!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Jornal O Paiz publica nota sobre a necessidade da construção de uma ponte sobre o rio São João

O periódico matutino foi publicado no Rio de Janeiro entre o final século 1884 e a Revolução de 1930

o paiz 14 de janeiro de 1928 necessidade da construcao da ponte sobre o rio sao joaoFundado pelo imigrante português João José dos Reis júnior, mais tarde agraciado com o título de Conde de São Salvador de Matosinhos, circulou entre 1 de outubro de 1884 e 1930.

Seu primeiro redator-chefe foi Rui Barbosa, que, após apenas três dias no cargo, foi substituído por Quintino Bocaiúva (1836-1912), então presidente do Partido Republicano, que ficou no cargo de 1885 até o início do século XX

Por contar com lideranças republicanas na chefia das redações foi, ao lado de “A Gazeta Nacional”, um importante veículo da causa abolicionista no país e da ideologia republicana, durante toda a chamada República Velha, ou República do Café com Leite, período que vai até 1930.

Escreveram nas páginas, entre outros, Rui Barbosa, Fernando Lobo, Anésia Pinheiro Machado, Joaquim Serra, Alcindo Guanabara, Urbano Duarte e Joaquim Nabuco. Nabuco, apesar era da causa abolicionista, mas divergia da linha política de O Paíz, pois era Monarquista. Por motivos de divergências com Quintino Bocaiúva parou de escrever n’O Paiz.

Até o início do século XX funcionou na antiga sede de O Cruzeiro, na Rua do Ouvidor. Com a construção da Avenida Central, sua sede foi transferida para um prédio construído especialmente para ele na esquina da nova avenida com a Rua Sete de Setembro. Foi lá que em 1908, o repórter Gustavo de Lacerda fundou a a Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

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Em 1930 um incêndio destruiu a sede. Acredita-se que o sinistro ocorreu por causa da oposição ao golpe de estado liderado por Getúlio Vargas, que culminou com a deposição do presidente Washington Luís em 24 de outubro de 1930. Naquele ano o jornal deixou de circular. Antônio Augusto Alves de Souza, o último proprietário e principal editorialista, foi obrigado a exilar-se e, até à sua morte, nunca mais pôde assinar um artigo na imprensa brasileira.

A Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro guarda uma sequência de exemplares do periódico até à data de  13 de fevereiro de 1934, sob a direção do jornalista Alfredo Neves.

Pesquisa: LB

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Casa Cultural Mata Atlântica, em São Pedro da Serra, faz Roda de Choro com grandes instrumentistas, neste sábado

Num ambiente natural, bem no seio da Mata Atlântica, encontro reúne Chorões para celebrar os ‘novos tempos vindourouros’ e o lançamento das exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras

Para celebrar o fim de um ciclo e o recomeço de outro com o ‘renascimento do mundo’, a Casa Cultural Mata Atlântica promoverá uma Roda de Choro, neste sábado, 22/12/2012. A iniciativa é do violonista e um dos coordenadores da Casa Cultural Mata Atlântica, Rúben Pereira. Rubinho como é conhecido e integra o grupo de choro Coletivo Só Pra Moer, entre tantas outras ações envolvendo o gênero musical brasileiro.

A roda reunirá instrumentistas de Nova Friburgo, Lumiar, Macaé e de diversas cidades da região. Entre eles, Maurício Barreto, arranjador, professor de música e diretor do Estúdio de Música Livre, em Lumiar.

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Exposições Memória Macaense, e Hemeroteca Digital de Rio das Ostras começam neste final de semana e seguem até fevereiro

Além da roda de choro, quem for à Casa Cultural Mata Atlântica neste dia poderá ver a abertura das exposições ‘Memória Macaense’, feita também pesquisador de história regional, Rúben Pereira, criador do Observatório da Memória Macaense, e ‘Hemeroteca Digital de Rio das Ostras’, organizada pela jornalista e diretora d’O Polifônico (www.opolifonico.wordpress.com), Leonor Bianchi.

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Citação mais antiga feita a Rio das Ostras num livro impresso no Brasil. Foi em 1834. O Volume: Annaes do Rio de Janeiro, escrito por Balthazar da Silva Barbosa.

Ambas as exposições ficarão expostas na galeria de artes da Casa até o início de fevereiro, mas fora dos finais de semana e feriados é preciso agendar a visitar.

A Casa conta ainda com o Empório Mata Atlântica, que serve pratos típicos da serra friburguense, comidas naturais, cachaças especiais e cervejas artesanais. Na lojinha do Empório é possível encontrar produtos artesanais, vinhos, cachaças, cafés especiais, pimentas, chocolates, compotas, geleias, orgânicos, e uma livraria especializada em obras sobre meio ambiente e história fluminense.

Para saber mais sobre a Hemeroteca Digital de Rio das Ostras acesse:

http://www.facebook.com/HemerotecaDigitaldeRiodasOstras

Para conhecer o Observatório da Memória Macaense, acesse:

http://www.facebook.com/memoriamacaense

Para mais informações, acesse a Fan Page da Casa Cultural Mata Atlântica:

http://www.facebook.com/pages/Casa-Cultural-Mata-Atl%C3%A2ntica/458669617502689

ou mande um e-mail para casaculturalmataatlantica@gmail.com

 

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