popular Brasileiro, acesse:
Para conhecer a Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras, acesse:

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Dia do Trabalhador é tema do Cineclube Cinemofônico

Posted in Cineclube Cinemofônico, Cultura, Videofonia by ImprensaBR on 29/04/2012

Ao longo desta semana o Cineclube do jornal O Polifônico – o Cinemofônico – apresenta um programa dedicado às obras cinematográfica do cinema mundial que contextualizam o universo do trabalho e do trabalhador.

Abrimos o programa com o filme de Elio Petri, A Classe Operária Vai ao Paraíso, ícone do cinema italiano dos anos 70.

Reunindo três grandes nomes do Neo-Realismo Italiano; o próprio diretor, o ator Gian Maria Volontè, e o compositor Ennio Morricone o filme permanece forte nos dias de hoje, mesmo com tantas mudanças sociais e econômicas no cenário mundial.

Depois de ter permanecido anos sem entrar nas listas de mostras de cinema e principalmente das salas de cinema, foi lançado em DVD em 2009 (Versátil).

Elio Petri, nasceu em Roma em 1923 e faleceu em 1982. Seu pai era operário, e a convivência com a vida dos trabalhadores levaram-no a integrar no maior partido comunista do Ocidente, o PCI, onde esteve à frente de inúmeras atividades culturais desenvolvidas para a juventude. Formado em Literatura pela Universidade de Roma colaborou na imprensa onde escrevia críticas para o L’Unità, jornal oficial do partidoA militância no PCI durou pouco. Em 1956, por discordar da invasão soviética da Hungria, decidida pelo Kremlin para sufocar a tentativa de revolta do país contra o regime, deixa o partido.

Um tour-de-force do grande Volontè

Texto de Sérgio Vaz

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Gian Maria Volontè tem neste filme uma das melhores atuações de sua carreira brilhante. É uma interpretação extraordinária, um tour-de-force, uma coisa assustadora. Ele faz o papel de Lulu Massa, um operário de uma grande fábrica de peças de metal em uma cidade industrial do Norte da Itália (deve ser Milão, mas o filme não diz isso claramente); trabalha muito, e bem, e por isso é benquisto pelos chefes e mal visto pelos colegas mais ativistas, engajados no movimento sindical. Mas não é uma pessoa feliz ou tranqüila – muito ao contrário. É um sujeito atormentado, à beira de um ataque de nervos, ou de um surto psicótico; questiona tudo na vida; é um chato de galocha na relação com a atual mulher, Lídia (Mariangela Melato), uma cabeleireira, e com o enteado, assim como na conflituosa relação com a ex-mulher e o filho. É também daquele tipo comum de pessoa pobre e inculta que encontra em classismos racistas uma forma de se considerar melhor que os outros: como tanta gente do Sudeste brasileiro em relação a quem nasceu da Bahia para cima, ou como tanto branco americano pobre e fodido, white trash, em relação aos imigrantes ou negros, orgulha-se de ser do Norte da Itália, “quase na fronteira com a Suíça”, e tem desprezo pela gente do Sul.

Numa visita a um ex-colega de fábrica, Militina (Salvo Randone), internado em um hospício, Lulu pergunta a ele como é que uma pessoa percebe que está ficando doida.

Todos os dias, na entrada e na saída da fábrica, Lulu e seus colegas de trabalho ouvem as ladainhas de dois grupos opostos que lhes falam com megafones: de um lado, os sindicalistas, defendendo a tese de que a luta deve ser paulatina, lenta, gradual, para que se possam obter conquistas, vantagens, melhorias salariais e de condições de trabalho; de outro lado, estudantes de extrema esquerda que defendem a radicalização total, o enfrentamento aberto, a greve geral. Imagino que a posição dos sindicalistas fosse, na época do filme, 1971, a do PCI que Petri havia abandonado; a dos estudantes era a dos extremistas que depois partiriam para a luta armada, as Brigadas Vermelhas.

E aí é que está: não fica muito clara a posição de Petri. Ele não toma partido de nenhum dos dois lados. Mostra-os, simplesmente, sem demonstrar qualquer simpatia ou repúdio a qual um deles.

De operário alienado, “não dotado de consciência política” (como o define a sinopse do filme no site dedicado ao cineasta Petri,http://www.eliopetri.org), Lulu passará não para o lado dos sindicalistas moderados, mas para o dos estudantes radicais. Essa opção fará com que ele perca tudo o que tem – até mesmo o resto de lucidez.

