!@ {o polifônico, [Jornalismo de Intervenção # Por Leonor Bianchi]

Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé promete trazer para a cidade natal do primeiro animador brasileiro o melhor da animação mundial

Começou no dia 11 de maio e seguirá até 29 de junho o período de inscrição de filmes no Anima Cine – Festival Internacional de Cinema de Animação de Macaé (RJ).

O Festival acontecerá de 19 a 25 de agosto com sessões voltadas para todas as idades e também para o público estudantil da rede pública de ensino.

Na programação do Festival, além das exibições de filmes, haverá palestras, debates e uma oficina de sonoplastia. Tudo de graça para o público.

Segundo a idealizadora do Anima Cine, Leonor Bianchi, Macaé orgulha-se de ser a cidade natal do primeiro animador de cinema do Brasil, Álvaro Marins, mais conhecido como Seth. “Macaé tem orgulho deste marco ainda pouco conhecido no mundo. Seth foi um ícone na ilustração brasileira e a cidade, agora, com este festival, estabelece, definitivamente, seu vínculo artístico e afetivo com o cinema de animação e com o feito do pioneiro Seth”.

Seth trabalhou em muitos jornais cariocas como ilustrador, desenhou inúmeras artes para a publicidade nos primeiros tempos da publicidade no Brasil, e tem sua marca registrada na história da animação brasileira.

“Esperamos que este festival de cinema de animação torne-se referência e que possa fazer jus ao fato de ter sido nesta cidade, Macaé, o local de nascimento do diretor de ‘kaiser’, o primeiro filme animado feito no Brasil por um brasileiro, o Seth, em 1917”, ressalta a idealizadora do Festival.

Primeira animação brasileira

O filme ‘kaiser’ estreou em 22 de janeiro de 1917, no Cine Pathé, no Rio de Janeiro, meses antes de o Brasil declarar guerra à Alemanha e iniciar sua participação na Primeira Guerra Mundial. Consistia de uma charge animada, mostrando o imperador Guilherme II colocando sobre a cabeça um capacete que representava o controle sobre o mundo. Em seguida, um globo terrestre crescia e engolia o líder alemão.

Desde 1907 os cinemas brasileiros já apresentavam vinhetas animadas no encerramento dos cinejornais. Contudo, ‘Kaiser’ foi a primeira animação autônoma brasileira a ser exibida.

Fotograma do filme kaiser
Fotograma do filme kaiser

Inscrições

As inscrições podem ser feitas pelo site do Anima Cine www.animacinemacae.wordpress.com através do preenchimento da Ficha de Inscrição disponível na plataforma online. O responsável pelo processo de inscrição deve estar atento ao Regulamento do Festival, também disponível no site e enviar, junto com a obra inscrita, o Termo de Autorização de Exibição da Obra Audiovisual, também encontrado no site, ambos assinados por ele.

Além dos filmes inscritos espontaneamente, o Anima Cine compôs uma Curadoria, que está convidando realizadores brasileiros e de outras partes do mundo a apresentarem seus trabalhos no Festival.

Na maior rede social do mundo, curta a página do Anima Cine.

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“É preciso revolucionar as cidades”

Posted in Brasil, Cidade, Economia, Entrevista, Infraesturutura by ImprensaBR on 16/05/2013

E não tem problema se as revoluções forem pequenas. O geógrafo David Harvey, principal teórico do direito à cidade, mostra que estudar Marx ainda faz sentido e provoca as “vizinhanças” a se transformarem no centro dos movimentos políticos, que devem evitar o “fetiche da horizontalidade”

 por André Deak, Lucas Pretti

Desde A urbanização do capital, de 1985, até o brilhante Rebel cities (Penguin, 2012, sem tradução no Brasil), passando por dezenas de livros sobre marxismo, David Harvey encara as grandes cidades como o amálgama social que produz e produzirá o novo. Não há nada mais fervilhante, diz ele, do que as “zonas de aculturação”, bairros em que o abandono do Estado se mistura a populações imigrantes, artistas e jovens profissionais liberais. Alguma semelhança com o movimento cultural que ocupou as ruas do Baixo Centro de São Paulo em abril com atividades culturais gratuitas e autogestionadas?

Geógrafo de 77 anos, professor emérito da City University of New York (Cuny), ele esteve no Brasil para o debate de lançamento de seu novo livro, Para entender O capital(Boitempo, 2013), em que disseca a obra-prima de Marx e se propõe a criar um “guia de leitura” para quem pretende mergulhar pela primeira vez naquele oceano. Na verdade, ele é mais apaixonado do que isso. “Todas as pessoas precisam ler um livro chamado O capital.”

DIPLOMATIQUE– O Brasil vem se preparando para realizar a Copa e a Olimpíada. E a preparação para esses eventos tem provocado remoções de pessoas e injustiças econômicas, entre vários outros absurdos. O que devemos fazer?

DAVID HARVEY – As pessoas deveriam estar atentas desde o primeiro momento quando alguém diz: “Teremos Jogos Olímpicos aqui”. Em geral, interesses comerciais e financeiros do Estado o farão remover pessoas e trabalhar na “revitalização” de locais. Eu acho que, antes mesmo de um anúncio como esse ocorrer, as pessoas deveriam estar preparadas para dizer: “Não quero que isso aconteça no meu país”. Um exemplo interessante foi a tentativa de levar os Jogos Olímpicos a Nova York. A população não concordou. Quando toda a propaganda em torno do grande evento começou, os nova-iorquinos já estavam preparados para dizer: “Não queremos”.

DIPLOMATIQUE– Não sei se isso é possível entre os brasileiros hoje. A maioria está empolgada. A propaganda oficial é muito grande, todos amam futebol e as pessoas sentem que querem a Copa, querem a Olimpíada.

HARVEY – Sim, isso é difícil. A vantagem de Nova York é que há o encontro das Nações Unidas. Todos os anos, por uma semana em outubro, todo o lado leste da cidade é completamente fechado. Você não pode se movimentar, e todos ficam de saco cheio. Aí, quando alguém fala em Jogos Olímpicos, as pessoas já rechaçam.

Quando a cidade-sede da Copa ou da Olimpíada já está escolhida, deve-se trabalhar muito para minimizar as consequências ruins. Mas é quase impossível, não dá para pensar em algo revolucionário.

A maioria das cidades que já receberam Copa ou Olimpíada perdeu muito dinheiro. Se você analisar as condições financeiras da Grécia hoje, boa parte dos problemas remonta aos Jogos Olímpicos, quando gastaram uma quantia enorme de dinheiro para construir coisas completamente inúteis. Houve apenas um projeto muito útil, a construção de um novo sistema de metrô, cujos benefícios são permanentes. O que se vê normalmente é violência de Estado, sem qualquer compensação. Vocês devem lutar por benefícios definitivos, mas sabendo que é impossível parar os Jogos.

DIPLOMATIQUE– O Brasil agora está sob holofotes em todo o mundo. E você já esteve na maioria dos países da América Latina. Há novos modelos de organização ocorrendo nesta parte do mundo?

HARVEY – Uma coisa consistente que já existe por toda a América do Sul é um tipo de rejeição às políticas neoliberais em suas formas puras. Isso não quer dizer que todos sejam anticapitalistas, mas há um antagonismo contra as estruturas da globalização: Banco Mundial, FMI e as políticas austeras que estão dominando a Europa.

Há também uma série de experimentações políticas ocorrendo, mas que tipo de políticas econômicas vai funcionar? Há diferenças entre o que Chávez fez na Venezuela, Morales na Bolívia, Correa no Equador, mas em geral a América Latina é hoje um lugar onde os movimentos sociais são ativos e muitas pessoas da esquerda sabem que esta é uma parte muito interessante do mundo hoje. Estou certo de que, já que não há como romper com o capitalismo, há um novo tipo de capitalismo que vem sendo construído.

Em O capital, Marx mostra isso claramente. Quando qualquer pessoa chega e diz: “A solução para a pobreza é mais desenvolvimento capitalista”, você deve dizer imediatamente: “Não! O capitalismo criaessa pobreza”. Acontece o mesmo com o meio ambiente. Quando alguém diz que o capitalismo pode ser sustentável para o planeta, Marx faz um bom trabalho ao mostrar a tendência eterna de o capitalismo destruir a principal fonte de recursos: a terra. Marx admirava de diversas formas as consequências positivas do desenvolvimento capitalista, mas dizia que precisamos ter controle e criar uma alternativa ao “lado negro”.

DIPLOMATIQUE− Vê-se cada vez mais no mundo, e em São Paulo também, a proliferação de hubsque pretendem ser lugares de liberdade e criatividade em vez do controle de horas. Isso é uma alternativa ao capitalismo tradicional?

HARVEY – A mudança tecnológica está criando um sentimento de redundância. O que devemos fazer em um mundo em que os trabalhadores são redundantes? Temos taxas de desemprego em crescimento em todo o mundo, e o tipo de emprego que ainda existe não está satisfazendo o trabalhador criativo. Portanto, vemos pessoas por toda parte tentando ter um estilo de vida diferente, criando sistemas alternativos de produção, economias solidárias e outras coisas do tipo. Porque, afinal, é a vida deles que está em jogo.

DIPLOMATIQUE– Cooperação em vez de competição…

HARVEY – Sim. Há diversos grupos espalhados pelo mundo tentando fazer algo, de formas bem diferentes, mas usualmente em escalas pequenas. Essas pequenas iniciativas devem ser reprodutíveis para se transformar em um movimento de massa ou precisam permanecer pequenas? É uma das grandes questões sem resposta.

DIPLOMATIQUE– Essa reorganização do espaço de trabalho pode ser considerada anticapitalista de alguma forma?

HARVEY – Pode ser parte de uma tentativa anticapitalista. Mas veja o que acontece, por exemplo, nas fábricas recuperadas na Argentina. Elas existem como ilhas dentro de um oceano capitalista, mas no fim se transformam em um centro de autoexploração por causa das pressões comerciais, financeiras etc.

Por um lado se diz que a passagem para o socialismo necessita de autogestão e trabalhadores associados no controle da produção, mas isso não sobrevive sem uma reconfiguração radical dos papéis do dinheiro, do sistema financeiro, dos mercados. Se esses elementos não mudarem, você ainda estará na prisão do capitalismo. Por outro lado, tomar a fábrica é um primeiro passo – e isso é bom. Então vem a questão: quais são o segundo, o terceiro, o quarto passos desse movimento?

DIPLOMATIQUE– Para além dos trabalhadores criativos, existe uma massa imensa de trabalhadores tradicionais, e ainda há os sindicatos, que não conseguem dialogar com os trabalhadores e não têm a importância que já tiveram. Como os trabalhadores devem se organizar nestes novos tempos?

HARVEY – Não acho que os sindicatos de trabalhadores estejam completamente mortos. Há partes do mundo em que eles ainda são significantes e muito fortes. A dificuldade dos sindicatos sempre foi conseguir benefícios para seus membros e, em sua maioria, nunca se viram como movimentos trabalhistas de vanguarda. Alguns partidos políticos fetichizaram o trabalhador da fábrica como a pessoa que iria liderar a revolução – e sempre achei que havia algo errado nessa formulação. É por isso que, no Rebel cities, eu digo que é preciso redefinir o proletariado de hoje para incluir todas as pessoas que produzem e reproduzem a vida urbana – e que, portanto, revolucionar a cidade é tão importante quanto revolucionar o local de trabalho.

Quando você analisa a Comuna de Paris e os movimentos revolucionários de 1848, há evidências históricas de que eles tinham como propósito recapturar a vida urbana para a massa da população. Esses movimentos urbanos não foram levados a sério por muitos setores da esquerda, mas deveriam. Há 34 anos eu tento, sem muito sucesso, persuadir meus colegas marxistas a levar a urbanização a sério. As pessoas nas ruas, como vimos nas revoltas do Cairo, tomando conta de regiões simbólicas das cidades, são uma força política muito significante, mesmo quando as revoluções não são exatamente anticapitalistas. Precisamos encarar as cidades como centros de legitimação política e potenciais para revoluções e transformações. Daí a necessidade de redefinir teoricamente o que são movimentos de massa ou revolucionários.

