!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra, faz Roda de Choro com grandes instrumentistas, neste sábado

Num ambiente natural, bem no seio da Mata Atlântica, encontro reúne Chorões para celebrar os ‘novos tempos vindourouros’ e o lançamento das exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

Para celebrar o fim de um ciclo e o recomeço de outro com o ‘renascimento do mundo’, a Casa Cultural Mata Atlântica promoverá uma Roda de Choro, neste sábado, 22/12/2012. A iniciativa é do violonista e um dos coordenadores da Casa Cultural Mata Atlântica, Rúben Pereira. Rubinho como é conhecido e integra o grupo de choro Coletivo Só Pra Moer, entre tantas outras ações envolvendo o gênero musical brasileiro.

A roda reunirá instrumentistas de Nova Friburgo, Lumiar, Macaé e de diversas cidades da região. Entre eles, Maurício Barreto, arranjador, professor de música e diretor do Estúdio de Música Livre, em Lumiar.

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Exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras começam neste final de semana e seguem até fevereiro

Além da roda de choro, quem for à Casa Cultural Mata Atlântica neste dia poderá ver a abertura das exposições ‘Memória Macaense’, feita também pesquisador de história regional, Rúben Pereira, criador do Observatório da Memória Macaense, e ‘Hemeroteca Digital de Rio das Ostras’, organizada pela jornalista e diretora d’O Polifônico (www.opolifonico.wordpress.com), Leonor Bianchi.

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Citação mais antiga feita a Rio das Ostras num livro impresso no Brasil. Foi em 1834. O Volume: Annaes do Rio de Janeiro, escrito por Balthazar da Silva Barbosa.

Ambas as exposições ficarão expostas na galeria de artes da Casa até o início de fevereiro, mas fora dos finais de semana e feriados é preciso agendar a visitar.

A Casa conta ainda com o Empório Mata Atlântica, que serve pratos típicos da serra friburguense, comidas naturais, cachaças especiais e cervejas artesanais. Na lojinha do Empório é possível encontrar produtos artesanais, vinhos, cachaças, cafés especiais, pimentas, chocolates, compotas, geleias, orgânicos, e uma livraria especializada em obras sobre meio ambiente e história fluminense.

Para saber mais sobre a Hemeroteca Digital de Rio das Ostras acesse:

http://www.facebook.com/HemerotecaDigitaldeRiodasOstras

Para conhecer o Observatório da Memória Macaense, acesse:

http://www.facebook.com/memoriamacaense

Para mais informações, acesse a Fan Page da Casa Cultural Mata Atlântica:

http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689

ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

 

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Grandes nomes do Choro farão Oficina em Rio das Ostras

Posted in Articulistas, Cidade, Cultura, Educação, Estado, Estereofonia by ImprensaBR on 18/10/2012

Por Rúben Pereira*

O Painel Funarte de Música Popular estará em Rio das Ostras entre os dias 05 e 11 de novembro reunindo músicos e estudantes de Música de Rio das Ostras e região para uma semana de aperfeiçoamento e aprendizado com grandes nomes da Música Brasileira.

Numa realização da FUNARTE em parceria com o Rio das Ostras C&VB serão realizadas oficinas gratuitas voltadas para a técnica e excelência artística e com o objetivo de qualificação de músicos, seu aperfeiçoamento, a intensificação dos intercâmbios com trocas de experiências e a disseminação de conhecimentos e práticas de educação musical.

As aulas serão com renomados professores da Escola Portátil de Música (www.escolaportatil.com.br).

Virão a Rio das Ostras mestres do Choro Brasileiro e grandes músicos e compositores do cenário carioca. Os músicos terão a oportunidade de aprender e aperfeiçoar conhecimentos com Mauricio Carrilho, Violão; Luciana Rabello, Cavaquinho e Apreciação Musical; Naomi Kumamoto, flauta; Pedro Amorim, Bandolim; Rui Alvim, Clarineta; Celsinho Silva, Pandeiro.

Conheça um pouco de cada Mestre Oficineiro

Mauricio Carrilho é violonista, compositor e arranjador. Integrou o seminal grupo “Carioquinhas no Choro” onde ao lado de Raphael Rabello fazia as partes de violão quando ainda tinham 14 e 16 anos respectivamente. Fez parte da “Camerata Carioca” junto de Radamés Gnatalli e tocou e arranjou para artistas como Nara Leão e Elizeth Cardoso. Em 2000 fundou a primeira gravadora dedicada ao Choro em nosso país, a Acari Records. É fundador da Escola Portátil de Música, um dos projetos de musicalização de maior sucesso em nosso país.