A classe operária italiana nos anos 70 – é o que parece que Petri quer dizer – está materialmente melhor do que no início do século XX, por exemplo, cuja vida miserável vimos retratada no belíssimo Os Companheiros/I Compagni, de Monicelli, de 1963; as necessidades básicas podem ser satisfeitas, suas casas já não são miseráveis, podem comprar bens de consumo. No entanto, estão longe, muitíssimo longe de qualquer tipo de paraíso, fazendo um trabalho duro, pesado, que não lhes dá satisfação alguma, de nenhum tipo.

Uma câmara tão conturbada quanto o personagem central

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Para contar a história desse homem conturbado, num mundo conturbado, Elio Petri usa uma câmara absolutamente conturbada. Abusa dos close-ups, muitas vezes usa o quadro inteiro, a tela inteira, para pegar apenas um pedaço do rosto dos atores. E abusa ainda mais da câmara de mão. Sua câmara é inquieta como um menino hiper-ativo de dois anos de idade. O espectador sai do filme cansado, quase tão cansado como um operário depois de uma dura jornada de trabalho de oito horas diante do torno.

Mas é, sem dúvida nenhuma, um filme forte, poderoso, impressionante.

Como o filme é tudo isso, é marcante, importante – ganhou a Palma de Ouro em Cannes em 1972, dividida com outro filme do cinema político italiano, O Caso Mattei, de Francesco Rossi –, estranhei a ausência de referências a ele em vários dos meus alfarrábios. Ele não está no livro de Pauline Kael, nem no guia de Leonard Maltin, nem no Off-Hollywood Movies, nem no Roger Ebert. Esquisito.

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Documentário realizado em Casimiro de Abreu será exibido hoje no CCBB Rio

Posted in Cultura, Região, Videofonia by ImprensaBR on 25/04/2012

Será exibido hoje, daqui a pouco, no CCBB Rio de Janeiro, o curta-metragem documentário Quilombo, da historiadora Renata Azevedo Lima.

O filme foi realizado em Casimiro de Abreu já foi apresentado em diversas mostras de cinema e vídeo no Brasil e no mundo e desta vez foi escolhido para fazer parte do programa do do  4º Festival Internacional do Filme de Pesquisa: Cultura, diáspora e cidadania.

Quilombo (A ousadia de lutar pela liberdade)
De Nina Tedesco (doutoranda de Comunicação Social da UFF) e Renata Azevedo Lima (pesquisadora e diretora de produção, historiadora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu /RJ e mestranda de História da UFF).
17 min., português, 2010.
Sinopse: O filme investiga uma localidade na região serrana do município de Casimiro de Abreu (RJ) chamada “Quilombo”. O acesso é difícil, estrada de chão sinuosa e esburacada, com altitude mínima de cerca de 700m, abundância de água e terra fértil. Chegando lá, nenhum negro foi encontrado, apenas descendentes de colonos suíços. A questão “o nome do local tem relação com o passado de resistência dos escravos?” é o fio condutor do filme, que reúne entrevistas com moradores e ex-moradores do Quilombo, moradores da cidade de Casimiro e historiadores, além de belíssimas imagens da natureza do local, imagens de mapas e manuscritos sobre a região, produzidos no início do século 19, e ruínas arqueológicas. A trilha sonora é uma interpretação original de ritmos africanos.

Programação completa do festival em:  http://www.labhoi.uff.br/node/1464

ional do Filme de Pesquisa: Cultura, diáspora e cidadania.

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Hoje tem cinema em Cabo Frio: Mostra Curtas na Ilha apresenta filmes capixabas, de graça

Posted in Cultura, Região, Videofonia by ImprensaBR on 25/04/2012

MOSTRA CURTA NA ILHA – Mostra de Curtas Capixabas em Cabo Frio!!!
25 de abril às 21h – Com o lançamento do curta: “SOMBRAS DO TEMPO” de Edson Ferreira, com Yuri Vasconcellos, Claudia Gomes, Ruyther Helmer Jr, Guti Fraga e Markus Konka
Encerramento com a Banda “BICICLETA FUNANA”
Local: “CAFÉ IMAGINÁRIO” – Boulevard Canal – Cabo Frio – RJ – Brasil
ENTRADA GRATUITA

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O grito da lagoa de Iriry

Posted in Cidade, Meio Ambiente, Polifonia em Poesia, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 05/02/2012
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II Curso de Cinema Ambiental – CUCA, acontece em Macaé de 9 a 13 de janeiro

