!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

UFF e professores do PURO aderem à paralisação

Posted in Brasil, Cidade, Coluna do Servidor, Educação by ImprensaBR on 25/04/2012

Em visita hoje cedo ao Polo Universitário de Rio das Ostras, encontramos um cartaz pregado na porta avisando sobre a paralisação de servidores e docentes no dia de hoje. A adesão ao protesto está acontecendo em todo o país por servidores federais.

As principais reivindicações dos docentes são o reajuste salarial e melhores condições de trabalho. De acordo com professores do Polo,  o Foverno Federal descumpriu acordo firmado com a categoria em agosto do ano passado, de que pagaria, até 31 de março deste ano, 4% de reajuste, incorporando a Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas). E também definiria um Plano de Carreira aos docentes das Instituições de Ensino Superior (Ifes) que, ano a ano, vêm perdendo direitos e posições na pirâmide das carreiras federais.

Segundo a presidente da Aduff  (Associação de Docentes da UFF) e professora do curso de Serviço social do Polo Universitário de Rio das Ostras, Eblin Farage, a integração do PURO à paralisação é importante pois demonstra união aos demais servidores, além de fortalecer a mobilização. Em depoimento à ADUFF ela disse que a adesão do PURO à paralisação “é uma forma de fortalecer a principal reivindicação em pauta, que é a campanha salarial unificada. Não existe outro jeito de pressionar o governo. E o problema não para apenas na remuneração, mas se encontra também nas péssimas condições de trabalho”, afirmou.

Na entrevista, Eblin lembrou que são precárias as instalações do Polo, os locais de trabalho dos professores e as salas de aula, improvisadas. Segundo ela, essa falta de ordem no Polo se dá em função da “expansão desenfreada” do ensino público superior. E completa: “Os professores estão dando aulas em contêiner e em porão. Estão vivendo uma série de limitações para o exercício da docência”, declarou.

Segundo a matéria divulgada pelo jornal da ADUFF, “o diretor do pólo universitário da UFF na cidade de Rio das Ostras, Carlos Bazilio Martins, confirmou que as aulas são ministradas provisoriamente em contêineres, mas negou as condições precárias. Segundo ele, as instalações têm “piso amadeirado, isolamento acústico e ar condicionado”. Já a direção do pólo de Nova Friburgo, cidade da região serrana onde segundo a denúncia da Aduff são ministradas aulas em porões, não foi encontrada para comentar a situação’.

De acordo com a Aduff, uma greve geral pode ser anunciada em 17 de maio caso a proposta dos docentes não seja ouvida pelo Governo Federal.

Técnicos-administrativos do Polo também aderiram à paralisação.

Durante todo o dia, o Polo estará sendo ocupado por alunos, docentes e servidores, que farão um grande ato de mobilização entre os interessados diretamente na pauta e a sociedade local.

A paralisação afeta cerca de 50 mil estudantes da universidade que três mil docentes.

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SEPE vai às ruas convidar população para ato público

Posted in Cidadania, Cidade, Educação by ImprensaBR on 24/09/2011
Categoria tem extensa pauta de reivindicação e se reunirá em ato, na prefeitura, no dia 27
Por Leonor Bianchi
O SEPE Rio das Ostras – Casimiro de Abreu (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ) foi às ruas da cidade hoje para convidar todos os profissionais de Educaçao e a populaçã em geral para participar do ato que o sindicato fará em frente à prefeitura, no dia 27, quando a categoria fará uma paralisação de 24 horas.

Sindicalistas do SEPE foram às ruas da cidade, hoje de manhã, convidar a população para o ato público organizado pela categoria no próximo dia 27.

A categoria exige a revisão do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos da Educação, votado recentemente pelo prefeito sem nenhuma participação dos servidores e do sindicato; reajuste salarial; reposição de perdas, (campanha salarial com base no estudo do DIEESE sobre as perdas  da categoria); garantia da  representação do SEPE na comissão de revisão do PCCV; chamada de todos os concursados; implantação de uma gestão democrática, com eleição para direção e coordenação escolar; eleição de representantes de escolas para o Sepe; política de construção de escolas e creches (fim das escolas de lata!); aplicação da garantia de 1/3 da carga horária para as atividades extracurriculares; fim da GAP – (incorporação imediata dos valores aos vencimentos); vale transporte intermunicipal; autonomia pedagógica para as escolas; ampliação de campanha contra a violência e o assédio escolar (bullying) e assédio moral nas escolas; abaixo-assinado exigindo a aplicação de 10% do PIB na educação; redução da jornada de trabalho (PII 16h e PI 22h30, e Funcionários 30h (semanais)) e melhores condições de trabalho e saúde.
 Fotos e texto: Leonor Bianchi

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Educação de Rio das Ostras fará paralisação de 24 horas no dia 27 de setembro

Posted in Cidade, Educação by ImprensaBR on 15/09/2011

Profissionais da Educação decidiram manter a paralisação no próximo dia 27.

Categoria tem extensa pauta de reivindicação e se reunirá em ato, na prefeitura

O SEPE Rio das Ostras – Casimiro de Abreu (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ) convocou os profissionais da Educação de Rio das Ostras para mais uma assembleia. No último dia 13, a categoria, que no dia 23 de agosto decidiu, em assembleia ordinária, realizar uma paralisação de 24 horas, no dia 27 de setembro, decidiu manter a paralisação.