DIPLOMATIQUE– Unindo suas ideias, podemos dizer que esses trabalhadores devem então fazer coisas em pequena escala?

HARVEY – Sim. Gramsci tem uma formulação interessante sobre isso, quando escreveu sobre a organização dos trabalhadores. Ele disse que, claro, é preciso se organizar em torno das fábricas (não exatamente em sindicatos, mas em conselhos fabris), mas é preciso também organizar as vizinhanças. Porque nos bairros estão as condições como um todo da vida da classe trabalhadora. Neles estão os garis, os taxistas, os garotos de recado e tantos outros que precisam ser integrados nos movimentos políticos – e essa ideia de organizar a vizinhança está passando a ser central nos processos políticos de hoje. Gramsci via muitas vantagens na união da organização das fábricas e das vizinhanças, principalmente porque, naquela época, isso significava dar poder às mulheres, já que nas fábricas a imensa maioria dos trabalhadores era formada por homens. Isso é muito interessante. Se você analisar a estrutura dos sindicatos tradicionais, a liderança é toda masculina. Ao contrário, boa parte das lideranças comunitárias é ocupada por mulheres. Essa discrepância de gêneros tem sido uma barreira muito grande para a organização anticapitalista.

DIPLOMATIQUE– James Carville e Stan Greenberg, no livro It’s the middle class, stupid!, sustentam que, hoje, um tema só adquire potencial revolucionário quando ganha a paixão e a revolta da classe média. Qual é sua opinião sobre isso?

HARVEY – Nos Estados Unidos há uma tendência em dizer que a grande maioria do país é de classe média – mas na verdade é classe trabalhadora. Acho que existe de fato uma classe média significativa – formada por advogados, juízes, diretores de corporações e outros profissionais desse tipo –, mas muito menor do que se imagina. Em pesquisas de autoidentificação, cerca de 60% a 70% dos norte-americanos se colocam como parte da classe média. No entanto, se você faz a pergunta de outra forma, com enunciados mais sofisticados, a mesma proporção se considera classe trabalhadora. Eles trabalham, têm determinadas condições no emprego, um chefe que decide coisas, gastam xhoras por dia trabalhando etc.

DIPLOMATIQUE– O Le Monde Diplomatique Brasil, em janeiro, comparou os movimentos Tea Party e Ocupar Wall Street. O primeiro conseguiu eleger representantes no Congresso, enquanto o Ocupar não tinha esse propósito. Você acha que movimentos como esses deveriam tentar a via política tradicional?

HARVEY – Em primeiro lugar, é muito importante ressaltar que o Tea Party recebeu financiamento alto de bancos, grandes corporações etc. Já o Ocupar não teve nenhum apoio parecido. É verdade que o objetivo do Ocupar não era lutar pelo poder político – nem mesmo influenciá-lo. Mas aí é que está: influenciou. Eles ocuparam um papel muito importante na reeleição de Obama porque mudaram a pauta. Antes dos movimentos Ocupar, ninguém nos Estados Unidos estava falando sobre igualdade social. Quando eles vieram com o argumento do 1% versus99%, trouxeram a discussão sobre desigualdade – e também a necessidade de um presidente que falasse sobre isso.

DIPLOMATIQUE– Mas eles deveriam tentar espaço no Congresso?

HARVEY – Acho que não, na verdade.

DIPLOMATIQUE– Deveriam reivindicar algo específico?

HARVEY – Eles fazem pedidos: queremos democracia real, igualdade social, diminuir ogap entre os 99% e o 1%… É interessante observar que o poder político não reagiu com violência da polícia ou do Exército contra o Tea Party, mas sim contra o Ocupar. Todos em Wall Street sabem que fazem coisas ilegais todos os dias e que deveriam estar na cadeia. Eles sabem disso! Por isso ficaram aterrorizados, principalmente se Obama se elegesse e houvesse um movimento popular como na Islândia, em que os banqueiros foram todos presos. Então veio o Furacão Sandy, e a maioria das pessoas no Ocupar se organizou num processo de comunicação muito eficiente, levando comida, produtos de primeira necessidade etc. Aí o Ocupar começou a ganhar atenção positiva da imprensa, elogios doNew York Times e, como dizem muitos amigos meus que estavam envolvidos, a política desapareceu. Tudo virou um caso humanitário, mas que tinha por trás um novo processo de organização de extrema importância política.

DIPLOMATIQUE– Em 2001, na Argentina, ocorreu algo similar, com o “corralito”. Todos foram para as ruas, ocuparam a Praça de Maio, se organizaram de forma diferente. Mas logo tudo passou e os partidos políticos seguem iguais. Por quê? Vai ser sempre assim?

HARVEY – Nos últimos quinze anos, os movimentos sociais têm sofrido de muita volatilidade. Os movimentos de massa, que envolvem milhões de pessoas, emergem com rapidez impressionante. Um grande exemplo é o de fevereiro de 2003, o protesto global contra a possibilidade de guerra no Iraque. Maravilhoso! Milhões de pessoas no mundo todo! E então desapareceu. Se esses milhões de pessoas de repente decidissem ficar nas ruas, o que aconteceria? Vemos muito esse tipo de política hoje, que é muito volátil.

DIPLOMATIQUE– Também vemos muito hoje o conceito da horizontalidade: milhares ou milhões de pessoas sem líder. Em Rebel cities, você levanta o problema da “fetichização da horizontalidade”.

HARVEY– Esse é um problema real. Muitas pessoas envolvidas são simpatizantes da ideia de que mais democracia significa menos lideranças. Mas o próprio exemplo do Ocupar-Sandy mostra que a centralização foi necessária para fazer as coisas que precisavam ser feitas. Organizações políticas precisam da combinação entre horizontalidade e algum conceito de verticalidade. Se você fetichiza a horizontalidade e a autonomia, acaba colocando a si mesmo em uma caixa fechada, sem poder nenhum. Um exemplo ao contrário são os zapatistas, uma organização militar que obviamente não era horizontal, tinha uma estrutura de controle. Parece mais simples usar o modelo de assembleias para tudo, mas não é. Algum senso de controle é necessário.

Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil

André Deak

Pós-Jornalista, professor, mestre em Teoria da Comunicação pela Universidade de São Paulo e cofundador da Casa da Cultura Digital

Lucas Pretti

Pós-jornalista, ator, produtor cultural e idealizador do Festival BaixoCentro.

Ilustração: Manohead

01 de Maio de 2013

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Região ganhará unidade da Sociedade de Garantia de Crédito da Região Produtora de Petróleo, Gás e Bioenergia do estado do Rio de Janeiro

Posted in Economia, Macaé, Região, Rio das Ostras, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 26/04/2013

No próximo dia dois, será inaugurada, em Macaé, a Sociedade de Garantia de Crédito da Região Produtora de Petróleo, Gás e Bioenergia do estado do Rio de Janeiro (Garantinorte). O objetivo é facilitar a obtenção de crédito para qualquer empresa da região sudeste fluminense e, dessa forma, possibilitar acesso a linhas de financiamento para empreendedores da região.

A Garantinorte nasceu em 2011 com 49 associados e recursos financeiros do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam) e Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (Fumdec) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O núcleo de Macaé pretende atingir 300 associados na região da Costa do Sol, em 12 meses. os microempresários poderão contar com as contribuições financeiras já aprovadas pelos parceiros. O Fundecam disponibiliza R$ 1,5 milhão, o Fumdec, R$ 1 milhão, e o Sebrae, com R$ 2 milhões. Além do dinheiro, a Garantinorte possibilita assessoria técnicas as empresas.

De acordo com o gerente regional do Sebrae, Gilberto Soares, quando um empresário tenta pegar um crédito de 500 mil reais, por exemplo, os bancos pedem uma garantia de um R$ 1 milhão. Um valor inviável para a realidade de uma pequena empresa. “É aí que entra a Garantinorte. Ela pode oferecer essa garantia”.

Segundo Gilberto, o acesso ao crédito é um dos grandes desafios para pequenos e médios empresários brasileiros porque são caros e têm altas taxas de juros. Ele explica ainda que intermediar os projetos entre as empresas associadas e as agências bancárias, contribui para a expansão do crédito com segurança porque reduzem pela metade o risco de inadimplência. “Isso significa dinheiro a custo menor, com juros e tarifas bancárias mais baratas”.

Antes de estar apto para conseguir a garantia do crédito, o empresário deve se conveniar à Garantinorte e apresentar um projeto, onde deve constar o valor do empréstimo solicitado ao banco, a quantia a ser paga por mês, bem como discriminado quanto a empresa lucra ao ano. “O conselho da Sociedade de Garantia de Crédito irá analisar o projeto e sua viabilidade, depois disso, se for aprovado, o empresário já pode entrar em contato com o banco e iniciar os tramites normais”, disse Gilberto.

Um dos itens observados durante a análise é se o crédito solicitado não está fora da capacidade da renda anual da empresa. “Se a renda for de 100 mil reais ao ano, não é possível pedir um empréstimo de 2 milhões. É fora da realidade, e o empresário deve perceber isso”.

Essa é a quinta Sociedade de Garantia de Crédito (SGC) do país e a primeira ativa no sudeste. As empresas interessadas no convênio já podem fazer seu cadastro na avenida Rui Barbosa, 270, Centro –  Macaé. Mais informações pelo telefone: (22) 2772-2858.

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Nota de rodapé para o Cinema Popular Brasileiro

LB

Quem conseguiu ler o post do João Rocha (ele não é meu amigo) no grupo Macaé Cine? Ele cita meu nome e eu fui excluída desse grupo. Rúben Pereira tá aqui lendo essa postagem do meu lado e os caras me excluíram em função da grita que dei semana passada, depois de tentar diálogo centenas de vezes via mensagem fechada com a Thalita, organizadora do projeto, e não obter êxito.

Era pra ser um post, mais um, quem sabe não seria levada a mais um bate bola, ops, bate boca desnecessário nesta rede…

Desnecessário, vírgula!

Aliás, pra quem só lê minhas gritas virtuais e não sabe o que há por trás delas, fique esperto e deixe de ser malicioso(a), pois estas só chegam pro universo virtual aberto, público, depois de eu ter tentado de todas as formas possíveis e imaginárias o diálogo amistoso e saudável, produtivo para todos, e isso é razoável para uma jornalista, que, como todos aqui (todos não afirmaria… tem muita gente perdida na rede ainda, e como tem!!!), tenho, e muito, o que fazer nesta encarnação além de tentar buscar o diálogo com o mundo pelas redes sociais esquizofrênicas…

Netqueta não existe! Essa moda no Brasil de não expor as pessoas pela rede é inviável com o que a rede se propõe a ser! Tem que expor mesmo! O cara luta anos pela lei da transparência no Brasil e no Facebook não admite que os antiéticos sejam revelados e expostos em suas entranhas! Que lógica tem isso? Muita demagogia, sabe. O povo tem o que merece…

E cá pra nós, povo brasileiro, aqui no Brasil ninguém ainda sabe usar a rede dentro de toda a sua potencialidade, não é mesmo? Tem muita gente só apertando enter por aí… e apertando onde não era pra apertar!

Sobre o tal rapaz João Rocha que preferiu falar de mim por traz, excluindo-me de seu grupinho fechado no facebook e na vida real (srsrssr) e sobre seu ‘({[projeto de cinema]}’, o que eu penso a respeito – ainda que ele não tenha me perguntado diretamente e tenha preferido expor o que pensa sobre mim e seu projetinho apenas para seu grupo fechado no face… (srsrsr) -, é que ele não entende realmente o que é e como funciona a cadeia produtiva do cinema, como funciona essa cadeia aqui no Brasil, como funciona essa mesma cadeia nos grotões onde ainda não existe cinema e como funciona essa cadeia nas cidades emergentes onde predominam as salas comerciais.