Posted in Cidadania, Educação, Macaé, Meio Ambiente, Região, Videofonia by ImprensaBR on 03/01/2012
Inscrições estão abertas  até dia 6 de janeiro

CUCA (Curso de Cinema Ambiental) busca proporcionar o trabalho em equipe visando a elaboração coletiva de um produto audiovisual artístico, e com olhar científico sobre o homem no seu tempo e no seu ambiente.  Apresenta-se como uma possibilidade de construção de um conhecimento sobre algo em prol de benefícios para sociedade. Tem como interesse o registro visual e sonoro da realidade da região Norte-Fluminense (RJ), em duas principais vertentes: paisagens naturais (Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba) e paisagens urbanas (cidade do “garimpo”). Propõe estabelecer espaços para debates, discussões e troca de saberes sobre a intervenção do homem na natureza.
Início: 09/01/12 (segunda)
Término: 13/01/12 (sexta)
Horário: 8h às 18h (integral)
Local: Pólo Barreto (NUPEM/UFRJ)
Inscrição: Enviar um email com uma breve apresentação pessoal, mostrando seu interesse pelo Curso de Cinema Ambiental (CUCA).
Email : educacaoufrjmacae@gmail.com
Inscrição até 06/02/12 (sexta-feira).
Realização: Laboratório de Arte, Mídia e Educação (AME) / Universidade Federal do Rio de Janeiro Campus Macaé.

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Rio das Ostras evangeliza na rede

Posted in Cidade, Jornalismo de Intervenção, TV O Polifônico, Videofonia by ImprensaBR on 18/12/2011
Todos os dias clipando as principais notícias sobre Rio das ostras em jornais locais, do estado, do Brasil e até de países de fora, faço a mesma visita a vários sites e agências de notícias.
Há meses venho notando que em uma dessas redes de relacionamento e postagem de vídeos, Rio das Ostras aparece nas buscas sempre através de postagens de congregações evangélicas. Fiquei impressionada com um dos últimos vídeos que uma dessas igrejas publicou.
Quem também colocou um institucional sobre as belezas e atrativos de Rio das Ostras na rede foi o governo municipal, provavelmente através de sua Secretaria de Comunicação Social.
O vídeo – muito bem feito, com tomadas aéreas, imagens feitas de dentro da lagoa de Iriry, fala apenas de coisas boas e tenta vender Rio das Ostras como uma cidade perfeita para quem busca um local para passar as festas de fim de ano.
Perfeita só para quem vem, nada deixa, e volta para casa. Para quem mora aqui, trabalha (ou tenta trabalhar) e viver em Rio das Ostras, a realidade tem sido bastante dura e nada tem a ver com as belas imagens mostradas no tal vídeo institucional.
Sem infraestrutura, a cidade espera receber o dobro do número de sua população – hoje de 105 mil pessoas – durante o período de férias de verão. Novamente teremos problemas como falta de água em vários bairros, corte de energia elétrica… prejuízo para inúmeros comerciantes. Isso sem falar na segurança pública. Se em períodos de baixa temporada a guarnição lotada na praça não dá conta, no verão é que não seria suficiente.
Enquanto a prefeitura tenta vender Rio das Ostras como uma cidade perfeita em um dos maiores sites de compartilhamento de vídeos do mundo, quem mora aqui é colocado em último lugar.
Para saber o que é Rio das Ostras e o que a cidade vem enfrentando desde 2005, leia O Polifônico e veja o canal do jornal no Youtube…
Sobre o crescente número de vídeos postados todos os dias por dezenas de novas igrejas evangélicas instaladas na cidade, isto é mais do que o fim dos tempos! É a comunicação servindo para desinformar, para deseducar, para manipular e emburrecer o indivíduo.
Mais que isso, é o sinal de que pouca ou quase nenhuma produção audiovisual vem sendo produzida em Rio das Ostras.
Será mesmo?
LB

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Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia a ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO durante a Semana de Cultura Afro-Brasileira

Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO, na Semana de Cultura Afro-Brasileira do Polo.

Rio das Ostras – Lamentavelmente uma intervenção artística que consistia na pintura de um muro da cidade acabou em desgaste para professores e alunos do PURO e para os artistas convidados pelos organizadores do projeto ‘1a Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras’, promovido interdisciplinarmente por docentes e discentes do Polo.