 Na extensa pauta de reivindicação, a categoria exige a revisão do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos da Educação, votado recentemente pelo prefeito sem nenhuma participação dos servidores e do sindicato; reajuste salarial; reposição de perdas, (campanha salarial com base no estudo do DIEESE sobre as perdas  da categoria); garantia da  representação do SEPE na comissão de revisão do PCCV; chamada de todos os concursados; implantação de uma gestão democrática, com eleição para direção e coordenação escolar; eleição de representantes de escolas para o Sepe; política de construção de escolas e creches (fim das escolas de lata!); aplicação da garantia de 1/3 da carga horária para as atividades extracurriculares; fim da GAP – (incorporação imediata dos valores aos vencimentos); vale transporte intermunicipal; autonomia pedagógica para as escolas; ampliação de campanha contra a violência e o assédio escolar (bullying) e assédio moral nas escolas; abaixo-assinado exigindo a aplicação de 10% do PIB na educação; redução da jornada de trabalho (PII 16h e PI 22h30, e Funcionários 30h (semanais)) e melhores condições de trabalho e saúde.

 

Ato Público marcará a paralisação
Será a primeira vez na história de Rio das Ostras, que assistiremos a paralisação de uma categoria de servidores públicos. O dia será marcado por uma agenda de reivindicações, que começará às 10h00, em frente à prefeitura, quando profissionais da Educação promoverão um Ato Público seguido de assembleia. 

 

Entre outras reivindicações, categoria pede a revisão do PCCV da Educação e 'reajuste já'!

Mais:  

SEPE – Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

End. Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º and. Sl. 8 – Centro – Rio das Ostras
Tel.: (22) 2764-7730
E-mail: sepe.riodasostrasecasimiro@gmail.com
Twitter: @sepeostras
Facebook: Perfil Sepe Rio das Ostras

Texto e fotos: Leonor Bianchi

 

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É ou não é falta de respeito à educação?