No meu entendimento ele está brincando de fazer exibição de cinema, e isso é sério pra caramba porque diz respeito exatamente a uma discussão que vem sendo travada há décadas no cinema brasileiro por quem faz a política pública no setor. E ainda que seja enfadonha a indagação: Que cinema queremos? Será que esse rapaz sabe responder isto?

E ele pessoalmente em sua mostra, que quer ele com este cinema? Um festival megalômico, que não deveria atender a um desejo privado, mas sim fundamentar-se no caráter de utilidade pública. O problema é que neste projeto acontece justamente o inverso. O que seus produtores argumentam e tomam como a maior justificativa para  a manutenção do projeto na cidade, não é o clamor dos cinéfilos locais, pois nem isso o cineclube Macaba Doce, que existe há três anos em Macaé, conseguiu criar no cenário dada sua inércia fatal… Eles não tem sequer um público fiel, um público que dissesse: sim, queremos esta mostra em Macaé, pois ela é necessária para a cidade, nela nós nos vemos, com ela nos identificamos! Não. Nesse projeto do João Rocha e amigos, fica clara que a proposta do autor é a autopromoção – haja vista os troféus idênticos aos do Oscar estadunidense e do tapete vermelho colocado na porta do Solar dos Mello, durante a mostra no ano passado, a primeira edição do projeto.

Isso é extremamente sério na medida em que há uma turma que apóia o surgimento de uma mostra em qualquer esquina do Brasil, atualmente. São escolas diferentes. Eu penso mais antes, prefiro me associar a um projeto já existente antes de ousar lançar outro igualzinho em paralelo quase que pra disputar público, um público que, diga-se em negrito, ainda precisa muito ser educado para assistir cinema… Os caras acham bom ter uma mostra em qualquer esquina, mas não oferecem estrutura para isso. Refiro-me ao Estado, aos modelos vigentes de financiamento e ‘apoio’ para estes projetos. Então isso é um dos pontos de um grande debate no setor… só esclarecendo quem dá pitaco sem saber que a coisa tem uma dinâmica outra…

Geralmente essas mostras não geram empregabilidade e não têm sustentabilidade financeira, seus proponentes não têm relações mais consolidadas com os locais onde fazem essas mostras, mas pro relatório que a ANCINE redige no fim do ano, esses cara são bons porque entram pra cadeia e ajudam a criar um falso índice a respeito do cinema nacional e sua cadeia produtiva.

Hoje, no Brasil, a maioria das aferições que a ANCINE faz para a coleta de dados e por fim, a criação de relatórios e índices a respeito do desenvolvimento da indústria são bastante questionáveis, ainda que exista em paralelo e em contraste com isto que afirmei, dentro mesmo do corpo desta agência reguladora, pessoas sérias tentando trabalhar honestamente.

Voltando a grita (a minha), e ao fato de o tal João Rocha ter me excluído de seu grupinho…  ainda tem quem diga que esse povo é do bem… dúvidas? A cada segundo tenho certeza de que não há alguma… quanto mais for expurgada por pessoas como essas, mais perto do que tanto busco encontrar estarei. Quem age comigo desta maneira, ou seja, repelindo-me, livra-me de sua companhia aduladora e medíocre.

Infelizmente Rubinho disse que não vai comentar o post pra não pegar mal pra ele. Agora veja, o cara fala tanto em cultura, defende tanto a cultura e quando tem que abrir a boca, prefere se calar… realmente devo estar tentando diálogo com quem não quer dialogar comigo.

Mas de tudo sempre fica uma mensagem, ainda que secreta dentro de nós…

Por fim, gostei de saber que esses anos todos trabalhando em prol do acesso das populações mais carentes à cultura, à educação, à arte, à comunicação e por fim, ao cinema brasileiro não foram em vão. Ajudaram a iluminar suas mentes e fizeram com que compreendessem que para abrir qualquer pauta sobre o assunto ‘exibição de cinema’, seja em Rio das Ostras, Macaé… região, uma notinha de ropapé a Leonor Bianchi e ao seu Cinema Popular Brasileiro vocês não tem como não dar, ainda que secretamente, entre vocês mesmos.

Humildade é para os sábios, não um dom que todos podem lançar mão.

Obrigada pela nota de rodapé que eu mesma não li… para o bem ou para mal. Para além do bem e do mal estou eu desta lógica binária grega, arcaica. Prefiro o devir no meio do caminho, a sinapse no discurso, um lapso no pensamento…

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Rio das Ostras, Rosemberg Cariry, e os Núcleos Audiovisuais de Desenvolvimento Sustentável

Posted in Brasil, Cidade, Comunicações, Cultura, Economia, Videofonia by ImprensaBR on 01/08/2012

LB

O Conselho Superior de Cinema terá sua diretoria renovada. Rosemberg Cariry, que presidia a atual gestão enviou um e-mail, que deveria ser lido por todos que pleiteiam cargos no setor de Cultura nos próximos mandatos políticos.

Estou temerosa pelos rumos que as discussões sobre cultura – e dentro dela o setor audiovisual -, vem tomando em Rio das Ostras. Pelo que consta, querem transformar Rio das Ostras numa ‘roliúdi’ roceira metida à besta e superfaturada. Vejo o caminho inverso do que Rosemberg fala em seu documento acontecer aqui em casa, por que seria?

Em tempo… a…

Cultura (gestão) tem que ser feita e pensada por gente do lugar. Não adianta falar de glocalização, de absorção de culturas e transcriação de saberes e tradições porque isso não funciona na vida burocrática. Fica lindo apenas nos livros densos de antropologia, mas no gabinete e nas ruas, nos muros, nas telas, a cultura é feita de outra maneira. E quem pensa essa cultura, para vibrar por ela, precisa sentir-se pertencente ao lugar, a essa cultura. A afirmativa não é hermética, apenas uma identificação do que funciona e do que não funciona na gestão deste setor.

Não gostaria de ver a nova gestão que virá – seja qual for – suplantar as iniciativas culturais que brotam do povo, dos agentes culturais locais, mas sei que o caminho para que o setor tenha uma gestão coletiva e coerente com o modelo mais básico de gestão cultural que está rolando mundo afora e Brasil a dentro, será de muita luta e alguns desgaste, prevejo.

Leia a carta e-mail enviado por Cariry.

IDEIA PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DOS NÚCLEOS AUDIOVISUAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (correspondentes aos núcleos de agricultura familiar)

Valorização, consolidação e inclusão das micro, pequenas e médias empresas, voltadas para a produção audiovisual regional, já instaladas ou que venham a ser instaladas, de forma a integrá-las no processo nacional de desenvolvimento sustentável do audiovisual.

Um breve diagnóstico aponta que muitas destas micro, pequenas e médias empresas, ONGs e núcleos familiares, ligadas a atividades audiovisuais, tematicamente especializadas na produção de vídeos (cantorias, romarias, turismo, religiões afro-brasileira, espiritismo, música, futebol e etc) devem ser atraídas para a inclusão legal, através do apoios às suas atividades produtivas e treinamento especializado das suas equipes.

Isto significará milhares de micro, pequenas e médias empresas incluídas ao processo de legal do crescimento econômico brasileiro e as pequenas e micro empresas irão produzir centenas de horas de conteúdo audiovisual, tecnicamente melhorado, que poderão fluir não apenas no mercado informal de DVDs (como acontece agora), mas também nas TVS comunitárias e públicas e mesmo em algumas salas, através de circuito popular de exibição digital, a exemplo de alguns filmes de longas-metragens que fazem imenso sucesso no mercado informal. Terá especial atenção, neste programa, as pequenas produtoras de filmes de Arte que trazem prestígio para a nação e valorizam o nosso capital simbólico, neste caso se aposta também na juventude e na renovação de linguagem.

Através de uma ação interministerial (Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Ministério da Indústria e Comércio, Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério do Trabalho, Ministério da Economia e etc) seriam criadas linhas de créditos específicos, editais específicos, programas de inclusão e de melhoramentos para as micro, pequenas e médias empresas, nas cinco regiões do país. A SAV e o SEBRAE, junto com outros ministérios e secretárias, podem trabalhar juntos neste projeto. Uma ação como esta vem de encontro aos esforços do governo federal para o crescimento e sustentabilidade da indústria e do processo econ�?mico brasileiro.

É preciso criar novos paradigmas e tirar do audiovisual o seu escopo excludente e a sua aura de inatingível, reservada apenas para as empresas de maior porte e os grandes produtores, em uma concentração de renda antissocial e contrária à integração nacional e ao pacto federativo.

Temos duzentos milhões de habitantes neste país e um filme nacional considerado de sucesso tem um 2 milhões de espectadores, portando todo o dinheiro investido na cultura vai para financiar o privilégio de 1% fs população, confinada ao espaço do shopping center. A pergunta que não quer calar é: existe vida inteligentes fora dos shoppings center? Por que não fazemos o menor esforço para que o cinema saia dos guetos dos shoppings center? A quem interessa este atual modelo? Perguntem ao homem Aranha e a resposta virá no extrato da sua conta bancária.

É preciso seguir o exemplo da agricultura familiar, responsável pela parte do alimento que chega à mesa do cidadão brasileiro. No caso do audiovisual estamos falando do pão do espírito, em “Padaria espiritual”, como queriam os modernistas cearenses, no ano de 1892, antecipando em 30 anos a semana de arte de 22.

No novo modelo, seriam financiadas também micro, pequenas e médias empresas de distribuidores e exibidores, com atuação regional e nacional. Volta-se à ideia dos cinemas de família (3 a 10 salas por empresa), em cidades pequenas e de porte médio, bem como os cinemas itinerantes (centenas de cinemas ambulantes, como na Índia), rodoviários e hidroviários, com apoio do BNDS, Banco do Nordeste e outros bancos de desenvolvimento regionais, SEBRAE, da SAV, da ANCINE e de outros ministérios através de um programa comum. Também os cineclubes seriam convidados a participar deste processo, retomando o exemplo do projeto do CINEPOP. Seriam assim financiadas, por todo o país, núcleos sustentáveis de micro, pequenas e médias empresas regionais de exibição e distribuição, de modo a criar um novo modelo social, econ�?mico e cultural para o cinema brasileiro. Podemos ser a Nova Índia, assegurando para o produto audiovisual brasileiro mais de 60% do mercado interno. Isto
significaria também uma grande injeção de recursos na economia popular, podendo tal projeto ser compreendido dentro das políticas de distribuição de renda e de compensação postas em prática pelo Governo brasileiro. Todas as salas seriam com exibição digital através de tecnologias já existentes, desenvolvidas pelas universidades brasileiras. Os cinturões digitais instalados no diversos estados contribuiriam para a difusão destes conteúdos audiovisuais.

Outra proposta que pode transformar por completo o panorama atual do audiovisual no Brasil e que, no mínimo, 50% de todos os filmes realizados no país, depois de cinco anos do seu lançamento, fossem submetidos a uma comissão pública, com membros de diferentes áreas da cadeia produtiva e das representações sociais, �?para serem licenciados, ao custo médio – por exemplo – de R$200.000,00 ou R$ 300.000,00 cada um, para exibição em todo os circuitos de TVs públicas, TVs Educativas, TVs comunitárias, de infovias (banda larga), hospitais, asilos de terceira idades, creches, sindicatos, comunidades quilombolas, etc e etc. Sendo também acessível o seu uso pelas escolas públicas e universidades brasileiras. Este programa será desenvolvido pela Programadora Brasil, devidamente transformada, com um conselho com representante de todas as regiões do país e não apenas do sudeste, que ampliará a compra de direitos também para distribuição em bancas de revistas e livrarias da produção nacional, a preços populares (tipo cinco reais um DVD). Ao mesmo tempo em que o produtor audiovisual brasileiro estaria sendo visto por milhões, estaria também sendo reforçadas as produtoras como pequenos núcleos sustentáveis de produção. Este dinheiro obtido com a venda das licenças financiaria ou ajudaria a financiar o novo projeto da pequena empresa e o surgimento de uma indústria sustentável e de um cinema verdadeiramente popular. Viveríamos um boom de desenvolvimento no setor.