A Semana contou com diversas atividades, dentre as quais, destacamos a presença do grupo de jongueiros ‘Tambores da Machadinha’, de Quissamã, que coroou a todos os presentes na noite de 17 último com uma apresentação visceral, ensinando a professores, alunos e comunidade o valor que precisamos dar à cultura popular brasileira, afro-brasileira. Referências tão próximas e tão distanciadas de nosso cotidiano vieram à tona ali no ‘terreirão do PURO’… Lindo! O jongo deixou a todos inebriados, energizados, enigmatizados, revigorados e prontos para enfrentar qualquer coisa que viesse à frente. Os tambores da machadinha são muito fortes!

Sexta-feira, de manhã, depois de toda a energia compartilhada na noite anterior, levantei cedo como de praxe para honrar os compromissos da extensa agenda da jornalista encarnada em mim… e segui para mais um dia cheio, daqueles, em Macaé. A pauta era um seminário (falcatrua!!!!) de cultura promovido pela Fundação Macaé de Cultura, que reuniu meia dúzia de gatos pingados em torno de um projeto já pronto pela prefeitura e pela Fundação. Gastei meu tempo… mas aprendi alguma coisa… sobre as quais não vem ao caso agora…

Não poderia cobrir o último dia da Semana de Cultura Afro-Brasileira, mas fui ao PURO entregar dois filmes – O vento forte do levante e Clementina de Jesus, a Rainha Quelé – para serem apresentados na sessão de cinema, durante à tarde, na agenda da Semana.

Jornalista de plantão, obviamente aproveitei o ensejo e papeei um tantinho com os dois desenhistas que estavam esboçando uma ilustração no muro de fora do PURO, para pintarem em cima, depois. O muro fica em frente ao cruzamento da avenida dos Bandeirantes com a rua Recife, no Jardim Bela Vista. Quem não conhece? Em frente rola há anos um ponto de prostituição que a fiscalização também, há anos, finge não ver…

Descobri ali dois rapazes, dois brasileiros famintos por conhecimento, por educação, por arte, por liberdade, por cultura, por um espaço para expressarem sua maneira de perceber o contexto no qual estão inseridos…

Sempre correndo, abracei esses brasileiros, agradeci o depoimento que me deram em vídeo e embarquei rumo a Macaé para o seminário falcatrua.

Surpreendentemente, abrindo o facebook horas mais tarde, li um post chocante, o qual me faz estar aqui, agora.

Não sei se posso replicá-lo, mas basicamente ele comenta o final trágico e triste que teve a atividade da pintura no muro do PURO.

Os artistas que estavam ali convidados, trabalhando, os alunos e organizadores da Semana de Cultura Afro-Brasileira, a comunidade, eu, todos foram afrontados e constrangidos diante de tamanha falta de educação, bom senso e, sobretudo, de cultura dos gestores públicos de Rio das Ostras.

Agressivamente, segundo fontes, uma junta de fiscais, guardas municipais e até policiais militares abordaram os jovens artistas enquanto pintavam o muro – a ilustração remetia à diversidade étnica e à valorização da cultura afro-brasileira –

As cores usadas na pintura eram o vermelho, amarelo, verde e preto… cores da bandeira da áfrica… só que para os aculturados que os abordaram, provavelmente o tema envolvido era maconha e Bob Marley. Antas!

Criaram uma cena horrível no local, um local onde brotava a liberdade de expressão, a arte, a inocência… agrediram pessoas que trabalhavam e ameaçaram processar a universidade por danos ao patrimônio. De arrepiar!

O Polifônico repudia a atitude dos responsáveis por esta ação vergonhosa. Vemos uma cidade que deseja tanto prestar-se ao arranjo produtivo do turismo, mas permanece cega as suas próprias linhas conceituais, metodológicas, enfim… O que acontece na cidade não fica só aqui e as belas propagandas que só aqui são veiculadas, ao contrário das páginas online d’O Polifônico, não são exibidas em nível nacional… tampouco fora do Brasil… sendo assim, esta mesma prefeitura, que tenta vender ao máximo a imagem de cidade do progresso, despreza incoerentemente a imagem negativa que passa Brasil à dentro e mundo à fora sobre o que de fato acontece nesta ilha imperial.

Hoje cedo recebi um email de um dos rapazes que conheci naquela manhã, pronto para mostrar ao mundo sua arte. Este e-mail também me traz aqui, agora.