Posted in Cidade, Educação by ImprensaBR on 09/09/2011
Por Elias Lopes*
Um jornaleco aqui de Rio das Ostras chamado Diário Riostrense, na verdade um meio de providenciar os recados das elites e autoridades desta municipalidade que elas mesmas não se sentem à vontade de veicular, seja por suspeita, falta de legitimidade e até por constrangimento, publicou um artigo intitulado “Falando francamente – é ou não é falta de respeito e educação?” que de tão piegas em seus clichês apelativos e conservadores chega a ser cômico. Aproprio-me aqui do título para parafraseá-lo perguntando: é ou não é falta de respeito à educação? Constatem por si mesmo o que escreve em um dos parágrafos:
“O que esse grupo conseguiu, além de demonstrar sua falta de respeito e de educação? Conseguiram fazer com que as crianças que vinham a desfilar ainda não tivessem a oportunidade de serem vistas e aplaudidas, além de admiradas, por aqueles que decidem os destinos da cidade. Conseguiram que seus pais e mães não tivessem a oportunidade de verem seus filhos recebendo um aplauso ou um cumprimento do prefeito. Talvez, para esse grupo barulhento e deseducado, isto não tenha importância, mas para muitos munícipes humildes, trabalhadores que têm poucas oportunidades de terem algum tipo de reconhecimento na vida um simples aperto de mão ou um aplauso para seu filho ou sua filha que ali desfila é muito. É para ser lembrado por toda uma vida”.
Leiam o texto na íntegra e reparem por si mesmos que o artigo não consegue sustentar uma argumentação sequer sem apelar para um discurso lacônico e vitimizador das crianças, dos nossos filhos, da população humilde, como se o protesto não tivesse a adesão dos nossos filhos e alunos bem como muitos munícipes humildes que não aceitam mais abaixar a cabeça e ser reconhecidos apenas por um tapinha no ombro ou aperto de mão das autoridades. Se não há de fato oportunidades para essas pessoas é porque em grande parte essas oportunidades são trocadas pelo assistencialismo, pelo favorzinho, pelo aliciamento providenciado pelos mesmos que se limitam a dar-lhes um aperto de mão, achando que ainda estão fazendo muito por garantir-lhes pelo menos uma “lembrança na vida”. Essas pessoas não querem tão somente ter essa mísera “lembrança na vida” e por isso lá estavam para se afirmarem como agentes de seu próprio devir. Elas não querem mais ser vitimizadas.
Mas esses garotos de recado não escrevem que o servidor público participou do protesto, sobretudo os professores que estavam presentes na manifestação mas que o autor do artigo por algum motivo “esquece” de mencionar. Não. Definitivamente não pegaria bem qualificar tão “prestigiados” profissionais com os adjetivos utilizados no texto, digo, recado: juvenilidade, deseducados, desrespeitosos; afinal estariam todos supostamente felizes e contentes com o tão esperado plano de carreira – ou seria inesperado, já que saiu na surdina? Deixemos, por enquanto, que tais achincalhamentos se restrinjam aos ambientes de trabalho ou mesmo, pasmem, a uma concentração para um desfile cívico, e não a cargo de um veículo de comunicação de massa, mesmo que este assuma o caráter bajulador de um pueril meio de levar um recadinho aqui, dissimular uma contradição ali; embora esteja cada vez mais difícil ocultá-las, porém menos por incompetência dos manipuladores da opinião (não que sejam lá grande coisa e este jornaleco é um exemplo banal disso) do que das evidências concretas dessas contradições.
De todo modo, não soaria bem se os seus leitores chegassem às “suas próprias conclusões pessoais”, como o próprio recado menciona, que estes trabalhadores estão insatisfeitos uma vez que ele “é tão valorizado” (sic). Como poderia, imaginaria um leitor ao tirar suas própria conclusões (que na cabeça desses leva-e-trás tem que ser necessariamente “pessoais”, pois lhes é inconcebível o horizonte da construção social, que as pessoas possam se unir em torno de um projeto de sociedade comum e mais solidário), este servidor estar descontente de vez que ele acabara de ser “presenteado” com um plano de cargos e salários? Arremedo de plano de carreira este que, na verdade, é um instrumento normatizador ou, antes, disciplinador, para dar uma base de sustentação legal às práticas corriqueiras de desmandos e abusos desta administração para com o servidor público.
Esses garotos de recados não incluem em suas linhas mal redigidas que o servidor público que não se deixa aliciar ou cooptar vem sendo constantemente ameaçado, constrangido, intimidado, qual foi o caso da ameaça sofrida por uma servidora para que a mesma não manifestasse sua insatisfação no ato sob pena de perseguição a um familiar contratado. Ou ainda, não esclarecem à população sobre as ameaças de suspensão que algumas crianças e alunos sofreram por se mostrarem dispostos a acompanhar seus professores no protesto em prol de uma educação pública de qualidade, com real valorização do profissional da educação. Pergunto-me se o nosso leva-e-trás estaria se referindo a essas mesmas crianças no trecho destacado acima ou seriam crianças menos arredias, mais coradinhas e fofinhas, ávidas pelos aplausos e cumprimentos do prefeito? Também não divulgam a perseguição sofrida por nosso colega Gilberlan Souza, que teve uma cessão de Macaé – que lhe permitia exercer um ótimo trabalho como professor orientador cujo desempenho era reconhecido por todos, inclusive alguns dos mais suspeitos, dentro e fora da escola –  revogada por motivo fútil, caracterizando assédio moral e perseguição por simplesmente ter se posicionado contrário a uma normatização que violenta a si mesmo, que penaliza o trabalhador em sala de aula enquanto favorece os cargos comissionados.
Aliás, diga-se de passagem, que esta lógica vai ao encontro da concepção da secretaria de educação de Rio das Ostras dos princípios que norteiam o profissional de educação: 1) o professor é sempre um desqualificado, aquém das suas atribuições, desprovido de discernimento acerca do seu próprio papel na sociedade e para todos os efeitos um ser abjeto – isto ficou claro por ocasião das palestras oferecidas aos professores recém concursados quando lhes eram dirigidos muito mais um tom de exortação do que de acolhimento e receptividade; 2) o professor e demais profissionais da educação que eventualmente se destacam (embora o seja menos por competência do que por uma inclinação para se deixar cooptar) e conseguem superar este suposto estado de letargia e inépcia são “merecedores” de sair das salas de aula, isto é, de serem premiados com cargos comissionados ou com horas extras que nunca são cumpridas na prática por aquele que não possui cargo comissionado, mas que desde já é um aspirante a tal posição, justificando-se tão somente como instrumento aliciador ao pacto de mediocridade predominante, logo, estaria este profissional sujeito a, por fim, se “beneficiar” do plano de carreira. Portanto quem tem cargo comissionado, permuta, cessão, está fora de função, principalmente fora de sala de aula etc. é presa fácil deste mecanismo de cooptação, que se dá na maior parte dos casos ao sabor da conveniência, já que este ideal de promoção torna-se tão consensual quanto mais influente. Qualquer sinal de insubordinação este profissional está passível de punição, ou seja, de voltar para a sala de aula. Quanto ao professor que já está em sala de aula, uma vez que demonstre qualquer discordância com a ordem estabelecida, não tem lá muito como ser “punido” senão ser remanejado para as localidades mais ermas e de difícil acesso. Em todo caso, garantiria-se os meios para que se perpetue nesta condição (a de atuar em sala de aula) que para muitos é o pior cenário imaginável, sendo atribuição dos gestores de plantar-lhe o medo e o receio através de uma disciplinarização intimidadora e coercitiva que atinge o seu grau de sofisticação maior com o atual endosso de um embasamento normativo que consubstancia este plano de carreira. Esta é a acepção de promoção que este plano contempla. Só assim se explica o caráter anacrônico do plano de carreira proposto por esta gestão.
Confesso que me deixei levar pela indignação perdendo o rumo da prosa dada a pouca importância da alegada franqueza do redator do Diário Ostrense diante dos fatos. Mas também não há muito a dizer daqueles recadinhos que não se desdigam por si mesmos. Recuso-me, por exemplo, a tecer maiores comentários acerca da frase “por aqueles que decidem os destinos da cidade”, já que ela se desqualifica por si mesma senão ao próprio autor. Onde arrumam esses caras hein? Não posso chamá-los de cínicos e hipócritas porque seria como elogiá-los. Convenhamos, para sê-lo é necessário mais elegância. Mas não posso evitar destacar sua pretensão em tentar induzir uma opinião, por mais débil que esta seja.
Fica claro porque a educação não é valorizada como se propagandeia neste município, já que do contrário o futuro trabalhador valorizado e consciente de seus direitos e deveres teria ao menos as condições materiais suficientes para não se iludir com os ainda parcos e imediatos ganhos de vencimento em troca de um plano de carreira que garanta de fato o seu bem estar e da sua família, porquanto os benefícios anunciados neste rudimento de plano ora objeto de polêmicas não contemplam uma eventual licença e a merecida aposentadoria após uma vida de trabalho. Assim como também não se deixaria seduzir por qualquer meio de cooptação, como é o caso da já aludida hora extra que, se por um lado, parece complementar o orçamento, por outro, esvazia a dignidade, ainda que menos por não ser cumprida factualmente do que por consistir numa moeda de troca da cumplicidade e da escalada na cadeia hierárquica do poder burocratizado.
Enquanto aos “munícipes humildes”, uma vez que tenham acesso à educação de qualidade, não se contentariam com as “poucas oportunidades”, com meros “apertos de mão” ou certas “conclusões pessoais” a partir de recados mal-disfarçados de artigos de jornalecos provincianos. A despeito da presunção deste tipo de mídia, se é que se pode chamá-lo assim, não foi desta vez que foi dado o “recado”.
Segue abaixo o link com o “recado” supracitado.
http://diarioriostrense.blogspot.com/2011/09/falando-francamente-e-ou-nao-e-falta-de.html
*Elias Lopes, professor de Rio das Ostras.