PROJETO SUSTENTÁVEL DE DESENVOLVIMENTO AUDIOVISUAL REGIONAL

A SAV, juntamente com a ANCINE, cuidará de articular novos arranjos produtivos, através de Fundos Regionais Audiovisuais e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual nas cinco regiões do Brasil.

A ideia de criação destes fundos e projetos sustentáveis para o desenvolvimento audiovisual, nas regiões, parte da premissa de que é preciso mudar o quadro que se está desenhando de forma concentracionário e asfixiante da diversidade, ampliando a produção audiovisual em todo o país, incentivando novos modelos de produção (novos arranjos produtivos) e de construção estética.

No Nordeste, a sugestão é de que o fundo seja composto por recursos do FSA, do FNE (Fundo Constitucional para Desenvolvimento do Nordeste), do Banco do Nordeste, do BNDES e por empresas públicas e privadas que já participam de muitas produções cinematográficas (trata-se agora de ordenar, de racionalizar, de melhor operacionalizar estes investimentos).

O Nordeste (assim como as outras regiões do Brasil) pode se tornar uma Nova Índia, no que se refere à produção do audiovisual popular. É preciso lembrar que a indústria do forró, do axé, dos festejos de São João (incluindo o mega negócio que é o carnaval no Nordeste), independente dos poucos méritos culturais e estéticos, cresceu à margem de todas as multinacionais do disco e mesmo das grandes redes de televisão e é hoje um negócio de milhões e milhões de reais, forçando a indústria de entretenimento do sudeste a ficar como seu reboque.
Se foi possível para estes setores é possível também para o audiovisual.

Quando falamos em região não estamos falando em espaços fechados e em econ�?micas estáticas. É preciso pensar os fundos regionais abertos para a produção inter-regional. Tudo isto, somado aos editais estaduais existentes, voltado apenas para os realizados dos estados, seria de grande importância e ajudaria a mudar o atual perfil da produção brasileira.

Uma outra ideia que toma corpo é que cada uma das regiões tenham uma TV Pública (TV NORDESTE, por exemplo), via satélite, reunindo o melhor das programações das TVs educativas, culturais, comunitárias e universitárias regionais. Em cada um destas TVS regionais haverá reserva de conteúdo para outras regiões, de tal forma que seja estabelecida uma grande e generosa rede de produção e exibição de conteúdo brasileiro. Todo o país poderia se ver via satélite.

O produtor Luiz Carlos Barreto apoia e integra todas estas ideias ao plano que ele está propondo, juntamente com várias entidades do cinema brasileiro, para discussão junto ao Governo Federal, ao MinC, à Ancine, à SAV e outras instituições.

Peço à secretaria do Conselho Superior de Cinema que deixe devidamente registrada em ata estas propostas que não são minhas. Em verdade, são propostas democráticas e transformadoras de amplos segmentos sociais da nação brasileira.

 

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Rede Hortifruti investe em novas lojas ao longo de 2012 – Uma delas será em Rio das Ostras

A rede Hortifruti, varejista no segmento de hortifrutigranjeiros, implementa o seu plano de expansão e abrirá, até dezembro, mais três unidades, duas na praça do Rio de Janeiro (Ipanema e Rio das Ostras) e uma em São Paulo. Atualmente a empresa possui 23 pontos de venda distribuídos nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A Hortifruti registra um fluxo mensal de 1,6 milhão de clientes, que consomem cerca de 15 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLVs).  Ao todo são quatro centros de distribuição (dois no RJ, um no ES e um em SP) e uma frota de 211 veículos que transportam produtos do campo até as lojas.

O maior percentual de venda é da categoria de FLVs, cerca de 40%, seguido de mercearia e delicatessen; processados e carnes. A  empresa ainda possui um cartão de crédito próprio com mais de 35 mil clientes ativos.

A Hortifruti destinou R$ 6 milhões para a verba de marketing e as campanhas continuarão focadas na saúde e nos benefícios dos FLVs. De acordo com o diretor de Comunicação e Novos Negócios, Fabio Hertel, essas  ações  têm o objetivo de comunicar  de maneira divertida os benefícios dos produtos que são comercializados pela rede.

“Investimos na vida saudável e acreditamos que de maneira leve atingimos pessoas de todas as idades. Queremos influenciar esta geração pra que seja sarada física e emocionalmente”, explicou Hertel.

Fonte: Meta Análise

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Firjan discute futuro do Leste Fluminense com empresários e políticos da região

Posted in Cidade, Economia, Empregos e Oportunidades, Estado, Infraesturutura, Outras Fontes by ImprensaBR on 27/04/2012

Principal motor de crescimento da região é o Comperj, seguido da indústria naval e logística 

Qual o futuro do Leste Fluminense? Quais os possíveis ou prováveis caminhos que a região deverá seguir para alcançar o desenvolvimento econômico e social? Essas foram as questões debatidas nesta quinta-feira, dia 26, com técnicos, empresários e políticos, no evento “Visões de Futuro: Potencialidades e Desafios do Leste Fluminense”, realizado no Clube Português, em Niterói.

“Temos a oportunidade de mostrar a preocupação do Sistema Firjan para o desenvolvimento da região através desse seminário. Sabemos que existem os projetos em andamento como o Comperj e o Arco Metropolitano, mas temos também que lutar pela recuperação do ramal da ferrovia Centro-Atlântica (FCA) de Campos a Itaboraí; do projeto de uma rodovia que vai de São Pedro da Aldeia a BR-101, fundamental para a ligação das regiões; e do complexo logístico em Cabo Frio. Além, é claro, de investir na educação fundamental como suporte base para o desenvolvimento” – adiantou o presidente da Representação da Firjan em Niterói, Luiz Césio Caetano.

Em formato de talk show e mediado pelo jornalista Max Andrade, o futuro dos municípios de Niterói, Rio das Ostras Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Búzios, São Pedro da Aldeia, Araruama, Rio Bonito, Saquarema, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Tanguá, Itaboraí, Maricá, São Gonçalo e Iguaba Grande foi discutido por empresários, que falaram sobre como aproveitar as potencialidades e superar desafios, e por secretários de governo, que apontaram o que pode ser feito para garantir um futuro promissor para a região.

O debate foi provocado pela apresentação feita pelo gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema Firjan, Cristiano Prado, que apontou as possibilidades de desenvolvimento no período de 5 a 15 anos, e os principais projetos já em desenvolvimento. O principal motor da região é o Comperj, que vai gerar milhares de empregos promovendo o crescimento econômico com influência direta nas regiões de São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito.

Outros dois motores de crescimento são a indústria naval nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, e a logística nos municípios de Arraial do Cabo e Cabo Frio. Já o Arco Metropolitano ampliará os impactos dos investimentos ao reduzir em até 20% o custo dos transportes em alguns municípios.

Cristiano Prado comentou que os municípios de Araruama, Búzios, Iguaba Grande, Rio das Ostras e São Pedro da Aldeia, menos impactados pelos grandes investimentos têm potencial para apoio às atividades offshore, expansão da agroindústria, silvicultura econômica, fabricação de produtos farmacêuticos, de produtos de borracha e de produtos de material plástico.

Também comentado pelo gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema FIRJAN o setor de turismo terá grande destaque para a região nos municípios de Maricá, Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, cabo Frio, Rio das Ostras e Búzios.

O seminário teve a participação das autoridades municipais representando os prefeitos: José Raimundo Martins Romeo, secretário municipal de Ciência e Tecnologia de Niterói; Ronaldo Elias de Moraes, secretário municipal de Planejamento e Coordenação Geral de Rio Bonito; Mauro Paes, subsecretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Tanguá; Ricardo Azevedo, secretário municipal de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca de Cabo Frio; e ainda Felipe Peixoto, secretário estadual de Desenvolvimento, Abastecimento e Pesca do Estado do Rio de Janeiro.

Também participaram das discussões os empresários Aécio Nanci, da Nanci e Cia Ltda; e Ricardo Guadagnin, da Garri de Cabo Frio Dormitórios e Complementos Ltda; além dos presidentes dos sindicatos das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Rio de Janeiro (Simmmerj), Lucenil Ferreira de Carvalho; e da Construção, Engenharia Consultiva e do Mobiliário de Niterói e Cabo Frio (Sindicem), Sérgio Yamagata.

O seminário que teve a primeira edição ano passado continuará este ano em todo o estado discutindo as visões de futuro do Rio, com exposição dos potenciais de desenvolvimento econômico de cada região. O próximo acontece em junho e tratará do futuro dos demais municípios do Sul Fluminense. [www.firjan.org.br ]

Fonte: Fator Brasil

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Receita faz operação contra fraude previdenciária em construções de Rio das Ostras

Posted in Cidade, Economia, Estado, Região, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 09/03/2012

Macaé também foi visitada pela equipe da Receita Federal

Com o objetivo de fiscalizar o recolhimento de contribuições previdenciárias relativas à construção civil no estado do Rio de Janeiro, a Operação Taj Mahal visitou Rio das Ostras e Macaé, nesta quinta-feira.

Uma equipe da Receita Federal sobrevoou as cidades em busca de possíveis irregularidades em construções de ambas as cidades, já que 30% dos imóveis nessas áreas estão em situação irregular, segundo dados da Delegacia Regional da Receita Federal de Macaé.

De acordo com o delegado Otavio Laude, os responsáveis por muitas construções no estado do Rio declaram à Receita que suas obras ainda não começaram, a fim de que não precisem recolher a contribuição previdenciária relativa aos operários.

A operação enfocou dez loteamentos onde podem existir mais de mil lotes com construções irregulares. O sobrevoo foi feito com uma aeronave equipada com câmeras apropriadas para reconhecimento aéreo. As imagens capturadas serão comparadas à outras feitas há cinco anos através de satélites.

De acordo com o delegado, os proprietários das construções que ainda não declararam suas obras podem procurar voluntariamente a Receita Federal para regularizar sua situação, enquanto a investigação estiver sendo concluída.

Depois de encerradas as investigações, a Receita Federal irá autuar e multar os proprietários dessas obras. A multa pode chegar a 150% do valor devido.

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Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia a ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO durante a Semana de Cultura Afro-Brasileira

Abaixo a ditadura!!!!!! O Polifônico repudia ação da Prefeitura de Rio das Ostras no episódio provocado por ela durante a pintura do muro do PURO, na Semana de Cultura Afro-Brasileira do Polo.

Rio das Ostras – Lamentavelmente uma intervenção artística que consistia na pintura de um muro da cidade acabou em desgaste para professores e alunos do PURO e para os artistas convidados pelos organizadores do projeto ‘1a Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras’, promovido interdisciplinarmente por docentes e discentes do Polo.

A Semana contou com diversas atividades, dentre as quais, destacamos a presença do grupo de jongueiros ‘Tambores da Machadinha’, de Quissamã, que coroou a todos os presentes na noite de 17 último com uma apresentação visceral, ensinando a professores, alunos e comunidade o valor que precisamos dar à cultura popular brasileira, afro-brasileira. Referências tão próximas e tão distanciadas de nosso cotidiano vieram à tona ali no ‘terreirão do PURO’… Lindo! O jongo deixou a todos inebriados, energizados, enigmatizados, revigorados e prontos para enfrentar qualquer coisa que viesse à frente. Os tambores da machadinha são muito fortes!