“Venho aqui para falar que fui totalmente repudiado pela guarda municipal, em relação aquela linda homenagem que estávamos fazendo no muro do PURO. Foram feitas duas abordagens: primeiro vieram dois guardas na viatura, mas só fizeram algumas  perguntas e foram embora. Depois vieram nos dois cidadãos à paisana (que trabalham na guarda) chegaram de forma totalmente grosseira, sem manter o mínimo de respeito na comunicação já chegaram  me oprimindo nem me deram bom dia !!! Não sei o que eles viram em meus olhos mas seja lá o que foi pelo visto não gostaram muito pois não pararam de olhar-me dos pés a cabeça. Por eu e meu amigo pedir para eles se identificarem eles chegaram em certo ponto a dizer que poderia nos levar presos, pois alegavam que o trabalho artístico que ali estava sendo feito era crime(Homenagem ao dia 20 de novembro )  não sei a que se aplicaria o poder ali mas estava ali dando minha contribuição livre, e voluntaria, Junto aos organizadores do evento, e minha arte foi totalmente repudiada pelo poder publico, olha tem uma aluna que tem um vídeo que mostra a hora em que finalizamos a arte, e que pode ajudar depois vejo e arrumo….  “Não aguento mais essa ausência de respeito e incentivo à  cultura por parte das autoridades.”

Prefiro não dizer qual deles assina o e-mail para não expô-lo. Publico os depoimentos de ambos os artistas com quem conversei naquela manhã (antes do ocorrido – em vídeo) e a fala de indignação de um deles (enviada à redação do jornal O Polifônico via e-mail). Tirem suas impressões.

Diante deste cenário imoral de atuação dos gestores públicos, estimulo os envolvidos no episódio (refiro-me aos artistas e comunidade acadêmica, sociedade sempre!!!) a redigirem com seus termos (eu não presenciei o fato) uma nota de repúdio à ação da Prefeitura de Rio das Ostras no caso, para publicizarmos através deste jornal e em todas as redes possíveis!!!!!

Precisamos gerar o desconforto necessário demandado por essa gangue e passar a mostrar para o mundo como agem esses ratos. Creio que seja mais uma forma de nos articularmos contra posturas oriundas de ações repressivas e cerceadoras, além, é claro, de podermos causar grande incômodo aos que armaram essa armadilha sinistra, divulgando ao mundo como preferem ‘trabalhar’.

Não imagino, de fato, qual seja o sentido, o entendimento, que esta prefeitura tem por ‘cultura’, mas posso afirmar uma coisa: a única cultura que ela conhece é a do temor, do medo, do assédio.

Lamento, minha amada Riodas… o que estão fazendo com você. Lamento, pessoal da Semana de Cultura Afro-Brasileira. Vivi com vocês momentos mágicos e inesquecíveis durante a semana toda e é muito triste acompanhar o que estão fazendo com vocês, com o Polo, com o ganha pão de todos vocês, de todos nós. Lamento, estudantes, por vocês estudarem numa cidade que tem gestores públicos tão irresponsáveis como Rio das Ostras têm, sempre teve… lamento, mas não fico só me lamentando… estamos todos em ação e por isso mesmo incomodamos.

Engulam-nos vivos e absorvam ao menos nossos pensamentos e nossas maneiras de raciocinar. Isso já seria uma prerrogativa menos escrota.

Contem comigo e com o jornal O Polifônico para mais esta batalha!

Preciso de vocês fortes e com vigor!!! Todos vocês! Rumo à 2ª Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras!!!

Salve o cinema brasileiro!

Leonor Bianchi

Os entrevistados cederam uso de áudio e vídeo ao jornal.

 

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O Polifônico conversou com Seu Gilson, mestre de tambor do grupo de jongueiros Tambores da Machadinha, de Quissamã

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Cultura, Educação, Entrevista, Estado, Região, Turismo, Videofonia by ImprensaBR on 21/11/2011
Nossa conversa aconteceu no dia 17 de novembro quando seu Gilson visitou o Polo Universitário de Rio das Ostras a convite dos organizadores da 1a Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras. Ele e o grupo Tambores da Machadinha, grupo de jongo tradicional de Quissamã, fizeram uma apresentação vibrante contagiando todos os que participaram da belíssima festa.  Imagens e entrevista: Leonor Bianchi.

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Mostra CineTrabalho começa hoje

Posted in Videofonia by ImprensaBR on 21/11/2011

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Cinematema: Cabo Frio, 16 de novembro

Posted in Cultura, Região, Videofonia by ImprensaBR on 14/11/2011

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