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Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos servidores da Educação: Democrático para quem?

Posted in Cidade, Educação by ImprensaBR on 06/09/2011

É tudo mentira!

O último Diário Oficial de Rio das Ostras traz na capa uma matéria que deveria ser histórica para todos os servidores municipais, sobretudo os da Educação. Porém, a lei que cria o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores da Educação, sancionada na surdina, no dia 2 de setembro, pelo prefeito Carlos Augusto, contrariamente ao que é informado no DO, jamais foi elaborada democraticamente com a participação dos servidores da Educação.
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rio das Ostras vem criando espaços de debate acerca da elaboração do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos servidores e não tem encontrado nenhuma oportunidade de diálogo com o conselho criado pelo prefeito para a formatação do mesmo.
O Sindserv-RO chegou a promover um seminário sobre Plano de Cargos com a presença de um economista do DIEESE, que veio a Rio das Ostras elucidar os servidores sobre o que é o PCCV e porque é tão importante a participação efetiva dos mesmos em sua elaboração.
De junho, quando foi realizado o seminário pelo Sindserv-RO, até hoje, nenhum contato foi feito com o sindicato para que um representante da entidade integrasse a tal comissão de preparação do PCCV dos servidores de Rio das Ostras. Como, então, este Plano de Cargos da Educação pode ter sido feito de forma tão democrática assim como diz o DO? Mentira, não foi feito coletivamente coisa nenhuma!
Conversei com sete professores da rede municipal de ensino de Rio das Ostras (que por motivos de retaliações e assédio moral, práticas comuns na PMRO, preferiram não se identificar) entre sábado e ontem, para saber o que eles tinham a dizer sobre o Plano de Cargos e Carreira da Educação. Em unanimidade, disseram que em nenhum momento foram chamados para qualquer tipo de reunião sobre o documento e desconheciam, inclusive, que o a lei estava para ser sancionada agora. Para eles, ainda haveria um debate com toda a categoria.
As reclamações dos profissionais da Educação de Rio das Ostras vão desde falta de insumos para trabalhar em sala de aula, como canetas esferográficas, papel para rodar provas, giz… salas de aula, quadras esportivas… Isso sem falar das perseguições e assédios, que muitos servidores da Educação trazem ao conhecimento deste jornal.
São muitas as denúncias, mas como o foco desta série de reportagens que passaremos a publicar a partir de hoje n’O polifônico é o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos profissionais da Educação Municipal, publicaremos ao longo do mês diversas entrevistas em vídeo com os servidores da Educação (todos eles, da merendeira ao diretor das escolas – e se a Secom da PMRO permitir (sim, muitas vezes, a democracia tão engrandecida na matéria publicada no DO quando da elaboração do Plano de cargos, fica esquecida e a imprensa não consegue ter acesso aos secretários de governo e servidores de cargos de chefia porque simplesmente a Secretaria de Comunicação trava a entrevista), a secretária da pasta, Maria Lina Paixão.
Vale lembrar, que em Rio das Ostras os diretores das escolas municipais ainda são escolhidos diretamente pelo prefeito…
Como o PCCV será aprovado pelo Legislativo se sequer foi aprovado pelos próprios servidores?
A matéria publicada no DO diz ainda, que no final deste mês, o Plano de Cargos, Carreira e Vencimento de todos os demais servidores da PMRO será encaminhado à Câmara Municipal para a provação. Mas como o PCCV será aprovado pelo Legislativo se sequer foi aprovado pelos próprios servidores, que nem de longe conhecem o conteúdo da proposta que será encaminhada à Câmara? Muito estranho!
Vamos à rua conversar com o servidor da rede municipal de Educação e saber o que ele está achando desta franca e sólida democracia vivida intensamente em Rio das Ostras, quase um modelo para outras cidades brasileiras (sic).
Por Leonor Bianchi

Às vésperas das eleições para Conselheiro Tutelar em Rio das Ostras

Posted in Cidade, Educação, Videofonia by ImprensaBR on 31/08/2011
A princípio, achamos que é uma encenação, mas não é. Adolescentes ainda com uniforme escolar (da rede municipal de Rio das ostras) brigam na rua e gravam a ‘luta’!
Interessante o requinte da produção, que teve até edição!
LB