Sexta-feira, de manhã, depois de toda a energia compartilhada na noite anterior, levantei cedo como de praxe para honrar os compromissos da extensa agenda da jornalista encarnada em mim… e segui para mais um dia cheio, daqueles, em Macaé. A pauta era um seminário (falcatrua!!!!) de cultura promovido pela Fundação Macaé de Cultura, que reuniu meia dúzia de gatos pingados em torno de um projeto já pronto pela prefeitura e pela Fundação. Gastei meu tempo… mas aprendi alguma coisa… sobre as quais não vem ao caso agora…

Não poderia cobrir o último dia da Semana de Cultura Afro-Brasileira, mas fui ao PURO entregar dois filmes – O vento forte do levante e Clementina de Jesus, a Rainha Quelé – para serem apresentados na sessão de cinema, durante à tarde, na agenda da Semana.

Jornalista de plantão, obviamente aproveitei o ensejo e papeei um tantinho com os dois desenhistas que estavam esboçando uma ilustração no muro de fora do PURO, para pintarem em cima, depois. O muro fica em frente ao cruzamento da avenida dos Bandeirantes com a rua Recife, no Jardim Bela Vista. Quem não conhece? Em frente rola há anos um ponto de prostituição que a fiscalização também, há anos, finge não ver…

Descobri ali dois rapazes, dois brasileiros famintos por conhecimento, por educação, por arte, por liberdade, por cultura, por um espaço para expressarem sua maneira de perceber o contexto no qual estão inseridos…

Sempre correndo, abracei esses brasileiros, agradeci o depoimento que me deram em vídeo e embarquei rumo a Macaé para o seminário falcatrua.

Surpreendentemente, abrindo o facebook horas mais tarde, li um post chocante, o qual me faz estar aqui, agora.

Não sei se posso replicá-lo, mas basicamente ele comenta o final trágico e triste que teve a atividade da pintura no muro do PURO.

Os artistas que estavam ali convidados, trabalhando, os alunos e organizadores da Semana de Cultura Afro-Brasileira, a comunidade, eu, todos foram afrontados e constrangidos diante de tamanha falta de educação, bom senso e, sobretudo, de cultura dos gestores públicos de Rio das Ostras.

Agressivamente, segundo fontes, uma junta de fiscais, guardas municipais e até policiais militares abordaram os jovens artistas enquanto pintavam o muro – a ilustração remetia à diversidade étnica e à valorização da cultura afro-brasileira –

As cores usadas na pintura eram o vermelho, amarelo, verde e preto… cores da bandeira da áfrica… só que para os aculturados que os abordaram, provavelmente o tema envolvido era maconha e Bob Marley. Antas!

Criaram uma cena horrível no local, um local onde brotava a liberdade de expressão, a arte, a inocência… agrediram pessoas que trabalhavam e ameaçaram processar a universidade por danos ao patrimônio. De arrepiar!

O Polifônico repudia a atitude dos responsáveis por esta ação vergonhosa. Vemos uma cidade que deseja tanto prestar-se ao arranjo produtivo do turismo, mas permanece cega as suas próprias linhas conceituais, metodológicas, enfim… O que acontece na cidade não fica só aqui e as belas propagandas que só aqui são veiculadas, ao contrário das páginas online d’O Polifônico, não são exibidas em nível nacional… tampouco fora do Brasil… sendo assim, esta mesma prefeitura, que tenta vender ao máximo a imagem de cidade do progresso, despreza incoerentemente a imagem negativa que passa Brasil à dentro e mundo à fora sobre o que de fato acontece nesta ilha imperial.

Hoje cedo recebi um email de um dos rapazes que conheci naquela manhã, pronto para mostrar ao mundo sua arte. Este e-mail também me traz aqui, agora.

“Venho aqui para falar que fui totalmente repudiado pela guarda municipal, em relação aquela linda homenagem que estávamos fazendo no muro do PURO. Foram feitas duas abordagens: primeiro vieram dois guardas na viatura, mas só fizeram algumas  perguntas e foram embora. Depois vieram nos dois cidadãos à paisana (que trabalham na guarda) chegaram de forma totalmente grosseira, sem manter o mínimo de respeito na comunicação já chegaram  me oprimindo nem me deram bom dia !!! Não sei o que eles viram em meus olhos mas seja lá o que foi pelo visto não gostaram muito pois não pararam de olhar-me dos pés a cabeça. Por eu e meu amigo pedir para eles se identificarem eles chegaram em certo ponto a dizer que poderia nos levar presos, pois alegavam que o trabalho artístico que ali estava sendo feito era crime(Homenagem ao dia 20 de novembro )  não sei a que se aplicaria o poder ali mas estava ali dando minha contribuição livre, e voluntaria, Junto aos organizadores do evento, e minha arte foi totalmente repudiada pelo poder publico, olha tem uma aluna que tem um vídeo que mostra a hora em que finalizamos a arte, e que pode ajudar depois vejo e arrumo….  “Não aguento mais essa ausência de respeito e incentivo à  cultura por parte das autoridades.”

Prefiro não dizer qual deles assina o e-mail para não expô-lo. Publico os depoimentos de ambos os artistas com quem conversei naquela manhã (antes do ocorrido – em vídeo) e a fala de indignação de um deles (enviada à redação do jornal O Polifônico via e-mail). Tirem suas impressões.

Diante deste cenário imoral de atuação dos gestores públicos, estimulo os envolvidos no episódio (refiro-me aos artistas e comunidade acadêmica, sociedade sempre!!!) a redigirem com seus termos (eu não presenciei o fato) uma nota de repúdio à ação da Prefeitura de Rio das Ostras no caso, para publicizarmos através deste jornal e em todas as redes possíveis!!!!!

Precisamos gerar o desconforto necessário demandado por essa gangue e passar a mostrar para o mundo como agem esses ratos. Creio que seja mais uma forma de nos articularmos contra posturas oriundas de ações repressivas e cerceadoras, além, é claro, de podermos causar grande incômodo aos que armaram essa armadilha sinistra, divulgando ao mundo como preferem ‘trabalhar’.

Não imagino, de fato, qual seja o sentido, o entendimento, que esta prefeitura tem por ‘cultura’, mas posso afirmar uma coisa: a única cultura que ela conhece é a do temor, do medo, do assédio.

Lamento, minha amada Riodas… o que estão fazendo com você. Lamento, pessoal da Semana de Cultura Afro-Brasileira. Vivi com vocês momentos mágicos e inesquecíveis durante a semana toda e é muito triste acompanhar o que estão fazendo com vocês, com o Polo, com o ganha pão de todos vocês, de todos nós. Lamento, estudantes, por vocês estudarem numa cidade que tem gestores públicos tão irresponsáveis como Rio das Ostras têm, sempre teve… lamento, mas não fico só me lamentando… estamos todos em ação e por isso mesmo incomodamos.

Engulam-nos vivos e absorvam ao menos nossos pensamentos e nossas maneiras de raciocinar. Isso já seria uma prerrogativa menos escrota.

Contem comigo e com o jornal O Polifônico para mais esta batalha!

Preciso de vocês fortes e com vigor!!! Todos vocês! Rumo à 2ª Semana de Cultura Afro-Brasileira de Rio das Ostras!!!

Salve o cinema brasileiro!

Leonor Bianchi

Os entrevistados cederam uso de áudio e vídeo ao jornal.

 

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Macaé pode ter supersalários na folha da prefeitura

Posted in Brasil, Coluna do Servidor, Denúncia, Economia, Estado, Política, Região, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 21/10/2011
Duas propostas que estão em tramitação na Câmara Municipal de Macaé prometem gerar polêmica nos próximos dias. Trata-se do Projeto de Lei Complementar PLC – E013/2011, de autoria do Poder Executivo e a proposta de Emenda Modificativa à Lei Orgânica Municipal, de autoria da mesa diretora da Câmara, que permite 100% de incorporação de salários de Secretários Municipais e detentores de cargo eletivo que sejam servidores públicos municipais.
A polêmica gira em torno do benefício para um grupo restrito de servidores, que passariam a receber, para o resto da vida, o valor da gratificação do cargo que ocupa. Os supersalários variam e podem atingir mais de R$ 20 mil. Dentre os beneficiados estão o próprio prefeito, componentes de seu grupo político e alguns vereadores da base do Governo Municipal.
Para ter direito a incorporações em seu salário, o servidor público municipal precisa permanecer no cargo que lhe dá direito à gratificação, além do salário base, no mínimo cinco anos, para que no valor base da remuneração seja adicionado 50%. A alteração proposta pela lei permitirá que somente os que ocupam cargos da alta administração incorporem o valor total. Atualmente, a gratificação para o servidor que ocupa o cargo de secretário é cerca de R$ 10 mil, além do salário base.
Estão na lista do supersalário, caso a lei seja aprovada, os servidores que ocupam cargos representados pelo símbolo CCS-E (secretário, presidente de autarquia e fundação e equivalentes), vereadores e o próprio prefeito.
Esses projetos serão votados nas próximas sessões legislativas e não devem encontrar dificuldades para aprovação definitiva. Em primeira votação, o projeto dos supersalários foi aprovado por ampla maioria. Somente um voto contrário e uma abstenção do conjunto dos vereadores. Por se tratar de alteração da Lei Orgânica Municipal, é necessário um período de 10 dias entre uma votação e outra, prazo que se esgotou essa semana.
Servidores públicos estão se organizando para uma panfletagem nos próximos dias no centro da cidade.
Marcel Silvano
Jornalista – Macaé

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15-O: Relato sobre a ocupação em Rio das Ostras