Luciana Rabello, cavaquinista e compositora. Irmã do gênio do violão Raphaell Rabello, falecido precocemente. Luciana tocou com todos os grandes da Música Brasileira. Durante muitos anos foi a cavaquinista mais chamada para gravações no Brasil, numa lista que vai de Chico Buarque e Maria Bethânia, passando por Nelson Sargento, Toquinho e Baden Powell. Integrou o regional “Carioquinhas no Choro” e a primeira formação da “Camerata Carioca”. É sócia de Mauricio Carilho na gravadora Acari e coordenadora da Escola Portátil de Música. É casada com o maior poeta da música Brasileira de todos os tempos, Paulo Cesar Pinheiro.

Naomi Kumamoto, natural de Kobe no Japão, Flautista, Pianista e compositora apaixonou-se pelo Choro e hoje está radicada há 10 anos no Rio de Janeiro onde leciona na Escola Portátil e toca com grandes músicos do gênero. É responsável pelo Festival de Música Brasileira em Kobe, tornando-se uma espécie de embaixatriz do Choro no Japão.

Pedro Amorim, Bandolinista, cavaquinista, violão-tenorista e compositor. Fundador de grupos como o “Nó em Pingo d’água”, Pedro Amorim é figura constante em rodas de Choro e Samba no Rio de Janeiro. Sempre se destacou por suas pesquisas acerca da obra de compositores como: Ernesto Nazareth, Luperce Miranda e Claudionor Cruz. Professor na Escola Portátil.

Rui Alvim, Clarinetista e Saxofonista, integra diversos grupos onde destaca-se o aplaudido “Água de Moringa”. Português radicado no Brasil é frequentemente chamado para gravações com grandes nomes da Música Brasileira. É professor de Saxofone na Escola Portátil de Música.

Celsinho Silva, Pandeirista, percussionista e compositor. Filho do Mestre Jorginho do Pandeiro, foi criado entre os maiores instrumentistas do país. É sobrinho do falecido Dino 7 cordas. Tocou com todos os grande da Música Brasileira numa lista infindável que vai de Orlando Silva, Marçal e Baden Powell passando por Elizeth Cardoso, Ney Matogrosso e Paulinho da viola, do qual faz parte de sua banda. Celsinho integrou os “Carioquinhas no Choro” e a Camerata Carioca”. É fundador do grupo “Nó em pingo d’água” e professor na Escola Portátil de Música.

As oficinas acontecerão entre os dias 05 e 11 novembro, com carga horário total de 40 horas e além dos músicos locais, serão selecionados músicos de outros municípios para participar, perfazendo um total de 160 músicos.

Abaixo a listagem de professores, seus respectivos instrumentos e oficinas e as vagas disponibilizadas:

Mauricio Carrilho – violão – 25 alunos

Luciana Rabello – cavaquinho – 25 alunos / apreciação musical – todos os alunos inscritos

Naomi Kumamoto – flauta – 25 alunos

Rui Alvim – saxofone – 25 alunos / clarineta – 25 alunos

Pedro Amorim – bandolim – 15 alunos

Celso Silva – pandeiro – 25 alunos / percussão – 25 alunos

Aulas práticas de conjunto – todos os alunos inscritos

As aulas serão ministradas no Centro de Formação de Música e Dança (Onda) e em outros locais a serem confirmados.

As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail: musica.funarte@gmail.com

É uma oportunidade imperdível de aprender e trocar experiências com músicos de alto quilate.

* Rúben Pereira é editor do Caderno de Cultura d’O Polifônico, músico, violonista de 7 cordas, integrante do Coletivo Só Pra Moer, foi aluno de Maurício Carrilho e Luciana Rabelo nas oficinas de choro na UFRJ (Lapa) na fase pré Escola Portátil, aluno fundador da escola Portátil de Música, idealizador do festival Benedicto Lacerda, do Observatório da Memória Macaense, da Roda Rio de Choro e da Maratona Cultural, é um dos diretores da Associação Rio das Artes (ACRA) e coordenador musical da Escola Livre de Comunicação e Artes. 

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Neste sábado tem Coletivo Só Pra Moer em Macaé

Posted in Cultura, Estereofonia, Macaé by ImprensaBR on 03/05/2012

O grupo de Choro e música popular brasileira Coletivo Só Pra Moer se apresenta no próximo sábado, na cervejaria Devassa, em Macaé, a partir das 12h00.

Para quem não conhece o Coletivo, ou não está juntando ‘o nome à pessoa’, ele é o grupo que toca na Roda Rio de Choro que acontece em Rio das Ostras na praia do Centro.

O grupo tem Luiz Felipe Oliveira na flauta, Rúben Pereira no violão de 7 e Jansen Queiroz no pandeiro.

Vale muito a pena conferir!

A cervejaria Devassa fica na Av. Aluísio da Silva Gomes, 800, Loja 113A, Glória
Entrada principal do Shopping Plaza Macaé
Reservas: 2763 7214

 

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