Cinema e Educação em Rio das Ostras

Posted in Cidade, Educação, Videofonia by ImprensaBR on 25/08/2011
Cinema e Educação em Rio das Ostras
Projeto exibe documentário ‘Pro dia nascer feliz’, de João Jardim
Por Leonor Bianchi
Nesta quarta-feira, a professora Deborah Floresta promove o projeto “Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo de construção do conhecimento crítico”. Trata-se do início das atividades do projeto “reflexos da realidade: uma abordagem cinematográfica”, idealizado pela Multiplicadora Tecnológica Deborah Floresta.
O objetivo central do evento é estimular as reflexões acerca da inserção do cinema na prática pedagógica, enxergando a sétima arte como uma excelente aliada para proporcionar uma aprendizagem significativa, bem como um elemento essencial no processo de mudanças sociais.
Além disso, será debatida a função social do cinema. Será que existe neutralidade no processo de produção cinematográfica? O cinema pode motivar mudanças significativas na sociedade? Essas e outras questões serão abordadas pelo historiador e cineasta Alex Côrtes e o jornalista e documentarista Rodrigo Mac Niven no dia 26 de agosto de 2011, sexta-feira, às 13h00.
Para instigar o debate, será exibido o documentário “Pro Dia Nascer Feliz”, de João Jardim. (Veja a programação ao final desta matéria).

Estaria o audiovisual vislumbrando sua primeira possibilidade de diálogo com a Educação de Rio das Ostras?