Posted in Brasil, Cidadania, Cidade, Cultura, Economia, Educação by ImprensaBR on 17/10/2011
Somos vitoriosos: essa certeza cada um dos manifestantes carregou consigo ao findar o ato. Em nossa cidade, quem esteve na agitação da ocupação foi o grupo de juventude Tecendo o Amanhã: espaço de formação, reflexão e intervenção política. Esse grupo é composto por alguns militantes experientes e por muito novos companheiros, que ao tomarem consciência da exploração e opressão que o sistema capitalista exerce sobre nós diariamente, ao terem clareza da luta de classes, se comprometeram com a construção diária de uma alternativa socialista. E o desejo e comprometimento com a revolução a cada dia se fortificam.
Todo o processo ocorreu de forma horizontal, onde todos tiveram igual peso de escuta e deliberações. Fizemos uma divulgação sistemática e subversiva: redes sociais, panfletos, lambes por todos os cantos da cidade. Dialogamos com diversos grupos, desde a igreja até a universidade e os servidores públicos municipais.
Éramos em torno de 60 pessoas a ocupar a praça durante todo o dia: secundaristas, universitários, professores, funcionários públicos, o movimento antiproibicionista, o movimento pela terra, os jovens skatistas, que vem sofrendo perseguição no município e mais tantos outros moradores do município que se juntaram ao grupo para participar da plenária.
Fizemos uma oficina de cartazes onde debatíamos cada tema lançado ao papel; brincamos e rimos juntos em jogos de cooperação onde reafirmávamos ludicamente nossos princípios políticos; tivemos uma dinâmica sobre o que significa a mais valia e um bate papo sobre o que é o capitalismo; em nossa assembléia fizemos uma cartografia das demandas de nossa cidade, de onde a democracia se torna apenas uma falácia e tiramos o conteúdo para uma carta de reivindicações à Câmara/Prefeitura. Além disso, recolhemos mensagens dos protestantes e transeuntes direcionadas ao poder público. Tiramos como deliberação, que pediremos os dez minutos de Tribuna Popular, direito garantido por lei e que apenas nessa semana será utilizada pela primeira vez pelo Sindicato de Servidores Públicos de Rio das Ostras. Seremos os próximos.
Sobre a repressão
Baseados na ausência de “permissão” para a manifestação a Guarda Municipal recebeu ordens de controlar o ato. Logo pela manhã, quando o primeiro manifestante chegou e armou uma barraca um Guarda lhe deu a ordem de retirar. Estando sozinho naquele momento, acatou sem maiores resistências. O grupo foi aumentando e a ocupação acontecendo fisicamente: colamos cartazes, montamos uma tenda para proteger os equipamentos e, como a praça central do nosso município ( Praça José Pereira Câmara) não tem uma sombrinha sequer, ensaiamos armar uma lona para nos abrigar do sol.
Há uma câmera da guarda municipal virada para a praça, que permite que toda a movimentação seja observada, e nesse momento em que abrimos a lona eles se sentiram no direito da repressão. Chegou um carro da GM com cerca de quatro homens e inicialmente o porta voz deles nos abordou com bastante agressividade. Exigiam que apontássemos um líder, um responsável pelo ato, ao qual respondemos sermos todos (esse posicionamento perturba muito a ação da guarda, que tem uma formação hierárquica pesada), sem anonimato mas sem um “chefe”.
Alegaram que para a manifestação acontecer tínhamos que ter uma autorização da Secretaria de Turismo (!!!) ao que respondemos com o que diz a constituição: que temos garantido o direito de livre manifestação desde que seja pacífica, não seja anônima e não frustre outra manifestação que já esteja ocorrendo. Não era o caso.
Conseguimos, além de mostrar que tínhamos embasamento para estar ali, fazer toda a negociação com calma e respeito, exigindo inclusive dos Guardas que nos tratassem com o mesmo respeito. A negociação foi bem sucedida: abrimos mão nesse momento da lona e de uma barraca, continuamos com a tenda, a aparelhagem, e toda a programação do ato na praça.
“Vocês não podem fazer uma favelização dessa e enfeiar a cidade. Olha que horrível! Rio das Ostras é uma cidade turística”, disse um dos guardas municipais.
No fim da tarde, logo após a Assembléia, a chuva veio participar do ato também. Com isso precisamos reabrir a lona para proteger os manifestantes da chuva fria e nossos equipamentos eletrônicos da “morte”. Com isso a GM voltou. Eram então muito mais numerosos e apesar de a grande maioria estar numa abordagem minimamente paciente o GM que fora porta voz da negociação pela manhã era um poço de arrogância e agressividade. Mais uma vez explicamos de onde surge essa movimentação, da ineficácia do capitalismo para sanar as necessidades humanas de forma geral, de como as políticas neoliberais implementadas apenas lesam o cidadão, de como a democracia representativa é falha e reafirmamos o discurso da liberdade de manifestação, do sentido de uma praça, da organização horizontal, da não agressão e do respeito e, sobretudo, de como a repressão exercida por eles era mais uma expressão do capitalismo: temos trabalhadores oprimidos como nós na condição de opressor direto. Essa negociação foi um pouco mais longa e enquanto um grupo conversava com os guardas a outra parte tirava palavras de ordem que explicavam o motivo da ocupação. Entramos mais uma vez num acordo, a lona pode permanecer enquanto houvesse chuva, estipulamos um horário par sairmos da praça (que na verdade era o nosso limite físico), excetuando-se pelo camarada que sentiu sua autoridade diretamente ferida, os companheiros GMs saíram da praça em clima fraterno e ao som de aplausos de todos nós. Somos iguais.
Momento Cultural
A chuva ficou tão emocionada com a resistência e acreditou tanto na revolução que não quis ir mais embora da manifestação. Com sua companhia e abrigados pela conflituosa lona azul cantamos a transformação, cantamos um mundo sem senhores, dançamos em cumplicidade com a exploração de tantos trabalhadores com nós, recitamos a educação de qualidade e para todos de mãos dadas aos companheiros chilenos… Aproximadamente às oito da noite recolhemos a lona azul, guardamos os equipamentos e transportamos nossa tenda branca por alguns quarteirões (sim, uma cena muito curiosa). Em um canto reservado tomamos alguns goles, nos abraçamos, sentamos juntos na calçada cobertos pelos lençóis do piquenique e em nossos olhos exaustos morava também a felicidade de um dia de vitória.
Fonte: Coletivo de articulação do movimento.

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Amigos prestam homenagem à estudante morta em atropelamento em frente a UFF

Uma semana depois de ter sido ligado o sinal de trânsito na altura da rodovia Amaral Peixoto, em frente a UFF e uma semana depois da morte da estudante do PURO, Maria Clenilda, fatalmente ferida em um atropelamento exatamente no local onde está o sinal (que até o dia do acidente permanecia desligado), amigos, alunos, pais de alunos e professores da universidade prestaram uma homenagem à estudante, mãe e professora de educação infantil.

Emoção e indignação!

Educadora da Educarte, Maria Clenilda deixou muitos colegas de trabalho, que participaram da homenagem de maneira especial. Cercados de crianças, que empunhavam cartazes pintados por elas mesmas com mensagens de amor e saudade à querida professora, eles pregaram cruzes no local do acidente. Foi um momento de muita emoção!
Pessoas que participaram da homenagem chegaram a explanar como veem o prefeito depois do fato: “um assassino”!

Paz, Maria Clenilda! Estamos fazendo justiça em seu nome...

 

 

Agora veja, Carlos Augusto, sua omissão assinou sua sentença e sua imagem já desgastada está embranquecendo e ficando cada vez mais opaca perante a opinião pública, perante os moradores da cidade que você ‘administra’ (sic), (grifo meu…).
A qualquer momento, mais sobre a cobertura completa da homenagem.

O 1º de Maio e o movimento político classista dos trabalhadores

Posted in Economia, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 01/05/2011

A celebração do Primeiro de Maio, dia da classe trabalhadora internacional, é uma ocasião propícia para uma reflexão coletiva da própria classe, dos sindicatos e demais organizações de massas dos trabalhadores e dos partidos de esquerda situados na perspectiva do socialismo e do comunismo.

Reflexão na luta, para melhor orientar e organizar a luta da classe trabalhadora.

O Primeiro de Maio deste ano é mais um que coincide com a crise do sistema capitalista-imperialista. Tão profunda, intensa, ampla e extensa, de prolongada duração, que está pondo em xeque a própria ordem mundial, o que se evidencia no declínio da hegemonia estadunidense e na bancarrota do dólar como padrão monetário internacional.

No ambiente de crise, a fúria da burguesia contra os trabalhadores se torna ainda mais assombrosa. Os governos burgueses de direita ou sociais-democratas tiram a máscara e investem sobre os direitos de quem trabalha. Achatam os salários, atiram à rua da amargura milhares de trabalhadores que, sem emprego, se transformam em marginais numa sociedade cada vez mais alienante. Revogam leis trabalhistas, liquidam conquistas alcançadas em décadas de luta, arrancadas às vezes à custa de embates cruentos. Sob falsos pretextos, promovem alterações regressivas na Previdência Social, último reduto de sobrevivência para quem trabalhou e necessita de amparo e solidariedade no outono da vida.

Em tal contexto, a comemoração do Primeiro de Maio é antes de tudo uma afirmação da luta em defesa dos direitos conquistados.

No Brasil, os atos políticos e festivos organizados pelas Centrais sindicais, sobretudo aquele que unificou cinco delas, são a afirmação de uma plataforma de luta para defender esses direitos ameaçados. Pela valorização do trabalho, por uma justa distribuição de renda, por salários dignos, pela jornada de 40 horas semanais, contra o fator previdenciário e outras modificações de caráter retrógrado na Previdência Social, em defesa das leis trabalhistas.

A essas reivindicações, a classe trabalhadora brasileira agrega, em uníssono com a grande maioria da nação, a exigência de mudança da política macro-econômica, marcada ainda pelo conservadorismo e ortodoxia financeira impostos pelo capital monopolista-financeiro internacional. Interessa à classe trabalhadora o desenvolvimento nacional soberano, base para fomentar a justiça social.

Bem conduzidas, essas lutas promovem a unidade da classe, fazem despertar sua consciência política, aumentar sua mobilização, consolidar sua organização.
Para além do cenário imediato, a celebração do Primeiro de Maio tem sentido estratégico e significado político-ideológico ligado com o futuro da luta pela emancipação da classe trabalhadora.

Ontologicamente, a classe trabalhadora é anticapitalista. O sistema baseado na espoliação e opressão dos trabalhadores está historicamente condenado. Por isso, comemorar o Dia Internacional dos Trabalhadores é também apontar o sentido socialista de sua luta. Para cumprir seus objetivos, o movimento operário precisa ser um movimento político classista, com perspectiva socialista.

Os operários conscientes, de vanguarda, organizados e ideologicamente convictos de que é indispensável lutar pela emancipação da classe sabem que não se alcança o socialismo com proclamações nem por decreto. Nem seguindo modelos. Sabem igualmente que o caminho não é curto nem retilíneo. É mais complexo que cruzar os Andes ou singrar os rios amazônicos. Sabem que devem empenhar-se num processo tortuoso de acumulação revolucionária de forças que comporta muitas etapas transitórias e intermediárias. Mas não perdem de vista que para dar o salto civilizacional e construir o socialismo, deverão proceder à ruptura revolucionária com o capitalismo, num processo de árdua luta econômica, social, política, cultural e ideológica.

Nessa trajetória, precisam do conhecimento histórico e da ciência, que não se confunde com a sociologia burguesa vulgar, nem com a doutrinação da social-democracia. Desde o Manifesto Comunista de Marx e Engels até os nossos dias, permanece atual o estudo e o desenvolvimento teórico e prático do socialismo científico.

Fonte: Vermelho.org

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Especialista brasileiro premiado por atuação em hidrologia diz que gestão da água no Brasil é ruim

Posted in Brasil, Economia, Entrevista, Infraesturutura, Meio Ambiente, Política by ImprensaBR on 18/04/2011

Segundo Carlos Eduardo Morelli Tucci, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, só 15% da água usada no Brasil tem tratamento adequado, com eliminação de impurezas
Referência mundial na pesquisa científica sobre recursos hídricos, Carlos Eduardo Morelli Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e engenheiro civil por formação, anda às voltas na identificação dos principais problemas de recursos hídricos no Brasil. Para isso, tem entrevistado gestores e especialistas e já pode esboçar algumas estatísticas: do que se usa de água no país, só 15% têm tratamento, eliminação de impurezas.
E mais: o tratamento de esgoto deve chegar a 40% da água usada para esse fim. A falta de tratamento é o que mais afeta a disponibilidade hídrica, segundo Tucci, porque o esgoto contamina os próprios mananciais de abastecimento de água. Ele enfatiza: esse é um problema de governo. Afinal, água sem tratamento que volta para os rios traduz-se em doenças, principalmente quando ocorrem enchentes. Além disso, Tucci lembra: o mundo caminha para uma urbanização perto dos 70%. “A gestão urbana é a grande questão brasileira. Oitenta e oito por cento da população brasileira é urbana”, destaca o pesquisador. (more…)

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IPTU de Rio das Ostras ainda pode ser pago com desconto

Posted in Cidade, Economia, Infraesturutura by ImprensaBR on 24/03/2011

Contribuintes que quitarem o imposto até 14 de abril terão 8% de redução da cobrança
 Ainda é possível quitar o IPTU de Rio das Ostras com desconto. Até 14 de abril, o contribuinte pode pagar a cota única do imposto com 8% de redução do valor. Os carnês já foram distribuídos, porém as guias para pagamento também podem ser obtidas no site da Prefeitura, pelo link Sistema de Prefeitura Eletrônica – SPE, www.riodasostras.rj.gov.br/iptu.html. O contribuinte que preferir pode ainda retirar a guia do Imposto na sede da Secretaria de Fazenda, que fica na Rua Maria Letícia, 65, Centro.
               PRAZOS – O valor da cota única do IPTU também tem redução de 6% para pagamento até 12 de maio e, depois disso, pode ainda ser quitada, sem desconto, até 10 de junho. O pagamento parcelado poderá ser feito em até cinco vezes, com a primeira vencendo no dia 14 de julho e a última em 10 de novembro de 2011. A tabela completa segue abaixo.
                TRIBUTOS – Além da tabela do IPTU, a Secretaria de Fazenda divulgou também os prazos de outros tributos. O ISSQN ainda pode ser pago por trimestre, com a última parcela a ser quitada até 10 de novembro.
               A taxa de uso de distrito industrial também pode ser quitada em uma única parcela até 14 de abril. Depois dessa data, a taxa deve ser paga em cinco vezes até 14 de setembro de 2011.
               A taxa de ocupação de solo público pode ser quitada em 10 parcelas até 14 de dezembro.
                       