A proposta levantada pela professora Deborah deve merecer atenção entre educadores e legisladores do município uma vez que o audiovisual, mais especificamente o cinema brasileiro e sua exibição em escolas da rede pública de ensino fundamental é o tema do PL 7507/2010 do Senador Cristovam Buarque.
Em análise pelas comissões de Educação e Cultura; de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei propõe a obrigatória a exibição de filmes audiovisuais de produção nacional nas escolas de ensino básico, por no mínimo duas horas mensais. O texto insere a medida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96.
Segundo um texto sobre o PL 7507 publicado no site do senador Cristovam Buarque, “a exibição de filmes brasileiros deve ser componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola”. Para o Senador do PDT-DF, a ausência de arte na escola reduz a formação dos alunos e impede que sejam usuários de bens e serviços culturais na vida adulta. “O cinema é a arte que mais facilidade apresenta para ser levada aos alunos nas escolas”, defende Cristovam.
Para o Senador, “os jovens que não têm acesso a obras cinematográficas ficam privados de um dos objetivos fundamentais da educação: o desenvolvimento do senso crítico”.
Veja a tramitação do PL 7507/2010:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=481377
Buscando caminhos para a ‘liga’ entre uma coisa e outra
Independentemente do que digam os professores sobre o fato de o tempo ser curto para trabalhar em sala de aula a grade curricular exigida pelo Ministério da Educação, quanto mais inserir exibições de cinema nesta grade… o cinema e o audiovisual já estão dentro da escola mais do que podemos imaginar, aliás suas relações nos remetem a experiências remotas no Brasil, aos tempos do extinto Instituto Nacional de Cinema, que depois passou a ser Instituto Nacional de Cinema Educativo, dirigido pelo genial Humberto Mauro nos anos 30. Experiências, que infelizmente não vamos mencionar agora para não perdermos o foco. Leia mais sobre o INCE (http://www.mnemocine.art.br/index.php?option=com_content&view=article&id=167:institutonaccine&catid=42:historia-no-cinema-historia-do-cinema&Itemid=67), ou o breve texto ‘O Instituto Nacional de Cinema Educativo: o cinema como meio de comunicação e educação’, de Rosana Elisa Catelli, Professora da Universidade Estadual de Santa Cruz, Departamento de Letras e Artes (http://www2.eptic.com.br/sgw/data/bib/artigos/b2d62f74fa61d243a02f4e4f8a3ce8c2.pdf), ou este artigo elaborado por Ronaldo Rosas Reis, Doutor em Comunicação e Cultura (UFRJ), Pós-Doutor em Educação (UFMG) e Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Imagem e Informação da Universidade Federal Fluminense e da Faculdade de Educação da mesma Universidade (http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/viewFile/269/154), ou ainda outro excelente artigo da Doutora em Multimeios, Rosana Elisa, onde ela cita a Alegoria de John Grierson para defender a produção de documentários nos ambientes escolares. Só para ilusatrar… para Grierson, “a possibilidade de aproximação do indivíduo à sua realidade não apenas pela razão, mas também pelo sentimento. Segundo ele, o uso do rádio e de filmes, para a educação de jovens e adultos, traz a comunidade para perto do indivíduo. O filme documentário não ensina o novo mundo pela análise do mesmo, ele comunica o novo mundo mostrando-o em sua natureza viva. Neste sentido, o filme documentário é uma proposta educacional para trazer ao cidadão o mundo, para acabar com a separação entre o cidadão e a comunidade a qual ele pertence”,                                                                – (http://www.fundaj.gov.br/geral/educacao_foco/cinema%20e%20educacao.pdf).
Educadores realizadores?
O que é preciso agora é a formação (por que será que não gosto deste termo?), a capacitação de professores e, posteriormente, dos alunos das escolas públicas à leitura desta linguagem. Ainda um tanto desprezada no Brasil, a formação e especialização de ‘material humano’ para tanto só vem sendo criada de uns 30 anos pra cá. Em nível acadêmico, ainda é muito incipiente.
Este ano, a Universidade Federal Fluminense (Niterói/RJ) abriu um curso inédito; o de Licenciatura em Cinema. A tradição que o Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF (IACS) tem em formar grandes ‘trabalhadores do cinema brasileiro’ através de seu bacharelado em Cinema, voltar-se-á, também, a partir de agora, à formação de professores de cinema.
A proposta é mais do que necessária se analisarmos o crescente número de oficinas de vídeo e cinema promovidas por associações culturais em todo o Brasil. Creio que, naturalmente, este seja um dos motes que deve ter embasado a justificativa para a criação do curso, defendida pelos idealizadores do novo curso da UFF.
Parece-me que a Federal Fluminense dá um passo à frente acolhendo esta empreitada de colocar adiante um antigo sonho, que em 2012 tornar-se-á realidade. O vestibular para o curso de Licenciatura em Cinema está aberto até o dia 5 de setembro pelo site… da UFF, que está fora do ar… mais uma vez…
Projetos de Cinema e Escola aparecem em cada esquina. Tudo é Cinema e educação! Mas será que sabem do que estão falando esses produtores que se dizem mentores de projetos educativos, que levam estudantes ao cinema?
Nessa febre das oficinas de cinema, dos festivais de cinema, dos coletivos de realizadores que fazem filmes em cima de qualquer argumento, em qualquer suporte de captação (equipamentos que vão de sofisticadas câmeras digitais de alta definição a aparelhos celulares), começaram a surgir também projetos de exibição de cinema em escolas públicas.
Projetos promovidos com dinheiro público e que levam alunos da rede pública de diversos municípios do estado ao cinema, gratuitamente, passaram a ‘pipocar’ de repente que nem pão fresco às seis da tarde.
Aqui no Rio, intriga-me bastante o formato do projeto ‘Cinema para todos’. Em sua segunda edição e como faz questão de ostentar, consagrando a parceria entre Secretarias de Estado de Educação e de Cultura (iniciada em novembro de 2008) deve distribuir 800 mil vales-ingressos (vale-ingressos são ingressos que as referentes secretarias cedem às escolas públicas de diversos municípios do estado, para que elas usem os com seus alunos em qualquer dia da semana, em sessões de filmes nacionais). São assistidos estudantes de 25 municípios do estado do Rio.
Esses alunos desfilam pela cidade, da escola até a porta da sala e cinema com o uniforme escolar. O ônibus que os leva ao cinema ‘plex’ da vida (muitas vezes localizado dentro um shopping center) é adesivado com uma enorme logomarca dos financiadores do projeto e na sala escura, esses meninos do Brasil assistem quase a mesma coisa que já veem nas novelas da Globo, já que os filmes que são produzidos hoje no Brasil, ainda insistem no forte apelo de usar atores globais para atrair público…
Enfim, além de os filmes que esses estudantes assistem não serem para mim exatamente cinema brasileiro e sim Globo Filmes brasileira, a propaganda pró governo é notória, mas parece que ainda que tratemos aqui de audioVISUAL, há muita gente fechando os olhos para projetos desta natureza, com formatos duvidosos, e muitos malandrinhos, ou melhor, mauriçolas pequenos burgueses metidos a grande produtores, se dando bem.
Cinema na escola
Em minha opinião, em lugar de o estado dar bolsa-cultura para os professores e ingressos de cinema para os alunos da rede pública, deveria incentivar a exibição dentro da unidade escolar, sobretudo de filmes brasileiros, e ainda, investir na formação de pessoas que queiram falar de cinema dentro da escola, do lado dos professores, e há muita gente fazendo isto de maneira precária Brasil à dentro.
A falta de escolas de formação e a precarização dos cursos gratuitos acabam por tornar escassa a mão-de-obra intelectual e, em plena era das redes sociais e da chamada Web 2.0 o cinema só entra na escola quando falta o professor de história.
Estudei a vida toda em escola pública e hoje atuo como formadora livre na educação do interior do estado, contribuindo com conversas e análises com alguns amigos professores sobre a utilização do cinema e dos recursos audiovisuais dentro da escola, em sala de aula, no processo de ensino-aprendizagem… para além do audiovisual como um suporte pedagógico.
O cinema na escola para além da exibição de filmes
Defendo, nessas minhas contribuições, que a linguagem audiovisual tem uma gramática própria e que a mesma precisa ser decodificada. Quem quiser mergulhar na gramática da linguagem audiovisual, muito mais do que assistir um filme, saberá como este material foi construído. A ideia de que conhecendo a gramática audiovisual o professor se coloca potencialmente no lugar do realizador de filmes, facilita e abrevia o debate sobre a entrada do cinema vez por todas na grade curricular dos alunos do ensino fundamental (ao menos), como o ensino de música, que em 2008 passou a ser novamente obrigatório nas escolas de ensino fundamental e médio de todo o Brasil.
Este ano todas as escolas tiveram três anos para se adequar e agora deverão apresentar relatório da disciplina de artes. A Lei nº 11.769, de autoria da Senadora Roseana Sarney, surgiu com a mobilização do Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), formado por 86 entidades, como universidades, associações e cooperativas de músicos.  A nova lei altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que determina o aprendizado de arte, mas não especifica o conteúdo.
 Veja mais sobre o Debate de amanhã promovido pela profa. Deborah Floresta:
“Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo de construção do conhecimento crítico”.
ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOSÉ DILSON DÓREA
Data: 26 de agosto de 2011
Dia: Sexta-feira
Horário: 13:00
Local: Escola Municipal Padre José Dilson Dórea
Endereço: Rua das Camélias, 1015. Bairro Âncora. Rio das Ostras, RJ.
Exibição do documentário “Pro Dia Nascer Feliz”
Mesa de Debate “Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo do construção do conhecimento crítico”
13:00 – Abertura
13:30 – Exibição do documentário “Pro Dia Nascer Feliz”
15:00 – Debate sobre a relação cinema e educação, com o Professor Alex Côrtes
16:00 – Debate sobre a função social do cinema, com o documentarista Rodrigo Mac Niven
17:00 – Abertura de inscrições para as perguntas do público
18: 00 – Encerramento e avaliação do encontro
Contamos com a presença de todos!
Deborah Floresta,
Multiplicadora Tecnológica.
Debatedores:
Alex Côrtes (Historiador, Mestre em Educação, Cineasta e Doutorando em Psicologia)
 Rodrigo Mac Niven (Diretor do documentário “Cortina de Fumaça”)
Inscrições:
Os interessados devem mandar um e-mail para o endereço deborahfloresta@yahoo.com.br com os seguintes dados: nome completo, instituição na qual atua e telefone para contato.
Apoio: NÚCLEO TECNOLÓGICO MUNICIPAL
GERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOSÉ DILSON DÓREA