IPTU 2011
COTADESCONTOVENCIMENTO
Única8%14/04/2011
Única6%12/05/2011
Única-10/06/2011
1ª parcela-14/07/2011
2ª parcela-11/08/2011
3ª parcela-14/09/2011
4ª parcela-11/10/2011
5ª parcela-10/11/2011

 

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Comissão espacial do COMPERJ é instalada na ALERJ

Posted in Economia, Estado, Infraesturutura, Região, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 24/03/2011

Foi instalada nesta quarta-feira (23/03), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a Comissão Especial para discutir e construir a interlocução com os municípios que sofrem a influência do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), junto à Petrobras. O presidente da comissão, deputado Robson Leite (PT), anunciou que o colegiado irá convidar para sua primeira audiência, que será realizada no dia 12 de abril, os prefeitos dos municípios envolvidos, o presidente do Comperj e a Petrobras. Segundo o deputado, a empresa dará apoio e disponibilizará funcionários para auxiliar a comissão, que terá como objetivo acompanhar os impactos ambientais e sociais da instalação do complexo. “Como funcionário da Petrobras, eu conheço o projeto em seus aspectos positivos e negativos e estou à frente desta comissão para evitar que a tragédia que aconteceu em Macaé se repita”, comentou o parlamentar, referindo-se às condições das instalações da estatal no município.

Serão convidados para a audiência os prefeitos dos municípios de Cachoeira de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Rio Bonito, São Gonçalo, Tanguá, Casimiro de Abreu, Maricá, Niteroi, Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Saquarema, Silva Jardim e Teresópolis. Durante a instalação da comissão foram escolhidos como vice-presidente o deputado Altineu Cortes (PR) e, como relator, o deputado Jânio Mendes (PDT). Os deputados Comte Bitencourt (PPS) e André Lazaroni (PMDB) atuarão como membros efetivos, e os deputados Rafael do Gordo (PSB), Nilton Salomão (PT), Enfermeira Rejane (PCdoB) e Rosangela Gomes (PRB), como suplentes.

Texto de Andresa Martins, Alerj

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Rio das Ostras se prepara para o Ostrascycle 2011

Posted in Cidade, Economia, Trabalho e Renda, Turismo by ImprensaBR on 10/03/2011

Rio das Ostras espera receber mais de 25 mil motociclistas de toda América Latina, entre os dias 24 e 27 de março na Praia de Costazul, onde será realizado o XVI Encontro Internacional de Motociclistas, o Ostrascycle 2011.
Para isso, a Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio de Rio das Ostras está organizando uma grande programação com shows gratuitos e vai montar uma ampla infraestrutura para receber bem os motociclistas. Neste ano, o evento vai contar com dois palcos e dezenas de bandas de rock n´roll, num espaço de mais de 500 mil m².
O secretário municipal de Turismo, Alan Machado, acredita que o evento, organizado pelos motoclubes Jaguar do Asfalto e Ostradeiros, vá movimentar mais de R$ 5 milhões na economia da cidade.
Segundo o Rio das Ostras Convention & Visitors Bureau, a procura na rede hoteleira aumentou em relação ao ano passado. “A procura começou com mais antecedência e melhorou muito em relação ao ano passado. Temos pousadas na cidade que já estão lotadas na época do evento”, disse Paula Meireles, presidente do Rio das Ostras C&VB.
A programação completa do evento estará disponível na próxima semana no site www.riodasostras.rj.gov.br, assim como a relação de hotéis e pousadas da cidade.

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Melhor gaitista de blues do país faz show em Rio das Ostras neste sábado

Posted in Cultura, Economia, Estereofonia, Trabalho e Renda, Turismo by ImprensaBR on 23/02/2011

Flávio Guimarães, a principal referência na harmônica de blues no Brasil, se apresenta na Praça São Pedro, às 18h, com entrada franca
 
Acontece neste sábado, dia 26, a segunda edição do projeto Rio das Ostras Jazz & Blues o Ano Todo, que promoverá shows mensais gratuitos desses ritmos durante todo o ano. A apresentação será do gaitista Flávio Guimarães, que sobe ao palco da Concha Acústica da Praça São Pedro, no Centro, às 18h.
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Público lota a Praça São Pedro para assistir a primeira edição do Rio das Ostras Jazz & Blues o Ano Todo

Posted in Cidadania, Cultura, Economia, Estereofonia, Trabalho e Renda, Turismo by ImprensaBR on 23/02/2011

Big Joe Manfra e Kenny Brown foram as primeiras atrações
  
A primeira edição do Projeto Rio das Ostras Jazz & Blues o Ano Todo, realizado no último sábado, dia 19, na Praça São Pedro, pela Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, ratificou porque Rio das Ostras é a capital brasileira do jazz e do blues. Mais de 1500 pessoas aproveitaram o final da tarde de sábado para assistir aos shows de Big Joe Manfra e do guitarrista americano Kenny Brown.
Durante os shows, os artistas apresentaram, além de composições próprias, músicas de Jimi Hendrix, Willie Dixon e outros ícones do gênero. Ao final da apresentação, o publicou aplaudiu de pé. (more…)

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Prefeitura de Rio das Ostras organiza XVIII Fórum de Planejamento e Orçamento

Posted in Cidadania, Cidade, Economia by ImprensaBR on 23/02/2011

Comunidade vai conhecer o desempenho financeiro do último quadrimestre do ano de 2010

Com a finalidade de informar a execução orçamentária de despesa e receita do município no último quadrimestre do ano de 2010, a Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Rio das Ostras promove nesta segunda-feira, dia 28 de fevereiro, na Câmara Municipal, a partir das 18h, o XVIII Fórum Municipal de Planejamento e Orçamento. O evento é aberto ao público. O Fórum é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os municípios a apresentar ao Poder Legislativo e à comunidade o desempenho orçamentário da administração pública a cada quatro meses. A reunião servirá também para explicar ações da administração municipal, as receitas próprias e a arrecadação de royalties. Também serão apresentados os percentuais constitucionais de gastos e o que está em execução nas secretarias de governo, autarquias – Fundação de Cultura e Ipasro – e Câmara Municipal. A empresa Foz do Brasil também fará uma apresentação dos investimentos feitos no município na área de saneamento. O objetivo é mostrar as melhorias realizadas em benéfico da população.

Fonte: Secom PMRO

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ZEN realizará reunião com Concessionários

Posted in Cidade, Economia, Infraesturutura by ImprensaBR on 15/02/2011

Com o objetivo de promovermos ações de melhorias nas áreas de Infraestrutura, Gestão Ambiental e Urbanização da Zona Especial de Negócios,a ZEN realizará reunião no dia 24 de fevereiro de 2011, às 10h, no Auditório do Centro Municipal de Qualificação Profissional, situado na Rua do Engenheiro, Quadra F, Lote 9-C – Zona Especial de Negócios. (more…)

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IPTU 2011 de Rio das Ostras tem desconto de 10% em cota única

Posted in Cidade, Economia, Notas by ImprensaBR on 01/02/2011

Guias de pagamento já podem ser obtidas pelo site da Prefeitura 
 
Os contribuintes de Rio das Ostras que quiserem economizar devem ficar atentos. Já estão disponíveis no site da Prefeitura as guias de pagamento do IPTU 2011, no link Sistema de Prefeitura Eletrônica – SPE. Os contribuintes que pagarem o tributo em cota única até 14 de março terão 10% de desconto. Os carnês começam a ser distribuídos aos contribuintes em fevereiro. Quem preferir, pode ainda retirar a guia de IPTU na sede da Secretaria de Fazenda, que fica na Rua Maria Letícia, 65, Centro.

O Alvará também tem 10% para pagamento até 14 de março e ainda pode ser  pago até 14 de abril, sem desconto.

PRAZOS – De 14 de março até 14 de abril, o IPTU ainda pode ser pago com 8% de desconto na cota única. O valor da cota única também tem redução de 6% para pagamento até 12 de maio e, depois disso, pode ainda ser quitada, sem desconto, até 10 de junho. O pagamento parcelado poderá ser feito em até cinco vezes, com a primeira vencendo no dia 14 de julho e a última no dia 10 de novembro de 2011. A tabela completa segue abaixo.

O contribuinte que está em débito com o município pode regularizar sua situação. Por disposição da Lei de Execuções Fiscais, os tributos em atraso constituem dívida ativa e, nesse caso, são cobrados na justiça. Mesmo nesse caso, o contribuinte pode dividir o débito em parcelas, o que acarreta a suspensão do processo.
               

TRIBUTOS – Além da tabela do IPTU, a Secretaria de Fazenda divulgou também os prazos de outros tributos. O ISSQN pode ser pago em cota única até 14 de março. O mesmo imposto pode ser pago por trimestre, com a última parcela a ser quitada até 10 de novembro.
              

A taxa de uso de distrito industrial também pode ser quitada em uma única parcela até 14 de abril. Depois dessa data, a taxa pode ser paga em cinco vezes até 14 de setembro de 2011. A taxa de ocupação de solo público tem cota única até 14 de março e pode ser quitada em 10 parcelas até 14 de dezembro.
                       
IPTU 2011
COTADESCONTOVENCIMENTO
Única10%14/03/2011
Única8%14/04/2011
Única6%12/05/2011
Única-10/06/2011
1ª parcela-14/07/2011
2ª parcela-11/08/2011
3ª parcela-14/09/2011
4ª parcela-11/10/2011
5ª parcela-10/11/2011

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Rio das Ostras na marchinha pró-cannabis do carnaval 2011

Posted in Cidade, Economia, Educação, Segurança Pública by ImprensaBR on 08/01/2011

Deu no Globo

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Lula deixa para Dilma reajuste de aposentados

Posted in Brasil, Cidadania, Economia by ImprensaBR on 03/01/2011

O governo federal publicará esta semana a publicação da MP que define o reajuste dos aposentados e pensionistas que recebem mais que o salário mínimo. Como não houve negociação e acordo entre centrais sindicais, representantes dos aposentados e do Executivo, os benefícios deverão ser corrigidos apenas pela inflação, ou seja, com base na estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 5,5%.

A expectativa do presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçalles, no entanto, é de que os aposentados ganhem um pouco mais que isso. O índice oficial da inflação de 2010 só será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 20 de janeiro e, na avaliação do presidente da Cobap, ele pode ser maior do que os 5,5% projetados. Se o índice for maior do que previsto atualmente, os aposentados podem ter um complemento do valor em março, de acordo com Gonçalles.

Sexta-feira, foi editada uma MP estabelecendo que, a partir deste sábado, o salário mínimo passará de R$ 510 para R$ 540. Com esse aumento de 5,88%, o teto de aposentadoria do INSS sobe dos atuais R$ 3.467,40 para R$ 3.671,28. O cálculo do reajuste do mínimo deste ano considerou a inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Como o PIB foi negativo em 2009, os trabalhadores estão recebendo apenas a variação da inflação.

Descontentes, as centrais sindicais prometem fazer muito barulho no Congresso Nacional para conseguir elevar o mínimo para R$ 580. Surfando na mesma onda, os aposentados e pensionistas vão reivindicar uma correção igual a que foi concedida para quem recebe o salário mínimo.

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Cinema bate recorde de arrecadação no Brasil em 2010

Posted in Brasil, Cultura, Economia by ImprensaBR on 22/12/2010


O cinema bateu recorde de arrecadação em 2010 no Brasil, ultrapassando pela primeira vez a marca de um bilhão de reais. Foram 136 milhões de ingressos vendidos, com faturamento bruto de 1,3 bilhão de reais. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), e ainda são parciais – o consolidado do ano será divulgado na segunda quinzena de janeiro de 2011. A safra de filmes nacionais e internacionais vendeu 20% mais ingressos que em 2009, com aumento de bilheteria de 32%.
Os filmes nacionais tiveram papel decisivo no crescimento. Até o final do ano, a previsão é que os títulos brasileiros tenham conquistado quase dez milhões a mais de ingressos que em 2009. Os quase 16 milhões de ingressos vendidos no ano passado devem chegar a 26 milhões, um aumento de 61%. Em relação à bilheteria, o resultado aponta um crescimento de 74%. Com isso, a participação de mercado do cinema nacional deve chegar a dezembro com 19% contra 14% do ano passado.
Jorge Peregrino presidente do Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Rio de Janeiro e responsável pela pesquisa, comemora. “Pela primeira vez, temos três filmes nacionais (Tropa de Elite 2, Nosso Lar e Chico Xavier) entre os dez maiores filmes do ano, ultrapassando a marca de 3 milhões de espectadores, e um filme nacional superando a barreira dos 10 milhões de espectadores.”


Para o presidente da agência, Manoel Rangel, esse desempenho tem relação com o bom momento da economia brasileira. Mas ele vê também como grande fator do sucesso a profissionalização e a ousadia de produtores como Marcos Prado, de Tropa 2, e Iafa Britz, de Nosso Lar, que investiram no lançamento em centenas de salas simultaneamente. Tropa 2, por exemplo, teve mais de 600 cópias distribuídas pelo Brasil; número recorde para um filme nacional. O número mais comemorado por Rangel, no entanto, foi o de 11 milhões de espectadores, que o filme conseguiu de 8 de outubro até agora – conquistando o maior público da história do cinema nacional.

“É fácil dizer que era previsível porque era Tropa de Elite 2, mas antes de estrear não era certeza de sucesso. Eles tiveram muita coragem na estratégia de lançamento deles. O que a Zazen Produções fez é sensacional. Eles inauguraram um novo modelo de divulgação e distribuição de filmes no país. Acho que todos do mercado devem observar os movimentos da Zazen e fazer parecido”, elogiou o dirigente da Ancine.

Na avaliação da Ancine, o cinema brasileiro chegou a um novo patamar. Embora evite projeções numéricas, Rangel não tem dúvida de que as bilheterias dos filmes brasileiros cheguem pelo menos a um bilhão de reais em 2011. “Em 2009 nós já havíamos registrado uma arrecadação de cerca de 970 milhões”, lembrou o executivo, que anunciou ainda a construção de 250 novas salas de cinema no Brasil no ano que vem, e outras mil até 2014.

A partir desta quarta-feira, os novos editais do FSA estarão disponíveis para no site da Ancine. O Fundo é um dos principais mecanismos da política pública de incentivo à indústria audiovisual no Brasil, distribuindo R$ 84 milhões para investimento em quatro linhas de ação: produção de obra independente de longa-metragem; aquisição de direitos de distribuição de longa-metragem; comercialização de longa-metragem; e produção de obra independente para televisão.

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Conferência de Planejamento e Orçamento Participativo define os conselheiros para o biênio 2011/2012

Posted in Cidadania, Cidade, Economia by ImprensaBR on 01/12/2010

Novidade é a criação dos representantes setoriais

Foto Maurício Rocha

A III Conferência de Planejamento e Orçamento Participativo, realizada no último sábado, dia 27, no Colégio Municipal Professora Abdalla, definiu a grade do conselho para o biênio 2011/2012. Foram eleitos 48 conselheiros.
Para que todas as localidades sejam assistidas, serão criados os cargos de representantes setoriais. O objetivo é dar oportunidade a outras pessoas a também participarem dos trabalhos realizados dentro do orçamento participativo. (more…)

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Receita de royalties de Rio das Ostras cai R$ 17,5 milhões em dois meses

Posted in Cidade, Economia, Infraesturutura by ImprensaBR on 17/11/2010

 

 

Perda deve ser ainda maior e cidade enfrenta desafio de manter qualidade nos serviços para população crescente

 

 Logo após a revelação dos dados do Censo 2010, que indicam Rio das Ostras como a cidade de maior crescimento populacional do Estado, o município enfrenta uma redução grave no orçamento. A cota relativa à Participação Especial de repasse de royalties, divulgada este mês, foi R$ 13,5 milhões menor do que a anterior. Somando-se à perda de R$ 4 milhões em outubro deste ano, em relação à parcela do mês passado, a cidade já amarga uma redução de mais de R$ 17,5 milhões em receita de royalties, somente nos últimos dois meses.
A queda afeta os cofres municipais e leva a prefeitura e rever investimentos para garantir a qualidade nos serviços prioritários, como saúde e educação.
A redução na Participação Especial de Rio das Ostras foi, proporcionalmente, bem acima da perda total de toda a Bacia de Campos. Somados os repasses de todos os municípios, a região perdeu 12,5% da receita em relação à ultima cota, de agosto de 2010, enquanto Rio das Ostras perdeu 42%.
“Sabemos que estamos tendo perdas contínuas nos royalties, mas não esperávamos uma redução tão grande no orçamento. A população pode estar certa de que a prefeitura não vai medir esforços para que isso não se reflita na qualidade dos serviços públicos prestados. Nossas prioridades de investimentos em saúde e educação serão mantidas”, diz o prefeito Carlos Augusto.
PERDAS – A queda na receita gerada pela exploração e produção do petróleo está diretamente ligada a fatores externos, como a redução do preço do barril de petróleo e a constante queda do dólar. O município sofreu muito também com a paralisação da produção de algumas plataformas por questões de segurança e manutenção, ocorridas neste ano.
Para que se tenha idéia do impacto, na edição do dia 9 de novembro do jornal O Globo, o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, afirmou que a produção de petróleo de 2010 será menor do que a prevista pela empresa, por conta das paradas dessas plataformas.
REPASSE MENOR – A Agência Nacional de Petróleo (ANP) fez uma redefinição da participação dos municípios no repasse de royalties relativo à produção do Campo de Marlim Leste. Com essa revisão dos repasses, Rio das Ostras, que detinha 36% do resultado da produção do campo, passou a 26,4% de participação. Até o momento, o município teve uma queda relativa à receita de Marlim Leste de quase R$ 7 milhões, com previsão de perda anual de aproximadamente R$ 12 milhões.
“Essa redefinição da participação de Rio das Ostras, ocorrida nos últimos meses, foi mais um grande impacto para o nosso município e, claro, prejudica nosso orçamento previamente planejado”, explica a secretária de Planejamento, Rosemarie Teixeira. “Teremos que rever os nossos investimentos e estamos buscando, junto à ANP, uma nova revisão desse repasse do Campo de Marlim Leste. Nossa população não pode sofrer ainda mais essas perdas”, completa a secretária. 

Fonte: Secom PMRO

 

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FUTURO DA INDÚSTRIA PETROLÍFERA É TEMA DO PROGRAMA RIO EM FOCO

Posted in Economia by ImprensaBR on 25/10/2010

A extração de petróleo, a administração dos recursos gerados por esta indústria e soluções para seu desenvolvimento de forma sustentável foram os tópicos abordados durante o programa Rio em Foco, apresentado pela secretária geral do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, Geiza Rocha, que vai ao ar nesta segunda-feira (25/10), às 22h, na TV Alerj (canal 12 da NET). (more…)

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ZEN de Rio das Ostras recebe 29º empresa e Prefeitura anuncia expansão da área

Posted in Economia, Trabalho e Renda by ImprensaBR on 24/06/2010

Fugro do Brasil foi inaugurada nesta terça-feira com a presença do prefeito Carlos Augusto

A Zona Especial de Negócios (ZEN) de Rio das Ostras conta com mais uma empresa, a Fugro Brasil – Serviços Marinhos e Levantamentos Ltda., que inaugurou a sua nova unidade nesta terça-feira, dia 22. A companhia está gerando 800 empregos nas áreas de prospecção off shore e on shore e é o 29º empreendimento da ZEN, que conta ainda com outras 25 empresas em processo de instalação. O prefeito Carlos Augusto anunciou que uma área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados será desapropriada ainda este ano para dar inicio a Zona Especial de Negócios 2. (more…)

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Prefeitura de Rio das Ostras organiza XVI Fórum de Planejamento e Orçamento

Posted in Cidade, Economia by ImprensaBR on 28/05/2010

Comunidade vai conhecer o desempenho financeiro do primeiro quadrimestre do ano de 2010
 
Com a finalidade de informar a execução orçamentária de despesa e receita do município no primeiro quadrimestre do ano de 2010, a Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Rio das Ostras promove nesta sexta-feira, dia 28 de maio, na Câmara Municipal, a partir das 15h, o XVI Fórum Municipal de Planejamento e Orçamento. O evento é aberto ao público. (more…)

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Rio das Ostras promove I Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural e da Pesca

Posted in Economia by ImprensaBR on 28/05/2010

O objetivo é propor, em conjunto, ações para o próximo biênio, envolvendo poder público e setores produtivos
 
No próximo sábado, dia 29, a Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca promove, a partir de 9h, a I Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural e da Pesca, na Escola Municipal Professora Marinete Coelho de Souza, em Cantagalo. O objetivo é unir Prefeitura, produtores rurais e pescadores para, juntos, debaterem e traçarem diretrizes para políticas públicas nesses setores. (more…)

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Rio das Ostras dispõe de 230 novos computadores para alunos da rede municipal

Posted in Economia by ImprensaBR on 28/05/2010

Parceria com o MEC estrutura o Núcleo Tecnológico Municipal, que já está oferecendo curso de capacitação para estudantes
 
Recém-inaugurado, o Núcleo Tecnológico Municipal (NTM) de Rio das Ostras já está em plena atividade. Por intermédio de uma parceria entre a Prefeitura e o Ministério da Educação, o novo espaço de capacitação dos professores está recebendo cursos e equipamentos. Nesta semana chegaram 230 computadores, que vão substituir os que eram alugados para atender 13 escolas, incluindo duas da zona rural, e a sede do Núcleo, que funciona na Secretaria de Educação.

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Empresários de reúnem com prefeito de Rio das Ostras

Posted in Economia, Segurança Pública, Turismo by ImprensaBR on 28/05/2010

Eventos, segurança e excursões foram os principais temas da pauta
Proprietários de hotéis e pousadas de Rio das Ostras se reuniram com o prefeito Carlos Augusto na semana passada para discutir uma extensa pauta, a fim de organizar a cidade para eventos e a alta temporada. (more…)

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Rio das Ostras tem representante na Garantinorte

Posted in Economia by ImprensaBR on 28/05/2010

Município terá escritório avançado da Sociedade de Garantia de Crédito da Região Norte do Estado
 
O assessor de Indústria e Comércio da Prefeitura de Rio das Ostras, Sérgio Azevedo, foi eleito membro do Conselho Fiscal da Sociedade de Garantia de Crédito – Garantinorte, na última segunda-feira, dia 24, na Assembleia de instituição que aconteceu em Campos dos Goytacazes. (more…)

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Encontro empresarial acontece nesta quinta-feira em Rio das Ostras

Posted in Economia by ImprensaBR on 19/05/2010

Prefeitura e Sebrae apresentarão Sociedade de Garantia de Crédito

Empresários de Rio das Ostras e região se reunirão nesta quinta-feira, dia 20, às 9h, no Cinema do Holiday Shopping em um encontro para apresentação sobre “Sociedade de Garantia de Crédito”. A entrada é franca. (more…)

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Secretaria de Planejamento de Rio das Ostras inicia metodologia do Orçamento Participativo Jovem

Posted in Economia, Educação by ImprensaBR on 19/05/2010

Desde a última segunda-feira, a Secretaria de Planejamento começou a visitação nas escolas do município para apurar as prioridades dos alunos dentro do processo do Orçamento Participativo Jovem. A novidade este ano fica por conta da participação dos alunos da Educação Infantil e a nova metodologia para os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. (more…)

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