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Cinema e Educação: Projeto promove Mesa de Debate “Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo do construção do conhecimento crítico”

Posted in Cidade, Educação, Videofonia by ImprensaBR on 21/08/2011
“Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo de construção do conhecimento crítico”.
Data: 26 de agosto de 2011
Dia: Sexta-feira
Horário: 13:00
Local: Escola Municipal Padre José Dilson Dórea
Endereço: Rua das Camélias, 1015. Bairro Âncora. Rio das Ostras, RJ.
Exibição do documentário “Pro Dia Nascer Feliz”
Debatedores:
Alex Côrtes (Historiador, Mestre em Educação, Cineasta e Doutorando em Psicologia)
 Rodrigo Mac Niven (Diretor do documentário “Cortina de Fumaça”)
Inscrições:
Os interessados devem mandar um e-mail para o endereço deborahfloresta@yahoo.com.br com os seguintes dados: nome completo, instituição na qual atua e telefone para contato.
Mesa de Debate “Cinema e Educação: a linguagem cinematográfica no processo do construção do conhecimento crítico”
13:00 – Abertura
13:30 – Exibição do documentário “Pro Dia Nascer Feliz”
15:00 – Debate sobre a relação cinema e educação, com o Professor Alex Côrtes
16:00 – Debate sobre a função social do cinema, com o documentarista Rodrigo Mac Niven
17:00 – Abertura de inscrições para as perguntas do público
18: 00 – Encerramento e avaliação do encontro
Apoio:
NÚCLEO TECNOLÓGICO MUNICIPAL
GERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOSÉ DILSON DÓREA

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Abertas as inscrições para concurso de monografias sobre folclore e cultura popular

Posted in Brasil, Educação by ImprensaBR on 19/07/2011

Excelente oportunidade para formandos de Produção Cultural do PURO

Estão abertas até 25 de agosto as inscrições ao Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular edição 2011. Criado em 1959, o prêmio é concedido anualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura (Iphan), por intermédio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), com o fim de fomentar a pesquisa, estimulando a diversidade e a atualização da produção de conhecimento no país voltada para esse campo de estudos.

Leia o Edital aqui. (more…)

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Posted in Educação by ImprensaBR on 15/07/2011

Alunos da EJA - Colégio Estadual Joffre Frossard

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UFF – PURO entra em processo eleitoral

Posted in Cidade, Educação by ImprensaBR on 05/07/2011

Alunos, professores e funcionário podem votar

Finalmente, depois de poucos, mas alguns debates com as chapas concorrentes, eis que chegou o dia. Começa hoje e segue até as 21h de quinta-feira, dia 7, o processo eleitoral que decidirá os novos conselheiros e o novo Diretor do Polo Universitário de Rio das Ostras. Podem votar professores, alunos e funcionários.

A Federal Fluminense em Rio das Ostras passa por um momento extremamente delicado. Quem ainda não conhece o caso das Bolsas da Anvisa, precisa conhecer. Leia aqui! O nível absurdo ao qual chegou o cenário de constrangimento no qual convivem servidores, professores, alunos está insuportável no PURO.

Como já destacamos em inúmeras matérias, a estrutura falida montada em Rio das Ostras para a instalação da UFF está rachada desde que tentou ser erguida. Seu engenheiro responsável? O ex-prefeito Alcebíades Sabino, que nunca terminou essa obra. Ontem, sua equipe enviou emails para toda a imprensa regional anunciando a instalação de uma unidade da FAETEC na cidade, na Zona Especial de Negócios. Ora, de que adianta implantar se não há gestão posteriormente? De que adianta fazer repactuação se os nomes que orbitam na carniça despejada na bandeja disposta à frente dos caprichosos doutos só os deixam mais sedentos e esfomeados? Salários baixos? Não, imoralidade (estou referindo-me ao caso das Bolsas da Anvisa). O sucateamento está instalado nas instâncias municipal e federal. E a disputa entre ambos os ‘poderes’ não cessa.  

Enquanto ex-aluna deste organismo riquíssimo em termos potencialidades humanas, no direito de expressar minhas intenções e defender o direito à liberdade de imprensa e de comunicação em Rio das Ostras, apoio em meu nome e em nome de editora do jornal O Polifônico a Chapa 1 para esta eleição e divulgo neste jornal sua plataforma política para que você possa conhecê-la melhor. Construir uma sociedade mais saudável depende de amor, de bom senso e de educação.

PROPOSTA PARA A GESTÃO DA DIREÇÃO DO POLO UNIVERSITÁRIO DE RIO DAS OSTRAS

 Proponentes: Professora Eblin Joseph Farage e Professor Eduardo Nahum Ochs

  Breve Biografia

 Eblin Joseph Farage:

Assistente social formada pela escola de serviço social da UFF, mestre em serviço social pela UFRJ e doutoranda em serviço social pela UERJ. Longa experiência na área de educação e formação junto a movimento sociais e populares, experiência com elaboração e gestão de projetos sociais. Atualmente é professora do curso de serviço social e coordenadora do Projeto de Extensão Assessoria a Movimentos Sociais e Populares.

Eduardo Nahum Ochs:

Doutor em Matemática pela PUC-Rio, com pesquisa em Lógica, Teoria de Categorias e Raciocínio Diagramático, e ativista de Software Livre e contribuidor do Projeto GNU desde 1999; atualmente é professor do Departamento de Física e Matemática do PURO. Para mais informações veja a sua página web: http://angg.twu.net/.

O PURO

Introdução

“Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”(Paulo Freire)

A comunidade acadêmica da UFF de Rio das Ostras tem sido cotidianamente desafiada para assegurar a consolidação de um Polo Universitário de qualidade. Técnicos administrativos, docentes e alunos enfrentam hoje um quadro de precarização de suas condições de trabalho, de ensino, pesquisa e extensão que vem colocando em risco o projeto de excelência universitária que procuramos construir nesses quase sete anos de existência da UFF em Rio das Ostras.

Temos clareza que os desafios desse quadro de precarização extrapolam os limites de nossas possibilidades internas, pois dependem de negociações institucionais junto à Prefeitura, à Reitoria e ao MEC. Do mesmo modo, temos clareza que para fortalecer nossa capacidade de negociação nessas frentes é preciso investir na construção de uma identidade e uma unidade de nossa comunidade acadêmica na direção da consolidação de nosso projeto de excelência universitária.

O cenário nacional das Instituições Federais de Ensino Superior revela a grandeza de nossos desafios na luta pela ampliação dos quadros docente e administrativo, pela ampliação do acesso (e permanência) ao ensino superior de qualidade, bem como na manutenção da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Do mesmo modo revela a necessidade de mobilização e articulação política para a melhoria das condições de trabalho, de aprendizagem e de pesquisa, capacidade demonstrada por nossa comunidade na manifestação pública do último dia 25 de maio e no atual movimento grevista dos técnicos administrativos, que tem nosso apoio e solidariedade.

Neste cenário, as negociações isoladas também tem demonstrado que seus ganhos são superficiais e temporários contribuindo apenas para enfraquecer e deslegitimar projetos mais amplos e inclusivos que assegurem o efetivo significado que está na base da concepção de Universidade, qual seja, de unidade na diversidade que configura uma totalidade e não a soma de práticas, concepções ou projetos isolados e particularistas.

No âmbito de nosso Polo esses desafios são ainda mais urgentes e grandiosos, visto que ainda não temos nossos quadros docente e administrativo completos e as condições de infra-estrutura adequadas para a consolidação dos seis cursos hoje existentes e para a criação de programas de estudos pós-graduados.

Para ler a Plataforma na íntegra acesse: http://angg.twu.net/PURO/prop-gestao-chapa-1.pdf 

Segue matéria enviada pela Ascom do Deputado Sabino sobre a instalação da FAETEC em Rio das Ostras

Faetec assina convênio com Rio das Ostras

Representantes da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec) estiveram em Rio das Ostras na última segunda-feira, dia 4, atendendo ao que já havia acertado com o deputado Sabino e a Prefeitura de Rio das Ostras. Eles visitaram o Centro de Qualificação Profissional da Zona Especial de Negócios (ZEN), onde serão ministrados os cursos de qualificação da fundação.

Participaram da visita a vice-presidente educacional da instituição, Maria Cristina Lacerda, acompanhada do professor Arnaldo dos Santos, a equipe técnica do deputado estadual Sabino, representada por Leandro Sarzedas e representando a prefeitura assessora de ensino de Ciência e Tecnologia, Mauriléa Rodrigues.

Na ocasião, Maria Cristina conheceu as instalações do centro e aprovou o espaço para o funcionamento da Faetec. “A infraestrutura é adequada para os cursos. Essa parceria será muito importante até porque Rio das Ostras é um município em grande crescimento que tem que estar preparado para esse desafio que é o desenvolvimento da região”, destacou a vice-presidente da Faetec.

No encontro ficou acordado que até o fim dessa semana a minuta do convênio será enviada para a prefeitura e deverá ser assinado até o dia 12. “Queremos iniciar os cursos logo no início de agosto e por isso pretendemos agilizar o processo”, informou Maria Cristina. Até então, a prefeitura recebeu da Faetec um projeto básico com as principais informações referentes ao convênio. Nele estão previstos os cursos de inglês, espanhol, informática, assistente administrativo e recepcionista.

Além de Rio das Ostras, o deputado Sabino reivindica também a instalação da Faetec em Tamois, distrito de Cabo Frio e Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu. O deputado declarou que está satisfeito com a vinda da Faetec para Rio das Ostras. “Continuo trabalhando para trazer também o Centro Vocacional Tecnológico (CVT)”, disse.

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